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Rupert: “Cherrybomb é o filme mais adulto que já fiz”

Potterish :: Harry Potter, o Ickabog, Animais Fantásticos e JK Rowling Rupert: "Cherrybomb é o filme mais adulto que já fiz"Potterish :: Harry Potter, o Ickabog, Animais Fantásticos e JK Rowling Rupert: "Cherrybomb é o filme mais adulto que já fiz"
Para promover seu novo filme, Cherrybomb, que tem première marcada para os próximos dias, o jovem ator Rupert Grint vem concedendo diversas entrevistas falando sobre suas experiências em seu terceiro trabalho fora da série Potter.
A última a ser divulgada foi a do fan-site RG.net, na qual o intérprete de Rony Weasley comenta sobre como conseguiu o papel, suas semelhanças com seu personagem e até mesmo o sotaque da Irlanda do Norte, que teve que aprender para interpretar Malachy.

O ator também mencionou as diferenças entre atuar em um filme blockbuster e em um independente, como este:

“Tudo é muito menor. Acho ficamos um pouco mal criados em Harry Potter, porque temos camarins enormes e todo o resto. No mais, há um excesso de coisas em Harry Potter, então prefiro a paz de filmes como Cherrybomb. Nela, você faz sete cenas por dia e tudo sai muito rápido, o que é muito emocionante e divertido! É o filme mais adulto que já fiz e existem vários riscos envolvidos, como o consumo de drogas e um pouco romance, então é bastante diferente.”

Grint já confirmou sua presença na estreia mundial do filme, que acontece no próxima dia 8, no Festival de Filmes de Berlim, na Alemanha. De lá, ele deve seguir para o Reino Unido, onde iniciará as filmagens das duas partes de Relíquias da Morte na semana seguinte.

Você pode conferir a tradução completa da entrevista na extensão!

RUPERT GRINT
Entrevista de Imprensa de Cherrybomb

RupertGrint.net ~ Claire
6 de fevereiro de 2009
Tradução: Ohanna S. Bolfe
Revisão: Renan Lazzarin

Você tem estado em Harry Potter durante anos, foi estranho participar de um filme de baixo orçamento?
Sim, mas na verdade eu aproveitei muito este filme, porque é um mundo completamente diferente. Tudo é muito menor. Acho ficamos um pouco mal criados em Harry Potter, porque temos camarins enormes e todo o resto. No mais, há um excesso de coisas em Harry Potter, então prefiro a paz de filmes como Cherrybomb. Nela, você faz sete cenas por dia e tudo sai muito rápido, o que é muito emocionante e divertido! É o filme mais adulto que já fiz e existem vários riscos envolvidos, como o consumo de drogas e um pouco romance, então é bastante diferente. É bom e é brilhante!

Retomando o passado, como você conseguiu este papel? Eles que te convidaram ou você se candidatou? Ou você simplesmente quis fazer um filme mais adulo?
[risos] Sim, me mandaram o roteiro, eu li ele e me encantei. Logo conheci a Lisa em Londres e realizamos um pequeno teste de tela. Depois voei para Belfast para realizar alguns ensaios.

Você nunca tinha ido a Belfast antes? Gostou?
Foi agradável sair da Inglaterra e ir a um lugar diferente. Desfrutei muito, passamos muito bem.

Como você conseguiu adotar o sotaque?
Me preocupei porque é um som muito estranho e todo um desafio, mas tivemos um treinador de dialeto, Brendan Gunn, que criou um CD com todas as nossas falas, assim eu sempre escutava em meu IPod, murmurando as falas.

E quanto ao personagem, é ele quem você tinha escolhido?
Sim, eu adoro o Malachy. Note algumas semelhanças entre nós dois, então foi divertido interpretá-lo. Eu gostei do fato de que ele simplesmente olhava como Luke e conseguia todas as garotas.

Malachy também tem um passado bem diferente de Luke.
Isso foi importante. Malachy tem uma vida caseira, o que é bom. Tem uma boa família e vai bem na escola. São opostos neste sentido.

Como foi trabalhar com duas diretoras?
É uma dinâmica diferente, uma maneira diferente de trabalhar, pois tem duas pessoas com as quais você deve conversar. E ambas foram muito claras. Tivemos uma semana de ensaios, lemos todo o script e verificamos todos os detalhes. Acho que a aparência marcante de Malachy e Luke se deve a Lisa e Glenn. Levei um certo tempo para nos acostumar com o fixador e inclusive escureceram nossos cílios e sobrancelhas.

Mark Huffman [produtor de Cherrybomb] disse que a cena mais difícil de filmar foi a da piscina.
Sim, foi um dia muito longo! Rob e eu tivemos de fazer uma cena de briga dentro da piscina, era muito forte, porque se tornou bastante violenta. Além disso, fizemos tantas tomadas na piscina que estávamos congelados. Provavelmente foi o dia mais longo que tive.

Sabemos que você fez outros filmes fora de Harry Potter, mas este é o seu filme mais adulto. Como você se sente a respeito?
É o filme mais adulto que fiz, e existem tantos aspectos envoltos, como drogas e romance, que foi muito diferente. Foi bom, muito bom.

Te incomoda o fato de seus pais te verem em um personagem como este?
Há uma cena que vai ser difícil de ver junto com minha avó e minha família [risos], mas acredito que tudo sairá bem. É uma cena muito intensa.

Neste elenco existem três protagonistas e dois co-protagonistas. Todos trabalharam juntos durante o andamento das filmagens?
Sim, definitivamente, e além disso cada personagem tem sua própria história e uma certa mudança. Sempre estivemos muito unidos ao longo do filme.

Há alguma mensagem que você queria transmitir aos jovens através de Cherrybomb?
O filme trata dos problemas modernos, como as drogas e a chegada da idade adulta, especialmente para o meu personagem, que creço com este estilo de vida e me dou conta de que há algo mais na vida, além de se meter em problemas.