Aniversários

Matthew Lewis fala em nova entrevista

O ator britânico Matthew Lewis (Neville Longbottom) cedeu uma entrevista para a Total Film Indonesia, publicada no site Snitch Seeker, onde abordou assuntos como encontro com fãs, a diferença de Harry Potter e as Relíquias da Morte Partes I e II para os outros filmes e seu personagem.

[meio-2]Perguntado sobre audições, Matthew diz:

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É estranho que eu não tenha feito audições… porque eu atuei dos 5 aos 11 anos, em montes de coisas diferentes, então eu estava acostumado a fazer testes. Então, dos 11 aos 21 anos, eu não fiz mais nenhum, então isto é interessante. As primeiras audições, eu odiei de verdade, absolutamente odiei, então, depois de duas ou três, comecei a readptar-me a isso, e agora realmente gosto do processo… pegar um novo roteiro e lê-lo e entrar em um novo personagem, isso é bem legal.

Questionado em relação aos seus colegas de trabalho, Matthew Lewis afirma querer trabalhar novamente com David Yates.

Eu adoraria trabalhar com David Yates outra vez. Eu acho que ele foi um diretor tão bom para nós. Acho que ele realmente exteriorizou o melhor que há em todos nós. Ele sempre sabia exatamente o que dizer e ele foi tão talentoso em evocar as emoções certas e tal nas pessoas, e ele sempre tinha uma imagem nítida do que ele queria, antes de começar. Sabe, ele imergiu-se nos filmes, nos livros e ele sabe exatamente o que quer para cada cena, o que sempre é de grande ajuda para nós. Então, sim, eu gostaria de trabalhar com David Yates outra vez.

Duas fotos da entrevista podem ser vistas aqui e aqui. Confira o resto da entrevista em notícia completa.

Matthew Lewis fala sobre as duas partes de Relíquias da Morte, herois, audições e Neville
Total Filme Indonesia
05 de dezembro de 2010
Tradução: Flávio Jr.

Agora começamos… pode nos dizer como fazer Harry Potter e as Relíquias da Morte foi diferente dos outros?

Fazer os dois filmes – sem interrupções, simultaneamente, foi um pouco difícil, pois você tinha de lembrar em que parte do filme estava e o que se sabia na parte em que você estava filmando, porque nós íamos da Parte 1 à Parte 2, e voltávamos à Parte 1 e tinha um pouco em cada lugar e isso foi meio confuso. Nunca tivemos de fazer isso antes, então esse foi o primeiro ano em que não tive ideia de como iria ficar, como “qualquer coisa”.

Normalmente você tem uma pista, porque você tem seguido o script o tempo todo, mas esse ano não faço a menor ideia. Não lembro de metade do roteiro, pois começamos a filmar em… Fevereiro de 2009. Então vai ser estranho. Mas foi ótimo, sabe, a equipe foi fantástica, assim como têm sido todos os anos e nós não teríamos conseguido termianar sem eles. Temos um bom grupo lá, que sabia exatamente o que tinha de fazer e o cronograma teria sido um pesadelo se não tivéssemos gente tão boa por trás de tudo, então foi tudo bem.

Neville é tão heroico no final, o que é ótimo, então qual a sua definição de heroi e quem é o seu?

Bem, o Leeds Rhinos [o time de Rugby favorito de Matthew] foi o meu heroi, noite passada! Não sei se viram o jogo, o time foi inacreditável. Mas não, minha real definição de heroi é… obviamente, todas as pessoas no Middle East agora. Sabe, esses caras são os herois. Pessoalmente, não conheço ninguém que está por lá, mas conheço amigos de amigos que estão por lá e é chocante. É ainda mais chocante que em pleno século XXI esse tipo de coisa ainda ocorra. As pessoas que estão lá, trabalhando, mas não queriam estar lá, porém estão… Eu acho isso corajoso e heróico.

Ele é também o único que acaba como professor em Hogwarts. O que você acha disso?

Você está certo, ele torna-se o professor de Herbologia. Isso foi bem legal, porque posso ver Neville como aquele tipo de professor, que não é muito espalhafatoso. Eu vejo-o, quando professor, como um tipo de professor Slughorn, não sei porquê. Não com aquilo de celebridades e estante, mas um pouco desajeitado… mas ele, obviamente, tem conhecimento sobre o assunto mais do que qualquer outra pessoa. Foi o tipo de final legal para Neville, porque não acho que ele fosse bom o bastante para sair e se tornar um auror, ou algo do tipo, mas acho que foi muito bom que ele tenha se tornado professor.

É difícil fazer audições para outros papéis, depois de todos esses anos em Harry Potter?

É estranho que eu não tenha feito audições… porque eu atuei dos 5 aos 11 anos, em montes de coisas diferentes, então eu estava acostumado a fazer testes. Então, dos 11 aos 21 anos, eu não fiz mais nenhum, então isto é interessante. As primeiras audições, eu odiei de verdade, absolutamente odiei, então, depois de duas ou três, comecei a readptar-me a isso, e agora realmente gosto do processo… pegar um novo roteiro e lê-lo e entrar em um novo personagem, isso é bem legal.

Agora que você não filma mais para a série Potter, você ainda vê outros membros do elenco?

Fiz 21 anos em junho e todos eles vieram para Leeds para minha festa de aniversário, o que foi realmente legal e eu não esperava todos eles. Quero dizer, eu convidei todos e eu reservei um grande salão, mas eu pensei “Cara, eles não virão… é uma longa estrada, cerca de 320 quilômetros, e todos eles estão realmente ocupados…”. Mas todos eles vieram – Dan, Rupert, James e Oliver, Tom, toda a turma e metade da equipe técnica também – então foi muito legal ver todo mundo em Leeds, o que foi muito bizarro para mim… Mas, sim, nós tentamos e saímos juntos. Sempre que estou em Londres, para audições ou qualquer outra coisa, sabe, eu sempre ligo para eles e digo “Vocês querem sair para tomar alguma coisa?” ou algo do tipo.

Há alguém com quem você, particularmente, gostaria de trabalhar?

Eu adoraria trabalhar com David Yates outra vez. Eu acho que ele foi um diretor tão bom para nós. Acho que ele realmente exteriorizou o melhor que há em todos nós. Ele sempre sabia exatamente o que dizer e ele foi tão talentoso em evocar as emoções certas e tal nas pessoas, e ele sempre tinha uma imagem nítida do que ele queria, antes de começar. Sabe, ele imergiu-se nos filmes, nos livros e ele sabe exatamente o que quer para cada cena, o que sempre é de grande ajuda para nós. Então, sim, eu gostaria de trabalhar com David Yates outra vez.

Qual foi o encontro mais interessante com fãs, até agora?

Tinha um cara estranho e são sempre os estranhos que mais te impressionam. Provavelmente há muitas histórias amáveis que eu poderia te contar, mas são sempre os fãs estranhos que surgem em sua cabeça. Sendo justo, cerca de 99,9% dos fãs eu eu conheci foram absolutamente fantásticos, pessoas amáveis. Mas houve esse sujeito em Nova Iorque – e meus pais estavam comigo lá – quando eu estava ocupado, fazendo alguma coisa. Ele se aproximou dos meus pais e eu acho que ele sequer perguntou se era eu, ele apenas disse para eles… ele meio que pegou na mão da minha mãe e disse “Obrigado por tê-lo trazido à vida”. Minha mãe achou isso completamente aterrador e me contou depois, e eu achei aquilo bastante estranho. Eu me lembro disto.