Magia do Cinema


Magia do Cinema: “Power Rangers”

//Por Pedro Martins - sexta-feira, 24 de março de 2017 às 14:10


Clássico que marcou gerações, o tão esperado Power Rangers chegou aos cinemas ontem, 23. Nosso colunista Evandro Lira foi conferir e traz agora suas impressões sobre o filme.

“O novo Power Rangers é um filme de origens, que tem em seus personagens o principal ponto positivo. Espera-se que os produtores reconheçam isso, já que este almeja ser o primeiro de uma longa série cinematográfica. Afinal, voltar aos cinemas apenas para ver robôs batalhando com monstros gigantes não é instigante. Queremos voltar pelos personagens, por suas histórias.”

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Magia do Cinema: “A Bela e a Fera”, com Emma Watson

//Por Pedro Martins - sexta-feira, 17 de março de 2017 às 16:45


Protagonizado por Emma Watson, a versão live-action de A Bela e a Fera estreou ontem, 16, e arrastou multidões de fãs ansiosos para as salas de cinema. Uma delas, Marina Anderi, nossa Webmistress, que hoje traz suas impressões sobre o filme.

“Felizmente, a história é forte o suficiente para o resultado final ser mais do que satisfatório.”

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Nota 1Nota 2Nota 3Nota 4Nota 5 (6 votos, média: 1,67 de 5)
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Magia do Cinema: “La La Land – Cantando estações”

//Por Pedro Martins - terça-feira, 24 de janeiro de 2017 às 17:46


La La Land foi hoje indicado a 14 Oscars, um recorde ao lado de A Malvada e Titanic. Com 7 Globos de Ouro e muito burburinho, não passaria despercebido pela nossa coluna de filmes, a Magia do Cinema. Nosso colaborador Evandro Lira foi conferir o favorito da temporada cheio de expectativa e… não se decepcionou.

“O primor técnico de Chazelle fica evidente logo na primeira cena, onde um número musical de proporção grandiosa se dá em um dia comum – o que aqui significa ensolarado –, no meio do trânsito em um enorme viaduto de Los Angeles. Assistir a um grupo de pessoas saindo de seus carros, dançando e cantando suas aspirações é extasiante e responsável pelos olhos saltados do espectador, que se pega em um misto de encantamento e euforia.”

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Nota 1Nota 2Nota 3Nota 4Nota 5 (1 votos, média: 5,00 de 5)
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Magia do Cinema: “Moana – Um mar de aventuras”

//Por Pedro Martins - quarta-feira, 18 de janeiro de 2017 às 16:33


Na volta da coluna sobre filmes do Potterish, a Magia do Cinema, nosso webmaster Pedro Martins traz a crítica de Moana – Um mar de aventuras, primeira aposta do ano da produtora que mais lucrou em 2016.

“Inovação. Ainda que com ressalvas, essa é a palavra que melhor define Moana – Um mar de aventuras. O empoderamento feminino da Disney, iniciado aos engatinhos com Pocahontas (1995) e Mulan (1998), e que passou por evoluções recentes com Valente (2012) e Frozen (2013), renova-se em Moana.”

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Magia do Cinema: “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, de J.K. Rowling

//Por Pedro Martins - domingo, 13 de novembro de 2016 às 00:00


Nossa correspondente em Nova York Larissa Helena teve a honra de fazer parte de uma seleta equipe de repórteres que assistiram Animais Fantásticos e Onde Habitam na última quarta-feira, 09, para participar da coletiva de imprensa do dia seguinte com o elenco, a equipe técnica e a roteirista J.K. Rowling. Pouco depois da virada do dia, à uma da manhã, ela traz sua crítica sem spoilers do filme.

Por Larissa Helena
Edição por Pedro Martins

Antes de começar a parte puramente crítica do texto, vale a pena comentar que aquele esforço de objetividade e imparcialidade de que a gente tenta se investir quando a tarefa é resenhar uma obra de arte não se sustentou por um minuto inteiro sequer quando comecei a ouvir pelos alto-falantes do cinema os primeiros acordes de Hedwig’s Theme: um arrepio na coluna de estar prestes a assistir a um capítulo inédito da historia bruxa me avisou desde o início que essa tarefa seria muito mais difícil do que eu esperava.

Mas vamos lá! Sem spoilers, tudo o que vocês devem estar se perguntando sobre o filme (menos comentários sobre a participação do Johnny Depp. Não me odeiem.)

A primeira coisa que merece atenção sem dúvida é a ambientação e o cenário. Parabéns a todos os envolvidos pela escolha de Nova York na década de vinte. Isso permitiu um filme bem menos asséptico e com locações variadas, entre o o ostentoso e a sujeira dos becos, que fazem com que o filme seja um prazer visual não apenas no Mundo Bruxo, mas também em tudo o que se passa fora dele. De certa forma, a atmosfera art nouveau da época tem sua própria magia, e o efeito também é uma certa dissolução das barreiras entre dois mundos: parece mais plausível que houvesse magia pelas ruas naquela época!

Eddie Redmayne faz jus a todas as expectativas no papel de Newt Scamander – um Magizoologista recém chegado nos Estados Unidos, onde suas amadas criaturas foram proibidas. Ele acredita que esses Animais Fantásticos são apenas incompreendidos, e que se os bruxos soubessem mais sobre eles, parariam de temê-los. Esse é parte do motivo pelo qual ele empreende suas pesquisas, mas o motivo maior dá para ver nos olhos do personagem a cada momento que ele vê uma dessas criaturas – é um olhar de amor tão intenso e genuíno que faz a gente pensar na nossa própria relação com os nossos bichinhos de estimação. Só que os dele, no caso, ficam invisíveis ou têm chifres capazes de colocar fogo em uma árvore. Detalhes.

Em seu primeiro roteiro cinematográfico, Rowling não desaponta. Para não dar spoilers, só dá para dizer que os fãs da série vão sentir um deleite especial em reconhecer os aspectos totalmente J.K. Rowling de uma história no primeiro do que promete ser uma série de cinco filmes. Sendo ela o espírito elevado que é, na coletiva de imprensa entregou todos os louros aos seus mentores, mas a gente sabe de qual cabeça veio uma história tão absurdamente incrível e capaz de cativar um público de todas as idades, ainda que seja claramente orientado para jovens adultos e adultos que cresceram lendo a série Harry Potter, devido ao teor das piadas e a seriedade do enredo.

Há inclusive algumas menções passageiras a assuntos políticos que, especialmente por conta da história se passar nos EUA, certamente ganharão uma nova conotação diante dos recentes acontecimentos. Mas Jo já anteviu essa possibilidade e fez questão de frisar na coletiva de imprensa que o filme foi escrito há muito tempo e portanto distante da sombra desses acontecimentos – e evitou fazer comentários mais profundos para não correr o risco de desviar a atenção do lançamento.

As criaturas seguem a excelente tradição dos oito filmes anteriores, que nunca decepcionaram no design e em dar à luz na tela aos personagens mágicos. Eu esperava que houvesse mais, mas Jo sendo a Jo, o clima é mais de concentração em algumas criaturas-chave de personalidades muito bem desenvolvidas e que são usadas em várias cenas diferentes com funções distintas. Ainda assim, esperemos que a cada novo filme a gente possa aprender sobre mais criaturas e volte a ver as que apareceram neste.

Para qualquer Potterhead, o que tem de melhor no filme são os muitos novos insights e detalhes sobre o Mundo Bruxo: a estrutura de seu funcionamento nos Estados Unidos, com uma versão própria do Ministério da Magia – o MACUSA -, nomes específicos para os trouxas – no-mags em vez de muggles, o que resultou em um termo bem mais politicamente correto em português (no-majs) – e muito mais.

No fim das contas, a grande maldição deste filme é também sua grande bênção: o fato de ele não ser inspirado em nenhum livro anterior faz com que os fãs comecem a assisti-lo um pouco céticos de que não se trata apenas de mais uma tentativa de esticar o sucesso da série para fins de caixa. Entretanto, entrar em uma sala de cinema sem saber ao certo o que esperar da história acaba sendo um presente raríssimo e bastante positivo para quem já teve o desfecho da história do Harry há quase uma década.

Desejo a vocês o mesmo arrepio de felicidade que tive frente à telona e mal posso esperar pelos quatro próximos arrepios!

Malfeito feito!

Responsável pelas negociações dos livros mais recentes da saga no Brasil, Larissa Helena é tradutora, editora e agente literária. Corvinal de coração, sua tese de mestrado foi sobre Harry Potter.

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Magia do Cinema: “A Bruxa de Blair”

//Por Pedro Martins - quinta-feira, 29 de setembro de 2016 às 16:13


”A Bruxa de Blair” é um clássico da sétima arte que, como bem pauta Marina Anderi, nossa webmistress, “realmente merece ser visto por qualquer geração”. Neste mês, sua continuação chegou às telonas de todo o mundo, mas talvez como um convite à história, a crítica de hoje, 29, é sobre o longa-metragem de 1999.

“Vê-lo hoje, contudo, acarreta em uma perda: à época do lançamento, seu marketing foi genial. Começaram a espalhar cartazes de “desaparecidos” por capitais dos Estados Unidos e os atores usaram seus próprios nomes nos personagens, além de não terem feito aparições públicas até três meses depois da estreia do filme. As pessoas achavam que o filme era uma história real.”

Se vocês assistirem a este filme e nos pedirem, Marina volta à Magia do Cinema para falar sobre o lançamento de 2016! Para ler a crítica na íntegra, acesse a extensão deste post.

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Nota 1Nota 2Nota 3Nota 4Nota 5 (2 votos, média: 3,00 de 5)
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Magia do Cinema: “Sete homens e um destino”

//Por Marina Anderi - quinta-feira, 22 de setembro de 2016 às 12:13


”Sete homens e um destino” é um remake do clássico homônimo de 1960, que, por sua vez, é um remake do longa-metragem japonês “Os Sete Samurais”, de 1954. Sendo a terceira versão de uma mesma história, portanto, o que esse filme poderia trazer de diferente? Nossa webmistress Marina Anderi escreve suas impressões sobre o filme estrelado por Denzel Washington e Chris Pratt.

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Magia do Cinema: “Aquarius”

//Por Marina Anderi - quinta-feira, 01 de setembro de 2016 às 18:56


”Aquarius” é o segundo longa-metragem de Kleber Mendonça Filho. Pernambucano e crítico de cinema, seu primeiro longa, “O Som ao Redor” (2012), ganhou destaque internacional ao levar diversos prêmios em festivais consagrados e chegou até a representar o Brasil no Oscar. Havia, portanto, muita expectativa para seu mais novo filme. Surpreendeu. Para o bem ou para o mal?

“‘Aquarius’, apesar de também ter esse aspecto [da urbanização], leva para um ponto mais subjetivo: o da memória e o da preservação. É certo que novos condomínios mudam a cara da cidade, mas há muito foco em como isso afeta a vida das pessoas. Antes de Clara, sua tia morou no Aquarius. Clara criou seus filhos no seu apartamento. Como abrir mão de algo sempre tão presente?”

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Magia do Cinema: “Esquadrão Suicida”

//Por Marina Anderi - segunda-feira, 15 de agosto de 2016 às 22:14


A DC vem nessa empreitada de alcançar a Marvel desde O Homem de Aço. Porém, ao seguir uma linha mais séria e realista, seus filmes vêm pouco agradando. Batman vs Superman foi detonado pela crítica. Aí vem a esperança, o tal Esquadrão Suicida, cheio de anti-heróis interessantes e Jared Leto enviando ratos vivos para as pessoas. Deu certo?

O Coringa, por sua vez, pouco aparece, pouco importa e muito irrita. Como os flashbacks não condizem com a Arlequina do tempo presente, ele se mostra desnecessário, já que, para o enredo em si, de nada serve. Todas as suas cenas terminam com uma risada estridente, independente do contexto. Leto divulgou tanto o quão Coringa era, com pegadinhas de mau gosto com os colegas, que só conseguia vê-lo em tela, não me concentrava no personagem. Assim, assumo que ele de forma alguma foi um bom Coringa.

Você pode conferir a crítica na íntegra acessando a extensão do post.

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Magia do Cinema: “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”

//Por Marina Anderi - quinta-feira, 16 de junho de 2016 às 11:04


Com a aproximação das férias, são lançados muito filmes de ação. “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras” é mais um deles. Mais do mesmo? A estudante de Cinema e Audiovisual da UFPE e Webmistress do Potterish, Marina Anderi, propõe-se a discutir isso.

“A trama é marcada pela volta do vilão do primeiro filme, Destruidor, que, junto de um cientista renomado e um alien de outra dimensão, pretende acabar com o planeta Terra. April O’Neil (Fox) é quem dá conta de descobrir grande parte desses planos. Dificilmente espero um personagem útil feminino nesses filmes de ação, algo devido ao próprio gênero, cheio de músculos e mulheres indefesas, mas ela realmente se prova muito útil.”

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