#16: Lufa-Lufa não é a casa só dos figurantes, com Isa Imay
Apesar de Lufa-Lufa parecer ser a morada dos figurantes, devido à falta de lufanos bem construídos, tanto nos livros quanto nos filmes de Harry Potter, a casa é a mais simpática de Hogwarts, com uma fundadora acolhedores e participantes que, além de gentis, são também poderosos, inteligentes e ambiciosos. Os apresentadores do Semanário dos Bruxos, Pedro Martins e Marina Anderi, recebem a designer Isa Imay, do Potterish, para revirar a Sala Comunal da Lufa-Lufa!
Os episódios sobre Grifinória, Sonserina e Corvinal já estão disponíveis. Para escutá-los, basta procurar na lista de episódios.
RESUMO DO EPISÓDIO
- Helga Hufflepuff é a mais gentil dos fundadores de Hogwarts
- Lufanos não chegam prontos a Hogwarts, mas aprendem a serem leais, pacientes e justos
- Apesar de serem bem-vistas, os valores da Lufa-Lufa não são valorizadas pela sociedade
- Os livros de Harry Potter não representam bem os lufanos
- O que faz de Cedrico, Tonks e Newt verdadeiros lufanos?
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Sejam bem-vindos ao Semanário dos Bruxos, o podcast do Poteiriste, que vai ao ar toda terça-feira nas plataformas de streaming. Eu sou o Pedro Martins, editor-chefe do site. Eu sou a Marina Nderi, gerente de marketing. E o tema do podcast dessa semana é um tema muito legal.
A gente está dando continuidade aos nossos episódios sobre as casas de Hogwarts. E agora, por último, mas com certeza não menos importante, a gente vai falar sobre a Lufa-Lufa, gente. Essa casa maravilhosa da qual eu não faço parte, mas adoraria fazer. Eu queria aproveitar para dizer que a Lufa-Lufa está vindo por último, porque antes de lançar o podcast, a gente falou que a gente ia lançar os episódios das casas, a gente fez uma votação.
Então, foi tipo, mais votado a menos votado, tal, assim. Então, não é tipo a gente, ah, vamos deixar a Lufa-Lufa por último. Não foi um bullying, entendeu? A fanbase tem que ser mais forte para ter mais votos, para vim antes.
É isso que eu apego. A fanbase tem que fazer irritar esse episódio, gente. Exato, tem que ser tipo de diva pop, entendeu? Mas, assim, eu gosto muito da Lufa-Lufa.
Cara, por que alguém gostaria da Lufa-Lufa, se é ligado? Eu acho que também tem essa questão. Aí tem gente para tudo, né? A gente está experienciando falar sobre casas de Hogwarts, né, no Instagram da gente, no site da gente, e o pessoal surta quando a gente fala de casas de Hogwarts.
Então, tem doido para tudo. Sim, mas é uma casa que eu gosto muito, assim, e que eu estou bem animada para discutir. E para falar sobre a Lufa-Lufa, a gente recebe hoje uma convidada muito especial, a Isa Aimei, que é designer gráfica do Potteriche, e ela é quem faz todas as peças gráficas do nosso podcast, inclusive o logo, enfim. Todos vocês sempre elogiam.
Então, estamos com essa pessoa hoje, que é Lufana, que defende a Lufa-Lufa com unhas e garras, e é isso que ela vai fazer aqui hoje, né, Isa? Oi, gente. Você falou meu nome errado, tá? Só para te avisar.
Como é que é? Socorro. Imae. Ah, meu Deus do céu.
Gente, é que é isso? É, eu falei, nossa, que internacional, né, a Aimei. A gente tem essa mania, né? Não vamos nem cortar, vamos que vamos.
A gente tem essa mania, mas é Imae, tá vendo? Perfeita. Então, gente, para a gente começar essa discussão, vamos começar por quem? Vamos começar pela Elga Hufflepuff, ou é Elga Lufa-Lufa?
Eu não lembro nunca como é que ficou, mas acho que é Elga Hufflepuff, né? No meu coração, eu acho que fica muito mais bonito se você falar o sobrenome deles em inglês do que em português. Acho que o nome da casa em português é legal, mas enquanto o sobrenome é meio estranho, né? É, eu acho estranho também, não fica legal.
Então, será a Elga Hufflepuff. A Elga foi a única, né, dos fundadores de Hogwarts, né, dos quatro, que não tinha nenhuma preferência, né, gente, por qualidades específicas dos alunos que fariam parte da casa dela, né? E isso, particularmente, eu já acho uma coisa muito interessante, eu acho isso muito legal, assim, porque, tipo, enquanto os outros estavam todos preocupados, ah, eu quero gente corajosa, ah, eu quero gente inteligente, ah, eu quero gente ambiciosa, a Elga estava, tipo, eu quero gente, tá? É bem isso, assim, que ela só queria pessoas para ensinar, ela só queria ensinar todas as pessoas.
Isso não é fofo? Sim, pô, e numa época que é isso, não existia escola de magia, entendeu? O pessoal tinha que se virar nos 30, então, tipo, agora que a gente está criando uma escola de magia, eu vou ficar selecionando qual característica que eu acho que os alunos têm que ter? Não, cara, tipo, vamos ensinar todo mundo, né, porque se for para ser assim…
A única pessoa recente entre os fundadores, né, gente, vamos ser sinceros? É, acho que sim. Então, é que é isso, eu tenho umas certas dúvidas se, tipo, essa questão não era de um método pedagógico, entendeu? Em que sentido?
Por exemplo, pegando a da minha casa, a Urvina. Tipo, beleza, eu sou uma pessoa que eu prezo pelo conhecimento, pela curiosidade, pela sagacidade e tals. Então, as pessoas se quiserem aprender por essa ótica, faz mais sentido, entendeu? Elas estarem junto de mim, assim, no sentido de que a gente vai se dar melhor, a gente vai trabalhar melhor junto.
Sim. Tá defendendo o sistema de casas, Marina? Não, eu não tô defendendo, eu tô pensando que enquanto projeto pedagógico, se for um projeto pedagógico, pode ser interessante o que não quer dizer que deu certo, porque não é isso, tipo, eles morrem e aí a escola vai outras pessoas dando uma aula, então esse projeto se perdeu com o tempo. Sim.
Mas, assim, a intenção talvez, na verdade eu não acho que é isso, acho que era tudo ego, e aí é só algo perfeita mesmo, é isso. Eu fiz uma relação estranha na minha cabeça, que os outros fundadores são escolas particulares, e a réuga é essa, uma escola pública. Cara, faz sentido, faz todo o sentido. Faz muito sentido.
Nossa, é real, assim, sabe? Porque realmente, assim, era de certa maneira até um preconceito que os outros pareciam ter com pessoas que não se encaixavam. Eu entendo o que a Marina disse, mas, assim, de modo geral, pro chapéu seletor, pelo menos, é meio que, tipo, assim, sei lá, é como se fosse um preconceito, assim. Eu acho muito da hora o fato da Élga ter essa possibilidade de acolher todo mundo, assim, sabe?
Muito interessante mesmo. Justamente pra tirar essa coisa de que a Lufano é tipo quem faz aquele ditado, né? Ela não sabe o que que faz de faculdade, faz administração. Lufa-Lufa, administração de Hogwarts.
Desculpa, se tiver alguma administradora ouvindo. Mas é justamente isso que eu tô falando que não é certo, entendeu? Entendi, entendi. Mas uma boa analogia.
Uma boa analogia. Espero que tenha até amigas que são, tá, gente? Pelo amor de Deus. Mas então, né, gente?
A fama que o Lufano tem de amar comida e tudo mais, provavelmente ela vem dos dons culinários da Élga, né? Não sei se vocês sabiam, mas a Élga tem dons, tem dotes culinários, e as receitas dela, boatos que são usadas até hoje no preparo de muitas festas em Hogwarts e no mundo bruxo, enfim. E ela também tem essa relação toda com a cozinha, né? Porque quem meio que montou a cozinha foi ela, não foi?
A cozinha de Hogwarts. É, ela trouxe um lugar seguro pros elfos trabalharem, né? E foi a cozinha. Eu acho incrível isso, porque eu sou uma taurina que gosta muito de comer.
Então a minha casa do lado da cozinha é maravilhosa. Tipo, eu saí da minha casa e na cozinha peguei alguma coisa pra comer. Tudo, né, gente? Muito conveniente, né, assim.
Não, eu tenho luinthoro, então eu me identifico, entendeu? Com essa coisa da comida. E, tipo, meu, esse negócio dos elfos, eu acho muito daora, porque… É que isso realmente mostra como ela era uma pessoa muito boa, entendeu?
Que pensava além dos seus interesses, que pensava no bem-estar dos outros, porque, tipo… Quem, sabe, nos anos mil ali tava pensando em direito dos elfos domésticos, se nos anos 90, em 1990, ninguém pensava nisso. Quase mil anos depois, né? A Hermione era ridicularizada, né, por falar que os elfos não iam ter direitos?
Não, imagina, assim, se a gente tem ali, né, nos anos de 1990, porém da década de 90, os Malfoy tratando o elfo deles daquele jeito, o Rony achando que tá tudo ok, o Bartó Prout tratando a Wink daquela maneira. Imagina mil anos antes como era, meu. Devia ser, assim, pior, assim, muito pior. Sim, devia ser horrível.
E daí ela trouxe um lugar seguro e bom pra eles trabalharem. E parece que eles são muito felizes, assim, né, pela parte que a gente vê nos livros, pelo menos. Sim, sim, com exceção, é claro, do Dobby, né, enfim, porque o Dobby era todo rebelde, assim, né, o Dobby era meio aquariano, assim, provavelmente. A Wink também não gosta de trabalhar lá, né, nos livros ela só chora.
Então, mas é porque a Wink, eu acho que o rolê dela, é que ela até gostaria, mas ela gostava muito de ser chaveirinho, sabe, da família Crouch. Cradinha. Ai, gente, eu adoro a Wink, meu Deus. Eu também.
Ela é muito boazinha, gente, ai, coitada. Pizaram muito em cima dela. Ai, ela é bêbada, eu amo. É, pelo todo mundo vinho, né, se identifica.
É, então, Wink e Bebadinha, eu amo. Tinha um Twitter que era Wink e Bebadinha, que tweetava como se fosse a Wink, era perfeito. Se a Wink e Bebadinha estiver nos escutando, volte com esse Twitter, porque era maravilhoso. Mas eu acho realmente, assim, né, é interessante que, sei lá, Hermione pode ser que não tenha reconhecido tanto esse feito da Helga, né, de meio que dar cozinha pros Elfos trabalharem, sem seres explorados.
Porque eles tinham direito a descansos, sei lá, de alguma maneira. Era melhor que trabalhar na casa dos patrões, né, deles, com certeza. Eu acho que a questão era, tipo, era menos pior, entendeu? Tipo, eles continuam estando presos a Hogwarts, né, tipo, são funcionários escravos, né, eles não estão recebendo.
Obviamente, é isso, pô, eles não vão sendo maltratados, ainda assim, não são. Nossa, que condição incrível, né? Não tem uma CLT, né, dessa questão assim. Eu acho que a visão da Hermione era mais, tipo, pô, isso tá errado, porque eles deveriam ter independência deles, entendeu?
Isso mil anos depois, né, e faz sentido, claro. É, exato, exato. Não vamos falar mal da Hermione hoje, Pedro. Só hoje, tá?
Mas então, gente, agora saindo um pouquinho da cozinha, né, saindo um pouquinho da sala comunal da Lufa-Lufa, que é do lado da cozinha, voltando a Elga, né, uma vez que a Elga, ela não escolheu de fato, né, as características que a Lufa-Lufa presaria, né, já que ela aceitava ensinar a todo mundo as características marcantes dos Lufanos. Será que elas foram realmente ficando assim, com o tempo? Se fixando com o tempo? Ou será que a própria Elga lá no início já falou que queria pessoas leais, pessoas que valorizassem trabalho duro, paciência, que fossem justas?
O que vocês acham que aconteceu assim na história da Lufa-Lufa? Eu acho que talvez ela tenha ensinado isso para os alunos que vieram pra ela, os que sobraram, né, entre aspas, e eles foram passando isso pras próximas gerações, assim. Ficou a cultura da casa, né? É.
Tipo, mesmo que você não seja totalmente de uma maneira, você vai aprendendo a ter essa característica durante os seus anos de escola. O que é uma coisa muito interessante também, né, porque se a gente for parar pra pensar, tipo, enquanto os outros já queriam pessoas pré-formatadas de alguma maneira, ela formatou os alunos da casa dela, né, de alguma maneira, assim, sabe? E com coisas boas. Tem a questão se você parar pra pensar.
Acho que a gente fala isso no episódio da Sonserina, talvez, de que as pessoas são criaturas do meio, né? Uhum. Então, tipo, é muito fácil. A partir daí, se você tá numa casa, né, a gente falou, acho que da Sonserina, então, tipo, ah, uma casa que o pessoal tá todo tempo sendo levado, principalmente na época do Voldemort, né, pra essa coisa de condensar.
O pessoal é capaz de você se envolver naquilo também, entendeu? Tipo, assim, eu acho que tem uma questão da influência, e que pode ser positiva ou negativa, né? No caso da Lufa-Lufa, me parece que é algo bem, bem positivo mesmo. Mas me conta uma coisa, Isa.
Como que você soube que você era lufana? Como é que foi a sua seleção, enfim? O que que você sentiu quando você descobriu? Conta aí, como é que você chegou na Lufa-Lufa?
Gente, foi, assim, do ruim pro bom. Claro que eu queria ser grufinária, né, quando eu era uma jovem fã de Harry Potter, porque o Harry era grufinário. E surgiu o Pottermore, foi aquela desgraça de criar e-mail pra conseguir entrar, assim, e ficar, né, foi uma desgraça. E eu tava no estágio, e daí eu fiz a seleção.
E daí, quando caiu o Lufa-Lufa, eu falei, não! Aí eu falei, não, não quero. Aí eu fiz de novo. Daí deu o Lufa-Lufa de novo, deu porra, não acredito.
E daí eu comecei a ler as características. E quando terminou o texto, gente, eu tava chorando, porque era eu? Gente, uma descoberta. Sim, foi incrível.
E daí meu chefe olhou pra mim e falou, por que você tá chorando? Eu olhei, ah, Harry Potter dele, ah, tá. Ah, porque eu não estou trabalhando, eu estou fazendo texto das casas, né, tipo. E foi assim, gente, eu fiquei muito emocionada de ter me encontrado ali naquele lugar e de ter visto, assim, as minhas características naquele lugar.
E você sentia que, de alguma maneira, antes do Pottermore você se sentia meio fora d'água? Você pensava que você era da grifinória antes? Eu queria ser da grifinória, mas não que eu, assim, me sentisse da grifinória. Mas se alguém te perguntasse, assim, antes do Pottermore, de que casa que você é, qual que era a resposta?
Eu ia falar grifinória. Ah, entendi. E você se sentia realmente parte da grifinória ou você ficava meio… Não, só falava mesmo.
Não tinha, não tinha, a pessoa ia o quê? Ia atrás da minha identidade, ia entrar na minha conta do Pottermore pra descobrir? Não tinha como? É.
Exatamente, exatamente. Não, é realmente isso, assim, né. Eu acho que o Pottermore, inclusive, esse teste fez muita gente realmente ter certeza ali, poder, enfim, se validar de alguma maneira, sei lá. Eu nem pensava exatamente de que casa eu era, mas aí quando deu grifinória dez mil vezes no Pottermore, eu falei, é isso aí mesmo, né.
Então não temos contra o quê lutar, fazer o quê. E aí, naquela época, isso foi 2010, 2011, né, isso, eu imagino. Isso. Tinha coisas da Lufa-Lufa pra você comprar nas lojas?
Gente, não tem até hoje. Não tem até hoje? Ah, hoje tem, pô, hoje tem. Não, pô, se tem coisa da Corvinal, tem coisa da Lufa-Lufa.
Não tem. Tem mais coisa da Corvinal do que da Lufa-Lufa. Lufa-Lufa sempre é a última. Jura?
Uhum. Nossa, pô, mas o Newt é lufano? É, eu achei que ia aumentar. É que Animais Fantásticos é flopado, né, amiga?
A primeira vez que teve um protagonista lufano, flopou o filme. Aí, ó. Não por causa dele. Não por causa dele, mas por causa de outras coisas.
A gente já discutiu isso, inclusive, no episódio de Animais Fantásticos. Erros e acertos da franquia, vamos lá ver. Mas fala, Isa. É, não tinha nada pra comprar naquela época.
Eu lembro até que quando eu fui… Eu já era lufana, né, eu fui na praia estreia do último filme. Relíquias da Morte Parte 2, né. É, e eu fui com o cachecol da Grifinória emprestado.
Porque não tinha, eu não tinha. Acho que só começou a ter quando a galera começou a fazer, assim. Eu não sei aí na cidade de vocês, mas aqui em Curitiba a gente tinha muitos eventos de Harry Potter que era, tipo, competição entre as casas, sabe? E nós lufanos aqui de Curitiba fomos muito…
A gente se acha um pouquinho, sabe? Porque todo evento que a gente participava, a gente ganhava. Assim, todo. Todo evento de Harry Potter que eu fui, a Lufa Lufa era campeã.
Tem motivo pra se achar, né? Tá vendo, é perfeito. Mais uma coisa interessante, gente, é que, assim, eu tenho um pouco a sensação, às vezes, de que… É isso, né?
Todo mundo reclama de que a Lufa Lufa fica com essa fama de resto, né? Mas será que isso não acontece? Porque as características da Lufa Lufa, a lealdade, o trabalho duro, a paciência, a justiça, não são características valorizadas pela nossa sociedade, pela nossa própria sociedade no dia a dia. Ah, com certeza, né.
A coragem, por exemplo, tem, entre aspas, um valor muito maior do que, tipo, uma lealdade ou uma paciência. Que paciência? Nem tem valor hoje em dia. Ninguém tem paciência hoje em dia.
A lealdade também não, se a gente for ver, porque todo mundo até fala, mas, assim, pessoas leais mesmo é raro, enfim. Realmente, tipo, o trabalho duro, as pessoas querem ficar bem suave, tipo, não me parece, assim, uma coisa muito… Sei lá, né, gente, a Lufa Lufa tem até esses elementos mais de terra, né? Tipo, assim, na casa em si.
Faz muito sentido, assim. É a herbologia, são as pessoas que plantam, sabe? Faz sentido, assim, na minha cabeça. Sim, sim.
É, sim, sim. Enquanto a Grifinória, sei lá, tem um leão pra ficar gritando, sabe? Pra se amostrar. Começa por aí, sabe?
É, eu acho que isso acontece, assim. Tem outros motivos, acho, pelos quais a Lufa Lufa acaba sendo, entre aspas, esquecida, mas começa pela própria maneira como a gente encara as coisas, assim, sabe? Porque esses não são valores que ninguém se importa em ter, né? Ninguém se importa em ter, ninguém se importa em valorizar, enfim.
Quanto mais eu cresço e adentro no mundo do trabalho, assim, é, tipo, muito absurdo como realmente, assim, tipo, foda-se o trabalho duro. Sim. Foda-se a justiça, entendeu? Tipo assim, não, vou fazer aqui o meu, você que se foda.
Nossa, você fez mais, mas eu que vou aqui pegar o crédito. Tipo, é muito bizarro, assim. E o personagem como se fosse, tipo, assim, essa etiqueta. Uhum.
É isso que acontece e é assim, ponto. Então, eu não sei se porque eu li as características da Lufa Lufa e fiquei tão emocionada e eu percebo elas muito mais em mim hoje, mas eu sempre fui muito justa a ponto de ser babaca, de ser burra, de perder as coisas, porque não, é mais justo pra outra pessoa, sabe? E eu tenho muitas dessas características, assim, só a paciência que não, porque eu não sou muito paciente, não. Mas de lealdade e trabalho duro, né?
Trabalho demais, gente, vocês sabem. Nossa, sim. A gente tá sabendo. Demais.
Não, e eu acho que assim, é igual a Marina falou, né? O mercado de trabalho, ele é basicamente composto por pessoal da Grifinória da Sonserina, né? Tipo, só tem realmente pessoas querendo te passar a perna, pessoas querendo gritar em cima de você. Enfim, mercado de trabalho não tem.
E lufa, lufa menos ainda. Tô chocado com essa análise, amiga. Não, o ponto é, tem, mas são as pessoas justamente que estão ali se fodendo, entendeu? É, e são poucas pessoas também.
Mesmo ali entre as pessoas que estão se fodendo são poucas. Se eu fosse, sei lá, pessoal da RH, se eu fosse empresário, eu ia fazer um teste das casas antes de contratar os meus funcionários. Gente, no meu trabalho a gente faz. Não antes, mas depois que a pessoa entra.
Pra saber com quem vocês vão lidar. E nem assim, eu trabalho num lugar que a gente trabalha com causas sociais. E é muito engraçado que as duas maiores casas, assim, é a lufa, lufa e a Corvinal. Tipo, a gente quase não tem grifinória, sabe, Pedro?
Que ótimo, amiga. Deve ser ótimo trabalhar lá. Para de mandar currículo, Pedro, que não vai rolar. É, nem vou mandar, exatamente.
Ah, pô, faz todo sentido. Acho que principalmente essas coisas de causas sociais, assim, acho que faz muito sentido lufanos estarem envolvidos nisso, né? Com certeza, com certeza. Eu sou muito orgulhosa da minha casa e daí quando alguém lá da empresa é selecionado pra lufa, lufa, já recebe a pessoa, assim, de braços abertos na nossa casa.
Ah, que empresa perfeita, gente. Queria. Ah, gente, entendeu? Olha o ambiente que é perfeito, entendeu?
Olha o que a lufa, lufa faz. É isso, cara. Não, se você ver as casas mesmo, né? Assim, como que são as casas, né?
A lufa, lufa me parece a mais aconchegante, assim, sabe? A grifinória é aconchegante, mas ela é um pouco antiquada, sei lá, um pouco fervorosa demais, né? Enquanto a Sonserina é toda fria, perto do lago. E a da Corvinal é uma coisa muito mais assim, sei lá, eu tenho um pouco da impressão de que a da Corvinal é um pouco intocável, assim, sabe?
É, eu acho que faltam umas almofadas pra você apoiar as costas pra você ler um livro. É, sabe? A da lufa, lufa já é um negócio que entra muito sol e que tem planta. Gente, eu amo planta, sabe?
A casa é cheia de planta. Pai de planta. Pai de planta, exatamente. Então, assim, tipo, perfeito, sabe?
Simplesmente perfeito. E tem madeira, coisa de madeira na casa, na sala dele, sabe? A da lufa, lufa eu não sei, mas eu acho ela um pouco não aconchegante, acho que eu não ficaria bem lá dentro. A da lufa, lufa?
É, porque ela é embaixo da terra, então eu meio que fico assim, eu estou embaixo. Vem uma crostofobia, assim? É, assim, eu estou embaixo de todo mundo, que horrível, as pessoas estão passando ali, estão vendo o pezinho delas passar. Isso me incomoda um pouco, assim, na casa.
Ah, mas de modo geral eu acho ela tão iluminada, assim, então… É, eu acho ela bem iluminada também. Ah, a gente está falando como se a gente estivesse lá, né, mas tudo bem. É, então é como se a gente tivesse lá, assim, né?
Tipo, eu amo, gente, esse podcast é perfeito por conta disso. A gente leva o Harry Potter muito a sério, é isso. Eu estou fazendo a sala comunal da lufa, lufa no The Sims, e assim, tem muita luz, muitas plantas, tem plantas, nem sei mais onde pôr planta, naquele lugar. Está muito divertido.
Ai, que perfeito, nossa. Tudo, mas então, gente, voltando um pouquinho aquele assunto, né, de, enfim, os lufanos serem o resto, serem considerados o resto, não vão colocar palavras na minha boca porque eu não falei isso, enfim. Isso também tem um pouco a ver com a construção da narrativa dos livros, né, gente? Apesar de a gente ter sete livros e tudo mais, os livros não ajudam muito, né, basicamente.
Eu fico na dúvida de por que a J.K. Rowling fez quatro casas. Tipo, assim, era porque ela achava que duas ia ficar muito óbvia, a rivalidade entre Grifinória e Sonserina, e aí, por isso que ela fez quatro para dar uma disfarçada. Se for para fazer, não dá protagonismo, né, não dá espaço, não faz.
É, que isso, tipo, eu já não acho legal a Corvinal, mas a gente pelo menos tem a Luna, que é uma personagem super importante, e mesmo que não super bem representada, a gente tem a Choa, ela existe, ela tá ali, ela aparece várias vezes, tá ligado? Agora, tipo, a Lufa, a Lufa realmente, a gente tem o Cedrico, que morre, coitado. Mas a gente não vê muito ele, né, apesar de ele ser importante, né, para a narrativa do quarto livro. E, enfim, a gente vai discutir mais os personagens individualmente, tipo, tem os Acarias e depois a gente sabe que tem o Newt e tem o Teseu, assim.
Então, tipo, qual que é o ponto de você fazer quatro casas se não é para… Porque aí é ruim, né, porque aí a gente, eu e a Isa, por exemplo, a gente se identifica com essas casas que não têm tanta representação, a gente só fica triste. É, eu acho que, assim, talvez a Jacky Rowling seja lufanofóbica. Aquele, né?
Ah, o pior é que ela falou que a Lufa-Lufa é, tipo, a casa favorita dela, né, o que não faz o mínimo sentido. Ai, amiga, você fala tanta coisa que não dá para acreditar, sabe, que essas falas estão meio complicadas ultimamente, assim, sabe, né, aqueles. Não, acho que a filha dela tinha falado para ela também que todo mundo devia ser da Lufa-Lufa, porque era a melhor casa. Aí ela mudou, né, ela falou, ai, que pena, filha, não coloquei lufanos importantes em Harry Potter.
Vou fazer uma história de cinco filmes com lufano, pode ser? Só que aí a história vai lá e flopa, complicated, né? Sei lá, eu acho que ela escolheu aleatoriamente, sei lá, quatro cantos, sei lá, sei lá. É que tinha que preencher o salão, gente, o salão com duas casas só ia ficar, ou com três ia ficar muito pequeno, tinha que, enfim, preencher, sabe?
É, três é o número ímpar, né, fica meio estranho. É, não ia dar certo. Ou por cor também, sei lá. Por cor, faz muito sentido.
Não sei o quanto ela era uma pessoa visual, mas, enfim, acho que bastante, porque ela escreve bastante com tanto detalhe. Mas, enfim, é isso, eu acho que a narrativa dos livros, ela não ajuda muito a gente, né? Tipo assim, não dá pra criticar só os fãs de Harry Potter que chamam o Lufa-Lufa de resto, porque pelos livros dá a entender realmente que é resto, né? Esse que é o problema.
É, dá a entender que nem existe, assim, quando a gente começa a ler, a gente fica em Lufa-Lufa, sai daqui. A questão é que não tem realmente, a partir de só ler os livros, né, você não tem muito como gerar muita informação, aí é isso, tem informações extras, aí você entra no fandom, aí você conversa com outras pessoas, aí você lê fanfic, aí, sabe, tipo, aí disso você consegue criar, né, tipo, uma narrativa em volta e esse sentimento, né, de casa e de pertencimento, mas pelos livros em si, realmente, fica devendo. É, e daí você só tem esse contato com o Cedrico, né, daí… Parece que ele surgiu do nada, porque, tipo…
É o que a Isa falou, a gente tem o Cedrico, gente. E aí, partindo, assim, pra discussão das personagens em si, né, das personagens individualmente, o que que vocês veem de Lufano, assim, no Cedrico? Então, eu, me parece, a primeira coisa que me vem à cabeça é o negócio da justiça, no rolê de, por exemplo, o Harry foi lá e deu a dica pra ele, né, do dragão, que aí, no caso, é motivado pela honra do Harry, né, enquanto grifinória, né, como as coisas, às vezes, cicatrísticas diferentes podem servir pra mesma coisa, né? Uhum.
E aí, na segunda tarefa, quando ele descobre como é que é o rolê do ovo, ele vai lá e fala pro Harry, sabe, e, tipo, você me ajudou, eu vou te ajudar. Acho que é muito essa sensação de, tipo, assim, não seria correto ele ficar com essa vantagem, sendo que o Harry ajudou ele, né? Ah, e tem também quando o Cedrico abdica da taça. Pera aí, o Cedrico ou o Harry?
Os dois meio que fazem isso, né? Eles ficam, não, vai você, vai, não, você, não, você desliga primeiro, não, eu desligo primeiro. Mas, Jacob, de alguma maneira é isso, né, ele abdicou de alguma maneira. Tipo, o Harry ter abdicado também não diminui o fato de que ele também abdicou do prêmio.
Assim, eles estão correndo loucamente, né, até a taça, só que aí o Cedrico… É atacado, né? Ele é atacado, exato, e aí o Harry vai e salva ele. Aí nisso do Harry salva ele e fala, então vai você, tá ligado, você merece.
É muito justo ele, realmente. E realmente isso é muito sintomático, né, de como ele é, assim. E também tem uma coisa que me chama a atenção nele, é de que ele nunca concordou, assim, com a campanha difamatória que os alunos de Hogwarts faziam contra o Harry, né? É, de colocar aqueles bottoms escrito Potter Fed, sabe?
Essas coisas todas, assim, tipo, ele nunca foi a favor disso, né? Ele nunca usou bottom, ele nunca, enfim… Ele também não fazia muita coisa contra, mas ele também não era a favor, não divulgava, não ampliava a voz dessas pessoas, né? É, eu acho que ele só não fazia nada, daí quando ele viu que o Harry ficava, que foi, tipo, incomodou muito o Harry, que o Harry era uma boa pessoa, não era uma pessoa ruim, ele pediu a galera diminuir aí, que não tá legal.
Uhum. Acho que também tem a questão de que ele não tinha ciência de que o Harry não tinha se escrito, né? É. Tipo, acho que ninguém acreditou, nem o Ronny acreditou, tá ligado, que o Harry não colocou o nome dele lá.
Então, acho que a partir desse ponto, ele não tava tipo, ah, eu vou impedir o pessoal de fazer os bottoms e tal, acho que o cara também, né, pelo amor de Deus. Nesse momento, assim, do Carlos de Fogo, a gente vê um pouco de orgulho da Lufa-Lufa, né? Como eles são orgulhosos que aquela casa é a casa deles, como eles olham feio assim pro Harry, porque o Harry tá tentando tirar o brilho da Lufa-Lufa, que tá tendo pela primeira vez. Eu vejo um pouco desse orgulho na Lufa-Lufa.
Uhum. É, é isso, né, sempre tem que ter um grifinoro pra estragar o rolê, né? Mas assim, é até interessante pensar que você vê bastante Lufano, só que nos filmes, como figurantes, né? Porque, como personagem mesmo, mesmo quando o campeão de Hogwarts oficialmente é um Lufano, você não tem Lufano por perto, né?
O ponto é que é tudo pelo ponto de vista do Harry, né, nos livros. Então, a gente não tem, né, ele não tem muitas interações de fato com o Cedrico. É tudo muito pontualmente, né? Sim.
E aí, enfim, quando o Cedrico morre, ele fica desvastado, porque ele sabe que o Cedrico é um cara bacana. E nem que não fosse bacana, mas tipo assim, principalmente sendo um cara bacana. E, nossa, muito querido por todo mundo. Aí o cara morre, né?
Tipo, porque eles estavam no lugar errado na hora errada, né? Na verdade, o Cedrico morreu por ele ser muito justo, né? Porque ele não precisava ter ido. Não é, tipo, esse momento de…
Nossa, é que é muito azar, coitado, né? Tipo assim, muito azar, pô. Ele não tinha nada a ver com essa história, sabe? Ele foi um dano colateral, né?
E aí acho que o Harry fica muito sentido, porque é isso. Pô, o cara é legal, não merecia estar nessa situação. Ele sente um pouco culpado até, né? Não, com certeza ele sente culpado.
O Harry se culpa por qualquer coisa, né? Imagina nesse caso que, tipo, né, realmente era uma armadilha pra ele e o cara entrou junto no rolê. Sim. E vocês conseguem, uma coisa interessante que a gente discute em todo episódio, assim, de casa, é sobre, às vezes, aquela pessoa que poderia ser de outra casa.
Vocês conseguem enxergar o Cedrico em outra casa, além da Lufa-Lufa? Acho que o mais óbvio seria a Grifinória mesmo, assim. Porque ele tá lá, né, tipo, entra no desafio, né? Que todo mundo sabe que é muito perigoso e tals.
E vai lá e faz o rolê, né? Feito da grão, mergulha lá. Então, tipo, é corajoso. Com certeza ele é corajoso.
Então, me parece que o mais óbvio, né? Já que a gente não conhece muito ele, seria a Grifinória. É, também. Sim.
Mas aí, no caso, o porquê dele não ser da Grifinória? Enfim, a gente acabou de discutir, né? Realmente um grande Lufano. Aí a gente tem, né, ali na época do Harry, na escola, outro personagem da Lufa-Lufa.
Outro, talvez o único personagem da Lufa-Lufa, sei lá, carai. Acho que sim. Que é o Zacarias Mif. Vamos lembrar pro pessoal quem é o Zacarias Mif, porque ele realmente é muito X.
Mas ele tá até nos filmes, né? Tá, aham. Ele tá até nos filmes, porque ele é basicamente o carinha que fica lá quando eles estão fazendo a reunião da… A primeira reunião da armada de Dumbledore, no Cabeça de Javali.
E aí tem um menininho lá, X, que nunca apareceu nos filmes e fica Ah, mas isso e isso, mas isso e aquilo, mas isso e aquilo e aquilo e o outro. Enfim, esse é o Zacarias Mif. É um Lufano. Mas assim, e?
Um pentelho. É um pentelho. Ele tá ali pra irritar todo mundo. Mas sei lá, cara, como assim ele é Lufano, sabe?
Não dá nem pra você analisar exatamente o porquê ele é Lufano e o porquê que ele não é. Porque ele não é bem construído, né? Ele não é um personagem, de fato, ele é só um… É que pra mim, a minha avaliação, tem duas coisas que talvez sejam um fator.
A primeira é de que, aparentemente, ele é descendente, né, da Epsiba Smith. Não sei se eu falei o nome dela certo. Rapzabá. Epsaba.
Não, eu não consigo, mas tudo bem. A tia que caiu nos charmes de Tom Riddle. Exato, que ela tinha a taça de Hufflepuff, porque ela era descendente da Helga, né? Uhum.
Aí o Tom Riddle pega pra fazer o crooked, etc, etc, etc. E aí, aparentemente, ele é parente dela. E aí teria alguma coisa de, sei lá, ligado familiar, sabe? Sim.
Que tem bastante em Harry Potter, né? E, inclusive, dá um alô pro Amaori, que mandou mensagem hoje mais cedo pra mim no Instagram. Falando justamente disso, ele adivinhou que a gente ia gravar um episódio da Lufa-Lufa. E aí, ele que trouxe esse ponto dessa moça aí, da Epsiba.
Porque eu tinha esquecido, e ele me trouxe esse ponto. Ah, legal. Obrigado pela participação, viu, Amaori? Mas isso pode cair também na questão do orgulho que eu falei, porque…
O orgulho não é uma coisa ruim, mas quando ele é muito exacerbado, ele é uma coisa ruim, né? Então, eu vejo isso como uma característica Lufana também. Assim, de acordo com o que passa nos livros. Então, talvez essa característica esteja muito nele, mas daí muito exacerbada de uma maneira que é feia, assim.
É o orgulho do lado negativo, né? Não é orgulho do lado positivo, tipo, ah, tem orgulho de quem sou e do que conquistei. Mas, tipo, orgulho no sentido de sou superior a você, né? Isso, isso.
É, e pode ser também o fato de que talvez a J.K. Rowling só queria mostrar que existe Lufano chato. Representatividade. Só que assim, né, aí ela vai lá e ela faz dois personagens da Lufa-Lufa.
Um é o Cedrico, que morre, e o outro é chato e fala poucas coisas. Não deu certo, né, amiga? Não fez, representatividade, ele falhou, mas não fez. É que a outra coisa que eu acho que pode ser é a questão, entre aspas, do resto.
Quando eu digo isso, é no sentido de, como a Helga não fez exatamente, tipo, ah, quero tais e tais características pra minha casa, acaba que a pessoa que não tem uma via muito curajosa, ou muito elegente, ou muito ambiciosa, cai na Lufa-Lufa. Tipo assim, mas não de mérito da casa, entendeu? Tipo, é de uma questão de que ela abraça todos. Assim, pode ser isso.
Eu não sei, não conheço a sacaria direito, ninguém conhece pra poder dizer. É, eu tô até pesquisando, assim, pra ver se tem outros Lufanos, assim, na época de Harry Potter, que a gente lembra. Mas, obviamente, assim, além da Sprout, não, né? No caso que a gente tem, acho que tem um…
É que eu confundo, porque tem o Ernesto McMillan e o Justino Flintfletcher. Os dois são da Lufa-Lufa. E um deles é petrificado. Só que, tipo assim, só que o Ernesto é no livro e o Justino é no filme, tem um rolê meio assim.
Ai, qual deles é aquele menino que fica ali na hora do duelo do filme e ele fila? Tá rindo de quê? Eu acho que esse é o Justino. É, então, eu confundo, eu sei.
Cara, tá vendo, os Lufa-Lufa não tem nem nome na história, sabe? É, então. E aí tem a Ana Ebbolt, que ela parece sendo selecionada no primeiro filme, porque é a filha do diretor, né, filha do Chris Columbus que interpreta ela. Nossa, eu não lembrava, eu não sabia.
E ela acaba casando com o Neville. Esse é o papel mais importante de um Lufano até agora, casar com o Neville. É, aí tem a Tonks, né? Só que assim, não é exatamente Aluno.
Tem a Susan Bones, que também é X. Todos eles são X, gente, tipo… Ah, pera, eu acho que a filha do diretor é Susan Bones, na verdade não é Ana… É Susana Bones que ficou mesmo em português, eu não lembro.
É, é Susana Bones. Aí tem o Fat Friar, que é o Frei Gorducho, que é o fantasma, né? Nada de… Nossa, gente, não tem…
Aí tem o Thérry Lupin, que a gente não conheceu, mas enfim, deve ser um cara gente boa. Enfim, eu acho que realmente de grandes personagens mesmo, ali na época de Harry Potter, tem mais a Tonks, né? É, a Tonks eu acho que é a mais importante, assim. É a única que realmente teve um input grande na narrativa, né?
Olha como é a coisa do estereótipo, tá ligado? No sentido de que eu fui fazer, né, o roteiro, e aí eu coloquei os personagens e eu esqueci da Tonks, porque eu acho que, na minha cabeça, eu sei que a Nadula falou, tá ligado? Mas tipo, ai, porque ela é aurora, eu pensei a Agrifinória, sabe assim? Uhum.
Tipo, eu não fui consciente, mas acho que foi meio esse rolê. Ai, que feio isso, Marissa. Não, então, que a gente tem que admitir nossos erros e falar, eu aprendi, quero ser melhor, entendeu? Eu acho que a Tonks é isso, né, ela é extremamente corajosa e tudo mais, mas, meu, de alguma maneira, beleza, ela era uma aurora, né?
Então, já demonstrava que ela realmente tinha interesse em combater as forças das trevas. Mas ela entrou de um jeito naquela luta, naquela batalha, né? De um jeito, assim, que realmente só porque ela era leal a uma causa boa, não é a pessoa especificamente, mas, assim, leal a uma causa, assim, de um modo que, meu, você tá invalendo o seu trabalho. Ela era tão leal a causa dela que, enfim, ela meio que nem era amiga, nem fazia parte ali do rolê, só do mood, e entrou, né?
Então, e foi ali até o fim, literalmente. E é bem interessante o histórico da Tonks, né, se você parar pra pensar no sentido de… A mãe dela é uma black, né, andrômeda, que, né, irmã da Narcisa, irmã da Belatriz, e que simplesmente rompeu com todo mundo e casou com um trouxa, né, que é o Ted. Então, acho que tem essa questão de, tipo, assim, que eu acho que deve ter…
A mãe dela também deve ser uma questão moral bem forte, né? De, tipo, de tudo que ela largou por causa do que era certo, e também pelo amor que ela tinha pelos caras. E, tipo, acho que ela cresceu nisso, né, nesse rolê. Tipo, nossa, mas por que que a minha mãe, ninguém da família dela falou com ela, tá ligado?
Ah, porque a história é essa aqui, e isso é errado. Então, tipo, eu vou lutar contra isso, ainda mais. O pai dela seria um dos perseguidos, né, pelo rolê. É, uma lealdade gigantesca a causa, né?
Faz muito sentido, assim, pra mim. Ela tá na Lufa-Lufa, independentemente dela ser Grifinória. Porque Grifinória é isso, parece que Grifinória, ela ia lá lutar, assim, né, tipo, na hora da Batalha de Hogwarts. Porque eles querem, sabe, eles querem se mostrar, eles querem destravazar, eles querem gritar, sabe?
Enquanto a Lufa-Lufa, acho que quem ficou ali da Lufa-Lufa, é porque realmente era muito leal a situação toda, sabe? E a justiça, é. É que é isso, né, tipo, como a gente acabou abordando, acho que em todos os episódios, tipo, gente, ninguém tem uma característica só, tipo, assim, não é porque você é de uma casa que você não tem característica das outras, entendeu? Tipo, assim, gente, a vida exige coragem em diversos momentos, entendeu?
E aí nem por isso você é necessariamente Grifinória, né? Exato. Porque senão, imagina, os caras vão ficar com todo o mérito, não pode? Essa semana mesmo eu tava discutindo com um grupo de amigos, por que eu ser sempre a pessoa que fica perguntando qual é a casa de Hogwarts dos outros, porque eu juro mesmo pelas características.
E daí tinha dois no grupo que eu não sabia. Eu falei, gente, fulano é de tal casa? Aí ele falou, não, essa é a minha casa sim, daí eu falei, e a outra? Aí a minha outra amiga falou, não, eu acho que ela é Corjinal, porque ela é muito inteligente.
Aí eu falei, tá, mas eu acho que ela é Lufa-Lufa, porque além dela ser inteligente, ela é uma pessoa muito leal, e não tem só pessoas burras na Lufa-Lufa, também tem gente inteligente. Não, é verdade, se fosse assim, então todo mundo que não é Corjinal é burro, todo mundo que não é Dara Sucerina não quer nada da vida. Exato, e os próprios Lufanos, assim, por exemplo, o Newt, né, que é um protagonista da Lufa-Lufa, né? Ele é muito inteligente também, né, gente?
Puta que pariu, assim, extremamente inteligente, do ponto de vista, ele dá mais zoologia e tudo mais, mas ele é da Lufa-Lufa. No fim das contas, a questão é a intenção, né? Tipo assim, se a gente pegar o Newt, né, enquanto Lufano, e aí a Luna, né, que também acaba virando a mesma profissão que ele, né? Me parece que a Luna é movida muito mais pela curiosidade, pelo conhecimento, e o Newt é muito mais pela preservação, pelo cuidado com essas criaturas, entendeu?
Uhum. No fim das contas, os dois fazem o mesmo trabalho, mas tipo, as intenções são diferentes, as duas intenções são boas também, né? Ah, gente, o Newt é perfeito, assim. Eu não sei quando eu vi ali na tela o primeiro trailer, quando eu vi o cachecol dele dentro da maleta.
Ah, eu chorei, eu sou muito chorona, mas eu chorei, gente. Eu falei, ah, que fofa. Achei muito, muito fofo. Meu Deus, meu momento chegou.
É, bem isso. O Newt é muito Lufano, né? Ele é muito, ele é muito fofo e eu achei ele muito engraçado também, assim. E como ele se sente responsável pelas coisas?
Por todos, né? Ele não precisava proteger o Jacob, mas, sabe? O que move ele, basicamente, é proteger as pessoas, né? Até ele no segundo fim, enfim, quando ele quer proteger o Credence e tudo mais.
Claro que tem a questão toda de que se ele não proteger o Credence, o Grindelwald vai chegar perto dele e isso vai dar merda pro mundo inteiro, mas ele tem um senso muito protetor, realmente, assim, sobre todo mundo que tá do lado dele, né? Tipo, todo mundo mesmo mesmo mesmo, né? Sim. Eu sinto muita vontade de abraçar o Newt, assim, porque ele é uma pessoa muito abraçável.
E o olhar dele, gente, que olhar fofo, sabe? Ah, gente, é muito fofo. O Newt é perfeito. Sim, nossa, ele é perfeito.
Cara, é isso, né? A gente não teve Lufanos em Harry Potter, mas em animais sintásticos, apesar de ser meio flopados, vamos deixar essa parte de fora. A gente tem um Lufano que é muito Lufano, né? Muito Lufano mesmo, como protagonista.
Interpretado, né? Por um ator que é realmente muito bom e que consegue muito construir essa camada na atuação dele, assim. É muito legal. Sim, pô, eu não gosto do Edgewood Man, entendeu?
Mas ele é um bom ator, então eu consigo, sabe? Eu vejo muita ternura no olhar dele, assim. Só que ele também é uma pessoa corajosa e ele é muito inteligente, assim. Só que de maneiras, é uma inteligência diferente da inteligência da Corvinal.
Sim, sim. E eu acho que o próprio Edgewood Man, ele é Lufano também. Eu acho que quando ele fez o teste do mais, ele falou que era Lufano. Tem cara.
Tem cara, é estranho, porque, enfim, eu entrevistei ele, né? E aí ele fala do mesmo jeito que meio… Não do mesmo jeito, mas, enfim. É muito parecido com o Newt, de alguma maneira, sabe?
Ele tem essa ternura no olhar de fato, enfim. Ele poderia estar ali interpretando o Newt enquanto ele falava com a gente, com jornalistas? Poderia, mas assim, me parece que não, sabe? Feliz, né?
Que a gente finalmente tem o Lufano e que ainda tem mais três ciúmes. Se você vem no futuro, fala pra gente se realmente tem três ciúmes ou não, mas enfim. Vai ter supostamente mais três ciúmes de muita lufanice aí por aí. E ele tem uma característica grifinória, que ele gosta de sair pelo mundo, assim, né?
E aventuras. Uhum. Ele não tem problema em sair pelo mundo se for pra ser leal a causa dele, de proteger os animais. Tipo, ele não tem problema em montar num animal que é extremamente perigoso.
Ele não tem problema de enfrentar o Grindelwald, que é o bruxo mais poderoso da época, tirando o Dumbledore, se for pra continuar sendo leal e protetor, enfim, a causa toda. O Dumbledore fala pra ele no segundo filme, eu não vou lembrar exatamente a fala, mas ele fala, tipo, Newt, eu te ajudo muito, porque você não tá atrás de fama, você não tá atrás de poder, entendeu? Você só quer ficar de boa com seus animazinhos e tal. Porque acho que é uma coisa que o Dumbledore não tem isso, né?
O Dumbledore, ele é meio que, tipo… Gosta no biscoito, né? Gosta, exato. Mas assim, o Dumbledore é assombrado a vida toda, né?
Por essa busca pela glória, tipo, o que custou pra ele, né? Uhum. Então, realmente ver uma pessoa como o Newt, no meio disso, é uma coisa… Caramba, o cara consegue ser assim.
Tipo, é possível, tá ligado? Tipo assim… Por isso que, inclusive, ele confia no Newt. Eu acho que também ele trata o Newt, assim como ele tratou o Harry, como um meio não porco para bate, porque eu não acho que o Newt morre, né?
Mas assim… Ele usou o Newt. É, ele usa o Newt também. Mas eu acho que também vem de um lugar de, tipo assim, esse cara não vai ser seduzido pelo Grindelwald, por exemplo, porque, tipo, não tem nada a ver.
Uhum. Não é a vibe dele. Tem aquela cena aqui, a… Do…
A Tina. Que ela tá lá pra ser mergulhada naquela água lá, que eu não sei o que que é. E que ele usa aquele bichinho de uma maneira… Tipo, quem quis esperar aquilo, cara?
O Yo-Yo? É, foi muito… Ah, gente. Primeiro que a relação dele com a Tina eu acho muito fofa.
Eu acho eles muito fofos. E nenhum dos dois tem nenhuma habilidade social, né? Não. E aí aquela cena deles lá no Ministério Francês, que ele fala que ela tem honesto salamâmbrio.
Gente, eu quase morri. Que homem que sabe flertar, hein, gente? Exato. E conseguiu, né, gente?
Mesmo assim. Quer dizer, não conseguiu ainda, mas a gente sabe que ele conseguirá no futuro. Sim. Então assim, muito fofo.
E a Leta, né, fala pra ele, né? Tipo, não teve nenhum monstro que ele não amasse. E ela tá falando de si mesma, né? Sim, é uma grande, né?
Analogia. Ela fala dela mesma e do geral. E nossa, gente, realmente. Ah, gente, o Newt, ele é perfeito, assim, perfeito.
Eu tenho um carinho muito, muito grande por ele. O fato do Newt ser protagonista e dele ser lufano, acho que traz um olhar muito interessante sobre protagonismo masculino mesmo, né? Porque ele não é o típico homem protagonista, entendeu? Que a gente tem o Harry que é.
Que é o padrão daquilo, entendeu? Tipo, ai, é o que vai lá e que esbraveja e não sei quê. Assim, o Harry não é músculo porque ele é um adolescente, né? Mas existe a questão de ser músculo, de ter uma coisa assim, sabe?
O Newt não tem isso. Ele é justamente como a Isa falou, ele é fofo. Ele é amável. Ele quer proteger as pessoas, entendeu?
Ele é isso, não tem nenhuma habilidade social, sabe? Tipo assim, traz, realmente, o fato de ele ser lufano, traz realmente quase um respiro, sabe? Porque ele não tem essa masculinidade tóxica, tipo assim, ele não tem essa coisa, ai, preciso performar porque homem tem que ser assim ou qualquer coisa assim, sabe? Ele é muito de boa, acho isso muito legal.
A frente do seu tempo, né? Tem um vídeo no YouTube sobre isso. Eles procuraram, tipo, em inglês no caso, mas tipo, eles explicaram, tipo, Newt Scamander masculinite deve aparecer. Eu acho que até ele traz uma leveza, assim, né, pro filme.
Até o jeito que ele anda, ele é bem atrapalhado também, né? Até ele perde os bichos por causa disso, porque ele é um pouco atrapalhado. Eu acho muito, muito fofo isso dele. A aparência também, ele não é de um herói, ele é magrinho, pequenininho.
Sim, com certeza. E por último, né, gente? A gente não pode ignorar Teseu Scamander, né, gente? Ou Tesão Scamander, vocês digam como vocês quiserem.
Ele é muito conhecido no fandom, ou pelo menos dentro da equipe do Pateriche, como Tesão Scamander. Aqui o Calum Turner, que o interpreta, é de veras atraente. Ele é atraente com o britânico, né, mas ele é atraente, assim. Tem um charme, tem uma coisa, né?
É, exatamente. Então, mas eu já não gosto dele, entendeu? Não, mas veja só. Aqueles, né, vamos defender.
Eu acho ele um cusão, entendeu? Porque eu amo o Newt, daí ele é meio cusão com o Newt, daí eu não gosto dele. Não interessa a beleza nesse caso. Aí você não é uma moça superficial, entendeu, gente?
Ah, mas eu acho que ele realmente, ele só é leal demais ao que ele pensa, né, que, tipo, ele tá sendo leal a causa dele no ministério, né? É, tipo, não igual a Tonks, porque a Tonks é muito mais maleável, mas enfim. Ele é um horror, ele tá lá no ministério, e ele quer que tudo seja realmente, seja feito dentro do rigor e dos padrões, entendeu? Mas, assim, eu acho que quando ele é posto à prova, ele muda muito, assim, muito rapidamente, assim.
A gente conhece ele no filme, no início do filme ele tem um comportamento, e no meio ele já tem outro, assim, sabe? No meio não, né, mais pro fim, mas enfim. E aí dá pra você ver, assim, como ele é diferente. Uhum, eu acho que assim, dá pra fazer um paralelo muito legal, realmente, como o Pedro trouxe do Tesão e da Tonks.
Porque, tipo, assim, eu vi era que eu ia falar Teseu, eu falei errado. Do Teseu e da Tonks. Porque é isso, os dois são horórios, né, do Ministério da Magia Britânico, tal, os em época é diferente, obviamente. Mas, assim, a Tonks tem também a questão da leveza de ser desastrada.
E acho que até nos momentos, né, então, com todo o rolecollo pink, ela fica muito abalada, porque ela tá apaixonada por ele, tá apaixonada por ela, mas ele se sente um grande mártir, uma grande coisa e tals. Ela ainda assim, né, ela fica triste e tals, mas ela deixa muito certo qual que é o caminho dela ali, sabe? Qual que é a causa e por que que ela continua nisso, né? Agora, o Teseu, eu acho que ele se leva muito mais a sério.
Isso tem algumas consequências, entendeu? E aí, principalmente disso, tipo, ah, ele é um cara, que é um herói de guerra, sabe? Ele tem todo um legado, por assim dizer. E aí o irmão mais novo dele, é, acho que, por exemplo, visto pelos colegas como um cara ridículo, entendeu?
Tipo, o que que isso faz da reputação dele e tals? Tipo, ele não trata mal o Newt, ele não parece… Ele parece não entender o Newt, ele não consegue muito entender o que que é esse mundo dele, sabe? É, nem todo lufano é fofo.
Exato. Mas é pra mostrar como realmente, tipo, nossa, por exemplo, é isso, dois lufanos na mesma posição, por exemplo, de trabalho e agente de forma totalmente diferente. O Teseu é muito mais autoritário, né? Uhum.
É muito mais assim, ai, minha reputação, minhas coisas. E é isso, ele… Dá pra ver como ele é extremamente justo, a partir do momento que ele percebe que o negócio ali tá tudo errado, na hora ele fica, meu, beleza, então é isso, sabe? E vai atrás e tals.
Realmente é uma questão de que, tipo, são as posturas que as pessoas tomam na vida, né? Independente de algumas características que elas têm que são iguais. Uhum. A forma que elas encaram a vida acaba modificando tudo, assim.
Eu acho que trazendo de novo o negócio do orgulho, né? Ele tava do lado do orgulho ruim, e daí ele viu que tava errado. Sim. Talvez seja muito mais fácil, talvez, pra um lufano se redimir.
Porque assim, até voltando muito pra trás, né? Querendo ou não, o Zachary Smith tava na D, né? Sim. Ele tava ali na resistência estudantil, véi.
Depois o negócio se tronou ilegal, e ele tava lá. Apesar de tá questionando, né? Ele pode não ser uma pessoa agradável, né? Mas isso não quer dizer que ele não é uma boa pessoa, sei lá.
E que ele não é justo, enfim, que ele não tá do lado certo. Exato. E tem mais uma coisa pra se falar, é que os alunos da Lufa a Lufa foi a casa inteira que ficou pra lutar, por Hogwarts, né, na batalha. A lealdade, né, Mori?
A lealdade ao castelo, a lealdade à causa, a lealdade à própria justiça. Perfeitos. É, eu acho que é uma questão… É que é isso, tipo, meu, a hora é agora, né?
Tipo assim, o futuro do mundo bruxo tá sendo definido aqui. Eu tenho que ficar e lutar, né? Tipo assim, eu acho que é uma coisa que, como a gente discutiu, a Sonserina não tem no sentido de… Tanto de que muita gente ali tinha pai, que era a comissão da morte.
Muita gente ali foi rechaçada a vida toda. E aí, eu vou lutar pra vocês pro filho da puta? Não vou. Tô com a questão da auto preservação e tal.
E eu, enquanto corvina, eu não sei, depende do quão envolvido eu tivesse, entendeu? Porque, tipo, essas coisas aí de quase morrer, não sei. É mais uma questão racional do rolê, tá ligado? Esse negócio de lealdade, por exemplo, nesse momento, pode ser visto como coragem, né?
Porque, porra, que coragem que você tem que ficar ali pra morrer. Você tá ali pra morrer. É, a lealdade pode ser uma coisa simples, ou pode ser uma coisa trabalhosa, dificultosa e perigosa. Em muitos casos, a lealdade exige coragem, tá ligado?
Realmente, assim, a lealdade e a justiça exigem coragem. Porque como é que você vai lutar pelo que é certo, entendeu? Principalmente se a gente pensar em um mundo de justiça de minorias. Você vai enfrentar percausas e vai enfrentar a gente não acreditando em você.
Vai enfrentar a gente tic-ticando. E você tem que, tipo, erguer a cabeça e continuar no caminho, né? Isso é bem corajoso. Acho que, né, a gente tá…
Não sei se a gente vai voltar a esse assunto depois, talvez sim, talvez não. Mas, tipo, assim, meio que fechando, né? Esses episódios sobre as casas de Hogwarts. O ponto é muito de que, tipo, todo mundo tem características que são mais ou menos fortes em você.
O que não quer dizer que você não pode ter as outras em si também. E também tudo depende de como você usa elas, né? É, é justamente isso. A gente caminha para o final desta série.
Como é que você tá se sentindo, Isa? Tá feliz de estar fazendo parte desse ciclo que se encerra? Tô, depois de ficar enchendo o seu saco várias vezes. Cadê o episódio da Lufa-Lufa?
Toda vez que eu falava, Isa, o episódio da semana é o da Casa X, né? Pra ela fazer a nossa capa, as nossas artes. Ela falava, tá, mas cadê o da Lufa-Lufa? Aqui o da Lufa-Lufa.
Se você chegou até aqui com a gente, aqui o da Lufa-Lufa. Que está prestes a encerrar. Mas é isso, gente. Foi muito legal a discussão sobre a Lufa-Lufa.
Espero que a gente tenha feito justo a casa, apesar de a narrativa em si de Harry Potter trazer dificuldades pra isso, né? A gente realmente tem que pensar bastante sobre o que a gente vai discutir da Lufa-Lufa pra não ficar no raso. Mas eu acho que foi legal, assim, foi bem legal. Muito obrigado, viu, por participar, Isa.
É, eu acho que a conclusão que a gente tirou é que os lufanos são perfeitos e todos deveriam ser da Lufa-Lufa. É isso. É isso. Todos deveriam, mas nem todos podem ser.
Ó, e pra encerrar eu falo que é isso. Eu adoraria ser da Lufa-Lufa, gente, mas infelizmente não foi nessa encarnação. O grifinório mais infeliz do Brasil. Exatamente.
Alguém tem que ser infeliz por ser grifinório, né? Pelo menos o Pedro tem essa consciência. Ele tem consciência de classe. Exatamente.
Desculpa, grifinórios, eu tenho até amigos que são, tá? Mas é isso, gente. Agora é hora que a gente chega no jabá, né? No jabá, nas coisas tudo.
Então, Isa, se as pessoas quiserem te enaltecer, se as pessoas quiserem enaltecer uma lufana perfeita, onde elas te encontram? Tô com o Instagram novo, gente, o Instagram é profissional. Então, é… Lá tem bastante coisa…
Bastante coisa não, mas eu tô colocando coisas que eu faço no poteiriste e em outros lugares. Então, vamos lá. Dá um biscoitinho? Contratar pra uns fila, né?
É, vamos me dar dinheiro também. Seu perfil pessoal, Isa, como é que é? É Isa e Mai. Perfeita, né?
O meu sobrenome é diferente, então, consegui pegar quase todos os users. Exato, o meu é a mesma coisa, então. É Marina Anderi, né, amiga? Exato.
Só o meu que é um pouquinho chato. É I.M. Pedro Martins. Mas é só isso também, perfeito.
Agora os do poteiriste, vai. Como é que são os dos poteiristes, Marina? O poteiriste é e o poteiriste é E é isso, né? Tem clubhouse?
Não, não tem clubhouse. Não tem clubhouse. Desde o episódio anterior, o Pedro está no clubhouse, inclusive. Ó, me adiciona lá no clubhouse?
Segue? Não sei se adiciona, se segue, enfim. É I.M. Pedro Martins.
A Marina também, que é a Marina Anderi, que dia desses a gente vai fazer uma sala de bate-papo lá. Vai? Vai, né, amiga? Eu preciso estrear, não usei aquele trem lá do tipo de maneira eu falando.
Mas aí também, né, concluindo, pra notícias de Harry Potter, né, do mundo bruxo, artigos, listas, quiz, poteiriste.com. É isso, então. Um beijo, viu, gente? Tchau.
Beijo.







