#27: Quais casais de Harry Potter mereciam ficar juntos?, com Danda Jabur

#27: Quais casais de Harry Potter mereciam ficar juntos?, com Danda Jabur

Semanário dos Bruxos

Episódio 2749min 02s18 de mai de 2021

🎙️ Episódio 27 · 49min 02s · 18 de mai de 2021

Os casais de Harry Potter sempre foram motivo de muita discussão entre os fãs. Harry deveria mesmo ter ficado com Gina? E Rony com Hermione? Os apresentadores do Semanário dos Bruxos, Pedro Martins e Marina Anderi, recebem a cosplayer Danda Jabur para discutir a trajetória de todos os casais da série.

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Sejam bem-vindos à Semanária dos Bruxos, o podcast do Poteiriste, que vai ao ar toda terça-feira nas plataformas de streaming. Eu sou o Pedro Martins, editor-chefe do site. Eu sou a Marina Andelis, gerente de marketing. E o episódio desta semana, um episódio romântico, um episódio amoroso ou nem tanto, porque tem casais que são complicados, mas enfim.

Um episódio sobre os casais de Harry Potter, gente. Esse tema que eu tenho certeza que Marina é fã, né Marina? Ah, eu sou, assim… No caso, gente, os casais canon, né?

Aqueles que comprovadamente ficam juntos na história em algum momento. A gente vai fazer um outro episódio sobre os que não são canon, mas esse daqui é para os que estão comprovadamente no livro, por enquanto. E gente, eu adoro. Eu sou fanfiqueira, já escrevi fanfic, já li muita fanfic, já discuti muito fora de internet, entendeu?

Eu sou por causa disso. Eu adoro, realmente é um assunto que eu, assim, acho muito interessante. Uma dúvida, amiga. A gente vai deixar de fora, de fato, né?

Belatriz e Voldemort, correto. Não é canônico isso, aqueles, né? Nossa, amigo, nem considerei, não vai ter, não tem isso, não existe. Deus me livre.

E para falar com a gente sobre o chip de Harry Potter, a gente convidou a Danda Jabur, que é uma cosplayer, ela faz vários personagens de Harry Potter lá em São Paulo. Danda, seja bem-vinda, muito obrigada por ter aceito o convite. Ai, muito obrigada pelo convite, gente, eu tô muito feliz de estar aqui. Eu amo Potterish há anos, então, assim, é uma honra poder vir aqui e falar de romance, porque eu amo, gente, sou fofinqueira, conheci a Marina através de fanfics, inclusive através da fanfic que ela escrevia.

Exato. Lá em 2008, 2009, acho. Faz um tempinho. Tudo, ai, gente, eu tava pensando naquele figurinho de WhatsApp, né?

Ai, de mim que sou romântica. É muito a vibe desse episódio. Enfim. Primeiro casal, né?

Bom, é a vibe desse episódio, mas não do primeiro casal sobre o qual a gente vai falar, né? Porque o primeiro casal que a gente conhece em Harry Potter é o Valter e a Petúnia, né, gente? Nós discutimos um pouco a relação deles no episódio sobre a Lillian e a Petúnia, que a gente lançou já há um tempo. Se você tiver interesse depois, é só voltar lá.

Mas ao invés de falar sobre a possível influência negativa do Valter sobre a esposa, a gente queria focar, no caso, no romance deles, né? E aí, primeiro de tudo, eles realmente se gostam. Considerando que o Duda e o Harry têm mais ou menos a mesma idade ali, nasceram perto, será que a Petúnia, por exemplo, não teria casado com o Valter? Ah, o primeiro que apareceu simplesmente pra competir com o irmão no quesito de família feliz?

Olha, eu nunca tinha pensado nisso, mas faz sentido. E não só no quesito família feliz, mas no quesito família completamente oposta. Uma família completamente normal, muito obrigada. Ao contrário de uma família de aberrações, que era como a Petúnia passou a ver a comunidade bruxa pra lidar com a rejeição da carta do Dumbledore na adolescência e da inveja que ela tinha da irmã.

Sim, eu acho que tem que é um fator. Eu acho que é isso, assim, tipo, eu vou ter a vida mais normal possível pra fazer esse contraponto. Vou achar o cara mais normal possível, vou ter essa vida, né, de família tradicional britânica e tudo mais. Mas eu não sei, eu tenho a impressão de que eles se gostam.

Acho que tanto quanto um casal hétero de meia idade que ficou junto ali nos anos 70 pode se gostar, sabe? Eles são companheiros, sabe? Sim. Não acho que eles têm, nossa, uma grande paixão, uma grande coisa, mas eles, tipo, são parceiros um do outro, sabe?

Enfim, em ser pessoas desprezíveis, em ser pessoas maldosas, às vezes, em serem pessoas preconceituosas, eles estão ali com os mesmos ideais, né? Assim, pro bem ou pro mal, isso é importante, né? Quando você tá junto de alguém, você ter meio que a mesma visão moral das coisas. Uhum.

Então, vocês falaram de romance deles, assim, eu não acho que a Petúnia tava buscando por um romance, exatamente. Eu não acho que ela acreditava que existiam almas gêmeas ou que ela tava esperando o amor da vida dela. Até porque, pra mim, tudo isso soa como magia. Eu acho que ela não gostaria nada de perto de algo que soasse como magia.

Então, eu acho que a Petúnia encontrou no Valter exatamente o que ela queria e o que ela precisava. Alguém que ela tinha absoluta certeza que compartilharia da visão dela de mundo, a visão dela de que bruxos são aberrações e que, alguém que, diferente dos pais dela, que eram super orgulhosos de ter uma bruxa na família, o Valter não, entre aspas, cairia no charme da Lily, do mundo no qual ela vivia. Ele teria essa mesma visão dela, de que ela é uma aberração e que eles é que são normais e corretos. Interessante fazer essa equivalência, né, entre, tipo, amor verdadeiro, entre almas gêmeas, entre magia, assim.

Eu acho que é um paralelo interessante, que realmente pode ser algo que… Sei lá, né, tipo aquelas coisas de você ver paixão enquanto um descontrole, né? Então, eu acho que realmente… Faz sentido.

É que, tipo, eu sinto muito que não é o caso, mas eu sinto muito que eles seriam aqueles casais que dormem cada um numa cama de solteiro. Não imagino isso. Eu fico chocada que eles tiveram dúvida. É, não, exato.

Não, mas é só pra cumprir esse… Essa banco de horas, né? É verdade, eles precisam ter o filho, gente. Não basta casa perfeita, tem que ter o filhinho.

Exato, é. E pro leitor, eu acho que eles servem, basicamente, pra, enfim, mostrar o que não deve ser um casal, né, aqueles. É um casal que você olha e fala, Entendeu? Eu não acho que dá muito, tipo, meu Deus, a Petúnia está sofrendo com o Valter, o Valter está sofrendo com a Petúnia, sabe?

Não tem essa grande… Essa lá, eles se merecem, os dois são bosta igualmente e é isso aí. Eu acho que eles se gostavam ali no jeito deles, na visão de mundo deles, na qual eles tinham uma vida completamente ordinária e um relacionamento confortável, a casa perfeita, o marido trabalhando e suportando a família. É que eu sinto que eles não…

Não é aquele casal que, sei lá, já foi apaixonado, sabe? É tanta essa coisa de não ter que casar porque tem que comprar um papel, tem que ter um filho porque tem que comprar um papel. Eu sinto que eles realmente gostam, dududa, mas enfim. Eles, entre si, eu não acho que eles se gostam tanto ou que eles são apaixonados um pelo outro ou que um dia já foram, sabe?

Eu tenho um pouco dessa impressão. É, não, apaixonados eu não acho que eles já tenham sido. Tem uma teoria do meu amigo Renan que se chama Banco de Horas, que é basicamente o seguinte. A gente cumpriu aqui esse número de horas namorando então a gente tem que noivar.

Aí a gente cumpriu essas horas, a gente tem que casar. Aí a gente cumpriu isso, a gente tem que ter filho. É meio isso, a pessoa nem questiona muito, ela só vai seguindo. Eles foram comprando uma lista de tarefas, então.

Exatamente, eu acho que é meio isso. Exatamente. Aí de alguma maneira, mesmo que por meio de flashbacks, o segundo casal que a gente conhece ali no mundo bruxo é Tiago e Lilian, gente. Que tiveram uma relação conturbada por boa parte da época escolar com o Tiago investindo na Lilian e ela continuamente o rejeitando.

Pelo que você sabe, o Tiago passou por uma transformação no sétimo ano de Hogwarts, quando ele se tornou monitor-chefe. E eles se casaram super cedo e morreram super jovens. Mas enfim, parece que eles realmente eram muito apaixonados e tudo mais. E a história deles se passa antes da narrativa que a gente acompanha, a narrativa do Harry.

Então a gente sabe muito pouco, na verdade, sobre a relação entre os dois. No entanto, eles são um casal extremamente popular e há muita ação fixa sobre eles. De onde vocês acreditam que vem esse interesse tão grande dos fãs por eles, mesmo eles não tendo muito tempo de filme, tempo de tela nos filmes, mas também páginas nos livros. Eu acho que é muito engraçado que a gente não sabe nada da relação deles.

No total, a gente tem o quê? Uma memória do Snape dos dois interagindo na qual eles estão brigando na adolescência? E é uma memória, no caso, enviesada ainda, né, claro. Sim, exatamente.

Por um cara que odeia um e é obcecado pela outra. Aí fora isso, a gente tem o quê? Comentários de pessoas que os conheceram, mas que não diz muito pra gente. Porque, por exemplo, se o Sirius disser pro Harry que eles eram perfeitos um pro outro e se amavam demais.

Ué, claro que ele vai dizer isso. Ele vai falar o quê pro Harry? Mesmo que isso não fosse verdade. Ele vai falar o quê?

Ah, não. É, realmente, eles seguiram se desentendendo até a morte. E assim, eu acho que eles nunca deviam ter ficado juntos. Não, né, mano?

Quem é que vai falar isso pro menino orphan que perdeu os pais? Não tem uma memória deles. Ninguém que gosta do Harry ganharia nada sujando essa imagem intocada que ele tem dos pais. Sim, que até o conflito que ele vai ter quando ele vê essa memória do Snape, né?

Exato. Mas, tipo… Eu acho que, justamente, a gente sabe tão pouco que acaba abrindo muito espaço pra imaginação. Tem muito pouca coisa estabelecida.

Então, você tem muito espaço pra inventar, né? E o que a gente sabe, eu sinto que é muito forte, entendeu? O fato de que eles morreram pra salvar o filho, né? Isso demonstra um ato muito grande de amor.

No sentido de que isso, tipo, o Harry é fruto do amor deles, né? E se eles amavam tanto esse filho, o que eles fizeram e tudo mais pra proteger ele, imagina também o quanto eles não se amavam também, sabe? Eu acho que a base, né, o que a gente tem já é muito forte. E aí, de resto, é muito imaginário, né?

Assim, mas eu acho que por isso que as pessoas tiveram espaço e foram criando muita coisa. Porque eu acho que uma coisa da fanfic é que é isso, né? Um negócio que é baseado em algo que já existe. Então, você não precisa estabelecer muita coisa.

Só que, às vezes, isso pode ser meio sufocante, porque aí, ai, porque esse personagem, ele, de fato, é assim. Teve tal coisa que aconteceu. E aí, eu não consigo mais surgir disso depois que essa coisa aconteceu, por exemplo. Uhum.

E no James e a Lillian, você tem esse marco que é a morte, né? Então, se você for seguir a história original de Harry Potter, eles morrem, muito jovens. Mas, ainda assim, você tem muitos anos lá ali pra explorar todo esse momento, eles ficarem juntos, que a gente não sabe exatamente o que aconteceu. Sabe, eu acho que é isso, estimula a imaginação.

Sim, eu acho que o fandom gosta da ideia de brincar com esses personagens porque eles são quase páginas em branco. E não só o James e a Lillian, mas todo mundo ao redor dele. Os Marotos, os pais do Neville, os personagens que estudavam com eles ou os personagens da ordem original. Até mesmo os Bilões, que na saga do Harry, a gente já conhece como adultos.

O que que foi a juventude deles em meio aos sussurros da guerra ou mesmo antes dela começar? Como eles eram antes? O que que fez com que eles se tornassem quem eles são nos livros que a gente leu? Então, tem todo um espaço ali nesse passado, nessa outra era que as pessoas podem fazer o que elas quiserem.

Sim, faz muito sentido. Exatamente. Tipo, eu nem sou uma pessoa que liga muito pros dois enquanto casal e eu mesma tenho minha teoria, sabe? Nem é algo que eu fico muito tempo fazendo na minha vida, eu já li algumas fanfics deles, mas não muito, sabe?

Mas, tipo, eu tenho meio esse rolê disso, ah, porque o Tiago amadureceu, as coisas ficaram mais sérias, ele percebeu que não valia mais, sabe? Tipo, assim, o que que é ser popular na escola quando tem gente morrendo nessa questão? E aí, nisso dele sendo mais ele mesmo, né? E não só uma frente pra poder, enfim, ser aquele cara maneiro, revelando o que ele realmente é.

Aí a Lílian viu, é, não, acho que o interesse dele por mim é genuíno, né? Não é só uma brincadeira. Porque acho que ela não acreditava antes que ele gostava dela. Parecia mais que, pá, eu rejeitei ele e aí ele ficou, tipo, gosta da perseguição.

Eu virei um desafio pra ele, exato. Não, exato, e aí eu acho que um contraponto disso, né? Um casal meio que da mesma idade, mas que sobreviveu felizmente perfeitos. E que a gente tem muita coisa na história é a Molly e o Arthur, né?

Porque eles casaram jovens também, assim, como a Tiago e a Lílian, numa época de guerra, mas eles sobreviveram, tiveram sete filhos, o que mostra um nível de paixão muito grande, né? Porque, diferente do Valtteri e da Petúnia, eles não parecem que cumpriram uma tabela, né? Eles cumpriram a tabela e foram comprando tabelas novas, enfim, foram extrapolando a tabela. Isso gera até um certo sentimento, assim, de, tipo, uma certa inconsequência pela parte deles, né?

Já que eles eram uma família que não tinha dinheiro, enfim. E aí é aquilo, né? A dúvida, o principal questionamento, gente, por que eles não usaram camisinha, sabe? Mas também, ao mesmo tempo, por que eles não podem nos adotar, né?

Afinal de contas, onde cabe 7, cabe 10, não é? Enfim, aqui criticando os caras, mas também pedindo pra se adotar. Exato. Por favor, tudo que eu queria era ser uma filha honorária deles e poder visitar a toca quando eu quiser.

Exato, exatamente. Mas brincadeiras à parte, eles são ali um dos únicos casais, né? Ali na época do Harry, pelo menos, que estão juntos e dá pra ver que eles realmente se amam, realmente são apaixonados um pelo outro. E não tiveram a família destroçada pela Primeira Guerra, né?

Então, apesar de todas as dificuldades financeiras, eles se mantêm firmes e fortes. São perfeitos, né, gente? Ai, eu gosto muito deles, assim. É meio difícil de vê-los enquanto casal, enquanto casal, tipo, jovem, cheio de paixão.

É, exato, porque, tipo, você vê eles com figuras materna e paterna, né? Assim, tipo… Porque eu acho que é muito legal isso, assim. Acho que acaba que o amor deles permeia tudo, né?

Tudo isso, esse tanto de filho e esse lar que é acolhedor. Como eles acolhem o Harry, né? Tipo, menino coitado, sabe? É orfo, uma família que tem, é uma família horrível.

E ele se sente em casa, assim, é muito… Ele olha pra aquilo tudo e fala Meu Deus, eu queria que essa fosse minha vida, né? Enquanto o Rony tem inveja do dinheiro dele, ele fica, meu Deus, eu daria tudo pra estar nessa casa e tal. Eu acho muito fofo, assim, a relação.

E eu acho muito legal, assim, muito bonito o que eles construíram juntos, sabe? Acho que é aquela coisa de, tipo, obviamente não é legal pra ninguém ter problema financeiro, né? Mas eu acho que eles se viram do jeito que dá e com muito amor, sabe? E preocupados em dar atenção, em dar carinho, sabe?

Que, no fim das contas, não adianta nada, sabe? Sei lá, a gente fez episódio sobre o Draco agora também. O que adianta aquele dinheiro todo, sabe? Se você não tem carinho.

Verdade. Uhum. Na real, eu acho eles muito fofos com aqueles apelidos carinhosos. Como que é que o Arthur chama, Molly?

Molly Wally. Molly Wally. Eu também não consigo visualizar muito eles com toda essa paixão, mas eu tava dando uma olhada aqui, tentando pesquisar alguns momentos entre eles, e aí eu lembrei daquela vez que a Molly contou de quando eles saíram pra passear de noite, voltaram às 4 da madrugada, e ela tomou uma bronca da mulher gorda. E aí eu consegui visualizar um pouco dessa paixão, porque eu fiquei, gente, eles na juventude ali em Hogwarts, fugindo no meio da noite, voltando às 4 da madrugada, é um dia que eles estavam.

O que que eles estavam fazendo? Nada. Estava, sei lá, jogando xadrez, não sei. Claro.

Exatamente, né? Diferente do Harry e do Ron e da Hermione, tinham mais o que fazer. É aquela coisa, né, Molly, tipo assim, na guerra, a gente tá aqui, né, tipo depois, né, no caso, eles são um pouco os mais velhos, né, que ali, o anti-águia, então eles já estavam fora da escola, mas tipo, nossa, a gente tá aqui vivendo esse momento tenso. Ai, eu te amo, seu amor é a minha vida, vamos casar, entendeu?

Ai, tem filho, ai, vamos ter um filho, vamos, entendeu? Vamos ir. Tá, mas a gente dá um jeito, a gente se vira, portanto de jeito que a gente se ama. Você comentou da inconsequência deles pela questão deles não terem muito dinheiro, e assim, gente, é um pouquinho fora da questão do romance, mas eu nunca vou entender aquele momento no qual eles ganharam a loteria lá, a bruxa, e ao invés de guardar o dinheiro, usar pra comprar uns materiais ou roupas melhores pras crianças, eles foi lá e falaram, uou, vamos todo mundo viajar e gastar tudo?

Vamos. Eu acho que tem um pouco a ver, acho que tanto, sei lá, de viver no momento, mas também de tudo que a Gina tinha passado, né? Eu acho que eles estavam muito preocupados com a filha e pensaram, tipo, acho que isso pode animar ela. Vamos levar lá numas tumbas.

Exato. Eu acho que é meio nesse sentido da preocupação, sabe? Vamos fazer algo aqui que eu acho que pode animar ela, na verdade, pode ser meio inconsequente, mas também é outroísta, né? Então mostra um pouco da devoção deles pelos filhos, né?

Não, com certeza, sim. Acho que é um exemplo muito positivo, realmente, de família, né? Enfim, gente, maravilhamente ter filho é passar trauma pra eles e aí não é que ninguém sai leso, não, mas eu acho que, dentro do que dá pra se esperar, eu acho que é uma família muito legal e amorosa e que a gente fica, meu Deus, por favor. Sabe, eu gosto dos meus pais até, mas, senhor e senhora Weasley, por favor, me adotem.

Exatamente. E aí a gente tem um casal, né, gente, que é a segunda geração de casal dos Weasley, sem contar ainda o Rony, né? Mas, enfim, aqui ó, Gui e a Fleur. E é um casal de personagem que a gente conhece separadamente, né?

A gente conhece os dois separadamente, depois a gente encontra eles juntos, né? Sem saber muito do que aconteceu ali pra levar essa coisa do casal em si, né? E aí, enfim, a impressão que fica, inclusive, é que nos livros ainda tem minimamente uma construção, né, faz sentido, mas nos filmes não. É literalmente abrupto e você vê os dois, a gente fala, Mas, enfim, a Molly e a Gina não gostam muito da Fleur, né, gente?

Elas acham ela, assim, enjoada, superficial. E há uma quebra desse despensamento, né, quando o Gui é atacado pelo Greyback, né, o lobisomem, que mordeu o Lupin e fez o Lupin um lobisomem, alinha o enigma do príncipe, né? E aí nessa ocasião a Molly fala que ele era tão bonito, que ele tava pronto pra se casar, como se, né, isso fosse, enfim, impedir o casamento dele. E isso deixa a Fleur muito brava, né?

E aí ela fala uma frase, assim, icônica, né? Meu Deus do céu, sou bonita o suficiente por nós dois. Que mulher. Meta de vida poder falar isso, cara.

Exato, olha a autoestima, gente. Mas, enfim, é muito interessante que, mesmo um casal que a gente vê se desenvolver, assim, muito pouco, né, tem seus momentos ali de a gente entender qual que é a relação deles, né? Mas a Danda tava contando pra gente aqui antes da gravação que eles têm poucas sons fixos, Danda, é isso mesmo? Será que os fãs não têm muito interesse por eles?

Então, são pouquíssimas fanfics. Em um dos sites que eu olhei, eles estavam marcados como personagens principais, acho que em 700 fanfics no mundo todo. No outro, era em 1400, nas quais eles estavam marcados como casal. Mas aí quando eu fui procurar, é tipo, uma fanfic na qual os personagens principais são o Harry e a Jeannie ou o Rony e a Hermione.

E aí tem marcado lá mais 10 casais que existem dentro dessa fanfic. Mas deve ter duas cenas nas quais eles se aparecem, sabe? E a título de curiosidade, assim, nos outros casais, o pessoal que não é tão fanfiqueiro, assim, entender quantas fanfics teriam, sabe? Porque o pessoal pode falar, nossa, isso é muito.

Mas não, gente, não é muito. Ah, por exemplo, o de James e Lily tinham, acho que, quase 40 mil fanfics. Então, comparar James e Lily, que nem existem e tem 40 mil fanfics, nem existem, né? A gente não tem uma cena real deles.

Já Floor e Guil, a gente tem até um casamento pra eles. A gente sabe que o relacionamento deles está acontecendo. A gente conhece os personagens e temos 700 fanfics. É, realmente.

É, eu acho que isso deve ao fato de a gente não saber muito da dinâmica deles. Tipo, esse momento de enigma, eu acho muito bom. É muito legal mesmo. Essa que tem essa quebra, porque eu acho que a Jeannie e a Molly estão com um preconceito ridículo com a Floor.

Ela que ela é a Grásima Safera, né? Que sofre preconceito por ser bonita, basicamente. Sabe? Tipo, cara, ela ama ele e vai continuar com ele.

Não tem nada a ver, assim. Acho que talvez a Molly pensou, ah, rico ele não é. Ele é bonito, talvez ele esteja com ele por causa disso, né? Mas tipo, se pá é porque ela ama ele mesmo, sabe?

Que é a verdade, é isso. Eles casam e têm filhos e tudo mais. Só que a gente não vê muita interação entre eles. Tipo, como eles são?

Eles são um casal que é grudado? Ou eles brigam? Ou eles… Sabe, assim, a dinâmica?

Porque eu acho que é isso que faz você se apaixonar por um casal, sabe? É você ver a dinâmica e pensar, meu Deus, faz sentido. Que interessante, o que fofo, o que engraçado, sabe? Por exemplo, contraponto com Tiago e Lilian, o que a gente sabe deles é que é um pouco Rony Hermione, talvez.

Mas é tipo assim, ele é combativo e ela é combativa. Então quer dizer que eles são pessoas, tipo, teimosas que vão ali tratar mesmo se precisa, sabe? Mas isso também reflete, essa intensidade também reflete num amor deles um pelo outro, talvez. Ou seja, tipo, tem alguma coisa ali que você consegue desenvolver.

Agora, Gryffloor, tipo, eu acho eles fofos, exato. Tipo, se eu escrevesse uma fanfic, Harry, Gina, em que ele snap, tipo, depois de Hogwarts, provavelmente eu também colocaria o Gryffloor como um casal secundário no sentido de que teria interações. Mas realmente, explorar eles em si não tem muito interesse, sei lá. Vocês acham que eles são mal explorados na própria narrativa oficial mesmo?

Que eles são meio mal construídos no filme? Claro, a gente já discutiu, acho que nem precisa discutir na realidade, né? Sim, mas nos livros. Sim, mas tipo, é que eu não acho que isso é o pompo, sabe?

Tipo, eu não vejo um pouco como erro dos livros, sabe? Até porque eles são bem secundários, né? Nossa, bem mesmo, né? Então é isso, a gente sabe o que é importante ali para a história é que eles estão juntos.

É o que a gente vê, inclusive, a partir do Harry, né? Então ele não vê muito o Gui na vida dele, no geral, né? Então é isso, você sabe que eles estão juntos. E eles também não têm nenhuma participação narrativa imprescindível para a história no sentido de, tipo, eles têm que ser bem desenvolvidos para que isso faça sentido.

Tipo, a gente sabe que eles estão do lado da guerra que está lutando contra o Voldemort. Isso faz com que eles abriguem pessoas na casa deles, por exemplo. Eles abrigam, é verdade. Todas as pessoas que o Harry, o Ron e o Mjolnir resgataram da Mansa Malfoy e ficaram por lá se recuperando também, né?

Exato, exato. Pô, pessoas legais, né? Bacanas, etc. Mas é isso, sei lá, eu não considero um erro dos livros.

Eu acho que não é o ponto, tá ligado? Não, faz sentido, eu concordo. E aí, gente, outro casal, Tonks e Lupin, né? É um casal que a gente vê pouco também, assim, o desenvolvimento deles, mas eles eu acho que são mais importantes no sentido de que o Lupin é muito importante para a narrativa, né?

Desde o início da narrativa e tudo mais. E é engraçado, inclusive, que nessa mesma cena em que a Fleur fala, ah, eu sou bonita para nós dois, a Tonks está ali junto com o Lupin e ela fala, ela não se importa que ele tenha cicatrizes. Porque, é claro, como a gente discutiu no episódio do Lupin, né? O Lupin tinha muita insegurança sobre isso, né?

Até de casar com a Tonks, enfim, ter um relacionamento com ela. E nós, com isso, e o Harry também, finalmente entende que a Tonks estava muito mal, né? Durante o livro, por não estar com o Lupin, né? E esse é um casal, inclusive, também, inesperado, né?

A gente vê pouco e tem um final trágico. É, vocês chipam eles mesmo assim ou vocês não se importam muito? Ah, espera que vocês chipem, porque eles são perfeitinhos. Então, eu chipo horrores.

E eu queria tanto que tivesse, tipo, muito mais deles nos livros. Porque, como vocês mencionaram, eles são mais importantes para a narrativa do que a Fleur e o Gui, mas, ao mesmo tempo, eles têm muito menos cena. O relacionamento deles não acontece para a gente ver. Quando a gente fica sabendo, ele já aconteceu.

Então, por exemplo, a gente só é informado do que estava acontecendo e de que ela estava se declarando para ele, de que ele estava rejeitando ela. Meses depois do que isso está acontecendo. Da mesma forma, o casamento. A gente só é informado que tem alguma possibilidade de um casamento entre eles depois que eles já estão casados.

E por aí vai, sabe? Não, com certeza. Esse, de fato, a gente não acompanha muito. Porque a gente sabe que a Tonks, de fato, lutou por esse relacionamento.

Ela não deixou o Lupin ficar ali se lamentando, ficar nessa autopiedade, tá ligado? Ela falou, meu, pelo amor de Deus, sabe? O que eu acho muito legal. Demonstra uma paciência, né?

Lufana, né? Ai, maravilhosa. Então, eu tenho uma simpatia por eles, assim. Tipo, eu fico…

Sinto que eles casam, tem filho, já morrem, não tem muito tempo. Mas fico feliz que eles se encontraram. Tipo, o Lupin não teve muitos momentos felizes na vida dele, né? Então, ele teve um tempinho ali, pelo menos, meio que durante uma guerra.

Acho que tem também isso da guerra, né? Acho que as pessoas meio que… Tudo acontece mais rápido. Tudo é mais intenso.

Exato. Então, com o Arthur e a Molly, com o Tiago e a Lilian. E aí, acho que com o Lupin e a Tonks também, assim. Acho que é um momento que não tem muito o que esperar.

Tipo, ai, sabe, vamos namorar aqui esse vez de vez. Não, vamos casar, morar junto. Vamos viver isso aqui enquanto a gente pode, sabe? Tipo, a pandemia, né?

Que acabou impulsionando muita gente a fazer isso. Sim, muita gente começou casou do nada. Em vez de nada de encontros, nada de vamos morar junto já. Porque é só assim pra gente poder se ver.

Exato. Assim, a Tonks, eu acho que ela é minha personagem favorita depois da Ginny. Tanto que o meu primeiro cosplay real foi dela. E me parte o coração, na real, saber que ela nunca teve a chance de ser feliz com o Remus e ver o Ted crescer.

E caramba, o Remus merecia se apaixonar, ser feliz, ter uma família. Depois de tudo que ele já viveu, todo mundo que ele perdeu, né? Todos os anos de preconceito e rejeição por ser um lobisomem, tendo que aceitar trabalhos aleatórios, tendo que viver num mundo trouxa porque o mundo bruxo não aceitava ele. E aí, quando ele finalmente encontra alguém, ele perde meses ou anos, sei lá, quanto tempo que ele ficou rejeitando ela, achando que ele era muito pobre, muito velho, muito perigoso.

O que é meio ridículo, pelo amor de Deus, Remus. Você se transforma uma noite. Uma noite por mês. Não é toda vez que tu fica com raivinha, que nem os lobisomes de Crepúsculo.

Tu é perigoso aonde, meu filho? Boa comparação. Ah, que assim, pelo menos, aquelas, né? Pelo menos ele e a Tonks morrem juntos, né?

Porque imagina se a Tonks morresse e ele ficasse vivo, ia ser muito… Nossa, mais sofrimento ainda, melhor que os dois, sabe? Ah, acho que não. Pelo menos ele teria a chance de ter o filho, caramba.

É, verdade. Chorei, sofri aqui. Não, eu acho que também tem a junção, tem o fato de que são dois personagens muito queridos, entendeu? Se juntando.

Sim. Entendeu? O Lupin é esse, né, grande professor de prisioneiro, que é muito legal, que é muito bacana com o Harry, sabe? Eu acho que ele é o primeiro contato que ele consegue ter um pouco mais pra saber dos pais.

E a Tonks é muito divertida, é muito corajosa, sabe? Até dá uma piscadinha pro Harry no filme de Ordem da Fênix, né? Meu Deus. Tá tentando, né?

É bizarro, tudo bem. Eu acho que eu me apaixonei naquela cena, vou admitir aqui. Não, pois é. Então eu acho que também tem isso, né, que são dois personagens queridos se juntando, que a gente já conhece, né, consideravelmente.

Aí você é meio que torce, né? Tipo, a gente vai com certeza abordar isso mais. Acho que muito da questão do sentimento geral, que acho que talvez aí tenha menos fanfics de Tonks e Remus, é porque muita gente chupa Cílios e Remus, né? Então acho que às vezes as pessoas consideram ela como um empecilho, né?

Tudo bem que o Cílio já tava morto. É o que ele fala. Mas enfim, eles consideram totalmente essa parte, tudo bem, né? Mas é porque eles mereciam mais carinho, eu também acho.

Uhum. Agora partindo pros casais principais, né, gente? Digamos assim, começando, é claro, com a Harry e a Gina, que é o do protagonista. É um casal que gera polêmica, né, gente?

Meu Deus do céu, vai começar. Acho que a hora que a gente postar esse episódio e tiver lá a Harry e a Gina, vão começar já com os comentários, né? Hoje em dia, muito mais gente gosta, né, de Harry e Gina do que antigamente, da própria Gina, né, do que antigamente. Mas ainda tem pessoas que acham que o relacionamento deles é muito mal desenvolvido, enfim.

Primeiro eu queria perguntar pra vocês, o que vocês já acham de Harry e Gina, gente? Assim, né, eu só queria dizer que no caso, como a gente mencionou lá no início, a fanfic, né, que eu escrevi, aí que a Danda começou a ler, aí que a gente se conheceu, era Harry e Gina. Então eu acho que vocês aí expliquem o que a gente acha do casal, né? Sim, não, eu acho que assim, eu tinha um certo probleminha, como eu sou um pouco mais novo, né, gente?

Eu lia o livro, enfim, lia os livros um pouco depois e tudo mais. Estava lá estreando a Ordem da Fênix, eu tava começando a ler os livros. Então eu tinha um pouco dessa impressão também, sabe? De que, ah, é a casal sem sal, sem açúcar, era a Gina sem sal, sem açúcar.

Mas aí depois eu vi que era problema dos filmes, né? Então, enfim. A gente tem um episódio só pra falar sobre isso, né? Que a gente fala sobre a Gina, né?

A gente tem um episódio pra falar dos filmes e a gente aborda isso, enfim. Mas vocês acham que, dito isso, as John Ficks fazem esse papel de explorar melhor o que é passado por cima dos livros? É porque eu não acho que é mal desenvolvido. Acho que o primeiro começa um pouco por aí, sabe?

Tipo assim, eu acho que as pessoas não prestam atenção, sabe? Eles viram amigos no quinto livro, né? Começam a ter algumas interações, né, e tals, bem legais. Tanto, enfim, em momentos de legais enquanto amigo, quanto momentos da Gina xingando o Harry falando bem.

Ainda que bom que você esqueceu, então, que eu passei pela câmera porque eu não esqueci. Perfeita. E em Enigma, o Harry começa a ficar afim dela e tals. E, gente, quanto tempo tem o ano escolar?

Tem, tipo, 10 meses, ele ficou juntos no final, sabe? Tipo assim, então eu acho que faz sentido o tempo, não é abrupto, sabe? Ele começa a gostar dela, vai percebendo, ele luta contra isso. Enquanto isso, eles vão tendo mais interações, ela tá namorando, né?

Ela é irmã do Rony, ele fica, meu Deus, sabe? Mas é isso, eles ficam juntos um tempinho e aí depois eles terminam. E aí o que a gente sabe, né, que depois da guerra, em algum momento eles ficam juntos e se casam. E tem três filhos, enfim, essas coisas, né, um relacionamento realmente que dura muito, né?

Mas eu não acho que é mal desenvolvido. Só que assim, tem lacunas, que é isso que é legal, que dá pra procurar na fanfic. Você tem coisas estabelecidas, mas você tem várias lacunas que aí você, pô, vai escrevendo muita coisa. É, eu acho que eles fazem muito sentido juntos.

Eu acho que a gente teve muitas dicas de que ela seria a garota que ficaria com o Henry no final. Mas ao mesmo tempo, eu concordo que a Ginny e o relacionamento entre eles, mesmo nos livros, poderia ter sido mais desenvolvido. Mas é aquilo, os livros não são livros de romance. Então é por isso que não foi mais desenvolvido.

A gente tem ali as dicas, a gente tem ali alguns momentos. Mas uma coisa que me irrita é que eles poderiam ter virado amigos antes. Porque, por exemplo, olha o que acontece no primeiro anuel dela. Ela é possuída por uma sombra, ela é de Voldemort por meses, ela é forçada a atacar os próprios colegas.

Tudo num plot pra trazer o Voldemort de volta à vida. O Henry resgata ela e aí nada. Aproxima, é um plot que aproxima os dois, né? Aí realmente começa a aproximar os dois.

Então, mas poderia ter começado alguma coisa ali, sabe? Bastava uma carta que ele enviasse durante o verão, perguntando se ela tava bem, oferecendo uma amizade, gente. Bom, a minha fanfic… É, eu sei.

É exatamente isso, né? Na verdade. De eles ficarem juntos antes, tals. É que, tipo, é isso, eu gostaria que eles ficassem juntos antes.

Porque aí a gente teria mais tempo deles, mas não é algo que me incomoda. Tanto que eu fui lá e fiz algo em cima disso, sabe? Uhum. Mas não é algo que me incomoda em si.

Porque eu acho que, tipo, o que a gente precisa que eles tenham um relacionamento que seja mostrado como importante o suficiente pra ela ser o último pensamento que o Henry veja antes dele morrer, né? Exato. Eu acho que isso é bem fundado, sabe? Não só durante ali o tempo que ele se apaixona por ela e eles ficam juntos e falam sobre como foram momentos muito felizes da vida dele, assim, que ele não tinha tido antes.

Mas, pô, ele passa muito tempo ali preocupado, né? Assim, fica olhando o nome dela no mapa do Maroto, fica ouvindo o Observatório Potter pra ver, né? Se aconteceu alguma coisa com ela, sabe? É uma coisa que…

Sabe aquela coisa meio que a distância faz o amor aumentar? Sei lá, só traduz isso certo. Acho que também tem isso, assim, longe dela ele também vai percebendo um pouco mais a profundidade do… Do que ele sente por ela.

Exatamente. É, eu concordo com a Marina, que eu acho que é realmente um pouco falta de preços de atenção, mas ao mesmo tempo também concordo com a Danda, que, né? Tipo, podia alguma coisinha ou outra pra começar a já dar indícios e enfim. Pra mim, nem quente nem frio, zero grau tá perfeito.

Exatamente, exatamente. A gente, posso comentar uma coisa? Claro. Você sabe aquela frase na Pedra Filosofal que representa o início da amizade do trio?

Há coisas que não se pode fazer juntos sem acabar gostando um do outro, derrubar um trago segundo uma montanhesa é uma dessas? Uhum. Aí eu fico assim, cê tá me dizendo então, que enfrentar um trago criou um laço de amizade enorme entre eles e a Hermione, mas que enfrentar algo 10 vezes pior, que era o voo do mortinho basilisco gigante, não criou elo nenhum entre ele e a Ginny, nada. Exato.

É que ela tava dormindo, ela não fez nada. Mas até aí a Hermione também não enfrentou o trago, ela só foi resgatada ali, do mesmo jeito que a Harry resgatou a Ginny, sabe? É isso que me irrita. Concordo, concordo, isso é um furo dos livros.

Manda uma carta pra J.K. Rowling. Já falo outras coisas também que ela precisa ouvir. Mas enfim, gente, aí a gente tem também os outros relacionamentos de Harry e os outros relacionamentos de Ginny, não é mesmo?

Harry Show, né, que já vinha de um relacionamento com o Cedrico, Ginny e Ginny, né, e Ginny e Miguel Corner, que enfim, ninguém nem conhece esse menino quase, mas enfim, existe. O que vocês acham sobre esses relacionamentos assim? Eu só queria primeiro dizer que em Enigma do Príncipe, no filme, Bonnie Wright tem uma cena de pegação com Alfie Enoch e eu queria falar parabéns, Bonnie Wright. Realmente, assim, que inveja.

É isso que eu queria dizer nesse primeiro momento. Eu não sei quem eu queria ser, ela ou ele. Exato. Foda.

Sobre o Ginny e o Miguel, eu acho que a Ginny precisava desses relacionamentos pra conseguir sair da caixinha dela, né. Eles ajudaram ela a ganhar confiança nela mesma, se soltar, ignorar essa atração e toda essa vergonha que ela sentia quando tava próxima ao Harry e conseguir ser ela mesma ao redor dele. Sem esses relacionamentos, eles talvez nunca tivessem acontecido. Não, total assim, porque não é que a gente tem que ser validado pelos outros, sabe?

Não é isso. Mas é bom, tipo, ter algumas demonstrações práticas, né. E que, tipo assim, sabe, não é porque o Harry não gosta de você dessa forma, no caso o Harry nem te conhece direto, mas enfim, não é porque o Harry não gosta de você assim que outras pessoas não vão gostar e, sabe, elas podem ser pessoas legais e pode dar certo, né. Assim, o negócio com o Miguel é meio estranho, né, porque, tipo, no fim das contas, o Miguel fica com a Cho, tá ligado?

Depois daquele do jogo, tá com a Corvinal lá no final de ordem, enfim, é um negócio meio bizarro. Gente, ele bravo com ela porque ela ganhou o jogo. Como assim? Ah, gente, homem, né.

Perdedor, mal perdedor, ainda por cima. Bad loser. E o Dino, assim, é isso também, a gente sabe que ele é um cara legal, né. Então eu imagino que era um relacionamento bacana até que, pelo que a gente vê, ele vai começando a confundir amor com posse, né.

Fica ficando muito ciumento, fica querendo saber muitas coisas dele, gente. Aquele momento a gente já conhece a Dino o suficiente pra saber que ela não vai aguentar aquilo por muito tempo, né. Até porque eu nem acho que ela tivesse todo esse amor por ele. Ela mesma diz, ela nunca esqueceu o Harry, nunca realmente desistiu.

Então ela meio que tava tipo, ah, vou entrar em um relacionamento. Aí, de repente, o cara tá todo possessivo pra cima dela. Foi um getaway car, gente. Não, é com certeza, assim.

Você foi, ah, gente, eu tava aqui, o cara é bonito, queria dar uns beijinhos, ele veio me encher o saco, pelo amor de Deus, sabe. Eu só queria uns beijinhos, pra que isso? Exato. E sobre a Harry e a Cho, a impressão que eu tenho é que eles não tem nada a ver, sabe.

Tipo, eu acho que assim, né, o Harry teve uma crush nela, aquela coisa bem, acho que adolescente, porque ela é bonita e ela joga quadribol e não sei quê, sabe, assim. Mas eles não se conhecem muito, de fato. Eu acho que a Cho vê no Harry, talvez uma coisa de recomeço disso, né. Tipo, ela tá super mal que o Cedrico morreu, eles pareciam ter, né, tá bem, um relacionamento legal e ele morre.

Isso é muito, né, pesado pra ser adolescente, e ninguém espera que isso aconteça, né, quando você é tão jovem. E o Harry tá ali, apoiando ela e sendo legal, eu acho que ela pensa, vai quê, né, vamos tentar. E aí eles tentam, mas aí não dá certo, né. E tudo bem, né, acho que é a vida.

Eu vejo o relacionamento dele com a Cho de uma forma um pouco diferente hoje em dia, ou melhor, eu vejo a Cho de uma forma um pouco diferente de como eu via quando eu era adolescente. Porque todo mundo se irritava, porque ela chorou e tava sofrendo por causa do Cedrico, mas, gente, caramba. A namorada dela foi assassinada por Voldemort. O mundo bruxo inteiro se recusando a acreditar no retorno dele, enquanto isso, o Cedrico tá morto.

E aí, ao mesmo tempo, ela se sente atraída pelo Harry, seja por uma questão física ou uma associação mental que ela criou entre ele e o ex. E aí, tipo, ambos eram competidores do tribo bruxo, ambos gostavam dela, ambos foram sequestrados e apenas um deles voltou com vida. Eu não culpo ela por estar confusa e chorar, sabe. Eu não queria ir lá com o Harry, mas…

Pôta gente, coitada, que falta de empatia, né. Meu Deus, que coisa horrível a internet, cara. Mas, assim, eu acho que eu nunca chamei ela de chorona, mas eu não gostava dela. É, eu também não gostava.

Eu acho que ela serviu pra uma coisa que é estabelecer um tipo pelo qual o Harry se atrai. Ainda mais quando comparar da Ginny, fisicamente, né. Ambas garotas bonitas, que são atléticas, jogam quadribol, o que, pra mim, acrescenta mais um ponto pro fato de que o Harry se interessar pela Gina faz sentido. O Harry é o tipo de cara que gosta de apanhar de mulher bonita.

Ah, eu também. Ah, velho! Compartilha os gostos, amiga, com ele. Na vida eu sou o Harry.

Exato, exato. E é isso, assim, eu acho que mostra um pouco, né, esses relacionamentos dos dois que não deram certo, né. De que, tipo, é isso, não é necessariamente que eram pessoas ruins, né, da tipo, é que não tinha a ver. E eu acho que o Harry e a Gina combinam, assim.

Acho que, principalmente em relação à Gina com o Harry, né. Eu acho que ele precede alguém que enfrente ele, que não deixe ele ficar na cabeça dele, que o conheça o suficiente pra entender quando ele tá mal e ele precisa ficar sozinho, e quando ele tá sendo idiota, né. Porque o Harry é idiota em muitas instâncias, né. Então é importante que não seja uma pessoa que passe a mão na cabeça dele.

Sim, eu acho que a Gina, ela tendo tido a vida dela tocada por Voldemort de uma forma tão pessoal como ela teve, isso fez com que ela entenda o Harry de uma forma que garotas, entre aspas, normais, jamais vão conseguir. E ela é uma garota poderosa, ela é forte, independente. Ela não tem medo de jogar verdades na cara dele, como você mencionou antes. E eles têm um senso de humor muito compatível.

Cara, só queria dizer uma coisa. A cena do primeiro beijo deles é absolutamente épica. Como é que alguém consegue ler aquela cena e não se apaixonar por eles? Um correndo na direção do outro.

Nossa, gente. Sem pensar, sem pestanejar, sem se importar que 50 pessoas estavam olhando Harry e o John. É isso. Chorei.

Muito chipper, gente, desculpa. Muito chipper. A de vocês, que são românticas. Mas…

E aí a gente tem um outro casal, né? Que aí, bom, sei lá, tem também uns doidos que é contra, mas enfim. O casal que permeia a narrativa dos sete livros, né? Que o casal que mais tem tempo ali, enfim, mais tem desenvolvimento, né, gente?

Que é o Ron e o Hermione. Não à toa, eles são um casal que tem mais fanfics na Floreios e Borrões, o site de fanfics do Poteiriche. E também, provavelmente, em vários outros sites de cortais de fanfics, né? Mas eles demoraram muito pra ficar, né, gente?

Por quê? Eu acho que a Hermione tava esperando o Ron virar a gente. Porque demorou. É, é exato, assim.

Eu acho que ela sentiu uma atração, né? Ela queria que rolasse. Mas eu acho que, né, ela tem um medo normal da rejeição de se declarar. É muito difícil, né, fazer isso.

Ainda mais um amigo, uma pessoa que é próxima, né? E atrapalhar a dinâmica deles, né, do trio em si. Se ela fizer assim. Então eu acho que tem esse medo.

Acho que ela se toca mais… Ela se toca antes dos sentimentos que ela tem, né, por ele. É, mas também de que, tipo, meu, ela vai virar umas atitudes dele que eu acho que fica difícil também. Tipo, velho, isso não vai dar certo.

Porque até o próprio jeito que ele trata ali lá, né? Por exemplo, tipo, gente, esse é o tipo de cara que você vai querer namorar? Não, por favor. É, então, acho que é meio isso, assim.

Acho que realmente vai tomando vários tapas na cara e vai aprendendo a ser uma pessoa melhor. Mas realmente é ali depois que, né, ele foge, né? Vai embora, abandona eles ali. Quando eles estão acampando, né?

Ainda atras de ver crushes em relíquias. E aí quando ele volta, eu acho que ele tá diferente, sabe? O fato de ele ter abandonado eles, de estar sozinho. Tudo que ele viu fora ali do acampamento deles.

Exato, eu acho que nesse momento que realmente ele vai se tornando a pessoa que faz sentido ela estar junto, sabe? Então, e aí, enfim, acaba que não acontece nada, né? Até o momento da guerra, né? Mas também acho que também é uma loucura, né?

Ele mal volta, aí eles já são meio sequestrados. E depois vão pro Gui pra Flur. Aí depois, tô pensando aí, vão pro Gengotes, assim. Tem um pouco tempo ali, né?

Entre uma coisa e outra. Não tem uma pausa, não tem um descanso pra eles. Vamos conversar aqui um pouquinho? Exato, não tem muito.

Mas eu acho que é meio ali, assim, ela tava… Não sei se ela tava conscientemente esperando o Rony virar gente. Acho que talvez não. As pessoas não são tão lógicas assim, né?

Mesmo a Hermione. Mas eu acho que era um momento que fazia sentido mesmo. Ele precisava ter esse crescimento, sabe? Pra eles ficarem juntos.

Pra mim, na real, eu não gosto deles como casal. E eu não acho que eles deviam ter ficado juntos no final. Eu provavelmente vou ser apedrejada, não tenho certeza. Meu Deus, amiga, vai sim.

Então, eu acho que eles namorarem na adolescência faz sentido. Mesmo ali, no final da guerra, faria sentido. Por conta dos sentimentos e da atração que eles tinham desde que eram mais novos. Mas eu não acho que essa relação duraria ou que sobreviveria a um mundo real, sabe?

Ai, tá bom o J.K. Rowling. Ai, não, não me escuta. Olha, olha, ofensa.

Ofensa! Não, não, vou explicar. É porque há uns anos a Emma Watson entrevistou a J.K. Rowling.

E aí a J.K. Rowling falou meio de, tipo… De que ela não achava que na vida real o Rony e a Hermione ficariam juntos. Que ela se arrependeu de finalizar com eles no epilógio ou algo assim?

Não, não, isso foi tirado de contexto. Porque, tipo, primeiro a entrevista saiu no The Sun. Tipo, meio que com manchete. E depois quando saiu completa, na verdade, não.

Era eles conversando sobre o normal, né? Tipo, nossa, me arrependi. Que horror! Não irá dar certo no 1.

Ah, sim. Mas eu acho que sim. São pessoas que, pra dar certo, teriam que crescer e amadurecer juntos. E ter uma comunicação muito boa, sabe?

Porque realmente os dois, mais do que a gente vê e sabe de Tiago e Lia, os dois são muito teimosos e muito certos que tão certos, né? Sim, faz sentido. Então, mas é assim, no caso você sente que é por isso que você li que eles não ficariam juntos? Assim, pra sempre, por assim dizer?

Então, é que pra mim, eu sempre vi o Harry como a cola do trio. E eu acho que sem ele, eu não consigo ver o Rony e a Hermione conseguindo ser amigos. Muito menos namorados. Se o Harry nunca tivesse existido, por exemplo.

Eu não acho que eles teriam criado essa amizade. Muito menos um romance entre eles. Uhum. E assim, eu não acho que ela seria feliz com o Rony.

Porque assim, por algum motivo, não tenho certeza. Eu imagino o Rony sendo aquele cara que quer casar com alguém que é basicamente a mãe dele. Alguém que vai fazer as vontades dele. Mas será que não tem o fato de que ele mudou?

De que ele amadureceu? Então, mas eu não tenho certeza. Ele amadureceu, claro. Ele cresceu, ele se desenvolveu como personagem, como pessoa.

Ele melhorou, com certeza, né? Deixou de ser uma criança. Mas como é que isso se transferiria pra dentro da casa dele? De ele sempre querer chegar no jantar e ter a janta pronta.

Enquanto a Hermione estava mais preocupada na carreira política dela. Tanto que ela chegou a ser ministra da magia, sabe? Não tenho certeza. É que eu não sei.

Eu sinto que ele evolui passando desse estágio, assim. Ao mesmo tempo, sei lá. A Hermione não aceitaria esse tipo de comportamento. Mas também ela não tem que ficar sem babá de homem, né?

Exato. Assim, tipo, isso realmente é complicado. Mas eu sinto que… Não sei, eu sinto que esse não é o lugar em que o personagem termina em Relíquias.

Sim. Eles passam muito tempo ali, por exemplo, na estrada, né? Tipo assim, tendo que se virar. Sim, mas o tempo todo ele tá miserável.

Não, com certeza ele tá miserável, tá triste, etc. Mas o ponto é que eles se viram, né? Tipo, ele não tá ali exigindo que a Hermione lave a roupa dele, né, assim. Então, sim, ele se vira.

Só que ao mesmo tempo, o que que ele quer fazer? Ele quer ir embora. Ao mesmo tempo que ele tá sendo influenciado pelo Horcrux, ele quer ir embora. Ele quer voltar pra casa dele.

Ele quer ir lá pra família dele. Ou seja, ele quer ir pra casa da mamãe. Pra mamãe fazer comida pra ele, pra ele ficar confortável. E então, eu fico imaginando que quando acabou a guerra, ele ia pensar, tipo, ah, pronto.

Tá muito boa, vamos casar aqui. E é tarefa dela cuidar dessas questões. Eu sou o homem da casa. Mas aí eu acho que tá.

Essa coisa dele ter esse momento que ele vai embora e depois ele volta, eu acho que é onde vira um pouco isso, sabe? É, não, eu não acho que ele teria voltado. Ainda mais porque ele de fato volta um pouco pra família, né? Ele também fica ali com o Guia Flan, os anfitriões oficiais, né?

Mas eu acho que é mais por vergonha que ele não vai encontrar os pais. No minuto que ele vai embora, ele percebe o que ele fez. Ele não quer enfrentar a vergonha de chegar com os pais dele e falar, eu abandonei o Harry. Não, isso com certeza.

Mas é que eu acho que é isso, não é mais o lugar que ele tá, sabe? Tipo, tudo a experiência que ele passou e tudo mais. Eu acho que ele amandurece bastante, tipo, durante os livros e também nesse momento. E eu acho que a questão de voltar pra casa, obviamente tem a questão de, sei lá, da mãe cozinhar pra ele.

Mas eu acho que tem muito de estar na seguridad da família em si, de saber que as pessoas estão bem, entendeu? É porque realmente ele era o cara que mais tinha gente a perder ali, né? No fim das contas. Com certeza.

Então eu acho que é meio isso, assim. Eu acho que com certeza seria um relacionamento que não seria super fácil. Sabe, eles teriam que realmente trabalhar, mas eu acho que também as pessoas precisam achar que coisas que valem a pena são fáceis, né? Nothing safe is off the drive, né?

Como diria a diretor do Swift. Então eu acho que tudo bem que seja um esforço, sabe? Porque no fim das contas, eu acho que aquelas bem emocionadas. O amor é uma escolha, né?

E as coisas demandam esforço mesmo, de fato, gente. Ninguém, nenhum casal é perfeito desde o início. Então eu acho que não tem problema também, não. Chico muito, Rony e Hermione.

Exato. Eu acho que é isso. Eles são os mais populares, assim, né? Tipo, na floreia, essas coisas assim.

Do casal Cannon entre eles e Tiago e Lilian, que é engraçado. Mas porque é isso, né? Eles realmente têm muita coisa ali, têm muito tempo, né? Eu concordo até com o Harris e a cola deles, mas me parece que é mais porque, tipo, por eles terem essa tensão sexual, eles não conseguem chegar muito perto, sabe?

A Hermione é a melhor amiga do Harris e o Rony é a melhor amiga do Harris. Eles são amigos entre si, mas, sabe, sempre parece ter uma barreira. Eu acho que é justamente porque eles não conseguem ser totalmente honestos sobre o sentimento, sabe? Um sempre fica com receio do outro e tals.

Meu Deus, né? Aquelas situações… O Harris, né? Meu Deus, uma grande vela aqui, homem.

Como será que ele percebeu? Gente, eu tô de vela aqui, o que que eu faço? É, eu acho que em relíquias fica um pouco mais claro, né? Tem uns momentos assim…

E o momento que o Rony e a Hermione se beijam, né? Tipo, ele fica… Meu Deus, gente, tá rolando uma guerra aqui. Ok, esse momento é muito, muito bom.

Ah, é muito bom. Então, eu fico imaginando depois, assim, eu espero que, de fato, eles tenham virado um quarteto. Sim. Se a Ginny continua sendo ignorada, eu mato.

É, não. Você não é muito desigual, né? Tipo, assim, você sozinho ser, tipo, muito amigo de um casal. Porque você vai, invalavelmente, vai ter momentos que não é pra você estar junto, né?

A não ser que você queira que seja entre os almas. Aí é uma outra questão. Exatamente. Mas depois desse grande defesa de Rony e a Hermione, eu queria dizer que, no fim das contas, eles não são o meu casal favorito, porque é a Regina.

Eu não realmente, assim, leio fanfics em que eles estão, mas nunca que eles são principais. Mas eu já li fanfic de Hermione e Crum, porque eu acho o Crum muito fofo. A ideia, sabe, do cara esportista, popular, mas que é tímido. Eu acho muito fofo.

Não que eles deveriam, sei lá, casar e ter filhos, mas eu acho legal. É isso, né? Eu não acho aqueles risos. O que você acha, Danda?

Ah, eu gosto do breve relacionamento da Hermione com o Crum. Ele faz com que ela se sinta apreciada e vista como uma garota. Ah, eu acho que é muito importante, assim, de alguma maneira, como a gente discutiu, inclusive, a respeito da Gina, né? Exato.

Mas não me atrai muito, não. É isso, né, gente? Esse episódio se resume, enfim. Harry e Gina perfeitos.

Hermione e Rony perfeitos. E é isso aí. Mais ou menos. Ok, né?

Cada um conclui o que quer, aqueles. Cada um conclui o que quer, exatamente. E com isso, a gente encaminha o nosso episódio para o final. Vocês estão convidadíssimos para falar conosco sobre as nossas opiniões.

Mas se for para discordar muito, não vem também, que não tem paciência. Aqueles não é isso. Não, mas a gente fala, vai. Pode falar, sim.

Venham, haters. Vamos lá, exatamente. Onde as pessoas podem te encontrar, Danda? Gente, o meu Instagram é danda.jabur e o meu TikTok é dandajabur.

Passinho. Então, sabe, me sigam, curtam meus TikToks, porque eu sou maravilhosa e eles dão muito trabalho. E até lá. É isso.

E as suas, Marina? As minhas redes sociais, né? Instagram, Twitter, Facebook, TikTok, são todas E as minhas, claro, como a gente já falou mil vezes, mas vamos falar de novo, é im.pedromartins. E aí, tem as redes sociais do Poteiriche, claro.

No Instagram é o PoteiricheOficial e no resto é tudo do Poteiriche, não é, Marina? Exato. Twitter, Facebook e TikTok, tudo do Poteiriche. Além, é claro, do site, o poteiriche.com, onde a gente publica as notícias mais recentes do mundo de Harry Potter.

Artigos também, entrevistas, enfim, muito top. O nosso site, entrem. Gente, ficamos por aqui. Até semana que vem, até terça-feira que vem.

Espero que vocês tenham gostado e até a próxima. Um beijo. Beijos. Beijo.

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