#20: Por onde anda Emma Watson?, com Evandro Lira
De releitura sobre a vida de Marilyn Monroe à de Noé, Emma Watson se envolveu em projetos com grandes nomes de Hollywood após o fim de Harry Potter, ao mesmo tempo em que estudou literatura e se engajou na luta feminista. Os apresentadores do Semanário dos Bruxos, Pedro Martins e Marina Anderi, recebem Evandro Lira, social media do POTTERISH, para discutir a carreira da atriz.
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Sejam muito bem-vindos ao Semanário dos Bruxos, o podcast do Poteiriste, que vai ao ar toda terça-feira nas plataformas de streaming. Eu sou o Pedro Martins, editor-chefe do site. Eu sou a Marina Anderi, gerente de marketing. E o tema do podcast dessa semana é sobre ela, ela que cresceu com a gente, ela que foi um role model para muita gente, né?
Ela que inspira muita gente até hoje, Emma Watson. Que mulher perfeita, né? Sim, a Emma realmente, junto com o Dan e o Rupert, realmente foi esse grande ícone da nossa infância, né? E acho que faz sentido, então, a gente se reunir para falar da carreira dela, o que aconteceu com ela depois de Harry Potter.
Já avisando que esse vai ser um episódio um pouco diferente, porque até na hora de montar a pauta já ficou meio claro, de que, tipo assim, diferente da ficção, a vida não faz sentido. Então, tipo, algumas decisões, algumas coisas, ah, porque nessa época ela fez isso por causa disso, não dá para saber. Primeiro que a gente não conhece ela e também porque às vezes as pessoas fazem as coisas por aquelas questias, né? Então vai ser algo mais…
Eu acho que vai ser um pouco diferente, vamos ver o que dá. Fale por você que não conhece ela, porque eu sou um grande amigo íntimo. Evandro, você não foi apresentada ainda, blindo? De novo, cara.
Ah, é verdade, desculpa. E para falar sobre a Emma com a gente, a gente recebe o social media do roteirista Evandro Lira, que é figurinha carimbada já no podcast, apareceu duas, três vezes. E aí, Evandro, qual é a sensação de aparecer pela décima e quinta vez no podcast? Oi, gente.
Evandro, pede uma música, é a terceira vez, pede uma música. Meu Deus, tá bom, eu vou pedir Heroes, o David Bowie, aqueles, né? Tá muito temático, né? Ai, I wish I could swim like dolphins.
Eu tô querendo me lançar. Amiga, vai rolar. Gente, eu tô muito feliz por estar aqui novamente, porque eu adoro o Semunário dos Bruxos, eu adoro vim dar pitaco aqui nas coisas, então assim, muito obrigado pelo convite novamente. Perfeitos.
Você está bem-vindo. Ainda mais, né, para falar de uma pessoa que fez muito parte da minha infância e adolescência. A Emma foi por muito tempo uma grande ícone, né? Para mim, muito pessoal, eu era muito fã dela.
Ela não é mais? Eu acho que sou, mas eu acho que… Acha? Mas hoje em dia ela não trabalha, né, que é o que a gente vai falar depois.
Exatamente, já vai se adiantar. É que é isso, né, naquela época a Emma era tipo uma das pessoas mais celebradas em Hollywood, assim, né, nesse mundo team da gente. Hoje em dia acho que a gente foi tendo mais ídolos, digamos assim, ao longo da vida e aí é isso. Você diria que ela é sua favorita do trio?
Ah, sim, sem dúvida. A minha também. Ah, é minha favorita do trio, sim. Apesar de que eu realmente gosto muito do Dani e do Rupert.
É que acho que a Emma… É que é isso, eu acho que a Emma era a favorita da galera no geral, né, assim. É, eu também acho. Tipo, óbvio que tem gente que curte muito mais o Dani e o Rupert, mas assim, eu acho que a Emma era quase que uma unanimidade entre as pessoas, o Fendon.
Uhum. E uma das coisas mais interessantes, assim, pra gente tem sido acompanhar a carreira dela, né, que beleza, agora tá um pouco em miato, né, a gente vai falar um pouco sobre isso. E esse episódio na realidade é pra gente analisar a carreira dela, né, a carreira dela depois de Harry Potter, basicamente, né, o que que ela fez no cinema depois de Harry Potter, o que que ela fez enquanto ativista, enfim. Então não tem exatamente uma ordem cronológica, viu, gente, a gente vai meio que falar sobre a carreira dela aqui, sobre a ordem que a gente achou que fosse mais interessante, digamos.
Depois do lançamento de As Relíquias da Morte Parte II nos cinemas, né, gente, ali por volta de 2011, começou um clima muito grande, né, uma expectativa sobre como seria a carreira do trio principal, né. E a Emma tinha feito só dois filmes, né, enquanto ela estava em Harry Potter, que era Dançando para a Vida e O Corajoso Ratinho Desperrou… Desperrou, Marina, como é que se pronuncia? O Ratinho Francês, não é?
Desperrou. De perrou? Não faço ideia. Enfim, O Rato Francês, O Corajoso Ratinho Francês, né.
E o Ratinho Francês, na realidade, nesse caso, é um filme que a Emma dublou, né, ela fez a voz original, mas enfim, não foi uma atuação dela enquanto pessoa, né, foi uma dublagem. Você está falando que dublagem não é atuação? Que absurdo. Não me coloque em calça justa.
Amo dublagem, inclusive, tem muitos amigos que são dubladores, enfim. Mas o que eu quero dizer é que era difícil prever qual caminho ela seguiria, afinal de contas, ela não dublou mais outros personagens, né. Então, enfim, tinha um filme só que ela realmente atuava não só com a voz, vou me corrigir, não só com a voz, mas também com o corpo, não é mesmo? E de início, ela buscou papéis de coadjuvante, né, filmes de prestígio.
Ela começou ali com Sete Dias com Marilyn, um filme que apareceu nas premiações como O Oscar, Globo de Ouro, BAFTA, né, lá do Reino Unido. E nesse filme, inclusive, ela contracena com o Edward Mayne, né, que faz o Newt Scamander, né, mas eu acho que ela é a boizinha dele, enfim. Que, no caso, é quem passa sete dias com a Marilyn. E aí, gente, o que vocês acham de Sete Dias com Marilyn?
No meu caso, não sou capaz de opinar, não assisti. Inclusive, gente, vale dizer que assim, estamos aqui hoje acompanhados de dois cineastas, não é mesmo? De duas pessoas que estudaram cinema audiovisual, então assim, eu tô a Glória Pires aqui, entendeu? Não tem muito o que eu dizer, claro que tem alguns filmes que eu assisti, eu vou fazer questão de dar minha opinião, mesmo que eu nem lembre.
Mas, enfim, de modo geral, vocês dão mais ouvido assim pra eles, tá bom, combinado? Não dêem ouvidos ao Pedro, gente. Ah, eu concordo, sim, mas em tudo, gente, não só nesse episódio, no geral. Gente, eu acho Sete Dias com Marilyn meio pombo.
Que absurdo. Não perde nada, amiga, quando eu não assisti esse filme, por não ter assistido esse filme? Ela basicamente é isso, tipo, é um cara que tá em Hollywood lá, e aí aparece a Marilyn e ele passa sete dias com ela. Nossa, amiga, perfeita sinopse do filme.
Ela intebreta a Marilyn. Não, é que é isso. O Edwin Maine interpreta um assistente de direção do filme, que é a Marilyn Morrow, né, que é uma atriz icônica de Hollywood que tá fazendo, então é baseado em fatos reais, né, uma autobiografia, né, esse cara que escreveu um livro sobre os dias que ele passou com a Marilyn, ele tem um caso com a Marilyn durante a produção desse filme. E a Emma interpreta figurinista do filme, que tem um caso com ele também.
Então ela é como se fosse a namorada dele, e ele acaba se relacionando com a Marilyn durante a produção do filme, então tem umas tretas lá. Mas é isso, é uma participação bem pequena, bem… É pequena mesmo. É uma personagem importante do filme, mas que não chama atenção, ela tá bem, sabe, o filme.
O filme, na verdade, foi feito pra Michelle Williams, né, que faz a Marilyn, né, tanto é que a Michelle Williams foi indicada a todos os prêmios possíveis. Mas a Emma tá ali só no cantinho dela. Foi o primeiro, depois de Harry Potter? Foi.
Ela, na verdade, gravou esse filme pós Harry Potter, né, Os dois últimos Harry Potter foram gravados juntos, ela terminou, e ela foi estudar. Ela foi estudar em Brown, na Universidade Brown, e aí era nos intervalos das aulas dela. Ela, tipo, meio que gravou rapidinho, assim. Na época ela já tava de cabelo curto, mas ela usou uma peruca no filme.
Nossa, gente, só pra falar do impacto que teve. Acabou, né, Harry Potter, as filmagens. Emma Watson corta o cabelo, assim. Meu Deus, foi, tipo assim, a maior notícia do universo.
Todo mundo surtou, né? Sim. E é muito louco, né, porque, assim, pra gente, Harry Potter acabou em 2011, que foi quando saiu o último filme, né, mas pra ela tinha acabado em 2009, que é quando ela tinha terminado as filmagens, né. Então, assim, dois anos após as filmagens de Harry Potter, ela gravou 7 Dias com Marilyn, praticamente.
E aí é isso, né, tipo, por ser o filme logo depois, né, de relíquias e tals, tipo, eu fui ver, entendeu? Tipo, assim, eu não sabia que o papel dela era tão pequeno e tal, mas eu vi por causa dela. Um mínimo interesse no resto, sabe? Não, eu lembro da época em que o filme era noticiado no Poteidiche, né, tipo assim, ah, o novo primeiro filme da Emma Watson, pós-Harry Potter, assim.
E, enfim, é um filme bem… Não tem nada a ver, né? O público dela, o público da Emma Watson, não tem a ver muito com o filme, assim. Nossa, total.
Era realmente algo que ela buscou, assim, fazer, sair desse universo, eu acho, do… Ela foi fazer papéis adultos pela primeira vez, né. Inclusive, gente, tem cena de pegação no filme da Emma Watson com Eddie Rainey May, e eu espero que vocês não vejam isso. E aí, enfim, né, gente, como a gente disse, essa lista aqui, as…
A gente não vai abordar os filmes necessariamente em ordem cronológica, mas aqui tem um filme que foi depois, né, de 7 Dias com Marilyn, que foi o The Bling Ring, que é um filme da Sofia Coppola, que é uma diretora aclamadíssima, né, ganhadora de Oscar. E nesse filme a Emma interpreta… Eu não lembro o nome do personagem dela, mas, enfim, ela é a líder de um grupo de amigos que rouba casas de famosos em Los Angeles. Esse filme foi baseado num livro de reportagem, inclusive, que é muito bom, muito, muito bom.
Não sei se vocês leram, gente. Eu não li, só vi o filme. É muito interessante, porque é baseado num caso real, né. No caso, tipo, é um caso totalmente real, assim, o livro de reportagem narra tudo isso, enfim.
Tipo, invadiram a casa do Orlando Bloom, né, temos a ler assim. Da Lindsay Lohan. É, então. É, eram uns adolescentes meio doidos, assim, que, tipo, queriam chamar atenção pelo que eu lembro, né.
Eu li com 13 anos, mas, enfim. Então, na real, o que é mais louco é que a Emma Watson não é a líder do grupo. Tipo, assim, o trailer, a divulgação do filme dá a entender que ela é, tipo, assim, a… Mas ela não é, na verdade.
É uma menina asiática, porque eu esqueci o nome dela agora. Ai, que absurdo, sabe? Que é a protagonista, digamos assim, que é a pessoa líder, assim. A Emma Watson é mais x, assim, até.
A Emma Watson é coadjuvante, né. É a líder de uma marketing, né, gente. É o que trai a bilheteria. Não, exato, mas por ela ser a Emma Watson, então a divulgação do filme foi focada muito nela.
Gente, quando saiu o trailer, a cena dela, tipo assim, dançando em uma danceteria, mexendo a língua, alguma coisa assim, que eu lembro que foi uma grande revolução. Ai, gente, tem esse GIF, né? Incrível. Até hoje a gente usa o GIF da Emma Watson dançando.
Sim. Não, The Bling Bling, eu acho que é um caso interessante, porque é isso, né, tipo assim, é uma diretora que é conhecida nesse mundinho mais culto e tals, e fez já vários trabalhos muito interessantes. E aí a Emma tá nesse filme, acho que criou uma expectativa em cima, né. Nossa, esse vai ser um filme assim e tals.
E aí é um filme que, assim, o Evandro ama. Eu adoro. Nossa, e eu, eu, tipo, eu nem diria hoje em dia que eu odeio, eu só diria, eu nem lembro mais direito, assim. Eu não lembro também, é isso que eu falo.
Não, o pessoal vai falar assim, né, o pessoal texturando, é, pô, eles estão falando de filmes que eles nem lembram, mas é porque, gente, é muita coisa, e tipo, eu assisti esse filme também quando saí, eu imagino que, assim, como Marina em 2013. Eu também, eu vi, eu revi depois, né, algumas vezes, porque eu gostei muito. Eu acho que ele é o filme, é o primeiro filme da Sofia Coppola aqui que divide opiniões, assim. A crítica, ela, é mista.
É mais interessante pela Sofia Coppola, não pela Ema, no caso. É, exato. Inclusive, a Ema foi elogiada, né, pelo papel, no geral. O elenco foi elogiado, mas o filme em si, ele foi divisivo, assim, teve gente que adorou, teve gente que não gostou.
É porque, eu acho, eu tenho a impressão que as pessoas esperavam um filme muito, não Sofia Coppola, e a gente tá falando de Sofia Coppola, que é uma diretora muito cult, assim, é um… É que pegou um público muito médio, né, por causa da Ema, basicamente. Exato, eu acho que o filme atraiu o interesse de uma galera que não esperava ver aquele filme tão estranho, sabe? É, e eu acho que principalmente porque ele é baseado, né, em fatos reais, ele segue muito essa linha, de ser superficial.
Exato. Ele é quase que observatório, assim, né, tipo, ele é um filme que tem as câmeras de filmagem lá, mostrando o que eles estão fazendo, não tem muito aquela coisa dramática que se espera de um filme. É, não aprofunda muito nos personagens. Acho que esse fator do filme aconteceu inclusive com o livro, né, porque eu comprei o livro achando que, assim, eu fui na livraria via Dublin Green e via Ema Watson e falei, ah, vou comprar, né?
E eu não sabia que era um livro-reportagem, acho que esse par foi o primeiro livro-reportagem que eu, jornalista, extolli na minha vida. Mas eu gostei muito, mas eu fiquei chocado. Eu lembro que em relação à carreira dela teve um impacto interessante, realmente, de ela trabalhar com esse nome, que era tipo assim, maior mesmo, entre esse cenário mais independente, sabe? Sim, o filme lançou em Cannes, Ema Watson foi pra Cannes, tipo assim, foi um momento muito especial da carreira dela, eu acho.
Cannes que, no caso, é um dos festivais de cinema mais aclamados, né, um festival francês e tal, e assim, é um dos festivais onde se mais presta atenção, assim, né, no circuito da mídia, etc. Então, foi muito especial pra Ema estar ali, né, junto com a Sofia Coppola. Foi bem bacana, aquela época. E no mesmo ano, porém, ela fez um filme que foi extremamente X, né, que, enfim, chama É O Fim, que foi lançado em 2013 também, é um filme de comédia meio…
Eu não diria que é X não, viu? Ah, eu não diria que é X também não, eu acho divertido esse filme. Ah não, mas eu acho que pra carreira dela em si, tanto que, enfim, é um filme de comédia meio pastelão, onde ela interpreta ela mesma, né, e ela disse, inclusive, abre aspas, que não é o tipo de coisa que ela faz, nem o tipo de humor que ela gosta, por isso que eu falei que é meio X, enfim. Mas ela afirmou que topou fazer o filme porque não poderia perder a oportunidade de atuar ao lado, enfim, dos melhores comediantes do mundo, que no caso são quem, assim, vamos contextualizar o pessoal.
Aqui no Brasil, talvez, eu acho que eles não sejam tão, assim, conhecidos, né? Não, não, eles são mais esse da comédia americana, né? James Franco, Jonah Hill, Seth Rogen e Jay Barucho. Tipo, quem consome esse tipo de cinema pastelão, porque, assim, é um pastelão, entre aspas, né, não é um pastelão tipo Adam Sandler, né, é um pastelão mais fica numa outra esfera ali do rolê, né, tipo assim, eles são, eles de fato são considerados bons comediantes, né, que fazem essas Saturday Night Live, né, essas coisas assim que tinha, que tem um respeito lá nos Estados Unidos.
No Brasil eles seriam tipo, sei lá, o pessoal da Porta dos Fundos, talvez, em vez do pessoal do Zona Total, sei lá. Sim, acho que, acho que eu vou parecer justa, né? Um pouco menos moderno, né, porque não era da internet, mas, tipo… É muito divertido, gente, é muito engraçado esse filme, é muito engraçado.
Porque é isso, né, ela tá fazendo ela mesma e é o fim do mundo, né, o fim do mundo tá acontecendo enquanto os famosos estão numa festa, inclusive e aí acaba que ela rouba as coisas dos caras e vai embora, porque ela escuta eles tendo uma conversa muito estranha envolvendo estupro. Ela acha que eles estão falando dela, ela fica com medo e vai embora e rouba os alimentos dele e tudo. E aí tem uma parte incrível que eles falam, tipo assim, meu Deus, a Hermione roubou todos os nossos coisas. Tava no trailer, né, dessa cena.
Não, é muito bom, é muito bom. É um filme bem engraçado. E é interessante que, enfim, nesse início de carreira, dá pra gente avaliar que ela tava tentando fazer coisas bem diferentes, né? Então, sim, ao mesmo tempo que perceba, sempre pensando nisso, tipo, po, eu não posso perder a oportunidade de trabalhar com fulano, né, eu não posso perder a oportunidade de fazer isso, eu acho que ela tinha muito essa coisa.
Só que com fulanos muito diferentes, né, de nichos muito diferentes, né, por exemplo, Sofia Coppola não tem nada a ver com nichos comedianos, enfim. Não, exato. Mas é que é isso, por exemplo, assim, né, eu sempre acho que o Dan se arriscou muito. O Dan fez umas coisas muito aleatórias.
Sim. A Emma, eu acho que ela tinha muito uma visão de, ela só vai se envolver com pessoas que têm um mínimo de prestígio, aí nesse caso, o prestígio da comédia, né, cult, filme de premiação, né. É, eu acho que tem um pouco a questão de que é isso, né, passado a fazer Mione, ela tinha que se estabelecer de uma certa forma, e às vezes as coisas têm um tempo, né, no sentido de tipo, assim, por quanto tempo as pessoas vão estar interessadas em mim, né? E qual caminho que eu quero trilhar?
E a gente fala mais pra frente, ela vai fazer blockbuster muito tempo depois, entendeu? Então, tipo, acho que ela queria se filmar mais nesse cenário de não necessariamente filmes totalmente, nossa, cultizões e tal, mas assim, filmes com pessoas interessantes que tinham um certo nome e tal, porque principalmente enquanto mulher, cara, é muito fácil você perder o prestígio, tá ligado? É, e perceba que ela não foi tipo assim, ela não foi, sei lá, o Robert Patterson, que foi fazer de fato filmes alternativos mesmo. Ela buscou um prestígio com uma galera que tava ali na nata de Hollywood, sabe?
Nata de Hollywood, Robert Patterson, por exemplo, foi fazer um, depois de Crepúsculo ali, ele só foi fazer filme alternativaço mesmo, sabe? É, os filmes da Emma Watson você conseguia ir no cinema e assistir num horário razoável, que não fosse, sei lá, sábado, 10 horas da manhã, entendeu? Exato, exato, eram filmes assim, com uma galera da nata de Hollywood mesmo, não era uma galera de um cenário muito, né, era galera do Oscar, né, no máximo, assim, não ia pra muito além disso. Em seguida, né, no ano seguinte, estreou Noé, esse eu acho que, enfim, muita gente assistiu, porque eu acho que dessas que a gente falou, pelo menos, acho que foi o que mais recebeu atenção da mídia, o que mais tava sendo exibido nos cinemas ao redor do Brasil, que é um filme do diretor Darren Aronofsky, que, enfim, foi indicado ao Oscar, né?
Por Cine Negro, né? E também do Mãe. Isso, isso, exatamente, que depois causou até muito, né, o Mãe foi um negócio, meu Deus, com a Jennifer Lawrence que causou um stoppinho, né, enfim. E nesse filme, no Noé, ela interpreta a filha adotiva do Noé, né?
Que, por sua vez, é interpretada pelo Russell Crowe. Esse eu assisti, gente. Ok. É, o Noé foi um filme bem…
Teve uma divulgação, né? Foi o filme… Acho que foi o primeiro filme de grande orçamento do Darren Aronofsky, né? O último filme dele tinha sido o Cine Negro, que, né, foi indicado ao Oscar, recebeu uma atenção gigantesca, com a Natalie Portman, etc.
E aí ele fez o Noé e, enfim, tinha um elenco super, né, reconhecível. Tipo, o Russell Crowe, o Logan Lerman, inclusive, né? Ah, Percy Jackson, né? Tinha a Jennifer Connelly, enfim, uma galerona boa mesmo.
Sim. Foi o papel mais dramático da Emma, inclusive, eu acho. Um papel bem pesado, assim. É um filme pesado, né?
E esse é um papel maior, né? Assim, ela continua sendo coadjuvante e tals, mas ela aparece bastante, né? Tá ali o tempo todo. Tem uma parte…
A parte dela do desenrolar da história, né? É importante e tals. Aqui eu consigo avaliá-la contra a atriz, que é uma coisa que não dá pra fazer nos outros, porque era uma coisa tão passageira, no geral. E aí eu vou dizer que eu não gosto muito dela nesse filme.
Por quê, amiga? Tipo, assim, quando ela tá fazendo as cenas dela em si, por exemplo, tem uma cena que ela tá gritando muito por um motivo. Ela tá gritando bem, tá passando emoção que precisa passar. Só que se a cena não tá com foco nela, ou seja, os outros personagens da interagem dela tá na cena, ela é como se ela não estivesse atuando, entendeu?
Tipo, ela não tá no personagem o tempo todo, me parece. Então é meio difícil de vender, sabe? O negócio não parece inercivo o suficiente, não sei. É, eu confesso que eu nunca vi essa impressão, assim, mas eu acho que de fato é um papel muito dramático, né?
Que existe cenas muito pesadas, é um rolê bem… Eu não acho o filme muito bem dirigido mesmo. Acho que o texto é ruim, assim, é muito… É um texto estranho e aí os atores tem que falar umas coisas bizarras, né?
Unas coisas meio… É porque é baseado em um livro, né, também, que é a Bíblia. Ah, então, pois é. Só que só uma parte, né?
É uma adaptação bem feita, gente, aqui. Exato. Então acho um texto muito, sei lá, protocolar, a palavra, é um texto estranho. Eu acho que tá todo mundo meio estranho naquele filme, assim.
Sim, não parece natural, né, o rolê, assim. É, não parece. Não parece natural. O filme é interessante, diga-se de passagem, eu acho, mas sinto que é um filme estranho.
É, eu acho que tá as interpretações interessantes, principalmente sobre, tipo, religião e tals. Então eu acho que foi uma escolha interessante, assim, de, tipo, enquanto quem era o diretor, que tava vindo de uma alta por causa do Cisnegro, a própria história em si. Novamente, né, essa escolha pra pessoas renomadas, enfim. Sim.
E porque é isso, se o filme vai ser bom ou não vai ser bom, não tá no controle dela, né? É, exato. Eu sinto que ela foi muito… Ela escolheu bem, eu acho.
Acho que ela fez boas escolhas. Aí o resultado disso não depende muito dela. E de forma alguma pegou mal pra ela, né, então… Não, não, não.
E que é isso? Eu não sei se ela esperava, por exemplo, receber indicações a prêmios, coisas do tipo, né, porque aí eu acho que talvez se fosse esse o caso, ela seria muito ambiciosa. O que não é um problema, mas acho que, no caso, simplesmente não chegou nem perto, assim, né? Sim.
E aí não é o seguinte, né, gente? Ela estrelou Regressão, que é um filme de terror do Alejandro Amenabar. Não sei se no espanhol tá bom, enfim. E nesse filme ela interpreta uma personagem que chama Angela e que acusa o pai de ter abusado dela, né?
E eu lembro que esse filme gerou uma polêmica no sentido de que, acho que ele não foi muito bem recebido, né, gente? Não. Definitivamente não foi bem recebido. Inclusive acho que foi a primeira vez que a atuação da Emma foi colocada em xeque, assim, tipo, as críticas falaram hum…
O filme não é, o filme realmente não é muito bom, assim, é bem esquisito. Ele é do mesmo diretor de Os Outros, né? Não sei… Acho que galera, é o filme mais conhecido dele, né, que é aquele filme com a Nicole Kidman, que é um filme bem famoso, assim, de terror.
E… Acabou que o filme, esse filme, o Regressão não funcionou e tem um elenco super bom, né? Tem o Ethan Hall, que tem o David Telles que faz o Lupin, mas o filme não foi bem recebido de jeito nenhum, assim, tanto que ele… Eu nem sei se ele chegou aí aos cinemas, hein, gente?
Eu acho que no Brasil não. O festival, todo mundo falou, eita, esse filme é muito ruim. Aí eu acho que ele não conseguiu, então, ser lançado em muitos lugares, assim, ele ficou limitado, sabe? É, sim, porque a reflexão do filme pra festival, geralmente, é o que determina que distribuidora vai pegar, se vai pegar, né?
Exato. Pra você ver, né, o nível, né? Se é um filme com Emma Watson, não vai se vender bem, que realmente é muito ruim. Então, mas é aquela questão também, né, de que aí o tempo passa, tipo assim, a Emma Watson, a Emma Watson, mas aí aqui a gente já tava em 2015, né?
Exato. Já eram, enfim, quatro, cinco anos depois de Harry Potter. Então o nome dela não significa mais o que significava antes. Também acho que tem o fato de que, enfim, é um filme que se você pega o próprio trailer, eu não acho que é um filme que vende tanto, assim, pro público em geral, assim, é um filme de terror, enfim.
Acho que nem é intenção, sinceramente, né? Mas ainda assim, você espera. É. Mas eu diria que esse filme, o Regressão, vende muito melhor do que O Amor e Revolução, que foi o próximo filme que ela fez, né?
O próximo não, mas que estreou na realidade no mesmo ano, em 2015, que é de um cineasta alemão que ganhou Oscar, né? Florian, como é que se pronuncia, Marina? Florian Gallenberger, enfim. Eu não falo alemão, o Renan não está aqui.
Ah, é verdade, você não fala alemão, enfim. E nesse filme ela interpreta uma revolucionária que é sequestrada, basicamente, né? Cara, esse filme muito interessante, porque a história realmente é muito tensa, né? É uma história real mesmo de que existia uma colônia meio fascista, assim, no Chile.
É mesmo, assim, eu não sei em que década que era, década de 80, talvez? Não sei. É 70. E esse filme mostra, né, essa personagem que é uma aeromoça britânica que para no Chile, o boyzinho dela está lá.
Ele acaba sendo preso e levado para essa colônia. E a personagem da Emma é louquíssima, tenta se meter lá dentro para tentar salvar ele. E é um filme muito tenso, é um filme bem pesado, assim, e tal. A Emma interpreta, tipo, uma típica heroína mesmo, assim, de filme, sabe, de aqueles filmes emocionantes, assim, da pessoa que está lutando pela sua vida.
É um filme interessante, mas também não foi um filme que me chamou muita atenção, não. Também não estreou em muitos lugares. Flopou, flopou. É, flopou.
Aí que começou a Emma Watson flopar, né? Aí depois ela volta, enfim, mas, enfim. É uma era meio flopadinha, né, essa era da Emma Watson de início, assim. Ela tentando colaborar com pessoas, trabalhar com pessoas renomadas, mas muitas vezes se saindo mal, não bombando, né?
Vale ressaltar também que, apesar de serem pessoas renomadas, né, por exemplo, esse moço ganhou Oscar por um curta live action. Então, assim, tipo, era um trabalho menor mesmo dentro da esfera, do que ela estava fazendo, assim. É verdade, é um nome menor. É um nome menor, mas eu acho que ela realmente se interessou muito por esse papel, né?
Eu acho que é algo que a gente começa a perceber aos poucos de que ela pega papéis que ela se identifica muito, né? Ela gosta de se interpretar. Não, é isso. Papéis que dizem alguma coisa pra ela, que deem bons exemplos.
Eu acho que ela é dessa vibe, então acho que ela pareceu promissor pra ela. É, eu acho que fica o questionamento, né, se essa era dela que a gente falou do que a gente falou de comentar. O concerto deu a ser empreitado, né, de trabalhar com essas pessoas respeitadas da indústria, enfim. Os filmes tiveram repercussão?
Não, né? Enfim. Isso estabeleceu ela como atriz de alguma maneira, enfim. Em relação à carreira que ela tinha, né, de Harry Potter, vocês acham que alterou de que maneira, assim?
Eu acho que assim, não foi algo que fez mal, de forma alguma, mas também não foi algo que foi super bem, entendeu? Acabou acho que ficando no zero a zero, né? Tipo, ela fez alguns filmes que tiveram, né, tipo uns comentários maiores, que foi basicamente The Bling Ring e Noé, e aí teve, por exemplo, Regressão, que foi super criticado, entendeu? Cedias com Meryl e Elphine, participações muito pequenas e Amor e Revolução que passou batido, né?
Então assim, ficou meio no zero a zero, não fez nós. Errou, começa de novo, né? Já dizia aquela música, esqueci a música. É, tipo, não fez nenhuma diferença, tá ligado?
Assim, só realmente a questão do tempo, de que acho que ela deveria, logo depois que acabou o Harry Potter, talvez ela fosse uma pessoa muito requisitada e ela não quis seguir por esse caminho e tudo bem, mas aí acho que difícil chegar a convites iguais a esses com essa frequência, né? Assim, de filmes maiores, talvez, não sei. É, eu acho que ela assim, ela não sumiu, né? As pessoas, pelo menos assim, essa galera que acompanha mais cinema, viu ela de vez em quando, né?
No The Bling Ring, no Cedidas com Meryl, no Noé. Esses outros filmes lá, o Regressão e o Amor e Revolução, são filmes que eu acho que só quem viu foi galera que é fã dela ou então gente que estava no festival. Eu tive que ir atrás do filme pra ver, foi uma decisão assim. Então acho que assim, as pessoas sabiam que ela tava por ali, mas acho que realmente não chamou a atenção, né?
Por exemplo, se você pensar bem, né? O Noé e o The Bling Ring, apesar de terem sido filmes com grandes nomes, foram filmes que dentro da filmografia dos diretores também não são filmes muito relevantes. É verdade. Né?
Não é o Cisne Negro do Darren Aronofsky, não é o sei lá, o Encontro e Desencontros do Fiacopola, são filmes que dentro da filmografia desses diretores também não são grandes filmes assim. Eu acho que ela fez duas escolhas mas acho que nem sempre dá pra acertar, né? É, não tem como prever, né? E ao mesmo tempo, né gente, como a gente explicou lá no início do episódio, esse podcast ele não tá muito estruturado de uma maneira cronológica, mas enfim, a gente separou agora os filmes que foram mais diferentes, assim por assim dizer, só que ao mesmo tempo, ela fez outros filmes, a gente não esqueceu de As Vantagens do Ser Invisível, a gente não esqueceu de nada desses filmes que vocês provavelmente todos assistiram.
Enfim, em 2014 ali, enfim, um pouquinho depois do lançamento de Noé entre Noé e Regressão basicamente, ela se tornou Embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres, né? E aí, ela entrou num espaço de ativismo que geralmente não é muito comum pra mulheres tão jovens e famosas, né? Ou pelo menos naquela época, né gente? Não era tão comum assim, eu acho.
Hoje é um pouco diferente, felizmente, né? E aí, ela fez um discurso, né? Ela basicamente criou, assim, a dona e proprietária, né? Do HeForShe, o ele por elas, enfim, que incentiva homens a entrar na luta pelo fim do machismo.
Um programa, inclusive, muito polêmico, muito criticado, né? Não sei nem se vale tanta gente entrar, mas eu acho que vale dar um contexto, assim, do porquê que, enfim… É, eu acho que fez um impacto, vale a pena porque teve um impacto na carreira dela. E eu não digo de forma…
Tipo aí, porque no geral eu não acho que o HeForShe foi um impacto negativo, não, tá ligado? Porque ela fez aquele discurso na ONU, que ela fala, né? De que essa luta é de todos e de que se não agora, quando, se não nós, quem, né? Icônico, né gente, pelo amor de Deus?
Não, icônico, foi um puta negócio, assim. E é isso, gente. Ela, tipo assim, a Hermione é a grande protagonista dos anos 2000, entendeu? Então, a Hermione tá falando isso é um impacto muito grande, chegou em muito, gente.
Eu diria até que isso foi mais importante que qualquer filme que ela fez antes disso. Eu concordo. Acho que quando, assim, a mídia botou os all of us pra Emma Watson, assim, tipo, foi um, foi muito importante pra carreira dela, né? Enquanto atriz, enquanto celebridade, enquanto pessoa da mídia, né?
Eu acho que ela realmente foi sensacional, assim, essa entrada dela. Eu lembro que, enfim, nessa época, né, 2014, eu tinha, sei lá, acho que eu tinha 14 ou 15 anos, não lembro exatamente quando foi, mas enfim. Eu já tava no Poteiriste, eu lembro que foi um domingo que ela fez esse discurso, e assim, a gente tava lá legendando e traduzindo o discurso. E assim, gente, pra mim, o feminismo, quando eu tinha, sei lá, 14 anos, não sabia nem que existia, entendeu?
Quem me apresentou o feminismo foi a Emma Watson. E, tipo, hoje eu entendo inclusive a problemática do He For She, que as mulheres se discutem, mas assim, nossa, eu lembro que pra mim, na época, foi muito, assim, me abrir os olhos pra um problema, sabe? E acho que da mesma maneira que fez pra mim, fez pra muita gente também, sabe? Furou muita bolha.
É isso. Realmente, não era um assunto tão plamente discutido, que nem é hoje em dia, né, entre pessoas mais jovens, principalmente, gente que não tavam dentro desse ativismo, que não tavam em faculdade, por exemplo, em que o assunto é muito mais frequente e tals. Então, realmente, acho que foi uma coisa muito importante, tá ligado? Trouxe a discussão, a tona, entendeu?
O bem ou o mal, enfim, acho que trouxe. Aí, assim, no meio disso, acho que teve alguns percalços, né? Porque aí ela começou essa campanha e tals, e eu lembro que um tempo depois, ela deu uma entrevista, que era na verdade, tipo assim, era uma entrevista, acho que na GQ Magazine, alguma coisa assim, que eram várias mulheres falando sobre feminismo. E então era tipo assim, cada uma tinha três parágrafos, alguma coisa assim.
Aí eu lembro que eu, na época, eu era chefe de tradução, e aí eu fui traduzir o texto dela, pra mandar pro Pedro, né, pra ele publicar. E aí eu lembro que na época ela falou alguma coisa, tipo assim, ah, porque os melhores feministas que eu conheço são homens, porque tal, tal, tal. Eu lembro que ela falava que mulher também pode ser machista, mas ela não diferencia essa questão da mulher que reproduz o machismo da mulher que é machista, de fato, enfim. É isso, nossos melhores feministas que eu conheço são homens, tipo assim, ela tinha três parágrafos e dois parágrafos ela tava falando mal de mulher, entendeu?
E aí, tipo, eu lembro que eu falei assim, Pedro, desculpa, não tem como a gente publicar sem fazer uma nota sobre isso, assim, de, tipo, explicar que está errado o que ela tá falando, tá ligado? Tipo assim, e a gente fez uma nota explicando que mulher não tem como ser machista, porque ela não tem a soberania social, política, né, e econômica, que ela também tá reproduzindo o rolê é diferente, enfim. E eu lembro que era uma questão, mas também algo que, assim, ela total hoje em dia reconhece isso, né? Geralmente a entrada, a parte de entrada geralmente é o feminismo liberal, é essa coisa nossa, de everybody e tal, e aí ela foi estudando, né, que eu acho que é o mais importante, ela estudou, contato com outras pessoas.
Ela queria um clube do livro, né, pra estudar mulheres que escrevem sobre o feminismo. Exato, né, e entendeu, assim, ela era chamada de feminista branca e ela ficava muito ofendida com isso e aí ela entendeu que, de fato, é isso, ela é, e aí ela tem que pensar também em outras questões, né, de, tipo, o que é uma mulher branca sofre perto de uma mulher negra, enfim, e foda-se homem, como sempre, enfim, questões, né, mas eu acho que foi um rolê muito legal na época, que eu acho que até hoje em dia, né, ela de vez em quando aparece, fala uns rolê… Parece que o salário está atrasado, né, da ONU, enfim, o Riforchi. No caso ela era voluntária, mas parece que o salário está atrasado, porque ela parece muito menos, até o Riforchi soltou a mão, assim, do Riforchi, né.
É, não, acho que depois de um tempo parou um pouco de fazer sentido, né, acho que era uma coisa que na época ela acreditava, né. Sim, pois é. Deixando claro pros ouvintes que, obviamente, homens, mais do que bem-vindos, do feminismo e tals, mas enquanto tem mulher aí, né, se fudendo, o ponto é melhor focar nelas primeiro, né, aí depois a gente vê. Exatamente.
E aí ao mesmo tempo, né, gente, foi como disse muito ao mesmo tempo, o cinema continuou convidando ela, né, tipo, um ano antes, ela foi convidada, em 2013, ela foi convidada pra participar de Cinderella, né, aquele Cinderella live action da Disney, só que ela recusou, porque segundo ela, ela não se conectava com o personagem, né. Vocês acham que, enfim, esse ativismo dela, o foco dela mudou pro ativismo e o cinema apareceu ali por um momento, pelo menos, não interessar mais a ela, sabe? O que vocês acham disso? Porque é uma crítica que eu já vi muita gente falar, né, não sei se a gente leva a sério ou não, mas, enfim, eu já escutei isso.
Cara, eu acho que sim, honestamente, assim, eu acho que ela, né, as pessoas, elas têm um tempo limitado e aí quando ela resolve se dedicar a uma coisa de forma mais, né, ativamente, assim, acho que ela coloca uma outra coisa em segundo plano e me parece que ela ficou muito mais criteriosa, assim, é tipo, ah, pô, Cinderella, né, ela ia fazer uma princesa da Disney e ela recusou porque ela achou que a personagem não se comunicava com ela, então, assim, se fosse uma pessoa realmente 100% interessada no cinema, na atuação, talvez aquilo ali fosse uma mega oportunidade pra ela, né, ela realmente recusou. Eu acho que ela tava muito ciente do que ela queria, assim, eu imagino. Sem pressa e já sendo milionária, né? Sim.
Eu acho que é meio isso, assim, realmente eu não precisava se desesperar por nada. Eu gosto muito, né, desse grande citação de que ela deixou de ser atriz pra virar feminista, o que eu acho perfeito. É realmente tudo pra mim. Mas total, assim, acho que ela se voltou pra outras coisas mesmo.
Coitadas, né? Pra meio assim, rolê, né, os filmes dela que saíram depois de 2014, né, tipo, que a gente citou, né, os dois, né, que foi Egressão e Amor e Revolução e tals, ela meio que já tinha gravado antes também, né? Então foi uma época que eu acho que ela foi mais off, que ela ficou focando mais nisso e tals. E justo, né?
Às vezes, assim, a gente não vai fazer um episódio dedicado à carreira da Bonnie Ride porque ela não teve carreira. Mas assim, a Bonnie Ride foi uma que se encontrou muito no ativismo, por exemplo, ela fez faculdade de direção e ela fez alguns curtas, ela fez, enfim, clipes e coisas, ela tá ligada na parte visual, mas ela é muito embaixadora das coisas, em coisa a ver com o meio ambiente, e dá pra ela extra e viaja pra vários lugares, então, tipo, quem ter dinheiro, dá pra pessoas se preocupar só com isso, né? Só com o ativismo, porque você não precisa estar ali trabalhando todos os dias naquele horário e tals. E Harry Potter formou muito essas pessoas, né?
Van Alint, por exemplo, se dedica à causa do veganismo, enfim. Sei lá, o James e Oliver Phelps se dedicam ao esporte. Embajadores do esporte, eles são embaixadores realmente de alguma coisa de esporte, mas assim, não é ativismo, no caso, é só… eles gostam muito de esporte, basicamente.
Eu sou a Saetha. A questão pra mim é mais de que ela começou muito nova nessa carreira, né? E aí, por muito tempo, foi tudo que ela conheceu, né? Teve aquela grande época ali, em ordem da Fênix, de Cameron Watson ia sair de Harry Potter, e as pessoas, meu Deus, foi um grande surto.
E eu gosto muito dessa época, porque existem boatos, né? A gente não sabe o que de fato aconteceu, mas dizem que ela descobriu a fortuna que ela tinha, e pirou, né? E ficou tipo, meu Deus, eu preciso disso aqui, eu não posso mais fazer isso aqui. E, gente, Emma Watson foi pra faculdade.
Em Hollywood, eu diria que, tipo assim, 2% daquelas pessoas vão pra uma faculdade, sabe? As pessoas não se preocupam com isso, cara. Assim, ela foi, ela se formou, em literatura inglesa, ela começou em Brown, nos Estados Unidos, depois foi pra Oxford. Imagina a gente estudar com a Emma Watson, ter ela como assim, tipo, colega de grupo de trabalho, assim?
Pois é, né? Entende, tipo assim, ter esse pensamento de estudar, convenhamos, quem que faria isso, tendo uma carreira, né, sendo famosa e milionária, e ela sempre disse, né, que ela sempre se identificou muito com a Hermione, né, a Emma. Tipo, em toda a entrevista que ela deu, ela fala que ela sempre se identificou muito com a Hermione, e que ela era uma leitora, e que ela gostava de estudar, e que ela sempre foi muito dedicada. É, e tinha um rolê de a família dela priorizar muita educação, né, de que, tipo, o pai dela se matava pra pagar uma escola pra ela, sabe?
E aí, uma vez ela tendo dinheiro pra conseguir pagar os estudos, ela que não achava justo, ela não honrar isso, né, além de ela mesmo ter interesse, claro. Então, eu acho que isso mostra muito que a atuação, né, não era exatamente uma prioridade dela. Acho que se a gente pensar em retrospecto, isso já tava muito claro ali, desde o início, né? Sim, sim.
E aí, ao mesmo tempo, né, agora a gente entra num ponto que talvez a gente possa sintetizar, resumir como os filmes em que a Emma interpreta ela mesma, né? Os filmes, mas talvez zona de conforto dela, né? E, claro, o maior desse filme foi A Belha Fera, né? Em 2017, o A Belha Fera foi lançado, né, o live action.
Foi uma das maiores bilheterias do ano, né, e que tornou a Emma, inclusive, uma das atrizes mais rentáveis do ano. Ela ganhou, assim, muito dinheiro por conta disso. E a Bella, inclusive, sobre isso que eu tava falando, né, a Bella, assim, como Hermione, é um personagem inspirador, leitora voraz, inteligente, empoderada. Tinha tudo a ver com a própria personagem feminista, né?
Persona feminista que a Emma tava desenvolvendo, criando na mídia, né? E a Emma explicou, inclusive, que a Bella era uma mulher cuja força a tornava um bom exemplo para as meninas, né? Então, assim, ela escolheu, aí eu acho que é aquela questão, né? Ela parece que não tava tão interessada necessariamente em fazer blockbuster, né?
Na realidade, esse foi talvez o único blockbuster que ela fez? Direi que sim. Aqui é cônico, né? É, exatamente, porque nessa época ela podia ter feito Lala Land, né?
Ela foi convidada pra fazer Lala Land no lugar de Emma Stone, mas ela optou por fazer A Belha Fera. Me parece, não porque era um live action da Disney grandão, enfim, que ia dar mais dinheiro, mas parece que realmente ela se identificou mais com a personagem, né? Não, total, ela tava meio que contratada pra Lala Land, né? Tipo, assim, ela foi confirmada.
Que bom que não fez, né? Não, sim, eu acho que foi uma escolha muito melhor, assim, até porque ela ganhou muitos dinheiros e fez o que eu acho que era mais a vibe dela, né? Fazer a Bella. E deixou a Emma Stone fazer um papel muito melhor do que ela faria.
Que a Emma Stone inclusive foi premiadíssima, enfim, acho que a carreira da Emma Stone foi importante pra carreira da Emma Stone, sem dúvida, né? Emma Watson criou a carreira de Emma Stone. Exato, a Emma Watson deu a carreira da Emma Stone pra quem? É muito louco isso, eu acho, né?
De, tipo, realmente porque é isso, né? Lala Land fez um grande sucesso, foi indicada a muita coisa, ganhou o melhor filme no Oscar, só que não, né? E aí a Emma Stone ganhou o melhor atriz e ganhou milhões de prêmios, não só o Oscar, né? Ela ganhou em vários lugares.
E aí eu acho que a Emma, assim, do que é isso, não deu pra ver com muitos detalhes a atuação dela, mas disso, eu não acho que ela teria com a Siffy pra fazer a Mia, né? Não, Lala Land, assim. Não. Eu acho que ela faria bem, até, mas eu acho que ela não faria da mesma forma que a Emma Stone.
Aí eu fico na dúvida, né, do que, se ela teria mesmo sucesso de crítica que a Emma Stone. Não no sentido de que ela atuaria melhor que a Emma Stone, mas existe uma coisa chamada lobby, né? O lobby que é essa grande campanha, né? Que o estúdio faz pro filme, né?
De investir dinheiro, de fazer festa, de trazer poster. Não só em marketing, né, mas pra agradar a indústria, né? As personas da indústria que são os votantes da academia, enfim. Exatamente, né?
O filme tem que chamar a atenção, ele não pode ser apenas bom, né? Inclusive, tem filmes que nem é bom, mesmo assim, indicado. Então, assim, é uma questão de realmente fazer uma boa campanha. E Lala Land teve lobby.
Lala Land foi o filme que recebeu mais indicações ao Oscar, só comparado a Titanic e a Malvada. Então, tipo assim, não foi por causa da Emma Stone, foi o lobby do filme. Então, eu acho que a Emma teria tido chances de, pelo menos, receber indicações a prêmios, assim, considerando que ela tivesse uma atuação minimamente decente. Eu acho que ela teria.
A questão é que, justamente por ser da Emma ter outras prioridades, entendeu? Ela acho que ela foi, ela experimentou, ela fez outro filme, ela ficou muito tempo com Hermione, que eu acho que, depois de uma certa parte ali, ela também começou a fazer Hermione muito bem, né, e tal. É a questão de, né, a atuação, assim, como qualquer coisa na vida, qualquer profissão, qualquer habilidade, você tem que treinar, você tem que estudar. E aí, eu acho que ela tinha outras prioridades, e tudo bem, né, mas aí, obviamente, o resultado, né, por exemplo, como Bella, ela tá super bem, porque é muito na mesma alçada, né, da ela mesma, da Hermione, é a zona de conforto, mas além disso, realmente, é mais difícil.
É, e também, eu acho que isso, essa coisa de realmente querer ser um bom exemplo, né, ela tava nessa pegada, né, tipo assim, a Bella é uma personagem feminista, aquela mulher que desafia o status quo do rolê, que chega lá e faz e acontece, e que, tipo, tem até umas entrevistas que ela deu, né, falando sobre como ela mudou o vestido, o figurino da Bella, pra ficar mais menos desconfortável, enfim, mais girl power. Exato, tipo assim, ah, sei lá, a Bella tem que usar bota, porque ela tá mexendo, sei lá, no chiqueiro lá do pai dela, então fazia sentido ela usar. É, que o pai dela é inventor, mas aí ela também faz a Bella inventar um negócio, que ela fica usando um rolê com cavalo, que é tipo uma máquina de lavar. Isso, então é uma mulher inventora, então, tipo, não é só o pai dela que inventou ela também, então foi ela que inseriu.
E, de novo, muito importante também, né, gente, porque eu acho que ela, de novo, né, ela já tinha feito o rolê da ONU, mas aí ela foi em menininhas, né, e, tipo, muito influente, assim, nesse sentido, né. Não, é muito legal, sinceramente. Não, é, eu achei uma escolha muito, muito boa mesmo, e trouxe o nome dela pra grande mídia, novamente, né. E, nossa, é um rolê realmente muito interessante.
Enquanto em La La Land, ela ia ter que interpretar uma artista, uma atriz que não consegue se dar bem na carreira, tipo, não tem nada a ver, né. Enquanto na Bella, ela estaria se interpretando, em La La Land, ela estaria o oposto, né. Enquanto persona, né, é que é isso, toda construção de imagem, né. Ela tá indo pro viés de ser respeitada enquanto atriz, seria outra coisa.
Não é o que ela tava preocupada. Em 2017, também, ela lançou um filme, né, gente, um filme que, assim, não assisti, né, pra comer as conversas, enfim, chamou Círculo. Era um filme com o Tom Hanks, enfim, e esse filme rendeu a Emma uma indicação ao Framboesa de Ouro, que pra quem não conhece, é o prêmio dos piores filmes e piores artistas, enfim. É o Oscar, só que ao contrário, entendeu, gente?
Exato, nossa, gente, esse filme é muito ruim, horrível. Mas, assim, eu nem acho que a Emma seja ruim no filme, viu, vale ressaltar. Eu acho que o Framboesa de Ouro foi só pra causar ali um furdunço, porque até Jennifer Lawrence foi indicada nesse Framboesa de Ouro por causa do Mãe, né. Acho que o Framboesa de Ouro não tá interessado em realmente…
Framboesa de Ouro não é muita coisa, assim como Oscar. É, o Framboesa de Ouro é uma piada, mas o ponto é, eu não acho que ela seja ruim no filme, mas é que o filme é muito ruim mesmo, muito. É como se fosse um episódio de Black Mirror de duas horas, só que ruim, entendeu? É um rolê bem doido, assim, mas é isso, pô.
É um filme com o Tom Hanks. É interessante pra ela, eu acho que ela não imaginava que o filme ia ser ruim, né. Volta naquela questão dos filmes anteriores, né, de trabalhar com pessoas interessantes, enfim. Pois é, gente, ela atua com o Tom Hanks.
Mas, assim, gente, vamos concordar que na maioria das vezes ela se deu mal nessas coisas, né. Ela se deu mais mal do que bem, assim, vamos ser sinceros. É que é isso, não sei, sabia, você acha que ela se deu mal? Ah, ela teve filmes que ela participou que eram muito ruins, né, segundo as críticas, enfim.
Foi o que eu falei, eu acho que ficou no 0 a 0, entendeu? Mas 0 a 0 é mais pro menos 1 do que pro mais 1. Não, eu acho que ficou no 0 a 0. Tipo, eu não acho que fez uma grande diferença.
Ela não ficou conhecida por uma atriz que só faz trabalhos ruins, porque, por exemplo, vou dar um exemplo assim, a Jessica Chastain. A Jessica Chastain é uma atriz perfeita, maravilhosa, a Jessica Chastain, que ela fazia filmes muito bons. E aí nos últimos anos só faz filmes muito ruins. Então, tipo, assim, foi uma sequência de filmes grandes que tiveram notoriedades que não eram bons.
Isso acaba pegando pra pessoa, tá ligado? Mas também eu acho que é pelo fato de que isso não influenciou tanto pra ela, porque ela criou a persona dela, ela tirou a persona dela disso e jogou a persona dela pra ativista, né, então isso também influencia. Também. Primeiro é isso, ela não era só atriz e também é isso, não eram filmes que tiveram uma repercussão grande o suficiente pra isso prejudicar a carreira dela de alguma forma, entendeu?
Nem pro bem, nem pro mal, enfim. E Bela é Fera, acho que foi o rolê de tipo, acho que foi o grande triunfo ali, de fato, porque ela tava bem no papel, o filme fez muito sucesso, ali foi ótimo. Não coloca ela enquanto atriz em si, ah, né, grande capacitada, enfim, não, mas de tipo, olha, essa daqui pode ser a protagonista do Sherlock Buster, né, mas aí acho que ela também não ficou aceitando, né? É isso, eu vejo muito como ela foi fazer o que ela queria, assim, né, voltada sempre nessa ideia de que era trabalhar com uma pessoa tal, com uma pessoa tal.
Por exemplo, né, a coisa, sei lá, uma Halle Berry da vida que é uma atriz que era super aclamada, que ganhou o Oscar e depois a carreira dela ladeirou de um jeito assim que hoje em dia essa mulher não existe mais direito, sabe? A Emma, ela não tem, assim, no imaginário das pessoas ela não tá como uma atriz fracassada, uma atriz que se deu mal, alguém porque eu diria até que entre os atores de Harry Potter as pessoas tem a visão de que ela foi a que se deu bem, né? Muita por conta da mídia, né? Essa questão da persona que a gente falou.
Exato, acho que as pessoas não tem essa visão de que ela se deu mal. Eu acho o Dan mais interessante e o Rupert enquanto atores, eu acho eles eu assisti mais coisa deles do que dela, por exemplo, apesar de gostar mais dela. Tipo, eu gosto mais dela, mas vou assistir mais coisa deles. A gente vai fazer episódios, inclusive, gente, sobre Rupert e Dan, enfim, mas eu acho bem legal, assim, eles se arriscam muito, né?
É, então, acho que ela quis ficar de boa, entendeu? Ela escolheu, né? Ela escolheu, ela pensou, ela só fez o que ela tava afim de fato e foi isso, entendeu? Então, nem é uma grande filmografia, entendeu?
Não são muitos filmes. Acho que o Daniel tem bem mais coisa que ela, não tem? Nossa, muito mais. Que ele não era um ativista, né?
Ele era só um ator. E aí, nessa mesma linha, né, gente? Bom, eu, pelo menos, acredito que seja na mesma linha de A Bela Efera, tem Adoráveis Mulheres, né? Que é um filme perfeito, enfim, filme que tinha tudo a ver com a Emma da mesma maneira, né?
Essa personagem, enfim, que é muito parecida com ela. Inicialmente, o filme era da Emma Stone, né? Olha lá, gente, a carreira dessas Emma se encontrando várias vezes. Elas fazem as trocas, troca, troca.
Mas a Stone não conseguiu arrumar espaço na agenda e saiu do filme, e aí a Emma Watson assumiu o lugar dela, né? Um filme com uma pegada totalmente feminista, dirigido pela Greta Garrick, que foi aclamada, indicada ao Oscar pelo Lady Bird, que também é perfeito, né, enfim. E é adaptação de um romance clássico, né? Eu acho que lá nos Estados Unidos, assim, ele é, tipo, muito clássico, lá as pessoas, as crianças leem na escola, enfim.
Então, acho que ela deve ter talvez estudado isso na própria faculdade, enfim. Sim. E, de novo, é um papel que ela tá muito confortável, né? É, isso é um clássico, né?
A Greta faz de uma forma diferente, porque já teve várias adaptações, né? Teve série, teve filme e tal, e a Greta traz uma pegada diferente, porque são, tipo, são vários livros e ela adapta dois em um filme só, faz uma coisa diferente de temporalidade, e é isso, né? Tipo, a Luisa May é o Cotke, que é a escritora, né, de Little Women também, tipo, nossa, uma mulher que conseguiu viver, né, da literatura, naquela época. Apesar de que ela odiava o Little Women, né?
Não sei se… É porque vendia, ela não queria mais escrever sobre aquilo. Ela queria escrever coisas cultos que não vendia basicamente, enfim. Exato.
Mas então, tipo, acho que a Meg, né, que é o papel da Emma Watson, assim, é também mais confortável pra ela, mas eu acho que foge um pouco, porque é justamente aquela personagem que, tipo, assim, a Jo, né, que é a protagonista, que é feita pela Sir Sherana, um beijo, Sherana. Maravilhosa. Ela é muito, tipo, quero ser independente, né? A Luisa May é o Cotke, é quase autobiográfico, né?
E ela quer ser independente e foda-se, ter que se casar, ela quer ali, viver dos livros dela e tal. E aí a Meg é a mais velha que se casa e tá vivendo numa situação meio miserável, porque, tipo, ninguém tem dinheiro, é meio foda. E a Jo meio que não entende isso, né? Como assim?
Não, a gente pode fugir, cê vai ser atriz, bora fazer o rolê. É, se eu for parar pra pensar, ela tá confortável, mas é um papel muito diferente, né? Ela tá no papel inverso. É, então, tem aquela pegada, que eu acho que é isso, parte do feminismo, é você poder escolher também casar e ter filhos e ser dona de casa, entendeu?
Tipo, ela fala isso, cara, eu quero isso, eu não tô sendo brigada, eu amo esse cara e eu quero ficar com ele. Eu acho que também é um lugar interessante ali, sabe? É, e não, e sem dúvida eu acho que, além disso que a Marina falou, né, que a personagem em nenhum momento é colocada como, sei lá, ela não é estigmatizada pelas escolhas dela em nenhum momento. E eu vejo muito, assim, eu acho que a Emma Watson não tava mais querendo fazer filme nessa época, ela já tava de boa, aposentada, e aí surgiu essa oportunidade de trabalhar com a Greta, eu acho que atualmente, né, é o maior nome, assim, né, feminino do cinema ali, desse cinema hollywoodiano, que ia fazer um filme, né, super feminista com um elenco de atrizes como a Shosha Rannan, a Laura Dern, a Meryl Streep, trabalhar com um dos maiores nomes ali em alta.
Tinha até o, como é que chama, gente, o Timóteo? Timóteo, Timothee Chalamet também, que sofre em alta. Não, mas não, a Florence Puggy é um filme super, é um filme gigante, é o filme que a Emma Watson queria, tenho certeza que ela sonhou em fazer isso. Muito feminino, né, eu acho que isso é o principal, né, tipo assim, é uma história escrita pra uma mulher, que aí o filme é roteirizado, dirigido pra mulher, com um elenco muito feminino, e que, tipo, num nível até que, enfim, eu tive essa experiência incrível com o meu pai, que incomoda, tipo assim, a gente não tá acostumado a ver histórias de mulheres na tela do cinema, entendeu?
E a história é delas e só delas, sabe? É, acho que isso é muito legal também, tá ligado? Tipo assim, não é uma coisa comum, então ela participar disso, pô. Não, o filme é excelente, né, mas ao mesmo tempo eu lembrei que inclusive Marina, quando escreveu a crítica pro Potterish, dizia que a Emma estava boa, mas limitada, né, nesse papel.
Eu acho ela limitada, gente, eu não acho que ela incomoda, entendeu? Olha o elenco de peso que tem ali, ela vai ser o elo mais fraco, invaravelmente. Mas assim, não atrapalha o filme, ela não tá ruim, tá ligado? É que é isso, como eu fui fazer a crítica pro Potterish, então eu tinha que falar da Emma, mas assim, se eu fosse fazer uma crítica pra um lugar geral, eu nem teria mencionado ela provavelmente, eu falaria de passagem, eu não ia focar.
É, claro, não tem como ela ser o foco nem na história, né, ela não é o foco nem na história, né, tipo, nem, não cabia. Ela é a menos, ela é que tem menos cena entre as irmãs, né, ela é a que tem um papel menor entre o elenco principal, eu diria. Eu acho que foi uma escolha acertadíssima, realmente assim, um filme ali por uma diretora renomada, com um elenco super bom, uma história feminina e feminista, entendeu, realmente? Ai, gente, assistam Adoráveis Mulheres, cara, é muito bom.
Sim, inclusive, rolou uma época um, o Hollywood Reporter, eu acho que noticiou que a Emma tava em negociação pra fazer o Viúva Negra, filme lá da Marvel. Ah, é verdade. E aí, depois saiu de que ela recusou o papel, as negociações não deram certo e ela não topou. É o papel da Florence Pug, não?
Exato, que agora é o papel da Florence Pug. E aí eu me pergunto, né, o que aconteceu, porque assim, dentro do aspecto, o mais perto que a Emma conseguiria de fazer de um filme blockbuster super feminino, né, o filme de uma heroína ali, como a Viúva Negra, e fazendo um personagem super, eu acho que ela realmente, ao meu ver, ela não tava interessada, assim, em fazer isso. Tipo, ela recebeu o convite, porque, enfim, né, ela é um nome grande. Mas acho que ela pensou, pô, eu vou me envolver aqui nesse filme que eu vou ter que passar mais três mil anos fazendo esse personagem, porque os personagens da Marvel, eles não assinam contrato pra um filme, né, os atores assinam pra vários filmes.
E então, assim, ninguém sabe se ela recusou, de fato, né, as histórias são de que as negociações não deram certo. A gente prevê que foi por conta disso, né? É, eu prevê que ela, assim, de início ela teve um interesse, mas depois ela pensou melhor e falou, tô de boa. Que isso, é um filme dirigido por uma mulher, protagonizado por uma mulher, enfim, é um dos filmes de heroína mais esperados, né, da história, da Marvel, então…
Ficou com Deus, né, fica pra próxima encarnação. É. E por fim, né, gente, mas, obviamente, não menos importante, tem o filme que vocês devem estar perguntando toda hora, mei caralho, eles não estão falando desse filme porque a gente vai falar sobre as vantagens de serem invisíveis. Perfeito, enfim, é o melhor e mais marcante filme da carreira post-poster da Emma Watson.
E aí, olha só, a gente não tá falando, como, de novo, eu já disse, não tá falando em cronologia, porque ele foi lançado em 2012, então foi muito perto de Harry Potter, né, gente? Sim. Cara, é realmente, assim, o timing é tudo, né, porque, né, tipo, eu tava lendo, né, sobre, ela falou que na época de Cálice de Fogo, ela tava procurando coisas pra fazer e ela não achava nada que interessava, e aí ela entrou em contato com a vontade de ser invisível e aí ela se apaixonou pela história e pela personagem dela. Com o livro, né?
Exato. Naquela época, já, ela já tava. Eu acho que foi um timing muito perfeito, entendeu? Um ano depois que saiu Relíquias da Morte, parte 2, em que todos nós ainda eram jovens, né, e era justamente um filme coming of age, né, esse momento, um filme adolescente, aquela coisa do amadurecimento, de você passar por provações e descobrir quem você é no mundo, aquela coisa assim, que é um tipo de filme que eu adoro, inclusive.
Então, acho que pegou muito bem exatamente o público de Harry Potter, entendeu? Tipo assim, todo mundo ali também era adolescente ou próximo disso, sabe? Apesar de que no Brasil ele foi completamente negligenciado, né? Parisiumi, se você estiver escutando…
Foi por causa de Crepúsculo, cara. Foi por causa de Crepúsculo, porque aí, tipo, lançou mais ou menos na mesma época, e aí Parisiumi preferiu dar preferência a Crepúsculo, teve esse rolê. Cara, tivesse segurado mais o filme, né? É, pois é, mas…
É engraçado porque eu acho um filme totalmente negligenciado em todos os sentidos, né? Porque foi um filme que, apesar de ser o filme mais marcante da carreira da Emma, de ser muito famoso, né, um dos filmes mais, assim, lembrados mesmo dela, é um filme que não teve muita atenção, assim, pela… Eu acho que ele ficou… O Boca a Boca foi que fez ele, sabe?
Ele não foi um filme que foi indicado em premiações, ele não foi um filme que fez rios de bilheteria, ele não foi… Não teve um lançamento grande, não lançou em festival. Foi realmente, assim, o Boca a Boca. E tinha tudo pra ter acontecido isso, né?
Tinha tudo, eu acho que ele é o tipo de filme que passaria na TV e se tornaria um clássico, sabe? Assim, na TV aberta, assim, eu acho que seria um filme super… É, não, e realmente ele tá caminhando pra isso, né? Ele é um filme realmente que…
Pra você ver que às vezes o filme só se basta. Assim, tudo bem que não era um filme pequeniníssimo, teve uma distribuição, pelo menos, as pessoas conseguiram ver e tal. Mas é isso, foi passando pras pessoas, as pessoas foram assistindo e é um filme que ele toca muito, que é muito emocionante. E ver na época, assim, acho, foi muito legal.
Porque é isso, que eu tava justamente dos temas que eu tava vivendo, entendeu? E aí Emma Watson tava lá, que era isso, sabe? Essa grande protagonista dos anos 2000, né? E ela tava também presente nesse filme, foi o que me levou a assistir, sabe?
Total, e é isso, ela contra a cena com Logan Lerman, que também era conhecido ali pelo Jacob Timm, por causa do Percy Jackson, né? E o Ezra Miller, que até então não era muito famoso, mas ele tinha feito Precisamos Falar Sobre Kevin, que foi um filme que circulou, né? Teve um boca-a-boca também, teve um debate sobre ele. Então ali tem o Paul Rudd também, né?
E o Stephen Chibosky, né? Que tem um prestígio muito grande, né? Não sei exatamente no cinema, mas enfim, no caso ele não só escreveu o livro como ele roteirizou, ele adaptou, né? Ele dirigiu também, né?
Sim. Perfeito. E que eu acho muito louco, que assim, as pessoas que não são fãs de Harry Potter, as pessoas conhecem Emma Watson por esse filme, sabe? Assim, no meu círculo de…
Porque assim, eu conheço muitos fãs de Harry Potter. Eu também conheço pessoas que não são necessariamente fãs de Harry Potter, que não tem tanto interesse, por exemplo, em filme de fantasia, que gosta mais desses filmes mais, né? Dramas, comédias, e todo mundo gosta de A Antagem de Ser Invisível, assim. É um filme muito querido pelas pessoas, sabe?
E eu acho que sem dúvida algum é um filme pelo qual vai ficar marcado, assim, na carreira da Emma, sabe? É, os filmes ruins dessa época esquecem todos, né? As pessoas esquecem e lembram mais do… É, porque os filmes ruins ninguém viu.
Exato, esse é o principal. Não é o Batman vs Superman, entendeu? É tipo, realmente, as pessoas não viram. Mas é muito legal, realmente.
E é como realmente tem coisa que não tem como você saber, né? Que vai dar certo. Mas aí deu, e deu muito. E várias pessoas que estão ali nesse filme são nomes importantes, sabe?
Hoje em dia, até. E é um filme que ele passa uma mensagem muito legal, que é muito emocionante. A Sam é do túnel, gente. Heroes pra Evandra pedir música no início do podcast.
Exato. Então, é uma coisa que eu acho que pega muito, muito legal. Eu acho que a personagem dela é diferente também. Sim.
Eu acho que a Sam é muito assim… Sabe aquela menina que você conhece e aí você não é exatamente muito próxima, mas ela é muito legal. E divertida, e tá ali na vibe dela com o irmão dela, entendeu? E tipo, é uma menina tipo, super amiga, super compreensiva.
É muito incrível, assim. Acho que é um papel super legal também. Tem o problema com o sotaque dela que deveria ser estadunidense e ela tá britânica, mas enfim, tudo bem, né? Pior é que eu fui ler entrevista hoje e ela ai não, porque eu trabalhei com um técnico de dialeta.
Eu falei caralho, imagina se não tivesse, né? Cara, poderia simplesmente ter adaptado o roteiro, né? Pra falar que ela era, sei lá, uma pessoa que de alguma maneira, enfim… É, ela se mudou.
É, era uma coisa básica, né? Mas eu acho que eles acreditaram que ela ia conseguir de fato fazer o sotaque americano, né? Meu Deus. A gente que aprendeu inglês em escola americana tem o sotaque americano e quer mudar, enfim, não dá.
Foda, né, sotaques? Mas eles vão assim, não é nada demais, e eu acho realmente um filme muito sensacional. Eu fico sem palavras, assim, de tanto que ele me emociona, então realmente dá pra ver como é uma coisa muito legal, que foi logo depois de Harry Potter e que marcou a carreira dela de uma forma muito legal. E o livro também, né, gente?
Eu acho que esse par, esse livro deu mais renda no Brasil pra pouco do que rendeu de bilheteria, sabe? Eu não duvido. Eu, eu não conheço, assim, entre os fãs de Harry Potter, eu não conheço ninguém que não goste, obviamente, como eu vos falou, de A Noisada de Ser Invisível, eu não conheço ninguém que não tenha lido, todo mundo leu. Sério, eu conheço mais de cem pessoas que leu esse livro, sabe?
Não, então, pois é, foi automático, foi no ano seguinte, gente. Foi o Relíquias da Morte, parte 3, todo mundo viu e leu. Eu queria dizer que eu li o livro antes, tá? Antes do filme.
Hum! Eu era realmente muito fã da Emma. Qualquer coisa que ela tava prestes a fazer, assim, eu já me apropriava daquilo, então, quando eu soube que ela ia fazer esse filme, eu corri pra ler o livro. Então, você pegou a capa que era diferente, a capa do livro, não a capa do filme.
Isso! O que me impressiona no filme é que ele conseguiu me satisfazer muito, mesmo já tendo lido o livro, coisa que geralmente não era uma tendência, né? A gente li o livro, ficava decepcionado com o filme. E ele não fez isso, assim, eu adorei o livro e eu adorei o filme, sabe?
Cara, eu acho que é uma capacidade impressionante de você escrever a obra e aí você vai roteirizar ela e filmar ela você mesmo e você tem a distância suficiente pra entender, ok, isso aqui vai funcionar no filme, isso aqui não vai funcionar. Isso aqui pra um filme, então, tipo, o Charles ele não é tão infantilizado no filme como ele é no livro, o Patrick tem muito mais desenvolvimento. Enfim, tipo, ele desenvolve muito melhor as coisas que ele entende que ele tem que desenvolver, entendeu? Na verdade, eu acho o filme melhor que o livro, assim.
Ele melhorou a obra dele, no fim das contas. Tipo, deve ter tido um distanciamento de tempo pra ele poder melhorar pra obra, até, né? Por isso que é melhor. O que eu acho incrível do filme é que isso não é só a história que é interessante, né?
O filme tem uma trilha sonora incrível o filme tem uma fotografia, tem a cena do túnel que é muito emblemática assim, tipo, a imagem daquilo ali fica no imaginário, né, da coisa. Nossa, naquele momento eu juro que éramos infinitas, entendeu? Exatamente. E eu acho que a Emma mostra, assim, dentro do limite dela, assim, uma versatilidade que é um personagem engraçado, divertido e também muito dramático, né?
A Sam tá ali tentando descobrir o local dela no mundo, assim, como todos os outros personagens, né? E ela tem umas questões ali. E nossa, esse filme é perfeito. Não, cara, é que assim tem um grande, tem uma fala do Paul Rudd, né?
Que aí o Logan Lehmann vira pra ele e fala assim, por que que as pessoas só se envolvem com quem faz mal a elas, algo assim? E aí o Paul Rudd fala, a gente aceita o amor que a gente acha que merece. Gente, eu tô arrepiado. Gente, eu o quê?
Quando eu tinha 16 anos ouvi isso, isso foi fundamental, caralho. Até agora, amiga, 22, tô arrepiado. Não, pois é, tipo assim, cara, entendeu? Então, assim, obrigada, Emma Watson.
Quem não foi ter um Blair Boy de postar lá no Twitter, assim, We accept the love we think we deserve, sabe? Tipo… Então, tipo, cara, e ela que trouxe isso pra gente, tá ligado? Sim.
Eu não sei o quanto a gente teria tido contato com esse filme. Thank you, Emma. Thank you, Emma. Thank you, Emma.
Não, sem dúvida. Acho que é o filme que eu mais amo, da filmografia da Emma, tá? O que é Harry Potter, né, gente? Perto disso.
Aqueles, né? É assim que a gente vai caminhando pra encerrar o episódio, gente, lembrando da Emma enquanto atriz desse filme perfeito. Enfim, o resto a gente passa o poninho, limpa, literalmente limpa, tira do meio, assim, deixa adoráveis mulheres, deixa o Perks, enfim, até um bling bling ali, mais ou menos, e é isso. É, cara, eu acho que o importante é que aparentemente ela sempre fez o que ela quis fazer, o que ela acreditava, o que ela dava fim, o que ela achava que seria interessante pra ela enquanto atriz, enquanto pessoa, e aí ela entrou também na cidade do ativismo e ficou fazendo, fundou o clube do livro também, distribuiu o livro pelo metrô de vários lugares, e tá aí nessa tarefa de, né, enfim, trazer essa palavra do feminismo, e tá fazendo o rolê.
Saiu esses rumores de que ela, entre aspas, se aposentou, mas assim, não é também como se ela fosse uma pessoa super nativa, então eu acho que não significa nada, eu acho só que, tipo, se surgir, que nem surgiu um Adoráveis Mulheres, se surgir algo que ela tiver afim, ela vai fazer, ela não precisa fazer tipo, ah, eu preciso entrar na componentadoria pra receber o NSS, tipo, não é isso, né, então ela pode continuar fazendo coisas e acho que ela pode trazer projetos interessantes, entendeu? Ah, eu acho que ela, meu, eu acho que ela pode muito bem estar escrevendo um livro, por exemplo, não sei. Pode ser. Ela pode estar fazendo absolutamente qualquer coisa, né, assim.
Eu acho que o mais importante de tudo que, tipo, gente, geralmente, cara, a pessoa tem uma carreira enquanto criança, né, esse pessoal que é famoso enquanto criança, fica tudo com o problema da cabeça e aí uma ou outra parece que deu certo, entendeu? Então que bom pra ela eu fico muito feliz. Diferente do Daniel, né, que isso ficou todo, até hoje é ferradíssimo, enfim, da cabeça. É, então.
Então, assim, fico feliz por ela, entendeu? E acho que tem trabalhos aí muito legais pra gente admirar e falar, tal. Vale a pena ver de novo. Exato.
Aliás, enfim, quais filmes vocês acreditam que vale a pena ver de novo desta filmografia da Emma? Vamos lá. Ah, eu acho que, não sei se você é meio consenso, pra mim é a vontade de ser invisível e adoráveis mulheres. Pra mim, tipo, esses dois aqui pra mim são, tipo, os must see que eu amo, os dois, assim, de paixão.
Sério, são filmes que eu gosto muito. Pra mim também. Ah, pra mim também, só que eu não quero repetir, então eu vou falar outros. Eu acho que todos deveriam ver The Bling Ring, tá?
Ah, óbvio, ela vai. É um filme muito bom, eu acho que é um filme que que merece ser revisto, porque eu acho que a gente não tinha maturidade, entendeu, pra ver ele ali tão jovem. Vale pra você. Não, eu digo isso porque eu acho que é um filme que, se você ver com o Aliás de hoje, eu acho que ele vai ser bem mais interessante, eu diria.
Se você não gostar, tudo bem. Nossa, e o livro mais ainda, gente. O livro, eu lembro que quando eu comecei a ler, meu Deus, com três, quatorze anos, eu ia falar, ah, eu tô achando esse livro muito chato. Fui falar com um colega da Naseki, enfim, o Renato, que na época era revisor do Ixi e tudo mais, ele falou, presta atenção nisso, naquilo, naquilo outro, aí mudou completamente, assim, que eu tava pensando.
Mas eu gosto de ter a sabia com esse filme, pra brigar com o Evandro, eu acho que faz parte da nossa dinâmica. Eu acho um absurdo. Senão, por que a gente vai continuar amigo? É verdade.
Mas é isso, gente, vocês vão contar pra gente aí nos comentários do Instagram, da onde você estiver ouvindo, porque tem plataforma que tem comentário, tem plataforma que não tem aqui, quais filmes vocês assistiram, quais vocês gostaram, quais vocês não gostaram, enfim, vocês vão reassistir, provavelmente, o A Vontade de Ser Invisível. E é isso, né? Eu tô emotivo, assim, de falar de A Vontade de Ser Invisível. Eu também.
Ai, gostei muito de gravar esse episódio, porque, nossa, trouxe coisas bem legais. Obrigado por acompanhar a gente até aqui. Hora do jabá. Evandro, onde as pessoas podem encontrá-lo, caso elas queiram falar mal de plain ring pra você?
Olha, não aceito, hein. Então, as pessoas podem me seguir ou mandar DM ou mencionar no Twitter, que é pessoas podem me encontrar também no Instagram, no pessoas podem me encontrar também no site pause, gente, esse é o momento, né? Gente, eu nem, espero que as pessoas estejam ouvindo até agora, mas, basicamente, eu, Evandro, Pedro, Gabriel Santana e Gabi Benevides. Gabi apareceu por aqui já também no episódio da Petunia e da Língua.
A gente tá com um site de música agora, basicamente, de conteúdo de música, então a ideia é trazer, assim, não trazer notícia, que é o que já é feito, né, mas trazer realmente listas, né, rankings, quiz, testes, realmente pra, tipo, você goste de música, você quer saber sobre algo, quer testar seu conhecimento sobre algo, aí tá lá, sobre todo tipo de música, assim, gente, tá um projeto que a gente começou agora, que a gente tá bem empolgado. Sigam lá, gente, no Instagram, no Twitter, que é arroba site pause e entrem no site pra ver todos os conteúdos, sai texto todo dia, gente, site pause.com. É isso, amei, o jabá. Evandro, a gente nem sabe falar disso mesmo, a gente trouxe porque a gente achou que faria sentido pra fazer esse jabá no final.
É lógico, exatamente. Enfim, Marina, caso as pessoas queiram falar sobre o pause, com você, como que elas fazem? Minhas redes sociais, né, Instagram, Twitter, Facebook, TikTok, é tudo arroba marinaanderi, marina a-n-d-e-r-i. E aí, as minhas redes, gente, é arroba im pedromartins, Twitter, Instagram, Clubhouse, Facebook, tudo que vocês quiserem, tá lá, só a gente entrar lá, tá bom?
E tem azopoteriche, é claro, né, arrobopoteriche oficial no Instagram e no resto é tudo arrobopoteriche, né Marina? No Facebook, no Twitter, enfim, tudo com aquele lugar que vocês quiserem. Exatamente. E claro, arrobopoteriche.com para as principais notícias de Harry Potter e também listas e artigos e reportagens que vão começar a sair no site em breve.
É isso, um beijo e até a próxima. Beijo! Beijos!







