Filmes e peças ︎◆ O Prisioneiro de Azkaban

Entrevista curta, mas interessante

Bridget Byne do jornal Washington Post , conversou com Alfosno Cuaron sobre o seu novo filme (o mais curto da série: 2h e 15m) ser fiel aos livros de JK Rowling e como foi trabalhar com o ator Daniel Radcliffe.

Para ler a reportagem traduziada, clique aqui.

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Obrigado DanRadcliffe.com

O que é diferente em relação aos livros e o sentimento desse filme comparado com os 2 filmes anteriores?
Aqui Harry é mais introspectivo.Ele está dando seus primeiros passos para a adolescência. Ele percebe que os monstros…. não vivem em armários ou debaixo de camas, eles vivem dentro dele mesmo. O que ele tem que fazer agora é descobrir como lutar com esses monstros interiores.

O quão fiel você foi em relação aos livros?
Eu fiquei muito grato que desde cedo eu recebi um conselho de JK Rowling: “Seja fiel ao espírito do livro, não seja literal.” … Existem muitas coisas que tivemos que tirar por causa do curto tempo. Seguimos essa idéia…O que estiver no contexto fica, o que não estiver cai fora. [Algumas idéias foram mantidas no filme, por que JK disse que seria importante para livros futuros.]

Qual a parte mais difícil em dirigir HP3?
Meu desafio não era desapontar os fans mas sim fazer um filme para aqueles que não viram os 2 primeiros filmes ou não tenham lido os livros da série e que essas pessoas pudessem assistir e entender.

Por que Daniel é bom interpretando Harry Potter?
Ele é incrível. Ele realmente é uma pessoa especial…. Em uma mão ele é absolutamente esperto, como uma esponja que quer aprender e “sugar” tudo, mas por outro lado ele é generoso e dedicado. Ele tem um incrível senso de humor.

Como foi ter um novo ator interpretando Dumbledore?
Eu vejo Dumbledore como um cara hippie-chique. Eu penso que Michael Gambom trouxe toda essa idéia para o personagem.

O Filme foi censurado em PG-13. O quanto assustador ele é?
Os livros são um pouco assustador, mas ao mesmo tempo você está em um aniverso do faz de conta o que é um pouco assustador, isso não testa seus limites… Finalmente há uma luz no final do túnel. Eu penso que para honrar o espírito do livro nós não podemos dizer: “Nós temos crianças vendo, mesmo que o livro tenha um lobisomem, vamos deixar o lobisomem…. É assustador, mas não violento… Também, os filmes têm que crescer junto com os livros. Os leitores estão crescendo também.”