Listas ︎◆ Seção Granger

7 livros que daríamos de presente a Hermione

Hermione Granger não é conhecida como a bruxa mais inteligente de sua idade à toa. Ela passava horas na biblioteca de Hogwarts lendo sobre todo tipo de assunto. Não temos dúvidas, portanto, de que o presente de aniversário perfeito para Hermione seria um livro. Em comemoração ao seu aniversário de 39 anos, o Potterish listou 7 livros que a bruxa gostaria de ganhar de presente. Leia a seguir!

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Seção Granger: “Lembra aquela vez”, de Adam Silvera

No dia do leitor, a colunista da Seção Granger, Ana Alves Rolim, escreve sobre Lembra aquela vez, de Adam Silvera.

Em uma história sobre lembranças e descoberta da identidade, Adam Silvera nos dá um narrador cativante que nos engana e não nos prepara para o momento de dizer a verdade.

Para ler a crítica, acesse a extensão deste post.

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Seção Granger: “Extraordinário”, de R. J. Palacio

Para comemorar a chegada de Extraordinário aos cinemas, a colunista da Seção Granger, Ana Alves Rolim, traz a resenha da obra de R. J. Palacio.

Palacio nos conta uma história de gentileza e empatia sob a visão de vários personagens-narradores muito bem-construídos.

Para ler a crítica, acesse a extensão deste post.

Não categorizado ︎◆ Seção Granger

Seção Granger: “Jogo de Espelhos”, de Cara Delenvigne e Rowan Coleman

Na primeira Seção Granger de dezembro, a colunista Beatriz Franco traz a resenha crítica de Jogo de Espelhos, primeiro livro da cantora, atriz e modelo Cara Delevingne, escrito em parceria com Rowan Coleman.

“Utilizando-se de vocabulário moderno e ferramentas atuais – Facebook, Instagram, redes sociais e SMS – Jogo de Espelhos estabelece um diálogo entre seus personagens e público alvo.”

Para ler a crítica na íntegra, acesse a extensão deste post.

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Seção Granger: “Toda luz que não podemos ver”, de Anthony Doerr

Para quem busca relaxar depois do ENEM, Kaio Rodrigues, editor da Seção Granger, traz a crítica de Toda luz que não podemos ver. Vencedor do Pulitzer de literatura, o romance alçou Anthony Doerr no hall dos grandes escritores que tratam da Segunda Guerra Mundial.

“Toda luz que não podemos ver é essencial em uma época de tanto radicalismo, onde ascendem governos tiranos e multiplicam-se grupos fascistas.”

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Seção Granger: três livros para conhecer Dan Brown

Quatro anos após o lançamento de seu último livro, Dan Brown retorna as prateleiras com Origem. Na trama, publicada na última semana pela editora Arqueiro, o renomado simbologista Robert Langdon está na Espanha e precisa investigar duas das perguntas que movem a humanidade: de onde viemos? Para onde vamos?

Em meio a fatos históricos ocultos e extremismo religioso, Robert e Ambra Vidal, diretora de um museu espanhol, precisam escapar de um inimigo atormentado cujo poder de saber tudo parece emanar do Palácio Real da Espanha. Tudo isso para encontrar a descoberta do futurólogo bilionário Edmond Kirsch, ex-aluno de Langdon.

Mas se você passou os últimos anos em Azkaban e não conhece o trabalho de Dan Brown, os colunistas da Seção Granger selecionou três livros que resumem bem o trabalho do premiado norte-americano. Confira na extensão deste post.

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Seção Granger: “Tartarugas até lá embaixo”, de John Green

[borda1]http://cdn.potterish.com/wp-content/2017/10/15160855/Tartarugas-at%C3%A9-l%C3%A1-embaixo.jpg[meio]Ana Alves Rolim, colunista da Seção Granger, esteve em Nova York para o lançamento de Tartarugas até lá embaixo, de John Green. Seis anos após o lançamento de A culpa é das estrelas, o norte-americano retorna com uma trama investigativa que reforça o seu já conhecido talento para escrever frases de efeito e criar personagens emocionantes.

“Ao mesmo tempo em que nos faz compreender o grande desafio de Aza, o autor não nega os limites da empatia.”

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Seção Granger: Entrevista com Paula Hawkins, autora de A Garota no Trem

Como escrever um livro de tirar o fôlego? Paula Hawkins, autora de A Garota no Trem, foi buscar inspiração em Alfred Hitchcock, Agatha Christie e até em J. K. Rowling! “Sou muito velha para Harry Potter, então só li o primeiro. Mas li também O Chamado do Cuco. A Rowling é maravilhosa, e inspira todos nós.”

Leia a entrevista com a autora na extensão deste post.

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Seção Granger: “A Lógica Inexplicável da Minha Vida”, de Benjamin Alire Sáenz

Na última Seção Granger de setembro, nossa colunista Caroline Calzolari traz a crítica de A Lógica Inexplicável da Minha Vida, de Benjamin Alire Sáenz.

A escrita de Benjamin é rápida e com um ritmo único. Os capítulos curtos e cheios de diálogos fazem com que você não consiga fechar o livro e o devore em poucos dias.

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Seção Granger: “A Melodia Feroz”, de Victoria Schwab

Victoria Schwab está no Brasil para a Bienal do Livro do Rio de Janeiro, e para comemorar, a colunista da Seção Granger, Ana Alves Rolim, traz a resenha crítica de A Melodia Feroz, sucesso da escritora norte-americana.

Em tempos em que a vida humana tem cada vez menos valor, é o monstro de Schwab quem nos traz um sopro de humanidade. Utilizando a música como estrutura da narrativa, a autora envolve beleza e escuridão em uma história que é, acima de tudo, necessária.

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Seção Granger: “As Águas-vivas não sabem de si”, de Aline Valek

[borda1]http://cdn.potterish.com/wp-content/2017/08/21201723/AsAguasVivasN%C3%A3oSabemDeSi_Borda1.jpg[meio]Na Seção Granger desta segunda, 21, nosso editor Kaio Rodrigues traz a resenha crítica de As Águas-vivas não sabem de si, de Aline Valek, contista, ilustradora e colunista da Carta Capital.

“Aline Valek nos traz um romance maduro e bem construído, cujos detalhes e inovações se descortinam aos poucos, como ondas erodindo rochas milenares.”

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Seção Granger: “Os Pilares da Terra”, de Ken Follet

No último domingo de agosto, nossa tradutora Caroline Calzolari estreia na Seção Granger com a crítica de Os Pilares da Terra, romance histórico medieval escrito pelo britânico Ken Follet, que marcou gerações e foi relançado pela Editora Rocco em 2012.

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Seção Granger: “Garota Exemplar”, de Gillian Flynn

Neste domingo, nossa newsposter e tradutora Beatriz Franco estreia na Seção Granger com a crítica de Garota Exemplar, da americana Gillian Flynn.

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Seção Granger: “Sob um Milhão de Estrela” de Chris Melo

Na última Seção Granger do mês de abril, Anna Luisa Constantino traz a resenha de Sob um milhão de Estrelas, um dos mais recentes livros da brasileira Chris Melo.

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Seção Granger: “#Fui”, de Viviane Maurey

O editor da Seção Granger, Kaio Rodrigues, leu com exclusividade o primeiro romance da carioca Vivi Maurey. #Fui chega às livrarias no dia 8 de abril, e inova ao unir cultura pop e bom humor para falar de uma juventude em constante transformação.

“Retrato de uma juventude inquieta, #Fui é narrado em primeira pessoa, quase como um diário. Sem papas na língua, Lully imprime com precisão suas alegrias e desafios, mas também seus medos e inseguranças. ”

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Seção Granger: Trilogia “Legado Ranger”, de Raphael Draccon

[borda1]http://cdn.potterish.com/wp-content/2017/03/27033359/LegadoRanger_Se%C3%A7%C3%A3oGranger_Borda1.jpg[meio]Aclamado por gerações desde 1980, Power Rangers chegou aos cinemas na última quinta, 23. Não podendo ficar de fora do lançamento, nosso editor, Kaio Rodrigues, traz a crítica de Legado Ranger, trilogia escrita pelo carioca Raphael Draccon que revisita os clássicos Tokusatsu orientais.

”Uma vez imerso nesse mundo, o leitor se sentirá como um Ranger em um campo de batalha, onde a morte pode estar na página seguinte.”

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Seção Granger: “Surpreendente”, de Maurício Gomyde

Na Seção Granger desse domingo, nosso novo colunista, Michael Costa, traz a resenha de Surpreendente, do brasiliense Maurício Gomyde

” Ainda que com um protagonista jovem, o livro tem uma escrita adulta e pontual, consagrando a carreira do paulista-brasiliense Maurício Gomyde.”

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Seção Granger: Sou fã! E agora?

[borda1]http://cdn.potterish.com/wp-content/2017/03/12175842/SouF%C3%A3EAgora_Borda1.jpg[meio]Além do sobrenome grego, a jornalista e apresentadora Frini Georgakopoulos tem muitas outras características que a tornam única. A mais importante delas, sem dúvidas, é que Frini é fã de carteirinha. Tão fã que é esse o tema de seu primeiro livro, Sou fã! E agora? (Editora Seguinte).

Por Aryanne Valenzuela, Kaio Rodrigues e Pedro Martins

Apesar da inquestionável paixão pelo Mundo Bruxo de J.K. Rowling, a carioca não entrou no universo literário através da Plataforma 9 ¾. Sua coruja foram os professores, que, para ela, são profissionais tão essenciais quanto os médicos – “é uma pena que não são valorizados o suficiente para que possam realmente exercer sua profissão.”

Frini teve mestres mágicos, que a mostraram a importância e o prazer da leitura. Muito mais do que testes para provar que tinha lido Machado de Assis, Jorge Amado e o resto da lista obrigatória do vestibular, eles queriam fazê-la pensar. Para ela, toda leitura é importante: “Equilíbrio é a alma do negócio. Você tem que dar Young Adults, sim, mas tem que trabalhar os clássicos também. Com contexto. O professor tem que guiar.”

Para Frini, o amor pela leitura não acabou na escola. Há mais de uma década, ela segue a missão que tanto admira organizando e apresentando eventos literários. Para muitos, tornou-se uma guru – definição com a qual não concorda: “Eu queria que as pessoas dessem uma chance para uma obra que nunca pensaram em ler. Mas não tenho fãs, tenho companheiros de leitura. Afinal, sou uma leitora como todo mundo. A diferença é que sou muito tagarela, então as pessoas me escutam”, comenta entre risos.

Potterish Seção Granger: Sou fã! E agora?
Foto: Daniela Conti.

Em uma das edições mensais de seu Clube do Livro, na Livraria Saraiva do Shopping Rio Sul, Frini decidiu falar sobre Shakespeare, e esperou um público pequeno. Não podia estar mais errada; o evento lotado a intrigou: por quê, será? “Eu sempre quis ler, mas nunca soube por onde começar. Queria que você me explicasse como leio Shakespeare”, disseram os leitores.

Depois de tanto ler, é claro que Frini também começou a escrever. Primeiro, fanfics (de Harry Potter!); depois, contos, ficando entre os finalistas do prêmio Brasil em Prosa; agora, livros! Independentemente do formato, uma coisa é unânime: “Ter a ideia é o mais difícil. Depois, escrevo em poucas semanas.”

A formação jornalística a permitiu escrever Sou fã! E agora? em tempo recorde. Mas não pense que não houve dificuldades! Sua maior preocupação era o medo de soar arrogante ou de o livro parecer didático demais. A ideia de torná-lo interativo veio após a leitura de Uma página de cada vez, de Giu Alonso. “Como é um livro sobre fãs, acho legal eles poderem participar. Torna a leitura uma experiência diferente.”

Quem vê Frini em seu habitat natural, entre as estantes da Saraiva, nem se dá conta de que ela é uma orgulhosa sonserina… Ainda bem! Afinal, ela não acredita que uma casa define o caráter de uma pessoa. Mas depois da Cerimônia de Seleção de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, “o Chapéu Seletor devia se aposentar.”

Felizmente, seu talento independe de qualquer artefato mágico milenar. Sou fã! E agora? fez sucesso com o público, alcançando o objetivo da autora de estender seu trabalho para além das fronteiras cariocas. Com um misto de artigos rápidos e páginas interativas, “é um Clube do Livro de Bolso”, que ajuda o leitor a descobrir formas de expressar seu amor pela literatura. De fanfics a cosplays; de blogs e canais no YouTube a eventos em livrarias. Até spoilers! Tudo ganha voz na escrita de uma fã apaixonada que é a Frini.

Falando em spoilers, e se contássemos alguns da vida de Frini?

No que o seu bicho-papão se transformaria? Em uma onda, tipo um tsunami. Eu tenho pavor!

O que você veria no Espelho de Ojesed? Quem já se foi. Meus avós, minha amiga, dizendo que estão orgulhosos de mim.

Uma Relíquia da Morte? A Capa da Invisibilidade.

Depois de anos mergulhando tão a fundo nesse universo, Frini agora tem uma definição ainda mais especial para nós: “Ser fã é ser generoso. É bater palma com muito entusiasmo para o talento alheio. Isso nos torna pessoas melhores.”

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Seção Granger: “Alerta de Risco”, de Neil Gaiman

Na Seção Granger de Carnaval , nosso tradutor e estudante de Editoração, Renato Augusto Ritto, traz a crítica de Alerta de Risco, do premiado e inquestionavelmente talentoso Neil Gaiman.

“O que mais fascina nesta coletânea é o tom sombrio. […] o autor ganha vantagem nas narrativas de terror, que fazem qualquer um olhar por sobre o ombro para se certificar de que está lendo sozinho.”

Para ler a crítica na íntegra, acesse a extensão deste post.