Seção Granger


Seção Granger: “Surpreendente”, de Maurício Gomyde

//Por Kaio Rodrigues - domingo, 19 de março de 2017 às 15:59


Na Seção Granger desse domingo, nosso novo colunista, Michael Costa, traz a resenha de Surpreendente, do brasiliense Maurício Gomyde

” Ainda que com um protagonista jovem, o livro tem uma escrita adulta e pontual, consagrando a carreira do paulista-brasiliense Maurício Gomyde.”

Para ler a crítica na íntegra, acesse a extensão deste post.

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Seção Granger: Sou fã! E agora?

//Por Pedro Martins - domingo, 12 de março de 2017 às 18:13


Além do sobrenome grego, a jornalista e apresentadora Frini Georgakopoulos tem muitas outras características que a tornam única. A mais importante delas, sem dúvidas, é que Frini é fã de carteirinha. Tão fã que é esse o tema de seu primeiro livro, Sou fã! E agora? (Editora Seguinte).

Por Aryanne Valenzuela, Kaio Rodrigues e Pedro Martins

Apesar da inquestionável paixão pelo Mundo Bruxo de J.K. Rowling, a carioca não entrou no universo literário através da Plataforma 9 ¾. Sua coruja foram os professores, que, para ela, são profissionais tão essenciais quanto os médicos – “é uma pena que não são valorizados o suficiente para que possam realmente exercer sua profissão.”

Frini teve mestres mágicos, que a mostraram a importância e o prazer da leitura. Muito mais do que testes para provar que tinha lido Machado de Assis, Jorge Amado e o resto da lista obrigatória do vestibular, eles queriam fazê-la pensar. Para ela, toda leitura é importante: “Equilíbrio é a alma do negócio. Você tem que dar Young Adults, sim, mas tem que trabalhar os clássicos também. Com contexto. O professor tem que guiar.”

Para Frini, o amor pela leitura não acabou na escola. Há mais de uma década, ela segue a missão que tanto admira organizando e apresentando eventos literários. Para muitos, tornou-se uma guru – definição com a qual não concorda: “Eu queria que as pessoas dessem uma chance para uma obra que nunca pensaram em ler. Mas não tenho fãs, tenho companheiros de leitura. Afinal, sou uma leitora como todo mundo. A diferença é que sou muito tagarela, então as pessoas me escutam”, comenta entre risos.


Foto: Daniela Conti.

Em uma das edições mensais de seu Clube do Livro, na Livraria Saraiva do Shopping Rio Sul, Frini decidiu falar sobre Shakespeare, e esperou um público pequeno. Não podia estar mais errada; o evento lotado a intrigou: por quê, será? “Eu sempre quis ler, mas nunca soube por onde começar. Queria que você me explicasse como leio Shakespeare”, disseram os leitores.

Depois de tanto ler, é claro que Frini também começou a escrever. Primeiro, fanfics (de Harry Potter!); depois, contos, ficando entre os finalistas do prêmio Brasil em Prosa; agora, livros! Independentemente do formato, uma coisa é unânime: “Ter a ideia é o mais difícil. Depois, escrevo em poucas semanas.”

A formação jornalística a permitiu escrever Sou fã! E agora? em tempo recorde. Mas não pense que não houve dificuldades! Sua maior preocupação era o medo de soar arrogante ou de o livro parecer didático demais. A ideia de torná-lo interativo veio após a leitura de Uma página de cada vez, de Giu Alonso. “Como é um livro sobre fãs, acho legal eles poderem participar. Torna a leitura uma experiência diferente.”

Quem vê Frini em seu habitat natural, entre as estantes da Saraiva, nem se dá conta de que ela é uma orgulhosa sonserina… Ainda bem! Afinal, ela não acredita que uma casa define o caráter de uma pessoa. Mas depois da Cerimônia de Seleção de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, “o Chapéu Seletor devia se aposentar.”

Felizmente, seu talento independe de qualquer artefato mágico milenar. Sou fã! E agora? fez sucesso com o público, alcançando o objetivo da autora de estender seu trabalho para além das fronteiras cariocas. Com um misto de artigos rápidos e páginas interativas, “é um Clube do Livro de Bolso”, que ajuda o leitor a descobrir formas de expressar seu amor pela literatura. De fanfics a cosplays; de blogs e canais no YouTube a eventos em livrarias. Até spoilers! Tudo ganha voz na escrita de uma fã apaixonada que é a Frini.

Falando em spoilers, e se contássemos alguns da vida de Frini?

No que o seu bicho-papão se transformaria? Em uma onda, tipo um tsunami. Eu tenho pavor!

O que você veria no Espelho de Ojesed? Quem já se foi. Meus avós, minha amiga, dizendo que estão orgulhosos de mim.

Uma Relíquia da Morte? A Capa da Invisibilidade.

Depois de anos mergulhando tão a fundo nesse universo, Frini agora tem uma definição ainda mais especial para nós: “Ser fã é ser generoso. É bater palma com muito entusiasmo para o talento alheio. Isso nos torna pessoas melhores.”

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Seção Granger: “Alerta de Risco”, de Neil Gaiman

//Por Kaio Rodrigues - domingo, 26 de fevereiro de 2017 às 19:22


Na Seção Granger de Carnaval , nosso tradutor e estudante de Editoração, Renato Augusto Ritto, traz a crítica de Alerta de Risco, do premiado e inquestionavelmente talentoso Neil Gaiman.

“O que mais fascina nesta coletânea é o tom sombrio. […] o autor ganha vantagem nas narrativas de terror, que fazem qualquer um olhar por sobre o ombro para se certificar de que está lendo sozinho.”

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Seção Granger: Em primeira mão, capa do livro #Fui

//Por Kaio Rodrigues - sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017 às 11:00


Às vésperas do carnaval, a carioca Vivi Maurey tem muitos motivos para cair na folia! E nós do Potterish também: com imenso prazer, divulgamos em primeira mão a capa de #Fui, seu primeiro romance!

A protagonista é a jovem Lully, uma geek superfã de Harry Potter e Star Wars, que decide deixar para trás aqueles que ama para correr em busca de seu sonho e viver uma experiência única de intercâmbio nos Estados Unidos. Munida do amor por John Green, de suas ideias mirabolantes (o tempo todo ela se imagina morrendo de diversas formas) e de seu exército de troféus fictícios e inúteis, Lully sabe que, depois de partir nesta jornada, dificilmente será a mesma pessoa de antes…

Para Lully, o maior desafio é esconder toda a sua empolgação do namorado – compreensivelmente chateado pela distância. Em breve conversa com o Potterish, Vivi, de 30 anos, comenta que uma de suas intenções com #Fui é justamente questionar a possessividade presente nos relacionamentos amorosos, especialmente hoje em dia: “Uma das coisas que mais me fascina nos relacionamentos é a facilidade com que as pessoas rapidamente entendem o outro como propriedade.”

Vivi, que é jornalista e dedicou parte da carreira à edição de livros, também comenta a intenção de abordar a dificuldade de morar junto com estranhos, dividir responsabilidades, gastos e viver diferentes culturas. Tendo que fazer uma escolha determinante para o seu futuro, Lully acaba notando o quão frágeis podem ser suas certezas e seguranças, principalmente quando se está em uma jornada solitária em busca de grandes sonhos.

Editado pela GloboAlt, #Fui chega às prateleiras no próximo mês de abril, marcando Viviane Maurey não só como uma mestra das palavras, mas também uma romancista experiente de uma juventude inquieta e inconformada.

Para saber mais sobre a autora, siga-a nas redes sociais: FacebookTwitterInstagram.

Você é do Rio de Janeiro?! Que tal dar uma passada no lançamento e participar do bate-papo com a Vivi e da tarde de autógrafos?

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Seção Granger: “Um Gato de Rua Chamado Bob”, de James Bowen

//Por Kaio Rodrigues - domingo, 12 de fevereiro de 2017 às 14:31


Na Seção Granger deste domingo, 12, nossa colunista Débora Jacintho traz a crítica de Um gato de rua chamado Bob, de James Bowen, publicado pela Editora Novo Conceito em 2012 e relançado no ano passado, com a capa inspirada no lançamento do filme homônimo.

“Quem tem animais de estimação sabe o potencial que eles têm de mudar uma vida. Com James não foi diferente. Esbarrar com Bob foi o seu ponto de virada, e ele passa a analisar as coisas com outros olhos…”

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Seção Granger: “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, de Patrick Ness

//Por Kaio Rodrigues - domingo, 29 de janeiro de 2017 às 20:46


Na última Seção Granger de Janeiro, traz a crítica de Sete Minutos Depois da Meia-noite, um dos mais recentes lançamentos da editora Novo Conceito.

“Histórias são importantes – disse o Monstro – Elas podem ser mais importantes do que tudo. Se forem sinceras.”

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Seção Granger: “E não sobrou nenhum”, de Agatha Christie

//Por Kaio Rodrigues - domingo, 22 de janeiro de 2017 às 18:14


Na Seção Granger deste domingo, 22, nosso editor Kaio Rodrigues traz a crítica de E não sobrou nenhum, de Agatha Christie, relançada pela Globo Livros depois de quase setenta anos.

“De forma genuína, a Dama do Crime cria personagens críveis e cheios de medos, dúvidas e anseios. Estariam seus passados relacionados a todas as atrocidades cometidas na ilha? Eles não sabem, mas temem que sim.”

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Seção Granger: “Jantar Secreto”, de Raphael Montes

//Por Kaio Rodrigues - domingo, 15 de janeiro de 2017 às 12:02


Na Seção Granger deste domingo, 15, nosso editor Kaio Rodrigues traz a resenha crítica de Jantar Secreto, aposta da Companhia das Letras para o fim do ano passado.

“Jantar secreto fala sobre os jovens do Brasil de hoje, utilizando referências pop e elementos narrativos ousados, como receitas, e-mails e até um capítulo no WhatsApp, tudo embalado com humor vibrante e algumas mortes, claro. É tenso, estranho e divertido. Um livro que consagra a rápida e invejável carreira de Raphael Montes.” – Zuenir Ventura

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Ler nos torna mais empáticos

//Por Kaio Rodrigues - domingo, 08 de janeiro de 2017 às 21:04


A empatia é um dos temas mais discutidos da atualidade. Ele diz respeito à capacidade de uma pessoa se colocar no lugar de outra, compreendendo seus sentimentos e suas emoções. Ora, a literatura assume função crucial na busca pela empatia. Quando lemos, nos colocamos no lugar dos personagens, compreendendo seus anseios, suas dúvidas e seus objetivos. Ler nos torna mais empáticos.

A partir disso, os colunistas da Seção Granger aceitaram o desafio da Intrínseca e leram duas obras indicadas no Mesa Para Cinco, bate-papo da Editora no Youtube. Nosso editor, Kaio Rodrigues, leu Simon Vs A Agenda Homo sapiens, da americana Becky Albertalli. Já Anna constantino se deliciou com Alucinadamente Feliz, de Jenny Lawson. Você confere as suas impressões na extensão deste post.

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Cinco livros para ler em 2017

//Por Kaio Rodrigues - sábado, 31 de dezembro de 2016 às 19:04



Como todos sabem, 2016 não foi um ano fácil. Perdemos grandes artistas, de todas as sete artes – dentre eles, nosso queridíssimo Alan Rickman. Para inspirar a todos na jornada do próximo ano, nosso editor, Kaio Rodrigues, reuniu cinco livros inspiradores para serem lidos em 2017.
Na última Seção Granger do ano, agradecemos a todos os que estiveram conosco, e prometemos um ano ainda mais produtivo. Preparem suas varinhas, e confiram nossas indicações na extensão do post.

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