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Radcliffe e Heyman discutem Relíquias da Morte!

Essas duas últimas semanas não poderiam ter sido mais potterianas! Após o excelente trailer divulgado na quinta-feira passada, a de hoje também traz um magnífico material para todos os fãs. Começamos o dia com a tradução em primeira mão de todas as prévias dos relatos de pessoas que visitaram os sets de Enigma do Príncipe.Para quem perdeu, as traduções feitas foram dos artigos publicados nos sites MuggleNet, HPFZ, Snitch Seeker, ACED Magazine (por DR.com) e The Daily Mail, cujos textos mostram opiniões dos atores sobre as cenas e o desenvolvimento dos seus personagens, e podem ser lidos na íntegra através desse link!

Agora trazemos a vocês a tradução de uma entrevista incrível com o produtor David Heyman e o ator Daniel Radcliffe presente em seis scans da edição de abril da Empire Magazine que chegou hoje às bancas, publicados online pelo DR.com e RG.net.

A matéria toda aborda apenas Harry Potter e as Relíquias da Morte e nos brinda com detalhes curiosos sobre o seu andamento, dá dicas do momento escolhido para a divisão do filme, mostra as opiniões de ambos sobre o fim e algumas decisões tomadas a respeito, dentre outros!

No momento estou fazendo uma grande cena de luta e está ótimo. Estou todo coberto de sujeira e sangue, mas é brilhante, eu posso simplesmente ser um garoto e correr por aí! O que mais temos feito recentemente? Está tão corrido no momento, nós estamos fazendo muita coisa. Potter pode ser bem devagar, mas esse realmente acelera o ritmo.

As páginas da revista também nos apresentam uma nova foto de ambos e outra do trio. Os scans podem ser vistos através desse link, e a tradução na íntegra se encontra, como sempre em primeira mão, em notícia completa. Boa leitura a todos!

HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE
Um Terreno de Relíquias

Empire Magazine ~ Helen O’Hara
23 de abril de 2009
Tradução: Marcelo de Lima, Renata Grando, Renan Lazzarin e Daniel Mählmann
Revisão: Fabianne de Freitas

Com o(s) final(is) da jornada épica de oito filmes Harry Potter em andamento nos Estúdios Leavesden, a Empire une-se às duas constantes do coração dos filmes, o astro Daniel Radcliffe e o produtor David Heyman, para falar de tornar sonhos uma realidade, deixá-los ir e Relíquias da Morte Partes I e II…

David Heyman e Daniel Radcliffe são homens ocupados. Afinal de contas, eles são o produtor e o astro da série Harry Potter, que tem uma das maiores bilheterias que o mundo já viu. Atualmente, no fim de março, eles estão se preparando para o lançamento do sexto filme, Harry Potter e o Enigma do Príncipe; começando a filmar o sétimo, Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte Um, e ao mesmo tempo filmando e finalizando o roteiro do oitavo, Relíquias da Morte: Parte Dois.

Então deu algum trabalho colocar os dois juntos no escritório de Heyman na base de produções de filmes da Leavesden. Radcliffe se desculpa por manter seu figurino acolchoado de proteção enquanto nós conversamos, e tranquiliza Heyman reafirmando que está tudo bem. “Estávamos prontos para filmar e então David (Yates, o diretor) disse que o set ainda não estava pronto. De fato, eu não diria isto em frente ao produtor!”.

Então, enquanto Yates ajeita o set, nós colocamos o par para lembrar-se do passado de Potter – e descobrir o que os últimos três filmes escondem…

Vocês estão na reta final agora. O que isso significa para vocês?
RADCLIFFE: Em um nível pessoal, esses filmes fazem parte da minha vida dos onze anos até, quando terminarmos, os 20 ou 21. Será estranho finalmente tê-los terminado.
HEYMAN: Eu estive em pré-produção, produção ou pós-produção desde 1999, e eu não tive que me preocupar sobre de onde os próximos filmes vinham. Obviamente, eu tinha outros projetos de tempos em tempos mas sempre foi Potter e – isso soa irritantemente como “água-com-açúcar” – realmente é como uma família. Eu conheci Dan durante metade de sua vida; tem sido um quarto da minha. Eu nunca fiz qualquer outra coisa, ou permaneci em outro lugar, durante esse tempo, e é realmente maravilhoso.
RADCLIFFE: Sua filha tem nove anos, e ela nasceu, eu acho, três dias depois que eu peguei o papel.
HEYMAN: Houve casamentos e divórcios…
RADCLIFFE: Meu melhor amigo, Will, tinha cabelos castanhos, e era solteiro. E agora ele está em um relacionamento sério com dois filhos e cabelos grisalhos. A qualquer momento, quando nós vemos os filmes novamente – qualquer um de nós, atores ou produtores – podemos dizer “Oh, eu me lembro: foi no dia em que eu me divorciei!” ou “Este foi o dia em que me casei!” Todas as nossas memórias estão conectadas a estes filmes. É apaixonante.

Vamos falar de Relíquias da morte então. No que vocês estão trabalhando no momento?
HEYMAN: Nós estamos no processo de filmagem das Partes I e II. Nós estamos filmando-as simultaneamente. Então estou vendo as cenas que ainda não foram editadas, ainda trabalhando no roteiro da segunda metade, trabalhando no cronograma, ainda selecionando o elenco e ficando no set discutindo como as coisas deverão ser feitas. Você não prepara um filme desse tipo antes de filmá-lo, você o prepara conforme as coisas vão acontecendo. E também estamos nos preparando para o lançamento de Enigma do príncipe, então estamos bem envolvidos nisso também.
RADCLIFFE: No momento estou fazendo uma grande cena de luta e está ótimo. Estou todo coberto de sujeira e sangue, mas é brilhante, eu posso simplesmente ser um garoto e correr por aí! O que mais temos feito recentemente? Está tão corrido no momento, nós estamos fazendo muita coisa. Potter pode ser bem devagar, mas esse realmente acelera o ritmo.

Há bastante para ser colocado aqui, mesmo para dois filmes.
HEYMAN:
Uma das razões pelas quais decidimos fazer dois filmes do último livro é que esse livro, mais do que qualquer outro, não pode ser realmente editado. o que nós optamos por fazer nos outros livros, na verdade quando Alfonso Cuarón chegou, era pegar a história do ponto de vista de Harry. isso significou que algumas coisas caíram fora, como a obsessão de Hermione pelo F.A.L.E, coisas que amamos, mas para as quais não havia espaço.
RADCLIFFE: Tem a ver com o que leva a história adiante, não é? E se não faz isso, então realmente não pode estar dentro.
HEYMAN: Independente do quanto amemos essas partes. Então em Relíquias da Morte, tudo tinha a ver com Harry, e tudo é colocado na história. Quero dizer, se nós fizéssemos um único filme, teria uma duração de mas cinco horas, e não importa o quão maravilhosos os fãs sejam, eu acho que mesmo eles possam se sentir cansados depois disso. E posso dizer que eu também estaria!
RADCLIFFE: Bom, você principalmente, porque você tem que assistir ao filme umas cem vezes!
HEYMAN: Então no final eu acho que vai ser menos editado desse filme do que filmes passados porque nós temos a liberdade de fazer dois filmes e eu acho que vai ser fantástico.
RADCLIFFE: É um filme de estrada, principalmente a Parte I. As pessoas estão acostumadas a ver Harry Potter em Hogwarts e nós simplesmente não estamos lá na primeira parte desse filme. isso parece ter renovado um pouco as coisas, e esperamos conseguir que as pessoas vão assistir ao filme com olhos renovados novamente, porque é simplesmente uma visão totalmente diferente quando não se está sentado na mesma sala o tempo todo.
HEYMAN: Vai haver muita ação, muita aventura, e vai ser um final bem leal aos livros que Jo (Rowling) escreveu, então se você leu os livros você vai ter uma boa noção do que vai acontecer.

Foi difícil achar o ponto certo para separar a história?
HEYMAN:
Bom, isso é interessante. Nós brincamos um pouco com alguns pontos, e acabamos decidindo por um ponto que é bem empolgante, e eu acho que bem audaz, no sentido de que não é necessariamente um ponto que possam esperar. mas eu não quero revelar onde é. Você quer dar uma sensação de conclusão, por um lado, mas uma sensação de que há outra parte, mais por vir. Então sim, nós tentamos um e aí Steven (Kloves, roteirista) veio com uma idéia para tentar de outra forma, e quando tentamos, simplesmente pareceu o certo.
RADCLIFFE: Obviamente, enquanto fazemos estes filmes, temos a luxúria de talvez mudar coisas, mas é um clímax bastante tenso e deve trazer as pessoas de volta seis meses depois. Mas tenho certeza de que manterão suas opções abertas até o último minuto.

Houve algo, nos livros, que os fez pensar “Como diabos vamos fazer isso nas telas?”
HEYMAN: Acho que fiquei mais preocupado com o epílogo, que é a versão mais velha dos personagens principais. Seria uma vergonha tremenda não ter Dan, Rupert e Emma terminando a saga, mas estamos procurando todas as formas de fazer isso, inclusive outros atores e tudo o mais. E então vimos O Curioso Caso de Benjamin Button e a tecnologia do envelhecimento e vamos tentar fazer aquilo, porque me sentiria terrível tendo outras pessoas fazendo estes personagens nessa cena.
RADCLIFFE: Estou nervoso com isso, porque se ficar bom eu ficarei muito, muito satisfeito, mas fico nervoso com a ideia; se não ficar bom, e é com isso que as pessoas serão deixadas, seria terrível. Sei que quando o livro saiu, esta foi uma parte muito discutida, então se é uma escolha entre ter a mim, Emma e Rupert parecendo um pouco estúpidos e ficando ligeiramente cômicos, ou ter outros atores nos interpretando, eu votaria por outros atores todas as vezes. E agora tendo visto Benjamin Button, sei que isso pode ser feito e vai ser dever meu, de Rupert e de Emma “psicanalizar” isso e parecer mais velhos, tentando alcançar isso. E isso vai ser divertido, será ótimo. Então, vamos ver. Acho que para mim, outra coisa que vai ser intimidante será caminhar em direção ao meu fim e encontrar Voldemort na floresta. Vai ser realmente difícil, mas mal posso esperar.

O jeito com o qual vocês lidaram com a história mudou quando o último livro saiu?
RADCLIFFE: Não, particularmente não. Digo, Harry não sabe o seu futuro, então nunca o interpretaria com um conhecimento prévio de como ele termina. Acho que existe uma possibilidade de que, sabendo o que aconteceu com ele, tenha me afetado sem eu perceber – não tenho certeza – mas se o fim tivesse sido diferente, se Harry tivesse morrido no final do sétimo livro, isso provavelmente teria afetado porque teríamos começado a fazer uma atuação previsível. E isso seria terrível!
HEYMAN: É uma pergunta mais para Steve Kloves que para nós. Acho que o sétimo livro foi lançado quando estávamos fazendo o quinto, e, à época, já tínhamos a determinação de manter, por exemplo, Monstro, que estávamos pensando em cortar – e ele é claramente um personagem importante no sétimo filme. A questão era que Jo sempre esteve lá quando pensávamos em deixar algumas coisas de fora, e Steve Kloves e todos nós temos um bom senso sobre o que é e o que não é essencial.

Fazer dois filmes deve alongar os dias de muitos…
HEYMAN: Gravar dois é emocionante, mas é um desafio, sim. Mas ainda temos um limite de carga horária – nenhum trabalha como Dickens desde que fizeram 18 anos.
RADCLIFFE: Em qualquer outro filme, faríamos 12 horas por dias em dias alternados, mas tais filmes são feitos em, tipo, três meses, e fazemos isso 347 dias por ano. Sei que De Olhos Bem Fechados foi mais ou menos assim – levou 18 meses para ser filmado, não foi? – e tenho certeza de que fizeram alguns dias longos, mas não sei se conseguiram porque… Bem, isso é muito cruel.
HEYMAN: E por sorte David Yates é simplesmente incrível: seu entusiasmo em dirigir esses filmes não diminuiu desde o primeiro dia de Harry Potter Cinco. A tradição é que a cada filme, se tivemos uma boa experiëncia, perguntamos ao diretor se ele gostaria de voltar, e David foi o único a dizer, “Claro, vou voltar,” e depois, “Claro, vou voltar de novo!” Tem sido incrível.
RADCLIFFE: Todos esses duraram um ano. O mais curto foi nove meses, e o mais longo, entre 11 e 12 meses. Mas temos que fazer cada um melhor que o outro. Tenho que sair no auge, senão não vou conseguir lidar com isso.

OS AMERICANOS SILENCIOSOS

Harry Potter é conhecido como uma franquia britânica – recheada até o topo com atores britânicos e filmado ao lado de Watford. Mas dois americanos foram instrumentais em trazer Potter para a tela: o diretor Chris Columbus, que liderou os dois primeiros, e o roteirista Steve Kloves, que criou o roteiro de todos, menos Cálice de Fogo. [ISH: corrigindo, menos Ordem da Fênix.]

“Acho que você não pode fazer um bom filme sem um bom roteiro, por isso Steve Kloves foi, em muitos aspectos, após Jo Rowling, a fundação”, diz David Heyman. “Nos encontramos pela primeira vez em 1999, antes dos livros se tornarem um grande fenômeno. Mas ele e Jo Rowling claramente conheciam as mesmas referências. Ocasionalmente, Jo vai dizer, “Meu Deus, gostaria de ter pensado nisso” sobre algo que Steve escreveu. O que ele traz é uma profunda compreensão do que é e o que não é importante nos livros, e captura perfeitamente ambas as emoções, mas também o humor que é tão rico nos livros da Jo.”

“Até onde sei, Steve é o homem mais corajoso do mundo”, diz Radcliffe. “Porque escrever quando esse fenômeno estava chegando ao máximo, ter a coragem de adaptá-lo é enlouquecedor para mim, e ele tem feito um trabalho realmente incrível. Quero dizer, por onde você começa?”

“Chris Columbus ajudou a definir o mundo visualmente”, diz Heyman. “Ele teve de criar todo este universo. Várias das decisões finais ficaram com o Chris”. Radcliffe acrescenta: “Lembro-me que um dos nomes que estava rolando naquela época era o de Terry Gilliam e foi noticiado que Jo disse uma vez que amaria tê-lo como diretor. Adoro os filmes de Terry Gilliam, mas nos dois primeiros, quando a base de fãs ainda era jovem, ela simplesmente não teria aceitado o filme prazerosamente comparado ao que o Chris fez.”

Então o melhor é temer o final ou estar pronto para que tudo termine?
HEYMAN: Para mim é o culme de uma verdadeira emoção, porque agora vou ter tempo de explorar novas aventuras, e muita tristeza, porque é um mundo incrível a se estar ligado, essa mistura do velho e da nova tecnologia. Temos feito filmes que têm um público flexível. Agora mergulhamos num mundo de incertezas.
RADCLIFFE: E nunca teremos algo assim de novo. Acho triste, mas também anseio por não precisar dizer às pessoas, “Ah, temos um ótimo roteiro, você está disponível esse ano?,” “Não, mas vou estar em quatro anos!”

Parece ser um set tremendamente harmonioso.
RADCLIFFE: Se você estivesse aqui todos os dias! Quando os jornalistas vêm aos estúdios, todo mundo melhora um pouco o seu comportamento. Mas, não, é incrível, é uma grande diversão o tempo todo.
HEYMAN: É um ambiente ótimo no sentido de que você pode ser muito direto no que gosta e no que não gosta, e nada disso é relacionado ao ego…

As pessoas sempre comentam sobre como vocês são próximos aos seus personagens.
HEYMAN: Temos muita sorte. Claramente há muito mais diferenças com seus personagens que eles lhes contariam!
RADCLIFFE: Realmente às vezes temos esses momentos em que a vida imita a arte… Digo, Rupert fica muito quieto às vezes, então não sei se ele é meio como o Rony nessa questão.
HEYMAN: Mas Emma é incrivelmente inteligente – ela tem as melhores notas de inglês do país, notas perfeitas. Você é muito curioso, Dan, sempre buscando por inspirações e novas experiências. E Rupert é muito próximo da família, como Rony. Não fazíamos ideia de que vocês eram tão parecidos quando os escalamos.

É quase uma piada pronta que todo ator britânico já apareceu em algum lugar de Potter.
RADCLIFFE: (Risos) Deve haver um par deles que ainda não temos para completar a coleção.
HEYMAN: É algo que acho que não poderíamos ter previsto no começo. Jo escreve esses personagens ótimos, e há alguns atores, como Gary Oldman, que não costumam fazer filmes que seus filhos possam assistir, então é ótimo. Acho que foi Richar Harris que não tinha lido os livros, mas sua neta disse, “Se você não fizer isso, vovô, está tudo acabado!”
RADCLIFFE: Gary Oldman é obviamente meu ídolo particular. Trabalhar com ele é incrível – um presente.

Tem alguém que vocês gostariam de ter colocado mas não puderam?
HEYMAN: Eileen Atkins, Ian McKellen, Daniel Day-Lewis, Daniel craig, há tantos deles – James McAvoy, Anne-Marie Duff. São pessoas que admiro, mas vou ter que esperar por outro projeto.
RADCLIFFE: Hellen Mirren e Judi Dench – são destas que precisamos, mas não sei se vão aparecer. E para mim – embora ainda esteja muito associado aos livros porque ele faz a narração – seria Stephen Fry, também.

Vocês já voltaram ao passado e assistiram os filmes antigos?
RADCLIFFE: Normalmente, os assisto quatro vezes: uma vez sozinho, outra com alguns amigos, na première de Londres, na americana e nunca mais.
HEYMAN: Realmente é muito incrível. Você pensa, “Uau, não pensei que ficaria tão bem assim.”

Harry Potter e o Enigma do Príncipe estreia em 17 de julho de 2009. Harry Potter e a Relíquias da Morte: Parte Um, sai no dia 29 de novembro de 2010. Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte Dois, sai em 15 de julho de 2011.

Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint,
A série Harry Potter (desde 2001)

RADCLIFFE: “Que honra ser incluído nessa edição especial do Empire criada por Steven Spielberg. Quando eu olho para os últimos anos em Potter, o que se destaca para mim, e isso pe verdade hoje como era no primeiro dia do primeiro filme, é a atmosfera maravilhosa do set. Tirando o trabalho duro, tem sido um local maravilhoso cheio de piadas e risos! Eu cresci com muitos da equipe que ainda estão trabalhando nesses filmes e retornar todo ano para continuar a jornada é um enorme privilégio.”

WATSON: “No primeiro filme Harry Potter, quando meu amado hamster Mily morreu, todo o departamento do set de Harry Potter me fez um caixão de veludo com ‘Milly’ na frente. Eu acho que um hamster jamais teve uma partida tão espetacular!”

GRINT: “Tenho muito orgulho de ser parte de Harry Potter e mais orgulho ainda de representar os ruivos.”