Marina Anderi


Potterish no Youtube: Minha coleção de Harry Potter

//Por Gabriela Benevides - quinta-feira, 12 de outubro de 2017 às 18:18


Neste novo vídeo do canal do Potterish no Youtube, a webmistress Marina Anderi mostra sua incrível coleção de itens de Harry Potter. Tem varinha, Horcrux, edição especial de Harry Potter e a Pedra Filosofal e mais!

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Magia do Cinema: “Baby Driver”, com Ansel Elgort

//Por Pedro Martins - quinta-feira, 27 de julho de 2017 às 16:10


Baby Driver chegou aos cinemas brasileiras com velocidade máxima na quinta-feira passada: o diretor Edgar Wright e o ator Ansel Elgort (A Culpa é das Estrelas) vieram até São Paulo. O Potterish participou da coletiva de imprensa da Sony Pictures e hoje trazemos a crítica do filme.

Pela coletiva, percebi o grande envolvimento desses dois caras com o filme. Sobre o que queriam contar e sobre como a música desempenhava um papel importante nisso. Ainda assim, eu tinha a ideia de que Baby Driver era apenas mais um filme de perseguição de carro com uma trilha sonora legal. Ai, como eu amo estar errada…

Para ler a crítica na íntegra, acesse a extensão deste post.

Baby Driver, de Edgar Wright
Crítica cinematográfica por Marina Anderi

Ao abordar Baby Driver, fiz um caminho meio contrário. Primeiro fui à coletiva de imprensa com a presença do diretor Edgar Wright e do ator Ansel Elgort para apenas depois assistir ao filme. Coisas a ver com falta de tempo. De qualquer forma, pela coletiva, percebi o grande envolvimento desses dois caras com o filme. Sobre o que queriam contar e sobre como a música desempenhava um papel importante nisso. Ainda assim, eu tinha a ideia de que Baby Driver era apenas mais um filme de perseguição de carro com uma trilha sonora legal. Ai, como eu amo estar errada…

Baby (Elgort) é um motorista de fuga que trabalha sob as ordens de Doc (Spacey) em assaltos a empresas do centro da cidade. Ele leva os ladrões até o local, aguarda o roubo, eles entram de volta no carro e Baby acelera. Simples. Mesmo trabalhando com isso há anos, Baby nunca se envolveu realmente com o lado violento do crime. Até que ele conhece Deborah (James) e resolve parar de dirigir. Claro que, como não poderia deixar de ser, as coisas não são tão fáceis assim.

Ansel Elgort interpreta um protagonista que pouco fala. Não tímido, mas alguém que acredita que muitas coisas não precisam ser necessariamente ditas para que sejam entendidas. Sua ligação com a música é forte e bonita. Ele tem diversos iPods para dias diferentes, com humores diferentes. O filme sabe utilizar isso muito bem: Baby reage expressivamente ao que está ouvindo e, nos poucos momentos em que o som está desligado, ouvimos o zumbido que ele tem no ouvido; isso causa um desconforto ao espectador, semelhante ao que o personagem está sentindo. Wright informou na coletiva que as músicas foram escolhidas antes mesmo de o roteiro ser escrito, o que torna a trilha sonora bastante envolvente e verossímil.

O filme mostra cerca de três assaltos, cada um com uma equipe diferente, e o desconforto de Bats (Foxx) com o conforto de Baby é uma tensão que vai escalando conforme a história se desenrola. Bats é descontrolado, perigoso, e Foxx encara isso como alguém que acredita em seus próprios devaneios. Deborah (James), o interesse amoroso de Baby, é uma menina em busca de algo melhor, mas presa em sua situação; é muito simpática, envolvente, e faz do romance algo para o qual o espectador torce.

As cenas de ação em Baby Driver são ótimas e não se limitam apenas às perseguições de carro. A música, como já disse, dá o tom necessário para o que está ocorrendo e deixa o espectador na ponta da cadeira. Os movimentos de câmera são precisos de acordo com os desvios e drifts, e a noção de espaço é clara, algo que facilmente é perdido ao se tratar de carros em alta velocidade.

Mesmo com tantos acontecimentos e tiros e melodias, o grande trunfo do filme é realmente seus personagens e, consequentemente, seus sentimentos. É claro o que cada um quer, o que cada um precisa, e isso torna todos relacionáveis, mesmo que alguns não sejam lá muito simpáticos. Se o final tem uma carga otimista, acredito que é para fazer compensar pelos trancos e barrancos na trajetória de Baby.

Marina Anderi é estudante de Cinema na Universidade Federal de Pernambuco e gerente de conteúdo do Potterish.

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Magia do Cinema: Homem Aranha: De Volta ao Lar

//Por Pedro Martins - quinta-feira, 13 de julho de 2017 às 16:12


Peter Parker está de volta às telonas! Na Magia do Cinema, nossa coluna sobre filmes e séries, trazemos a crítica de Homem-Aranha: De Volta ao Lar, a terceira versão de um dos super-heróis mais populares da Marvel em 15 anos.

“Depois de se estabelecer, a Marvel tem trazido cada vez mais filmes de qualidade. De Volta ao Lar é um marco do gênero ao ser, além de tudo, uma comédia adolescente. Uma revigoração super necessária ao herói que, felizmente, parece ter um ótimo caminho pela frente.”

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Magia do Cinema: “A Bela e a Fera”, com Emma Watson

//Por Pedro Martins - sexta-feira, 17 de março de 2017 às 16:45


Protagonizado por Emma Watson, a versão live-action de A Bela e a Fera estreou ontem, 16, e arrastou multidões de fãs ansiosos para as salas de cinema. Uma delas, Marina Anderi, nossa Webmistress, que hoje traz suas impressões sobre o filme.

“Felizmente, a história é forte o suficiente para o resultado final ser mais do que satisfatório.”

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Magia do Cinema: “A Bruxa de Blair”

//Por Pedro Martins - quinta-feira, 29 de setembro de 2016 às 16:13


”A Bruxa de Blair” é um clássico da sétima arte que, como bem pauta Marina Anderi, nossa webmistress, “realmente merece ser visto por qualquer geração”. Neste mês, sua continuação chegou às telonas de todo o mundo, mas talvez como um convite à história, a crítica de hoje, 29, é sobre o longa-metragem de 1999.

“Vê-lo hoje, contudo, acarreta em uma perda: à época do lançamento, seu marketing foi genial. Começaram a espalhar cartazes de “desaparecidos” por capitais dos Estados Unidos e os atores usaram seus próprios nomes nos personagens, além de não terem feito aparições públicas até três meses depois da estreia do filme. As pessoas achavam que o filme era uma história real.”

Se vocês assistirem a este filme e nos pedirem, Marina volta à Magia do Cinema para falar sobre o lançamento de 2016! Para ler a crítica na íntegra, acesse a extensão deste post.

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Magia do Cinema: “Sete homens e um destino”

//Por Marina Anderi - quinta-feira, 22 de setembro de 2016 às 12:13


”Sete homens e um destino” é um remake do clássico homônimo de 1960, que, por sua vez, é um remake do longa-metragem japonês “Os Sete Samurais”, de 1954. Sendo a terceira versão de uma mesma história, portanto, o que esse filme poderia trazer de diferente? Nossa webmistress Marina Anderi escreve suas impressões sobre o filme estrelado por Denzel Washington e Chris Pratt.

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Magia do Cinema: “Aquarius”

//Por Marina Anderi - quinta-feira, 01 de setembro de 2016 às 18:56


”Aquarius” é o segundo longa-metragem de Kleber Mendonça Filho. Pernambucano e crítico de cinema, seu primeiro longa, “O Som ao Redor” (2012), ganhou destaque internacional ao levar diversos prêmios em festivais consagrados e chegou até a representar o Brasil no Oscar. Havia, portanto, muita expectativa para seu mais novo filme. Surpreendeu. Para o bem ou para o mal?

“‘Aquarius’, apesar de também ter esse aspecto [da urbanização], leva para um ponto mais subjetivo: o da memória e o da preservação. É certo que novos condomínios mudam a cara da cidade, mas há muito foco em como isso afeta a vida das pessoas. Antes de Clara, sua tia morou no Aquarius. Clara criou seus filhos no seu apartamento. Como abrir mão de algo sempre tão presente?”

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Magia do Cinema: “Esquadrão Suicida”

//Por Marina Anderi - segunda-feira, 15 de agosto de 2016 às 22:14


A DC vem nessa empreitada de alcançar a Marvel desde O Homem de Aço. Porém, ao seguir uma linha mais séria e realista, seus filmes vêm pouco agradando. Batman vs Superman foi detonado pela crítica. Aí vem a esperança, o tal Esquadrão Suicida, cheio de anti-heróis interessantes e Jared Leto enviando ratos vivos para as pessoas. Deu certo?

O Coringa, por sua vez, pouco aparece, pouco importa e muito irrita. Como os flashbacks não condizem com a Arlequina do tempo presente, ele se mostra desnecessário, já que, para o enredo em si, de nada serve. Todas as suas cenas terminam com uma risada estridente, independente do contexto. Leto divulgou tanto o quão Coringa era, com pegadinhas de mau gosto com os colegas, que só conseguia vê-lo em tela, não me concentrava no personagem. Assim, assumo que ele de forma alguma foi um bom Coringa.

Você pode conferir a crítica na íntegra acessando a extensão do post.

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Magia do Cinema: “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”

//Por Marina Anderi - quinta-feira, 16 de junho de 2016 às 11:04


Com a aproximação das férias, são lançados muito filmes de ação. “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras” é mais um deles. Mais do mesmo? A estudante de Cinema e Audiovisual da UFPE e Webmistress do Potterish, Marina Anderi, propõe-se a discutir isso.

“A trama é marcada pela volta do vilão do primeiro filme, Destruidor, que, junto de um cientista renomado e um alien de outra dimensão, pretende acabar com o planeta Terra. April O’Neil (Fox) é quem dá conta de descobrir grande parte desses planos. Dificilmente espero um personagem útil feminino nesses filmes de ação, algo devido ao próprio gênero, cheio de músculos e mulheres indefesas, mas ela realmente se prova muito útil.”

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Magia do Cinema: “Como Eu Era Antes de Você”

//Por Marina Anderi - quinta-feira, 16 de junho de 2016 às 09:46


Temos divulgado aqui e ali o filme “Como eu era antes de você”, pois, em seu elenco, conta com o ator Matthew Lewis, nosso Neville Longbottom em “Harry Potter”. Hoje (16) é sua estreia oficial nos cinemas brasileiros, apesar de no final de semana anterior terem ocorrido algumas sessões devido ao Dia dos Namorados.

Marina Anderi, estudante de Cinema e Audiovisual da UFPE e Webmistress do Potterish, admitiu em um tweet em nossa conta que chorou muito com o filme. Mas será que ela gostou?

“Se tem algo que o filme faz bem é demonstrar como Lou parece presa ao seu cenário. ‘Sua vida parece mais chata que a minha’, Will comenta após ela listar seus hobbies. Ela tem 26 anos e nenhuma perspectiva de mudança de futuro, e isso é algo que ela não parara para pensar até se deparar com a questão. Ela namora Patrick (Lewis) por 7 anos, e ele parece mais focado em seus planos de boa forma e maratonas do que na namorada. Não que ela dê muita atenção a ele. É algo conveniente para os dois. Matthew Lewis entrega um Patrick desatento, apaixonado por esportes e que só vê o quanto Lou está distante quando tem isso esfregado na sua cara. Não é um cara ruim, de forma alguma. Apenas… com prioridades desalinhadas.”

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