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“My Boy Jack” recebe ótimas críticas e audiência

Ontem o ator Daniel Radcliffe foi aclamado pela crítica pelo seu papel no filme My Boy Jack, produzido para a televisão. A Reuters publicou um artigo sobre o filme e as declarações do ator.

Daniel Radcliffe, o astro dos filmes “Harry Potter”, não pode imaginar como foi viver em meio ao cheiro da morte nas trincheiras da 1ª Guerra Mundial, mas disse que não se deve permitir que sua geração esqueça a guerra.

Acho que o assunto é tão relevante quanto sempre, hoje, quando jovens em todo o mundo ainda sacrificam suas vidas em nome da guerra”.

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Leiam o artigo na íntegra clicando em notícia completa.

Além disso, o The Guardian afirmou que filme, que foi ao ar ontem no Reino Unido pela ITV, foi visto por 5.7 milhões de pessoas!

Fonte: Globo Online e The Guardian.

MY BOY JACK
Astro de ‘Harry Potter’ atua em filme sobre 1ª Guerra Mundial

Reuters
12 de novembro de 2007
Tradução: Globo Online

LONDRES – Daniel Radcliffe, o astro dos filmes “Harry Potter”, não pode imaginar como foi viver em meio ao cheiro da morte nas trincheiras da 1ª Guerra Mundial, mas disse que não se deve permitir que sua geração esqueça a guerra.

– Acho que o assunto é tão relevante quanto sempre, hoje, quando jovens em todo o mundo ainda sacrificam suas vidas em nome da guerra – disse o jovem ator, que na segunda-feira foi aclamado pela crítica pelo papel do filho do escritor Rudyard Kipling.

Radcliffe protagonizou “My Boy Jack”, exibido na televisão britânica para celebrar o dia que lembra os mortos na guerra. O filme também é tema de uma exposição no Museu Imperial da Guerra, em Londres.

Críticos dos jornais “The Daily Telegraph” e “The Independent” elogiaram a atuação de Radcliffe.

Rudyard Kipling, cujos livros “Histórias Assim” (“Just So Stories”) e “O Livro da Selva” viraram clássicos da literatura infanto-juventil, era propagandista fervoroso da guerra.

Ele usou sua influência para que seu filho pudesse se alistar, apesar de ter sido rejeitado duas vezes por ser extremamente míope.

O filme e a exposição acompanham a passagem de Kipling de patriotismo militarista para desilusão e desespero.

A exposição inclui a última carta rabiscada às pressas por Jack a seus pais e irmã em 1915, antes de morrer na batalha de Loos – logo após seu 18o aniversário.

Ao lado de sua carta, a exposição exibe mensagens de condolência enviadas a Rudyard Kipling pelo presidente americano Theodore Roosevelt e o escritor Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes, que perdeu seus dois filhos na “guerra que poria fim a todas as guerras”.