As Relíquias da Morte ︎◆ Filmes e peças ︎◆ Parte 1 ︎◆ Parte 2

Diversas novidades de RdM na tradução da revista Empire!

Conforme divulgamos, os scans da Empire Magazine saíram na internet trazendo uma matéria com citações de Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint sobre as filmagens do novo filme Harry Potter e as Relíquias da Morte. A jornalista chegou aos estúdios no dia em que gravavam o capítulo do Sete Potter, exatamente na cena em que todos se transformam em Harry.

Eu estou tão feliz que você viu isso! Algumas pessoas não imaginam a parte técnica que faz parte disso, e esse foi um exemplo perfeito. Porém, aqui vai a minha pergunta: Por que o Harry não se transforma em outra pessoa em vez de todo mundo se transformar nele? Nós todos pensamos nisso, mas ninguém no set descobriu.

Ele também disse que as duas cenas para as quais ele mais se preparou foi a da sua “morte” e a do encontro em King’s Cross. Ao comentar que Yates havia descrito o filme como uma ópera, Dan parece impressionado.

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Como uma ópera? Acho que parece uma porque leva cerca de 20 minutos para eu morrer e no final me recuso a fazer isso, então tenho uma morte de drama lírico. A batalha em Hogwarts é basicamente toda a segunda parte do filme, e é incrível! No pátio tem essa enorme pilha de ruínas; você quase imagina tanques Panzer surgindo e passando por cima delas.

Uma das partes mais reveladoras talvez seja quando Emma descreve a cena inicial do filme – atenção para SPOILERS; o filme começa com uma cena criada pela equipe técnica, na qual realmente vemos Hermione dando adeus à sua família.

O filme começa com Hermione apagando as memórias (sobre ela) de seus pais e saindo de casa. Você vê a casa de Rony e a de Harry. Mas você nunca tem uma noção da vida de Hermione fora de Hogwarts, fora daquela amizade, e isso é importante. Ela não está indo para mais um ano na escola. Ela está escolhendo entre sua família e seus amigos; é bem brutal. Eles a oferecem uma xícara de chá, completamente desavisados de que algo está para acontecer, e então eu lanço um feitiço que apaga as memórias sobre mim. Tem fotos por todo o cômodo, fotos da minha infância mesmo, e elas simplesmente se dissolvem. É horrível. E então eu tenho que fechar a porta e sair sozinha.

Emma ainda descreve as dificuldades físicas e emocionais que teve que enfrentar durante as filmagens em cenas como o Rony estrunchado, Hermione sendo torturada e várias cenas de ação. Por outro lado, ao perceber que os jornalistas só estão interessados em saber como foi o beijo com Rony, ela diz que entende.

O beijo entre Hermione e Rony é muito esperado, vem sendo construído por 8 filmes. E é Harry Potter, não Crepúsculo, sabe; nós não estamos vendendo sexo. Então, onde quer que tenha qualquer insinuação disso, todo mundo fica terrivelmente empolgado.

A matéria ainda continua com diversas curiosidades e citações engraçadas, tornando-se uma leitura realmente interessante e imperdível de se fazer nesse sábado monótono. Não deixem de ler tudo na extensão!

HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE
O Longo Adeus

Empire Magazine ~ Helen O’Hara
Outubro de 2010
Tradução: Pedro Emanuel Maia e Juliana Torres

Com Harry Potter se aproximando do seu final apocalíptico, Empire se junta às três estrelas enquanto eles ponderam sobre o adeus final à Harry, Hermione, Rony – e Hogwarts

O Longo Adeus

Ser Daniel Radcliffe deve ser bizarro. Por um lado, ele é um astro conhecido no mundo todo, um jovem homem financeiramente ajustado para o resto da vida mesmo que ele escolha nunca trabalhar novamente. Por outro, ele parece não ter absolutamente nenhum ego, uma figura exuberante e interminavelmente entusiasmada, constantemente em risco de ser ultrapassada por seus próprios pensamentos. Ainda franzino e com aparência de menino, o homem de 21 anos está a um mundo de distância dos super-heróis, homens do espaço e espiões que a gente espera ver liderando a maior série cinematográfica de todos os tempos. Ele também não age como um astro. Seu camarim está bagunçado com livros, mas sem nenhum bajulador. Em uma parede há uma estranha e multicolorida coleção de marcas de mão, desenhos e nomes rabiscados, enquadrados aonde você esperaria uma obra de arte refletindo seu salário – ou pelo menos, pôsteres com seu próprio rosto. “No meu aniversário esse ano”, explica ele, “a idéia foi conseguir que várias pessoas do elenco e da equipe contribuissem com alguma arte e fazer disso uma obra-prima! Não sei se fizeram, mas eu amo isso porque eu conheço todo mundo ali.”

A energia e vivacidade de Radcliffe certamente está presente quando a Empire se junta a ele durante nossa terceira visita ao set de Harry Potter e as Relíquias da Morte, em março de 2010 – quase um ano depois da nossa primeira viagem para o Leavesden Studios em Watford para esse filme de duas partes, e 13 meses depois do começo das filmagens. Mas mesmo Radcliffe admite que esse gigante de duas partes foi um teste de resistência.

“Nós estamos nos aproximando do recorde do filme “De Olhos Bem Abertos” de maior tempo filmando – se bem que esse aqui são dois filmes, então como eles esticaram aquele em 18 meses de filmagem eu não sei. É ótimo, ainda é bom, mas não parece que vai acabar algum dia. Sempre parece que ainda tem muito mais por fazer. Toda vez que você termina uma grande cena, de repente alguém diz, “Ah, nós estaremos no Salão Principal semana que vem”, e essas sempre são cenas gigantes…”

Como o menino bruxo do título, Radcliffe naturalmente trabalhou a maioria dos dias em todos os seis filmes anteriores (“cerca de 150 dias cada”), mas nesse o elenco principal chegou a cerca de 280 dias quando as filmagens se encerraram, e Radcliffe estava lá na maioria deles. “Os primeiros dois ou três meses foram tudo questão de locação, mas então depois disso, de volta aos estúdios, você entra num ritmo muito, muito apressado. E então você mal nota o tempo passando, para dizer a verdade.”

Mas além da resistência necessária, Partes 1 e 2 de Relíquias da Morte apresentam novos desafios para o já exaustivamente treinado e testado elenco. A Parte 1 se passa quase toda fora de Hogwarts, com o trio Harry, Hermione e Rony fugindo de Voldemort e colaboradores numa ação estilo um filme de fugitivos; a Parte 2 mostra a escola em ruínas enquanto a batalha com Voldemort se aproxima de um final e fatal desfecho. Com tanta história para cobrir, até cenas pequenas podem representar grandes desafios.

Durante nossa visita a Leavesden em agosto de 2009, Empire assistiu ao desenrolar de uma cena particularmente complexa, uma sequência no começo do livro, onde os amigos de Harry vêm buscá-lo em sua casa e seis deles tomam a Poção Polissuco para se transformarem em duplos de Harry. O plano é que todos saiam da Rua dos Alfeneiros em diferentes direções, para confundir melhor as forças das trevas que estão esperando lá fora. Porém, o resultado imediato é que deveriam ter sete Potters iguais parados no cômodo, o que requer múltiplas tomadas da mesma ação, com cada membro do elendo sendo substitído por Radcliffe em turnos.

“Eu estou tão feliz que você viu isso!” ele exclamou. “Algumas pessoas não imaginam a parte técnica que faz parte disso, e esse foi um exemplo perfeito. Nós fizemos 95 tomadas apenas naquela cena; contam como uma única cena porque a câmera é programada para fazer a mesma coisa em todas as tomadas. Nós estávamos apostando quantas tomadas teríamos que fazer. Ninguém ganhou porque ninguém chutou tão alto. Mas, no fim do dia, eles nos mostraram uma versão primitiva da cena e é brilhante. Normalmente quando você vê cortes na tela, você fica muito receoso de que eles não se encaixem, enquanto nessa cena é tudo sobreposto e todo mundo está se cruzando. É uma ótima abertura. Porém, aqui vai a minha pergunta: Por que o Harry não se transforma em outra pessoa em vez de todo mundo se transformar nele? Nós todos pensamos nisso, mas ninguém no set descobriu.”

Deixando os furos na história de lado, esse filme – a Parte 2 em particular – apresenta a Radcliffe duas cenas praticamente impossíveis: uma caminhada em direção à morte certa, e um estranho encontro após a morte que parece em King’s Cross. “Eu vim me construindo para essas duas cenas durante o filme todo. Essas são as duas que eu tenho que acertar. Eu não acho que me saí brilhantemente no fim, porque sempre faço essa coisa onde eu ponho muita pressão sobre mim mesmo, o que é muito estúpido,” ele diz com certa depreciação. “Nós filmamos num palco branco, mas eles vão inserir um fantasma de King’s Cross depois. A Health & Safety (saúde e segurança) estavam lá dizendo que as pessoas tinham que usar óculos escuros porque o branco era muito claro.”

O final de Potter, em outras palavras, nos leva a um lugar que ainda não estivemos. E se a Parte 1 é uma jornada episódica (“Jo Rowling me escreveu uma nota enquanto ela escrevia o sétimo livro, e disse que é um filme bizarro de estrada, o que está bem preciso”), a Parte 2 será numa escala bem maior; o diretor David Yates diz que é como uma ópera. Radcliffe olha impressionado. “Como uma ópera? David disse isso? Ele não me falou nada sobre. Acho que parece uma porque leva cerca de 20 minutos para eu morrer e no final me recuso a fazer isso, então tenho uma morte de drama lírico. A segunda metade é apenas essa perseguição implacável que se transforma numa batalha e não para; você mal tem uma chance para respirar. A batalha em Hogwarts é basicamente toda a segunda parte do filme, e é incrível! No pátio tem essa enorme pilha de ruínas; você quase imagina tanques Panzer surgindo e passando por cima delas. Parecia o filme perfeito sobre a Segunda Guerra Mundial. O que é bom sobre Potter é que nós sempre conseguimos manter a história e os personagens como o foco, mesmo com a ação em volta deles, então eu espero que sejamos capazes de nos manter fiéis a isso. Eu tenho certeza que vamos.”

Então esse é o Harry todo crescidinho? “Alguém me disse outro dia, ‘Há um momento onde Harry se torna um homem?’, e a verdade é, eu não acho que ele faz isso nesse filme, porque o negócio é que ele tem 17 anos. Quero dizer, Voldemort tirou seis anos de mim, e é isso que faz efeito, o fato que Harry é uma criança com os problemas sendo jogados em cima dele. Se fosse Voldemort matando um adulto – bem, ele faz muito isso no filme. Espero que vê-lo brutalizando e desesperadamente tentando matar um garoto de 17 anos agite algumas pessoas.”

Radcliffe não é o único a encarar um grande drama. O Rony Weasley de Rupert Grint, por seis filmes o alívio cômico da série, tem um papel bem diferente dessa vez. O diretor David Yates diz, “Quando vocês virem o Sete Parte 1, é bem intrigante porque Rupert, que sempre pega as partes engraçadas, está atuando numa linha bem mais emocional.”

Grint, falando com a Empire brevemente depois de terminar as filmagens, concorda: “É difícil para Rony, eu acho, porque se ele quer ser um amigo leal, isso significa ter que sacrificar ver sua família, e isso é algo com que ele se preocupa. Você começa a ver sua paranóia quando ele repara na aproximação de Harry e Hermione e ele não está plenamente confiante nas habilidades de Harry. Aí começa a esquentar um pouco. Mas o fato é que a brigas entre eles os torna um pouco mais humanos.” O estável triunvirato de seis filmes, em outras palavras, está oscilando.

O mais velho dos principais, Grint foi mais rápido que os outros dois para se lançar para fora de Hogwarts. Do escatalógico Thunderpants em 2002 para o mais recente Lições de Vida e Cherrybomb, e até um papel como aspirante a assassino de aluguel maconheiro em Wild Target, ele foi o que mais lutou até agora para escapar do rótulo “aquele de Harry Potter”. A impressão de que ele é menos comprometido é fortalecida pelo fato de que, perto dos seus co-atores mais articulados, Grint pode ser tão reservado ao ponto de parecer áspero. Mas faça-o falar que fica óbvio como ele divide a boa natureza de Rony e se preocupa profundamente com Potter. Tanto que recebeu a publicação das Relíquias da Morte com algum medo.

“Eu acho que fui o último a ler. Não sei porque, já que sou um grande fã do livro; eu li todos. Mas estava nervoso porque eu estava ouvindo tanto falar de personagens morrendo e não chegando ao fim. E eu queria que Rony sobrevivesse!”

Dadas as especulações na pré-publicação sobre o destino de Rony, a preocupação de Grint se confirmou. No final, se Rowling fosse matar alguém do trio, ele parecia o mais vulnerável. Mas ele não é o único personagem que tem motivo para se alarmar enquanto a série chega ao seu clímax sangrento. “Vira um pouco um filme de guerra. O castelo está em chamas com ruínas e corpos amontoados por todos os lados – e eles são todos crianças também! É bem tocante. Realmente intenso.” Meio que Resgato do Soldado Rony? “Definitivamente! Eles também mudaram a maneira como os feitiços são feitos. Antes tínhamos um coreógrafo de balé que era bem calmo, mas agora é muito mais agressivo e inspirado em lutas de espada.”

E com as filmagens finalmente acabando, ele está – como todo o resto do elenco e da equipe – passando por conflitos emocionais. “Parte de mim não quer que isso acabe, porque eu amei isso e tem sido uma enorme parte da minha vida, essa rotina. Mas do mesmo jeito, foram 10 anos sólidos de filmagem, então é bom ter um pouco de liberdade. É, simplesmente ser livre.”

Mas liberdade nem sempre é fácil de se ganhar. A Hermione de Emma Watson escapa dos problemas familiares que seu amigo Rony tem no filme – mas ela faz isso a um grande custo. “O filme começa com Hermione apagando as memórias (sobre ela) de seus pais e saindo de casa. Você não lê isso nos livros; você só sabe que ela fez isso. Essa é uma cena que Steve (Kloves) e Dave (Yates) escreveram para o filme, que me deixou feliz porque você vê o sacrifício que ela e o Rony têm que fazer para serem amigos de Harry. Você vê a casa de Rony e a de Harry. Mas você nunca tem uma noção da vida de Hermione fora de Hogwarts, fora daquela amizade, e isso é importante. Ela não está indo para mais um ano na escola. Ela está escolhendo entre sua família e seus amigos; é bem brutal. Eles a oferecem uma xícara de chá, completamente desavisados de que algo está para acontecer, e então eu lanço um feitiço que apaga as memórias sobre mim. Tem fotos por todo o cômodo, fotos da minha infância mesmo, e elas simplesmente se dissolvem. É horrível. E então eu tenho que fechar a porta e sair sozinha.”

Apesar de não mostrar mais inclinação para os holofotes do que seus co-atores, Watson é mais cercada por tablóides. Tão famosa que seus cortes de cabelo são notícias da primeira página, ela parece até aliviada em estar na estranha bolha dos estúdios Leavesden, e escolheu ir para universidade nos EUA, na relativamente calma Brown (“Brown tem um campus pequeno, então todo mundo está acostumado a me ver por lá. Ninguém mais fica me encarando, o que é ótimo.”). Para Watson, não foi a duração da filmagem ou o fato de estar terminando que mais a drenou, mas a simples guinada e o conteúdo desse filme.

“A parte emocional é muito mais difícil. Esse últimos dois estão em níveis completamente diferentes em termos de cobranças físicas e emocionais. Eu fiz uma cena onde Rony tinha metade do seu corpo estrunchado (o resultado de uma desaparatação mal-sucedida), e ele está coberto em sangue e as minhas mãos estão cobertas em sangue e meu amigo está com uma enorme dor nos meus braços, e eu estou tentando salvá-lo. Eu também sou torturada; eu nunca tive que fazer uma cena de tortura antes. E então fisicamente… havia uma grande quantidade de esforço físico por, tipo, dias a fio, você sabe, trabalhando com explosivos porque tinham tantas cenas de ação. Quando lançamos os feitiços, eles tem toneladas de efeitos pirotécnicos e é assustador. Nenhuma atuação necessária; é absolutamente aterrorizante. Eu me senti como se estivesse no exército. Então sim, foi uma gravação bem, bem exigente.”

Não que todos queiram perguntá-la sobre isso. Watson, cujo nível acadêmico típico de Hermione continua se destacando em Brown (onde ela tem atuado em uma peça de Chekhov), descobriu nesse filme que todos os jornalistas só estão interessados em uma coisa: como foi beijar Rony. “Eu acho que entendo. O beijo entre Hermione e Rony é muito esperado, vem sendo construído por 8 filmes. E é Harry Potter, não Crepúsculo, sabe; nós não estamos vendendo sexo. Então, onde quer que tenha qualquer insinuação disso, todo mundo fica terrivelmente empolgado. Na verdade, foi totalmente embaraçoso; nós não conseguíamos parar de rir. A melhor coisa sobre isto foi que, antes de fazermos a cena, nós nos viramos um para o outro e foi tipo “Meu Deus, isto será horrível, não é?”, mas, felizmente, passará a impressão de que foi bom”.

Apesar das corridas desenfreadas pelas florestas e vales (“Era bem competitivo; a câmera estava num cabo e nós estávamos meio que competindo uns com os outros”) e o trabalho dos dublês (“Quando eles colocaram aqueles efeitos pirotécnicos, tinha uma grande pressão para acertar tudo”), o maior desastre de Watson ocorreu quando ela tentava documentar essa última parcela da franquia.

“Eu vaguei para dentro de uma loja de câmeras usadas, e esse senhor muito gentil me convenceu de que eu precisava de uma câmera velha com filme em preto e branco. Eu percebi que não tirei fotos nos últimos dez anos, então dessa vez eu estava perturbando todo mundo. Eu levava cerca de dez minutos para tirar uma foto porque eu tinha que arrumar a abertura, a velocidade do obturador, o foco e tudo mais. Mas a garota que estava me ajudando a desenvolver o filme acidentalmente acendeu as luzes no quarto negro e apagou TUDO. Eu não conseguia falar por três dias. Fiquei devastada. Esqueçam os efeitos legais de câmeras antigas com filme. É tudo besteira. Câmeras digitas e Photoshop é que funcionam.”

Após dez anos e oito filmes, existem apenas fragmentos de trabalhos Potterianos para Radcliffe, Grint e Watson: alguma dublagem, e então a turnê promocional ao redor do mundo para as duas partes das Relíquias da Morte. E então vão partir em seus caminhos distintos: Radcliffe para a Broadway para How to Suceed In Business Without Really Trying, e um papel principal em The Womand In Black de Hammer; Grint para uma biografia de Eddie ‘The Eagle’ Edwards; e Watson para a faculdade. No momento, porém, é difícil imaginar um fim para Potter, por mais que tenha se completado a maratona das filmagens. Como Radcliffe diz, “Eu ficarei triste por terminar a série, mas terei uma grande sensação de realização quando eu terminar esse filme porque provavelmente vai ser a maior filmagem que vou fazer na minha carreira. E espero que todos mantenhamos contato. Nós provalvemente atuaremos como professores nos remakes daqui uns 30 anos.”