J. K. Rowling


Seria ela uma Obscurial? Leia “A Misteriosa Vida e Morte de Ariana Dumbledore” e mate suas dúvidas

//Por Vinicius Bellemo - segunda-feira, 05 de dezembro de 2016 às 18:00


Após a estreia de Animais Fantásticos e Onde Habitam nos cinemas de todo mundo, diversas teorias ligadas ao universo de Harry Potter foram desenvolvidas pelos fãs, tendo como base as novas informações fornecidas pelo longa. Uma dessas informações deve-se a revelação dos termos “Obscurus” e “Obscurial”, ambos anunciados em Animais Fantásticos.

Designando todo “Obscurial” como “qualquer jovem bruxo ou bruxa que desenvolveu uma força das trevas parasita, conhecida como Obscurus“, que, segundo o Harry Potter Wikié resultado de ter seus poderes mágicos sendo oprimidos por abuso psicológico ou físico“, os fãs de Harry Potter logo conectaram os termos com a misteriosa doença da famosa irmã mais nova de Alvo Dumbledore: Ariana Dumbledore.

Coincidência ou não, poucos dias após a teoria que caracteriza Ariana Dumbledore como uma Obscurial se espalhar pela internet, o Pottermore divulgou em seu site oficial o seguinte texto: The Mysterious Life and Death of Ariana Dumbledore (A Misteriosa Vida e Morte de Ariana Dumbledore). O texto pode ser encarado quase como uma confirmação oficial de que a irmã do ex-diretor de Hogwarts era realmente uma Obscurial.

Clique aqui para ler “A MISTERIOSA VIDA E MORTE DE ARIANA DUMBLEDORE”, traduzida em primeira mão pela nossa equipe.

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Magicamente humanos

//Por Pedro Martins - sexta-feira, 02 de dezembro de 2016 às 22:48


Por Clarice Freire

Editado por Pedro Martins

Animais Fantásticos e Onde Habitam chega aos cinemas cerca de 15 anos depois da minha primeira ida ao cinema para ver algo sobre o Mundo Bruxo de J.K. Rowling, e lá vou eu assistir. Teria muito a dizer, mas preciso falar sobre o Credence. Prefiro me deter no quanto aquele personagem me chamou atenção.

Credence (Ezra Miller) é um jovem assustado, estranho, “esquisito”, praticamente mudo. Trêmulo, de olhar baixo, é completamente oprimido pela mãe adotiva que nutria um medo e ódio devastadores contra “bruxas” e queria exterminá-las “para a segurança de todos”. Credence, em segredo, queria apenas fazer parte daquele mundo mágico. Queria aprender, pois guardava dentro de si um “Obscurial”, uma enorme força parasitária concentrada. Ela veio de jovens bruxos que, ao longo dos séculos, foram forçados a esconder sua força, a rejeitá-la, implodi-la, e o seu poder devastador mata em poucos anos quem a estiver hospedando. Atenção para a profundidade desta metáfora que pode passar despercebida.

O personagem de Ezra Miller tenta ser aceito por todos os lados, mas quando não dá às pessoas ao seu redor o que esperam dele, não serve. Não tendo força para reagir, recua cada vez mais. Credence é obviamente uma criatura mágica, mas não sabe como sê-lo. Não sabe na verdade nem quem é, nem o que pode causar com sua força contida. Tão contida, tão tolhida, tão escondida, que fica obscura e o mata lentamente por dentro. Quando a situação chega ao limite, Credence se percebe usado e explode. O Obscurus dentro dele é revelado em toda a sua potência e sai matando, destruindo a cidade, iniciando uma guerra: uma devastação nele mesmo e em tudo o que está ao redor.

Saí do cinema pensando nas milhares de vezes que, em minha própria vida, implodi minha luz simplesmente porque o mundo não a entenderia, não a aceitaria. Eu queria fazer parte de um mundo inventado. E na inutilidade disso, porque ela sempre explode e isso é, de fato, devastador. Algumas vezes libertador, claro. Mas nunca é agradável.  Pensei nas tantas outras pessoas – conhecidas e estranhas – que passaram por isso de maneira muito mais drástica.

Pensei nas vítimas de perseguição, preconceito, opressão, por milhares de motivos, espalhadas pelo mundo. Infelizmente, a lista é interminável.  A “magia” que Rowling retrata é, para mim, claramente essa força contida dentro de cada um de nós. As vezes em que reprimimos nossa luz porque o mundo espera diferente. A ansiedade e a depressão são cada vez mais comuns: é preciso ser, é preciso ter, é preciso corresponder, é proibido fracassar, é terrível decepcionar e, claro, não esqueça de postar. Mostre. O mundo on-line é um prestador de contas constante, presente, como Grindewald encurralando o rapaz na parede: mostre-me, o que você fez? O que conseguiu? Mostre-me que você serve para alguma coisa.

A mensagem de Credence é séria, é triste, mas é um alerta.

Em uma frase, eu diria: somos todos magicamente humanos.

Somos extraordinários e isso não pode ser abafado. Nossa magia mora na unicidade: você é único e isso tem uma potência inimaginável. É perigosíssimo implodir uma força! Deixemos a magia explodir livremente, “para a – verdadeira – segurança de todos”.

Onde habitam os seres fantásticos? Dentro de mim, de você e daquele estranho ao seu lado.

Não deixe

a magia contida.

Que ela brilhe forte,

imensa, sem morte,

cheia de vida.

Clarice Freire é escritora e publicitária por formação. Fez sua primeira viagem à Lua em 2014 com Pó de Lua, sua poesia desenhada em forma de livro. Seguida por mais de um milhão e meio de pessoas nas redes sociais, com dois best-sellers publicados pela Editora Intrínseca, ama a magia das palavras de Rowling desde a infância, por achar que o melhor lugar do mundo é a imaginação.

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J.k Rowling comenta sobre uma teoria envolvendo o conto dos três irmãos

//Por Carol Oliveira - sábado, 22 de agosto de 2015 às 16:29


Nas diversas redes sociais, principalmente o Tumblr, está vindo com força uma teoria que assim como Voldemort, Snape e Harry serem representados como os três irmãos temos a adição de Dumbledore como a morte.

As principais provas disto são de onde as três relíquias da morte vieram, e conforme os livros nos mostraram Dumbledore teve posse destas três relíquias. Toda esta teoria é somada a uma pergunta de uma fã, a [J.K Rowling], sobre qual era a teoria favorita da autora e ela apenas responde ” Dumbledore é a morte. Esta é uma bela teoria e ela se encaixa”.

Esta teoria, consiste na ideia que cada irmão, que faz parte do livro Os Contos de Beedle o Bardo na história dos Três Irmãos, é representado por um personagem da saga. Isto é o primeiro irmão, que pede a Varinha das Varinhas, numa tentativa de dominar a possibilidade de morte, é Voldemort; o segundo irmão, que pede a Pedra da Ressurreição de luto pela morte de sua amante morta, é Snape, para sempre assombrado por seu papel na morte de seu amor Lilian Potter; e o terceiro irmão, que usa a capa da invisibilidade para se esconder da morte antes de cumprimentar ela “como um velho amigo,” é Harry, que prontamente aceita sua morte para salvar seus amigos.

 

O que acham desta teoria, ainda mais afirmada pela autora ?  

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Feliz Aniversário, Harry Potter e J.K. Rowling!

//Por Sheila Vieira - domingo, 31 de julho de 2011 às 00:00


Chegamos ao dia 31 de julho, o mais importante do “calendário potteriano”: a data do nascimento de J.K. Rowling e de sua maior criação, Harry Potter. A autora britânica completa 46 anos, enquanto o bruxo comemora 31 primaveras (ou melhor, verões). Duas pessoas que mudaram nossas vidas e nos inspiram há anos.

Alguém pode perguntar a Rowling o que ela fará para celebrar, mas infelizmente não podemos fazer o mesmo com Harry. Portanto, alguns dos colunistas do Potterish decidiram imaginar como seria o aniversário do marido de Gina Weasley. Leia a extensão e escreva nos comentários como você acha que Harry comemorou!

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Joanne Kathleen Rowling – J.K., se preferir.

//Por Isadora Cecatto - terça-feira, 28 de outubro de 2008 às 13:43


A mulher que deu origem à saga sobre a qual se discute aqui e em tantos outros meios de comunicação pelo mundo. Uma capacidade sem precedentes de cativar seus leitores, além de um jeito criativo e único de adentrar os labirintos da imaginação e mudar a vida de pessoas as mais variadas, independente de idade, país ou crença.
Yuri Rigon discorre sobre a vida de J.K. Rowling, mostrando aspectos interessantes de sua longa jornada até tornar-se uma das autoras mais consagradas dos últimos tempos. Leia a coluna completa aqui.

A propósito, deixe seu comentário, crítica ou sugestão: sua opinião é importante para o site e para o autor.

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Literatura e entretenimento: Oposição ou conciliação?

//Por Editor de resenhas - segunda-feira, 07 de julho de 2008 às 13:32


Muitos dizem que Harry Potter é um clássico. Outros, que é apenas um fenômeno restrito ao midiático e ao financeiro. Qual é, afinal, o conceito de boa Literatura?
Sheila Vieira nos oferece os passos básicos para entender as controvérsias que envolvem Stephen Kings, Harold Blooms e Pasquales Cipro Netos da vida. O texto, na íntegra, você lê na extensão. Os comentários, deixe no rodapé da página (de preferência após ler o texto e não apenas os comentários anteriores).
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Harry Potter inglês ou brasileiro?

//Por Editor de resenhas - terça-feira, 27 de maio de 2008 às 19:15


Você leu Harry Potter em português or in English, m’dear? A estréia de Bruna Moreno, tradutora tarimbada do Potterish in English, é exatamente sobre o díficil processo de pular duma língua pra outra, mantendo o garbo original das personagens.
A responsabilidade de traduzir para o português uma obra como a de Rowling, cheia das invenções verbais e fusões hilárias, coube à senhora Lia Wyler. Amada por uns, odiada por outros, ela agora ganha um motivo para sorrir: sim, tradução não é um copy-paste de palavrinhas do dicionário – Bruna nos mostra como a coisa é muito mais árdua. Deixe seus comentários para iluminar ainda mais esta quente questão. O texto completo, você lê aqui.
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Saindo do armário

//Por Editor de resenhas - terça-feira, 13 de maio de 2008 às 15:31


Dumbledore sempre foi “pensado como gay” por sua criadora, J. K. Rowling. Essa declaração causou fuá na mídia e acalorada discussão. Agora, em sua estréia no Potterish, Marisa Amante vai fundo e analisa o que de falácia e o que de pertinente há neste bate-boca.

Muitos consideraram o movimento um belo golpe publicitário de J. K. Rowling; outros, que era uma intromissão da autora em território desnecessário; outros, ainda, aplaudiram. .

Partindo desse assunto espinhoso, Marisa tece comentários sobre as relações da série com a mídia e com seus leitores. A coluna completa, você pode ler na extensão deste post. Deixe seus comentários para Marisa, sejam espinhos, sejam flores.

Semana que vem, você confere o texto de estréia de Rodrigo S. Bruno, sobre os faraós egípcios e a busca de imortalidade de Voldemort.

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O (futuro) pior erro de Harry Potter

//Por Editor de resenhas - quinta-feira, 01 de maio de 2008 às 11:00


O fenômeno Harry Potter é um fenômeno inserido, sim, no sistema capitalista. Daí a exploração oportunista de Warners e Bloomsburys da vida. Natural. É o que afirma nosso colunista Victor Martz.
Ele ainda aborda as maiores críticas ao trabalho altamente midiático de J. K. Rowling e critica o desejo de alongar indefinidamente a série (como, aliás, algumas comunidades do Orkut apregoam). Aos “fãs desmamados” e àqueles que acham heresia comparar textos de diferentes autores (Tolkien/Rowling, no caso), é indicado evitar o texto completo, que você, leitor atilado, pode ler aqui.
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