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Rupert Grint fala sobre ‘Enigma do Principe’ e mais

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Hoje, o site Wizard Universe publicou uma entrevista com o ator Rupert Grint, que interpreta o grifinório ruivo Rony Weasley nas adaptações cinematográficas da série. Nela, o jovem falou sobre a sexta película e os projetos de vida “pós-Potter”.
No decorrer da entrevista, Rupert foi questionado quanto à evolução na maturidade da série, algo gradativo, notado à medida que novos filmes eram lançados:

“Suponho que [o maior desenvolvimento] foi no último filme, quando a Armada de Dumbledore começa a se formar e todos se juntam para enfrentar Voldemort. Isso acontece quando as coisas ficam ruins. Mas o sexto é muito intenso e definitivamente tudo fica mais obscuro”

Sobre o fim da série, o ator comentou que, embora ache que a série tenha consumido muito tempo de sua vida, sentirá falta dela:

“Ainda não caiu a ficha de que este é o último e que nunca mais vamos voltar a fazer isso. Vão ter sido dez anos, quando terminarmos. Vai ser muito triste, acho. Sentirei saudades, porque realmente aproveitei isso e as pessoas que conheci são tão ótimas. Mas acho que sete são o bastante, de verdade.”

A entrevista completa já está sendo traduzidas pela nossa equipe, portanto, fique ligado!

Atualizado: Estamos disponibilizando a tradução completa da entrevista na extensão. Não deixe de ler e conferir as novidades e ideia do ator.

RUPERT GRINT
Rupert Grint discute ‘Enigma do Príncipe’

Wizard Universe ~ Liane Maeby
01 de maio de 2008
Tradução: Renan Lazzarin

Como você diria que Rony tem se desenvolvido no decorrer destes filmes? E como diria a si mesmo que mudou como ator?
GRINT: Isso meio que, simplesmente, acontece. Nos primeiros três filmes, realmente, parece que é uma pessoa diferente. Acho que Rony está crescendo cada vez mais nos filmes. No próximo, o vemos crescido muito mais porque o mundo bruxo está se tornando um lugar assustador. O vemos proteger sua irmã e as coisas fraternais que ele faz no sexto.

Quando tudo começou, este era um livro bonitinho de história engraçada para crianças, e, obviamente o nível de maturidade mudou. Qual foi, para você, o maior desenvolvimento ao longo da série?
GRINT: Suponho que foi no último filme, quando a Armada de Dumbledore começa a se formar e todos se juntam para enfrentar Voldemort. Isso acontece quando as coisas ficam ruins. Mas o sexto é muito intenso e definitivamente tudo fica mais obscuro.

Rony recebe um bocado mais de atenção das garotas nesse filme. Sei que você mencionou no passado que gravar algumas das cenas mais românticas pode ser um pouco inconfortável. Como é assisti-las nas telonas?
GRINT: Na verdade, é ainda pior! Este foi, na verdade, muito bom, porque minha relação com Jessie [Cave, que interpreta o interesse amoroso de Rony] era muito engraçada e ela estava sempre dando conta do recado, de uma forma bastante intensa. Mas foi uma cena horrível de se fazer, porque tínhamos nos conhecido apenas dois dias antes. Uma das primeiras cenas que fizemos foi a do beijo.

No futuro, quando você olhar para trás na realização deste filme, quais foram alguns dos momentos mais estranhos ou engraçados que você lembra de ter presenciado?

GRINT: Tirar um molde do meu traseiro. Eles estavam fazendo uma cadeira para fazer uma vassoura mais confortável e ter meu formato. Estava usando calças finas e tinha que sentar na tal cadeira, para que conseguissem tirar o molde exato do meu traseiro. Era uma cadeira muito confortável.

Quando a casa dos Weasley foi queimada, também. Foi uma parte emocionante. Estávamos bastante pertos dela, um edifício queimando, e era muito assustador e acho que meio que saiu um pouco do controle. Foi muito divertido.

Como é estar tão perto do fim de Harry Potter, uma coisa que tanto fez parte da sua vida por tanto tempo?
GRINT: Acho que vai ser estranho. Ainda não caiu a ficha de que este é o último e que nunca mais vamos voltar a fazer isso. Vão ter sido dez anos, quando terminarmos. Vai ser muito triste, acho. Sentirei saudades, porque realmente aproveitei isso e as pessoas que conheci são tão ótimas. Mas acho que sete são o bastante, de verdade.

Depois que os filmes terminarem, quais são os seus planos para o futuro?

GRINT: Acho que continuo fazendo filmes para cinema, porque realmente gosto disso, e quero fazer algo diferente. Fiz algumas coisas depois do seis e foi realmente divertido fazer um personagem diferente e ver como os outros são feitos.