As Relíquias da Morte ︎◆ Filmes e peças ︎◆ Parte 2

Lembrol: Faltam 04 dias para Relíquias da Morte parte 2!

Minha História HP
Bom, minha história começa quando eu tinha apenas 6 anos. Estava começando a ler e adorando. Minha mãe sempre passava horas nas livrarias escolhendo vários livros para mim até que um dia ela, lendo um jornal, descobriu um tal livro “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. Ela chegou em casa falando e resolveu comprar. No momento em que eu comecei a ler, o livro parecia me consumir. A cada linha que eu lia, queria mais e mais, e acabei terminando ele em 1 semana. Todos ficaram impressionados, principalmente meu primo que também é fã de HP mas não tinha lido assim como eu.

Os anos foram passando e a cada lançamento eu comprava o novo livro e o consumia como se fosse oxigênio. Eu precisava deles para sobreviver. Até que veio, como em todas as histórias, a parte triste. Eu entrei em depressão porque sofria bullying na escola. Passava todo meu dia lendo e ouvindo música. Eu tinha vontade de me suicidar, não queria ir à escola, mas então pensava: “O que Harry, Hermione, Rony e os outros iriam pensar de mim? Sou tão fraca, eles enfrentaram coisas piores e continuaram lutando…”. Então, continuo aqui, até hoje, amando HP com a força de infinitas explosões nucleares. Brigo com meus pais quando eles me chamam de maluca, mas eles nunca vão entender. Aliás, como eu espero que alguém entenda?

Para mim, o fim de HP não é realmente um fim, mas apenas o começo. O começo da demonstração de amor e carinho de todos os fãs, que mesmo quando tiverem 80 anos ainda vão amar HP e se lembrar de todas as vezes que foram ao cinema e choraram (ou, como eu, brigaram com os seguranças chorando e fizeram o pai implorar para poder assistir ao filme), todas as esperas intermináveis nas livrarias esperando o livro, as frases animadoras que apareciam nos livros como se fossem boias salva-vidas te tirando do fundo do poço. Eu vou lembrar para sempre de HP com o maior carinho do mundo, porque foi a melhor coisa que já apareceu a minha vida. Posso até gostar de outras séries, que podem vir num futuro próximo e se tornar quase (EU DISSE QUASE) tão famosas quanto HP, mas que nunca, NUNCA vão mexer tanto com a minha vida.

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Eu prometo que nunca deixarei a magia terminar, nem que eu seja a última a gostar de HP. Contarei as histórias para os meus filhos, netos, bisnetos (se ainda viver) e deixarei meus livros, pôsteres e filmes como lembrança. Enfim, eu amo HP. Mas eu não só amo, já que amar é meio banalizado hoje em dia. Sabe o tamanho do universo? Multiplica por muitas vezes o próprio universo. Quem sabe assim, você pode me entender.

Por Beatriz Nascimento Antunes