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Harry Potter: criticado e bajulado pelo Vaticano em seu diário

Não é novidade que a série Harry Potter, criada pela brilhante J.K. Rowling seja alvo de críticas construtivas e até mesmo ofensivas, realizadas pelas personalidades mais respeitadas do mundo, e hoje, por membros de entidades religiosas.

Em contra:

“…Potter despreza todos os que não são bruxos e não educa para ‘o transcendente, mas sim a uma vaga espiritualidade new age.

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Em pró:

“…o sucesso da série se baseia na humildade do pequeno bruxo, que a expõe a uma geração de jovens que lêem pouco e se comunicam por mensagens telefônicas.”

A Igreja Católica, em seu papel de alertar seus seguidores ante à maldade que o mundo os expõe, tenta dissuadir a muitos, mas deve-se obersar que os livros da saga Harry Potter não fazem mal a ninguém, pelo contrário, fazem muito bem, e um bom exemplo disso é o grande despertar em muitos por um prazer chamado leitura. 

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Fonte: Terra

Harry Potter: criticado e bajulado pelo Vaticano em seu diário
Terra
16 de janeiro de 2008
Tradução: Bruno Sloompo

A figura de Harry Potter volta a preocupar o Vaticano, que em dois artigos publicados em seu diário, <i>’L’Osservatore Romano'</i>, sugere um debate sobre o famoso bruxo com uma dura crítica porque propõe a bruxaria e com bajulações por sua defesa do bem e a amizade.

“A dupla face de Harry Potter”, intitulou o vespertino da Santa Sede para apresentar o debate sobre a personagem criada pela escritora J.K. Rowling, o que se tem certeza de que o Papa Bento XVI não se agrada.

As críticas mais duras as faz Edoardo Rialti, que em um artigo afirma que a imagem de herói de Potter ‘é errada’ e denuncia que os valores positivos que propõe o bruxo são a bruxaria, a manipulação violenta das pessoas e coisas e o conhecimento do oculto.

Segundo Rialti, Potter despreza todos os que não são bruxos e não educa para ‘o transcendente’, mas sim a uma vaga espiritualidade new age.

Mas ao contrário, Paolo Gulisano, afirma em outro artigo que Harry Potter leva o leitor desde uma visão individual do homem a outra do homem que tem valores morais, como o bem, a entrega, o sacrifício, o amor ou a amizade.
Segundo Gulisano, o sucesso da série se baseia na humildade do pequeno bruxo, que a expõe a uma geração de jovens que lêem pouco e se comunicam por mensagens telefônicas.

Esta não é a primeira vez que o Vaticano se interessa por Harry Potter. Há dois anos o arcebispo Michael Louis Fitzgerald, e Peter Fleetwood, disseram que um “bom católico pode ver filmes como Harry Potter sempre que saiba discernir e distinguir entre o bem e o mal e não perca de vista os ensinos cristãos”.

“Não existe nenhum problema, não há nada de mal sempre que se saiba discernir. Na imaginação de todas as crianças, em todas as épocas, sempre houveram bruxas, bruxos, magia, anjos.
Filmes como Harry Potter ou Senhor dos Anéis não são maus, sempre que os pequenos possam ver nelas o conflito entre o bem e o mal”
– disse Peter Fleetwood.

Ao papa Bento XVI, quando era o cardeal Joseph Ratzinger, a obra de J.K. Rowling, autora da saga Harry Potter, não lhe convencia por ‘minar o espírito da cristandade’, segundo garantiu o escritor Gabriele Kuby, autor do livro ‘Harry Potter – Bem ou Mal’.