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Seção destinada a Arte das Trevas será inaugurada no Warner Bros. Studio Tour London [ler]

 

Notícias quentinhas [ler]

 

Harry Potter e a Jornada do Herói [ler]

 

Dan fala um pouco sobre suas relações amorosas [ler]

 

 
 
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Colunas

Os textos que você encontra neste cantinho do Potterish já têm lá a sua história. Alguns criaram asas e tocaram vidas que, a princípio, pareciam não ser capazes de alcançar.

Mas o leitor que temos no peito é você, que chegou aqui para ler aquela enxurrada de notícias do Potter-mundo e que precisa também de um respiro para entender melhor o que esta longa obra de ficção significa e pode significar para as pessoas.

Nosso corpo de colunistas está aqui para isto: para ler livros e filmes e o que mais vier –para chegar a algumas visões novas, pontos de ligação. Estamos aqui, na verdade, para oferecer momentos de leitura ativa de Harry Potter, seu papel no nosso mundo –e no mundo inteiro, por extensão.

Tipos de Texto

Os textos são aqui publicados em uma das 5 categorias abaixo:

Ensaios: Textos que utilizam a obra como catapulta para vôos filosóficos.
Caricaturas: Textos que exploram o “lado B” das personagens.
Resenhas: Conversas sobre as obras lidas pelos colunistas.
Análises: Textos que cruzam obras e/ou comparam partes do enredo.
Especulações: Textos relativos ao enredo da obra.

Corpo de colunistas

Amanda Guidorzi é estudante de Jornalismo e fã de Harry Potter há mais anos do que sua idade denuncia.
E-mail: [email protected]

Brunna Cassales é uma estudante, leitora voraz e “inventora de histórias” que foi cativada por Harry Potter aos 8 anos. Além de colunista, também é editora da seção de Resenhas, e é Lufa-Lufa de todo coração.
E-mail: [email protected]

Bruno Barros ainda está em dúvida entre Jornalismo e Estudo dos Trouxas. É difícil acreditar que ele fica quieto para ler e escrever, quando vemos seu temperamento agitado e chato, e realmente gosta disso.
E-mail: [email protected]

Bruno Contesini é Estudante de Engenharia Química, orientador de física e escritor.
E-mail: [email protected]

Débora Jacintho é estudante de História, aspirante a diplomata, e fã de Harry Potter desde os onze anos.
E-mail: [email protected]

Luiz Guilherme Boneto é campineiro – com muito orgulho -, estudante de Jornalismo, fã incondicional dos livros e editor da seção de Colunas desde 2012. Ah, e é também Corvinal de coração e carteirinha.
E-mail: [email protected]

Monique Calmon é carioca e estudante de Engenharia Elétrica. É fascinada por analisar os personagens e a simbologia em Harry Potter.
E-mail: [email protected]

Natallie Alcantara é paraense, amante de livros desde que se entende por gente. Passou os melhores dias de sua adolescência com um livro de Harry Potter debaixo do braço. Historiadora e Bibliotecária, bibliófila por vocação, Janeite por aptidão e Tolkeniana de coração.
E-mail: [email protected]

Nilsen Silva é jornalista, discípula de Remo Lupin e atualmente sonha em publicar um livro. Leitora voraz, ela fala sobre livros e algumas outras coisas no blog Mudando de Assunto.
E-mail: [email protected]

Orlando Louzada, corvino, jurou solenemente que não pretendia fazer nada de bom. Biólogo em formação, escreve colunas entre poliquetas e mandrágoras
E-mail: [email protected]

Nobres “aposentados”

Ana Paula Soares é estudante de Jornalismo. Viciada em Feijãozinhos de todos os sabores.
E-mail: [email protected]

Breno Alvarenga é itabirense e estudante.
E-mail: [email protected]

Bruna Moreno é jornalista e foi editora da seção de Colunas
E-mail: [email protected]

Camila Galvez é estudante de Jornalismo e chefiou as colunas até se tornar uma repórter verde super-requisitada. É fã de Harry Potter desde 2000 e aficcionada pelo número Sete.
E-mail: [email protected]

Daiane Dal Libero é estudante e estagia na Unifolha de Campo Grande-MS.
E-mail: [email protected]

Eduardo Andrade é estudante, mais conhecido como Duxx.
E-mail: [email protected]

Igor Ferreira é corvino desde o berço, cursa Direito e anseia por um escritório apertado no nível dois do Ministério. Enquanto sonha com o futuro, gosta de pescar dilátex, praticar Poções, jogar xadrez e escrever colunas.
E-mail: [email protected]

Igor Silva é (quase) jornalista, colaborador do Portal MTV, dono do
blog Lendo & Comentando e… ah, pottermaníaco desde criancinha.
E-mail: [email protected]

Isadora Cecatto é estudante e colunista do Potterish desde 2006. Foi editora da área de colunas do final de 2008 à metade de 2010 e pretende cursar Jornalismo na UFSC. E-mail: [email protected]

João Victor Bastos é publicitário, designer e ilustrador. Fã de Harry Potter desde 2001.
E-mail: [email protected]

Lucas Sasdelli é Fic-Writer. Especialista em Slashs.
E-mail: [email protected]

Luis Nakajo foi editor das Ish Colunas de março a setembro de 2008 e colunista desde maio de 2007. Seus textos são uma mistura esquisita de semiótica e desejo de ser entendido.
Twitter: @lgnakajo

Mariana Elesbão é analista de sistemas e ama Harry Potter desde que se entende por gente.
E-mail: [email protected]

Mariana Nascimento passou boa parte de sua infância e adolescência se
dedicando a doentias especulações sobre Harry Potter. Hoje é uma
leitora mais saudável e está prestes a se formar em Letras.
E-mail: [email protected]

Mariana Rezende é mais uma estudante de História (não satisfeita em só ser ”mais uma” Mariana) eternamente apaixonada por Remo Lupin.
E-mail: [email protected]

Rochely Droves é estudante. Fã de Harry Potter desde 2001 e apaixonada pelas personagens Belatriz Lestrange e Lilian Potter.

Rodrigo Bruno é formado em História, e atualmente cursa Artes Cênicas. Mora em Curitiba.
E-mail: [email protected]

Rodrigo Salvador é estudante de Direito. Fã desde o lançamento do primeiro livro, leitor assiduo de Fics e H/G de carterinha.
Email: [email protected]

Sheila Vieira é jornalista, e foi editora das seção de Resenhas e das Colunas também.
E-mail: [email protected]

Sonia Manzoni é professora e formada em Letras.
fã incondicional do Shipper R/Hr.
E-mail: [email protected]

Victor Martz é formado em Design Gráfico. Fã de Harry Potter desde 2002, e fã incondicional dos Gêmeos Weasley e prefere ser conhecido por Sr. Vickhart.
E-mail: [email protected]

Yuri Rigon é estudante e mora em São Gonçalo-RJ.
E-mail: [email protected]

Autor
 
Estilo
Amanda Guidorzi
Ana Freitas
Breno Alvarenga
Bruna Moreno
Brunna Cassales
Bruno Barros
Bruno Contesini
Camila Galvez
Carol Alvarenga
Débora Jacintho
Eduardo Andrade
Fernanda D’Elia
Igor Ferreira
Igor Silva
Isadora Cecatto
João Victor Bastos
Larissa Almeida
Luis Nakajo
Luiz Guilherme Boneto
Mariana Elesbão
Mariana Nascimento
Mariana Rezende
Marisa Rosalino Amante
Monique Calmon
Natallie Alcantara
Nilsen Silva
Orlando Louzada
Pâmela Lima
Rodrigo S. Bruno
Rodrigo Salvador
Sheila Vieira
Sonia Manzoni
Victor Martz
Yuri Rigon
Outros autores…
Análises
Caricaturas
Ensaios
Especulações
Resenhas

Desde sua inauguração em 2012, o Warner Bros. Studio Tour London – The Making of Harry Potter anunciou que ainda haveria mais seções destinadas a vários aspectos do mundo de Harry Potter. E nessa semana foi anunciada a inauguração de uma seção totalmente destinada às Artes das Trevas.

O salão principal da sala da mansão Malfoy será a entrada da seção. Ali, os visitantes poderão ver de perto o local onde Lord Voldemort e comensais da morte se reuniram no início de Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 1. O manequim da professora de Estudos dos Trouxas, Charity Burbage, estará suspenso sobre a mesa assim como no filme e sobre a mesa haverá uma estátua de Nagini. Nesse mesmo ambiente, veremos também, sentados à mesa, todos os comensais da morte presentes na cena do filme.

A seção será aberta ao público em 14 de outubro desse ano e nela haverá, também, uma grande variedade de artefatos da Borgin and Burkes. Veremos a sala de Dolores Umbrigde no Ministério da Magia, bem como seus milhares de quadros de gatos. E para finalizar, os vistantes terão acesso ao figurino e outros acessórios do professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, Remus Lupin.

“A seção sobre as Artes das Trevas, será nossa primeira nova seção permanente desde nossa inauguração em março de 2012. E nós estamos muito animados para esse lançamento que acontecerá em tempo para o Halloween. Teremos espaços que mostram partes sombrias dos filmes e incluirão alguns itens e parte do figurino que nunca foram colocados a exposição antes.” Disse Sarah Roots, vice presidente do Warner Bros. Studio Tour London.

E então?! Animados para ver detalhes da nova seção do Warner Bros. Studio Tour London?! Fiquem ligados no Ish para mais informações e deixem-nos saber o que vocês pensam sobre essa maravilhosa notícia!

No feriado (feriado?) de Independência, uma grande notícia para o Potterish: nossa colunista Carol Alvarenga, que esteve conosco há alguns anos, está de volta! E já vem logo tratando de um tema muito interessante!

O que diria, hoje, um fã de Harry Potter que passou os últimos dez anos dormindo? Como encararia as modificações que a série sofreu ao longo desse tempo, e como processaria as intensas mudanças que mesmo o mundo da internet sofreu? Na coluna de hoje, Carol trata de tudo isso de uma maneira diferente. Leia e comente!

Por Carol Alvarena

Notícias quentinhas

Dormiu em 2004. Acordou em 2014.

Aí você dorme pensando que é Potteriano. Acorda e um monte de gente te chama de Potterhead.

Vixe. Tô sabendo de nada não. É comigo? Head é cabeça, né? Potter é Potter, né? Cabeça de Potter? Isso é spoiler?

Isso é teoria? Isso é conspiração? Isso é a teoria da conspiração em um spoiler? Opa, pera aí que eu me perdi,
aqui.

Ah, saquei! É tudo junto! Não é “Potter head”. É “Potterhead”. Tem coisa aí. Sabia que era teoria. Sabia.

Vieram me falar de Pottermore. Não, espera! É MORE POTTER! Aposto que é.

J. K., eu te amo. J. K., você é um gênio.

Ah não, pera! É Pottermore, mesmo!

J. K., você é um gênio. E eu te amo.

Dumbledore morreu.

Aham, tá.

Dumbledore tem uma conversa-do-além-super-reconfortante-no-meio-da-guerra com Harry Potter. Harry Potter morre e desmorre.

Aham, tá.

Tô te falando.

Aham, tá.

Que mais notícias você tem para me dar?

Um parque aqui, outro ali. Um livro aqui, outro ali. Quer as notícias ruins? Sirius tá morto, mesmo. Hogwarts: Uma História era só um rumor, mesmo. Harry Potter não é mais tão popular.

Aham. Tá.

Sim, aconteceu! Surgiram outros livros, Crepúsculo, A Culpa é das Estrelas, Percy Jackson, Jogos Vorazes. Vieram as séries, Once Upon a Time, Revenge, Lost, Community, não, pera, essa eu não conheço. Que mais? Breaking Bad, Game of Thrones, The Big Bang Theory, Arrow.

Você tá falando inglês.

Ah, por falar em inglês, o seu está muito melhor.

Tenho mais notícias, sabe? Daniel Radcliffe deu uma de rebelde, um dia desses. Ficou seis meses usando a mesma roupa, para enganar os paparazzi.

Ai, o Daniel é lindo!

Não, para! Você não tem aquela paixão platônica por ele, não.

Dia desses, Emma Watson virou meme.

Tô gostando de falar com vc! Adiciona aí: [email protected]

Acabou.

O texto?

Não. O MSN. Não existe mais.

Fala sério! Eu tinha mudado ontem a minha frase do nick. De “faltam 322 dias para Harry Potter e a Ordem da Fênix” para “faltam 321 dias para Harry Potter e a Ordem da Fênix”.

O mundo ficou tão chato assim?

Não! Ficou mais legal! Não se lembra das séries? Não se lembra dos livros? Existe algo além de Harry Potter!

Eu sei, mas… você não é mais Potteriano?

Sempre. Mas você não sabe o que isso significa.

Isso o quê?

Essa palavra. Sempre.

É claro que eu sei.

Não sabe. Confie em mim.

Sempre.

Engraçado. Dia desses eu estava mesmo falando sobre Harry Potter. Por algum motivo, entramos no assunto “Norberto, o Dragão Norueguês”, e nele ficamos. O que aconteceu mesmo com aquela pobre criatura? Harry, Rony, Hermione foram deixá-lo na torre de astronomia, à meia-noite. Não foi à meia-noite, não foi na torre de astronomia. Foi sim. Foi? Ai, não lembro. E o Rony também não estava. Nem a Hermione. Quer dizer… ai, não sei. Quem passou lá para pegar o dragão foi o irmão do Rony. Isso! O Gui! Não! Foi o Carlinhos! Eu tenho certeza que foi o Gui. E eu tenho certeza que foi o Carlinhos. O Gui trabalha no banco e o Carlinhos cuida de dragões. Não! O Carlinhos trabalha no banco e o Gui cuida de dragões. E não há dragões no banco? Há! Pois é. Não. Você está enganado.

Trouxas. Aposto que vocês nem sabem o nome de todos os irmãos do Rony.

Gina, Jorge, Percy, Carlinhos e Gui.

Faltou o Fred!

Fred morreu no último livro da série.

OMaiorFãDeHarryPotterDoMundo2004 se desconectou.

OMaiorFãDeHarryPotterDoMundo2004 se reconectou ao descobrir que o Potterish vai continuar trazendo notícias de Harry Potter!

É sempre interessante refletir Harry Potter sob outros pontos de vista, especialmente sob teorias criadas por outros autores distantes do mundo de J.K. Rowling.

É o caso de Joseph Campbell e a sua jornada do herói, sob a qual a nossa nova colunista Juane Vaillant repensa uma série de aspectos da série. Não deixe de ler a coluna de estreia, e registrar seu comentário.

Por Juane Vaillant

Joseph Campbell é considerado por muitos a maior autoridade em mitologia do século XX. Sua principal tese, o livro “O herói e mil fases” faz uma análise de várias histórias mitológicas, mas principalmente dos clássicos “Odisseia” e “Eneida”. Mas Campbell vai muito além. Ele diz que a maior parte dos mitos, sejam eles religiosos ou lendas, se baseiam nessa sequência de fatos.

Para dar um bom exemplo do trabalho de Campbell, a saga “Star Wars”, escrita por George Lucas – que a propósito é amigo pessoal do escritor – foi completamente baseada da chamada “Jornada do Herói”, termo que foi pensado pelo próprio Campbell.

Observando a teoria, achei que seria interessante analisar a saga do nosso herói favorito segundo o método do sociólogo americano.

Vale lembrar que o autor subdividiu essas etapas várias vezes, então, ao analisar, os pesquisadores costumam divergir sobre o número exato. Porém o conteúdo da mensagem é sempre o mesmo.

Passo 1: Mundo comum
Em “A Pedra Filosofal”, somos apresentados a um Harry inseguro, tímido e isolado. Ele vive na casa dos Dursleys, que se orgulham de serem exatamente pessoas normais. Mas aí, observamos um ponto importante, que também é descrito na jornada do herói. O mundo é comum, mas o herói tem uma inquietação. Seja uma vontade de viajar, seja a falta de compatibilidade com o mundo que o cerca, ou seja por meio de um secreto desejo de não ser como as pessoas que ele conhece. No caso de Harry, ele não se encaixa. Mesmo com todos os esforços da família para que coisas anormais não aconteçam, elas acontecem. E acontecem por causa de Harry, claro.

Passo dois: O chamado para a aventura
Interessante observar, que em todas as histórias, o chamado vem de alguém que não é “comum”. Não se parece com as pessoas da cidade local do protagonista/herói. No caso de “O senhor dos Anéis” por exemplo, temos Gandalf; e em “Star Wars” Obi-Wan Kenobi. Em Harry Potter, nada mais nada menos que Hagrid. Em quase todas as jornadas, a pessoa que tira o herói da zona de conforto, se torna de certa forma, uma figura paternal.

Embora esse não seja um dos passos da jornada, os heróis quase sempre são órfãos. A escolha dos autores, longe de ser mera coincidência, é uma metáfora para a ausência, proteção e a falta de apreço pelas raízes.

Passo três: Recusa ao chamado
Aí que ta! O herói de verdade não acredita que é um herói. Não se julga especial nem melhor do que ninguém. Ele acha que é como todo mundo. Ele não sabe ainda, mas essa empatia, essa capacidade de se colocar no lugar dos outros, é que o torna um herói.

Em Harry Potter temos a oportunidade de observar Harry e Voldemort recebendo a noticia de que vão para Hogwarts. Voldemort acredita de cara. Ele sabe que é especial. Só não quer ser feito de bobo. E é isso que diferencia o vilão do herói na maioria das vezes. A fraqueza de um, é achar que não há ninguém que possa vencê-lo, enganá-lo, e a do outro, é não acreditar que alguém possa ser capaz de tamanhas crueldades.

Passo Quatro: Encontro com o mentor
Essa é sem dúvida uma das minhas partes favoritas. Isso porque dentro da sua cabeça, o herói nunca está bom o suficiente para o mentor. O herói se identifica de cara com o mentor, mas sempre acredita que o sentimento não é recíproco. E a busca para alcançar o afeto e a admiração do mesmo, muitas vezes, é que faz o herói caminhar.

Harry fica impressionado com Dumbledore antes mesmo de o conhecer. Ele é, na cabeça de Harry, o extremo oposto de tudo que ele vivia. A representação máxima da magia e do poder. Ao longo dos anos, a relação dos dois vai se estreitando, até o ponto de, em “A Ordem da Fênix”, Harry se sentir íntimo o suficiente de Dumbledore, para lhe cobrar atenção e satisfação. Mas é interessante observar que o Herói faz isso, de forma ingênua, e até um pouco infantil. Ele quer ser cuidado. Ele quer alguém que acredite nele e o faça seguir em frente.

Passo 5 (passagem do limiar) e 6 (aliados, amigos e provas)
Gosto de analisar esses dois pontos de forma conjunta, pois a ordem que acontece nem sempre é muito certa. E também porque é aqui que a história se desenvolve. Em Harry Potter, temos várias “Passagens”. Ingressar em Hogwarts, certamente foi a passagem mais importante. Mas, algumas regras e caminhos foram também grandes passagens. Aqui posso destacar a entrada no torneio Tribruxo, no quarto livro e a saída de Hogwarts em busca das Horcruxes. Essas passagens mostram que o herói está indo cada vez mais fundo da sua descoberta do mundo mágico. Apenas uma saga tão grande quanto Harry Potter, poderia mostrar aos leitores algo tão intenso e esclarecedor em termos narrativos.

O passo “6”, acontece no meio disto. O herói encontra seus amigos, passa por testes, e encontra seus inimigos. Harry tem muitos amigos, claro. Mas em termos comportamentais, os amigos que têm maior influência sobre as suas escolhas (tirando os mentores Dumbledore e Hagrid) são certamente Rony, Hermione e Sirius. Em momentos diferentes da trama, Harry segue o conselho de algum desses, e as consequências disso são cruciais para a história. Em minha modesta opinião, as maiores provações que Harry passa, não são necessariamente os duelos e guerras, e sim a morte de Sirius e o conflito com Rony no sétimo livro. Acontecimentos estes, que abalam as estruturas do herói, e que por um momento ou outro o fazem perder a fé e querer desistir da batalha final.

Passo 7 – provação máxima!
Voldemort, é obvio. Assim como muitos vilões, Voldemort é uma nuvem negra que paira sobre o herói. Eles vão se encontrar poucas vezes, porém essas vezes serão determinantes para a história e para os dois. Um exemplo clássico dessa relação íntima e complicada é a do herói dos quadrinhos “Batman” e um de seus maiores inimigos, o “Coringa”. Um representa a compenetração, a destreza e a justiça, o outro, a insanidade total. Os quadrinhos americanos são famosos por dar várias versões à mesma história, e em várias delas, o Coringa afirma que sem ele, o Batman também não precisa existir. E de certa forma, ele não está errado.

Os grandes vilões estão ali para provar até que ponto as pessoas podem chegar. Para deixar a população alerta. Para que os “pequenos vilões” não cresçam, para que os heróis surjam.

Voldemort é representado como uma pessoa que não consegue amar. Com isso, ele é a personificação da maldade, do egoísmo. E assim como todo vilão, ele entra na vida do herói por acaso. Ele não considera o herói uma grande ameaça. E esse é o seu erro. Quando Voldemort cria as Horcruxes, mas é negligente com sua vida a ponto de não se dar conta de sua perda, ele está, não “subestimando” o herói, e sim superestimando a si mesmo. O vilão perde por achar que a batalha está ganha. E a queda do vilão é justamente o ponto alto da jornada do herói.

Passo 8 – Morte, ressurreição e conquista do elixir.
Também achei prudente juntar esses dois passos para a história em questão.
O herói vai morrer. Sim, ele vai. O leitor precisa sentir que tudo pode ser perdido. Ele precisa disso para dar valor à saga. E precisa para dar valor a sua própria vida e próprias escolhas. Por isso o herói deve morrer. E deve fazer isso em nome de um bem maior.

Harry faz isso. E faz isso apoderado do que ele pensa ser o “elixir”. Algo capaz de ajudar a todos e curar ele mesmo. As relíquias da morte. Com elas, ele se sente seguro para encontrar Voldemort, e porque acha que a conquista dessas ferramentas, vai ajudar a todos.

Passo 9 – Volta pra casa transformado.
Quando Joseph Campbell resume a sua própria teoria, a parte mais importante para ele é essa. A conquista do verdadeiro elixir. O herói acha que vai encontrar um lugar, uma pessoa, um objeto, que vai curar tudo e todos. Mas ele não encontra. Todas as ferramentas que ele consegue juntar, não são válidas da hora da grande provação.

Mas essa é afinal, a jornada de herói. E não uma simples busca. O que acontece, é que o herói volta transformado. E as transformações que ele sofreu, é que vão mudar os rumos da história e melhorar a vida das pessoas.

Observem que foi Harry, apenas Harry, que doando sua vida pelos seus amigos e conhecidos, que os protegeu da ameaça final de Voldemort. Harry, que foi aprendendo durante a saga a ser um líder, um exemplo, um herói.

Mas o diferencial aqui é que a “casa” que ele volta, não é o mundo normal e sim Hogwarts. A casa que ele escolheu. Assim como escolheu não ir para a Sonserina ou ser amigo de Draco Malfoy. Harry é dessa forma, além de um herói complexo, um protagonista “eficiente”, pois é a personificação da mensagem do livro. Você tem escolhas, mesmo que muitos digam que não.

Juane Vaillant gosta de estrear como uma heroína.

Você pode ver aqui um vídeo com o próprio Campbell explicando a sua Teoria:

No final da última semana, Daniel Radcliffe, revelou que já namorou algumas de suas amigas.

“Eu tenho tido novas amigas e as vezes, gradativamente, a amizade se torna uma relação, e fui amigo de pessoas ao qual acabamos por viver certos momentos até que entramos no dilema ‘oh, isso será terrível se continuarmos” Daniel diz,”Eu vivi essa situação estando em ambos os lados e vejo que é bem comum”

Atualmente, Dan namora com a atriz Erin Darke que contracenou com ele em Kill Your Darlings(em português: Versos de um Crime). Mas apesar da insistência da mídia, ele persevera em manter esse aspecto de sua vida da forma mais particular possível.

Ele afirma que a razão disso é de preservar a namora e sua carreira. Diz que as pessoas julgam tudo de forma muito corriqueira e que podem chegar ao ponto de dizer que ela só está na posição em que está por causa de seu namoro e não por seu esforço e empenho. Afirma ainda que não se arrepende de nenhum de seus relacionamentos.

Nós esperamos que ele possa ser o mais feliz possível e apoiamos sua decisão de manter privada sua vida pessoal. E vocês?

Hoje o nosso querido Rupert Grint completa 26 anos.

Rupert Alexander Grint nasceu no dia 24 de agosto de 1988, em Hertfordshire, Inglaterra, Reino Unido e durante sua infância teve vontade, até, de ser sorveteiro. Antes de Harry Potter, o ator tinha apenas participado de peças escolares, mas depois de sua atuação na franquia provou ser um dos melhores atores de sua geração. Participou de vários filmes e peças de teatro, chegando até a cantar na trilha sonora do filme Postman Pat: The Movie – You Know You’re the One. E como noticiamos ontem, Rupert estreia essa semana na Broadway na comédia It’s only a play.

Nós do ISH desejamos muitos anos de vida e muitas felicidade ao nosso ruivo especial. Por você, Rupert, nós seguiríamos todas as borboletas desse mundo.

Rupert Grint fará sua estreia na Broadway no dia 28 desse mês, na comédia “It’s only a play”.

It’s only a play estreia oficialmente para o público em outubro desse ano, porém no dia 28 de Agosto fará sua preview. A peça conta com a participação de atores como Nathan Lane (“The Producers”), Matthew Broderick (“How to Succeed in Business Without Really Trying”) e Stockard Channing (“A Day in the Life of Joe Egg”).

“É dificil não se sentir sobrecarregado quando se está ensaiando. É bem exaustivo tentar acompanhar o ritmo deles” disse Grint.

Estamos estremamente animados com essa nova etapa da carreira de Rupert e você?!

No inicio dessa semana surgiram por toda a internet rumores que David Yates, diretor dos últimos 4 filmes da franquia Harry Potter, também seria diretor de Animais Fantásticos e onde habitam.

Esses rumores surgiram logo após a confirmação de que Alfonso Cuarón não participaria da direção dos filmes. Até então temos apenas certeza de que o produtor David Heyman participará, também, da produção de Animais Fantásticos por pedido da própria J.K. Lembrando que nem a Warner e nem Yates se pronunciaram sobre o assunto.

O filme está, até então, com estreia marcada para 2016 e infelizmente não temos confirmações acerca do elenco e da equipe técnica do mesmo. Mas fiquem ligados para mais noticias aqui no Ish.

Em várias histórias do universo fantasioso é comum encontrarmos divisões de grupos. Por exemplo, na trilogia Divergente existem as facções, na trilogia de Jogos Vorazes existem os distritos, em Game of Thrones encontramos as casas…e por aí vai. Em Harry Potter, nos deparamos com casas que representarão, influenciarão e serão influenciadas por seus alunos em Hogwarts. Sendo assim, da mesma forma que nas outras fantasias (e até mesmo no mundo real) sempre há um grupo taxado de “fraco”, “pobre”, “careta”, em Harry Potter essa função é um tanto ocupada pela Lufa-lufa, quando a maioria da escola os definem como “panacas”.

Na coluna de hoje, convido todos a refletir e desmitificar esse  conceito a respeito dos lufanos, através de uma de suas grandes alunas. Aproveite a leitura e permita-se a um novo olhar!

Por Débora Jacintho

“Todo mundo diz que Lufa-lufa só tem panacas…”, disse Hagrid. Porém, podemos considerar essa afirmação mais do que descabida. A casa de Helga Hufflepuff tem a fama de ter bruxos menos inteligentes mas, na verdade, são os bruxos que menos se gabam de seus feitos. A Lufa-lufa é uma casa com representantes extraordinários, e um dos melhores exemplos é Ninfadora Tonks (ou somente Tonks, como ela mesma prefere).

Tonks, ao sair de Hogwarts, ingressou no Ministério da Magia e se qualificou como Auror, sob orientação de Alastor Moody. Apesar de ter tido dificuldades em Vigilância e Rastreamento, passou com facilidade em Dissimulação e Distinção, por usar bem suas habilidades de metamorfomaga. Logo em seguida, juntou-se à Ordem da Fênix. É inteligente e corajosa, e sempre se esforça ao máximo para defender o que acredita. Além disso, é autêntica e leal, como uma verdadeira lufana. É uma bruxa brilhante, mas não deixa de ser engraçada, como metamorfomaga, gosta de mudar o formato do nariz e as cores do cabelo.

No Pottermore, J.K. Rowling fala sobre a utilização das cores e seus significados no universo mágico. Sobre a Tonks, ressalta sua preferência pelo rosa-chiclete como atitude rebelde, uma forma de se afirmar. Não tem vergonha de quem é e não nega as origens, com seu pai sendo trouxa.

Se apaixona por Remo Lupin, que num primeiro momento nega o relacionamento por se achar muito velho, pobre e perigoso. Tonks, por outro lado, não se importa com nada disso, e não desiste de seus sentimentos. Ela enxerga pessoas, não apenas status e aparências, e é assim que ama Lupin independentemente do que ele é.

Tonks é uma personagem extraordinária: é corajosa, engraçada e autêntica. Luta intensamente por tudo o que ama e acredita, e não desiste em nenhum momento diante de dificuldades. Se a Lufa-lufa só tem panacas? Acho que não. Tonks prova isso completamente, é uma grande bruxa e grande representante da Casa de Helga Hufflepuff. E não é à toa que se tornou minha personagem favorita!

Então talvez o rosa-chiclete não seja uma cor tão panaca assim!

Marcar a própria pele com o símbolo de algo que amamos e que representa uma coisa especial em nossas vidas é uma decisão que, obviamente, precisa ser pensada várias vezes para evitar arrependimentos. Uma tatuagem é muito desejável quando representa algo intrínseco e profundo da alma; fora disso, pode representar uma dor de cabeça mais tarde.

Na coluna de hoje, Nilsen Silva demonstra sua paixão e admiração pelos desenhos na pele, algo que tem, afinal de contas, tudo a ver com a nossa série preferida. Quer saber como? Basta ler o texto que nossa colunista preparou, sem esquecer, é claro, de deixar seu comentário.

Por Nilsen Silva

Injetar um pigmento sob a pele para homenagear ou preservar um rito ou símbolo é um costume antigo. Múmias egípcias do sexo feminino, entre elas a de Amunet, que viveu entre 2160 e 1994 a.C, apresentam traços e pontos marcados na pele, possivelmente relacionados com cultos à fertilidade. Registros ainda mais antigos foram descobertos em uma múmia conhecida como Homem de Gelo, que tem cerca de 5.300 anos.

Com a invenção da máquina elétrica de tatuar, em 1891, o costume se espalhou ainda mais pela Europa e pelos Estados Unidos. O hábito foi se popularizando de tal modo que colorir a pele com tinta indelével, antes uma característica praticamente exclusiva a marinheiros e presidíarios, tornou-se moda entre os jovens do século XX. Até que chegamos aos dias de hoje, em que diversos profissionais são tatuados e nem por isso deixam de ser menos capazes ou instruídos, muito obrigada.

De fato, pigmentar a pele para o resto da vida parece um pouco drástico. Quem é que garante que a vontade de tatuar o símbolo do infinito, que parece fazer tanto sentido agora, vai permanecer infinita pelos anos a seguir? E o arrependimento, tem espaço para ele? Principalmente quando levamos em conta a palavra “moda”, coisa passageira, do momento, que vai tão fácil como chegou.

Por essa perspectiva, tatuar só porque deu vontade realmente parece algo tolo de se fazer. Já não dizia o poeta que o que vem fácil vai fácil? Pois é. Com tatuagem não é bem assim. Tatuar sem pensar duas vezes pode ser feito em dez minutos na cadeira do estúdio, um lugar bacana com ar-condicionado, bem decorado e boa música. Mas apagar o desenho feito na agulha é mais complicado. Leva junto não só o dinheiro nas sessões a laser, mas alguma coisa dentro de você que vai morrer um pouquinho.

Quem leu este texto até aqui provavelmente deve estar se perguntando se eu sou contra tatuagem. E eu respondo: de jeito nenhum! Por enquanto tenho três, mas mantenho um bloquinho de vontades e ideias constantemente atualizado. O meu ponto – e admito que talvez demorar quatro parágrafos tenha sido muito enrolado da minha parte… – é que tatuar só porque deu vontade é inadmissível. Se for para marcar o seu corpo, faça por algo que valha a pena. Aquela coisa que te dá comichão, frio na barriga, que te tira o sono ou te faz sonhar. Ou que seja a representação perfeita de algo que você quer carregar consigo todos os dias, como um lembrete. Tatue pela sua fé. Pela família. Pelo que você acredita. Se significar algo e ainda for bonito de se ver, melhor ainda. Porque, vamos combinar, tatuagem tem que ficar bonita.

Das minhas três tatuagens (que provavelmente vão somar 30 até eu ficar velhinha), uma delas é um singelo Expecto Patronum na perna direita. Logo abaixo da dobra da perna, em tinta preta, com uma fonte cujo nome eu nem lembro mais. Por muito tempo eu quis fazer uma homenagem à minha série preferida… mas, antes de me decidir, eu pensei, e muito, sobre o que HP representa para mim. E a minha conclusão?

Tudo. Mesmo que indiretamente.

Foi com Harry Potter que comecei a pegar o gosto pela leitura. Os livros infantis que eu lia eram legais, divertidos, mas só a história de J.K. Rowling me fez entender o que era ansiar pela continuação de uma história. Do amor pela leitura veio o amor pela escrita. Horas e mais horas me dedicando a contos, crônicas, livros… e a textos da faculdade, é claro. Amar HP também afetou, de um jeito ou de outro, a minha escolha profissional. Virei jornalista (com diploma!). Também espero, um dia, publicar minhas histórias e ter o prazer de cativar alguém com meus personagens.

HP também me ensinou que ter um pézinho na ficção nunca fez mal a ninguém. Mas que aceitar a realidade é importante. Aprendi a dar mais valor às pessoas queridas a mim, que o amor vence tudo, que enfrentar meus medos é sempre possível e que não importa se eu cair e me decepcionar – tudo vai ficar bem. Infelizmente não posso levar um tombo de vassoura, mas não tem problema.

Comer até a barriga doer, desde que seja uma comida gostosa, também pode. E passar a perna nos professores chatos  – desde que minha fibra moral permaneça a mesma – não tem problema. Descobri que não posso silenciar os meus problemas e que me abrir com pessoas nas quais confio é necessário. Confiança. Coragem. Amizade. A lista é longa, e eu tenho certeza de que poderia trabalhar nela até amanhã de manhã. Mas acho que consegui me fazer entender.

Não é sempre, mas tem vezes em que olho para a minha tatuagem e lembro de tudo isso e mais um pouco. E, mesmo que o meu amor pela série diminua com o passar dos anos (não acho que seja possível, mas, ei, nunca diga nunca, certo?), eu vou me lembrar disso para sempre. E vou ser grata por ter tido essa percepção e manter esse sentimento dentro de mim.

No fim das contas, acho que nem importa se a tatuagem for feita no calor do momento, só porque deu vontade. Desde que você saiba que ela ainda vai representar algo em muito tempo. Não dizem que as melhores ideias vêm quando a gente menos espera? Afinal de contas, a melhor série do mundo surgiu em uma viagem de trem a Londres, num vagão lotado e quando a autora não tinha papel nem caneta…

Nilsen Silva escreveu a coluna e percebeu que precisa retocar a tinta das três tatuagens.

Nessa semana o escultor Bryn Court disponibilizou em seu portifolio online imagens das obras que compõem o cenário do Beco Diagonal no The Wizarding World of Harry Potter em Orlando.

Bryn, fez parte da equipe técnica de todos os filmes da franquia Harry Potter e seu trabalho era justamente esculpir e produzir peças para os cenários do filme. Após o final da série, o escultor foi convidado a trabalhar também na elaboração e criação do cenário do Parque. Veja abaixo algumas das imagens de estatuas e outros itens que já estão tanto no Beco Diagonal como no restante do The Wizarding World of Harry Potter. E para conferir na íntegra todas as imagens criadas por esse incrível artista, clique aqui.

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E então?! Incrível não é mesmo?!

Recentemente foi publicado um estudo em que se comprova que crianças que leram Harry Potter tem menor tendência a comportamentos racistas e podem acabar por respeitar mais a diversidade.

A pesquisa, realizada por Loris Vezzalli e sua equipe da University of Modena and Reggio Emilia – Itália, fez pesquisa em momentos diferentes com um grupo de crianças. O objetivo era constatar, positiva ou negativamente, a influência que a leitura de Harry Potter teria sobre determinadas opiniões sociais que as crianças formam durante sua vida.

Na primeira parte da pesquisa, 34 crianças italianas responderam um questionário sobre suas atitudes perante a situação dos imigrantes e seis semanas depois se encontraram semanalmente, em grupo de cinco crianças, para discutir partes especificas dos livros.

Ao final das seis semanas, as crianças responderam novamente ao mesmo questionários. O resultado é que aqueles que participaram dos encontros mudaram suas resposta em muitas das perguntas, principalmente naquelas em que conseguiram encontrar uma conexão com uma atitude tomada por Harry em um momento semelhante ao da situação proposta na pergunta.

Na segunda parte do estudo, perguntaram a 117 crianças quantos livros da serie eles leram e se eles se sentiam mais parecidos com Harry ou com Voldemort em determinadas situações. Ao final foi comprovado que as crianças que leram mais livros foram mais positivas e respeitosas, mas novamente apenas em situações em que encontraram conexão com o personagem principal.

A última parte do estudo lidou com estudantes universitários de outro país (Reino Unido) e foi constado que Harry não era, para eles, um modelo efetivo nessas questões. Porém, ao observar mais a fundo, viram que os livros ajudam os leitores a observar determinadas situações pelo ponto de vista da minoria ou dos mais desfavorecidos.

Para maiores informações sobre esse estudo, clique aqui.

E então? O que vocês acharam? É realmente animador saber que uma serie que mudou nossas vidas, também é capaz de ajudar a diminuir o racismo no mundo, não é mesmo?!

Que J.K. Rowling é uma mulher genial, restam poucas dúvidas. De que determinados pontos da sua obra e que, ainda que ficcional, determinadas atitudes e ações dos personagens em Harry Potter podem (e devem) ser transportados para a vida do leitor, também ninguém questiona.

Você sabia, porém, que a criação dos dementadores teve uma razão especial na série? E que esse motivo saiu diretamente de um dos piores momentos já vividos na vida de tia Jo? Bruno Contesini veio hoje nos contar um pouco mais sobre isso e dissertar sobre a influência que os momentos depressivos têm na vida de cada um de nós. Sempre há um bom modo de superá-los, e é fundamental não esquecer disso.

Por Bruno Contesini

Quantas vezes, nos dias atuais, ouvimos dizer que estamos no século da depressão, que trata-se de uma das doenças mais atuantes e sérias do nosso tempo? Tudo isso é mesmo uma realidade, mas o que é, de fato esse transtorno, e de que modo ele está relacionado com o universo Potter?

Primeiramente, é preciso fazer uma diferenciação, a depressão é uma doença, que necessita de diagnóstico de profissional da medicina (ou de curandeiro do hospital St. Mungus para Doenças e Acidentes Mágicos, é claro), sendo assim, é bastante diferente de uma sensação de tristeza episódica, natural a qualquer ser humano.

Por se tratar de um termo bastante disseminado, há muita confusão entre uma sensação de tristeza e o transtorno depressivo maior, a grande diferença entre eles está na continuidade, ou não, da condição de “tristeza” por longos períodos!

O que nem todos sabem é que J. K. Rowling sofreu deste transtorno depressivo, tão logo se separou de seu primeiro marido. A partir das lembranças deste período, inclusive, ganham forma os dementadores, criaturas mágicas fundamentais para a série, e para a correlação proposta nessa coluna.

Do que se alimentam os dementadores? Da esperança! E é exatamente isso que ocorre na depressão, perde-se a motivação, e junto dela, a esperança de que um estado de felicidade volte a sorrir! Como eu mesmo já mencionei em coluna anterior, qual a tua obra? Quais os teus objetivos? Qual a sua motivação para prosseguir? Provavelmente, um quadro depressivo impossibilite que sejam respondidas essas perguntas, exatamente como os dementadores fazem com os prisioneiros de Azkaban.

O que manteve o equilíbrio emocional de Sirius Black nos anos de Azkaban, como esteve claro em vários momentos, foi a lembrança de Harry e o sonho de poder reconstruir uma vida com o garoto, longe das injustiças que haviam provocado a separação de ambos! Curiosamente, no caso de Rowling, sua filha, Jessica, foi o que a manteve em condições de vencer o que a afetava! Parece claro, que experiências pessoais da autora, engrandecem sua mais importante obra de ficção, tão cheia de valiosas lições.

Qual o requisito fundamental para conjurar um patrono corpóreo? Concentrar-se em pensamentos felizes! Em outras palavras, concentrar-se no que o seu coração mantém como motivação, mesmo nos momentos em que o frio toma conta do ar!

O paciente depressivo quer ocultar-se de seu mundo, viver isoladamente, longe daquilo que já não parece ser capaz de trazer expectativa de melhora, pensamentos pessimistas tomam conta de seu imaginário, e é preciso buscar refúgio em algo que traga conforto, escrever Harry Potter, no caso da autora, certamente foi uma porta de entrada para um mundo inteiramente novo, um mundo do qual as suas tristezas pessoais não faziam necessariamente parte, além disso, Hogwarts era o lugar onde podia, com tinta e papel, compartilhar pensamentos e lições, de uma forma indireta e reconfortante!

Harry Potter é muito mais do que a razão de horas de leituras de uma geração inteira de aficionados, é muito mais do que o instrumento de compreensão de ideais, do que uma oportunidade de edificação de personalidade, amparada na moral e na ética inabaláveis do protagonista, a série foi também, o reencontro da esperança, por parte daquela que nos deu esse presente, nas palavras de Rowling: “Passei por uma fase bem difícil e estou bem orgulhosa de ter saído dela”.

E de que forma o bruxinho protagonista se relaciona com tudo isso? Sabemos que, por diversas vezes, o jovem perdeu aqueles que amava, perdeu a oportunidade de construir um sólido conceito de família, tinha como desejo mais profundo o reencontro com seus pais, algo que sempre soube ser impossível, ao menos de uma forma tangível.

Harry também viu diante de si extraordinários desafios, muito maiores do que qualquer garoto tão novo teria sido, em condições normais, capaz de suportar! Barreiras que poderiam tê-lo feito recuar, procurar novos caminhos, ou quem sabe, desistir deles, entregando-se à depressão.

“Não vale a pena viver sonhando Harry, e se esquecer de viver”! O que há nas entrelinhas dessa tão importante colocação de Dumbledore? É simples! Não se entregue cega e perdidamente aos seus sonhos, ao que a sua vida poderia ter sido e, por um motivo ou outro, não foi! Dedique-se a viver cada dia de sua vida buscando o caminho da felicidade, porque deste modo será possível perceber que, embora não tenha sido possível encontrar Lilian e Thiago diante de seus olhos, será possível encontrá-los diante de seu coração!

Acredito enquanto autor, que Harry tomou consciência da profundidade da colocação do diretor, apenas quando encontrou aqueles que amava de posse da pedra da ressurreição, pronto para entregar-se para a morte, ele ouve que todos sempre estiveram com ele no coração.

Deixo claro que não sou profissional da psicologia, não tenho qualquer formação que faça de mim alguém apto para dissertar, com propriedade, sobre temas tão complexos da mente humana, mas em minha análise, Harry encontrou forças no mesmo amor que sua criadora tinha pela filha Jessica, e que seu padrinho tinha por ele. A solução favorita de Dumbledore, enfim, provava também ser capaz de motivar Potter, e seus amigos que amava, no sentido de uma revolução do seu mundo, que fez de cada um deles personagens tão admirados por milhares de corações, muitos dos quais, podem ter encontrado conforto nas horas de leitura.

Bruno Contesini esqueceu de recomendar, mas ainda que não haja um dementador por perto, uma barra de chocolate é sempre bem-vinda.

Ontem foi o aniversário da nossa adorada rainha. A mulher que mudou as nossas vidas. Para agradecer à autora por tudo que nos proporcionou um grupo de fãs que ainda é bastante fiel à saga criaram um vídeo que incluía depoimentos de 1300 fãs a desejar-lhe um feliz aniversário. O vídeo foi lançado um pouco antes da data, a 25 de Julho, com o nome “Rowling Day 2014”.

Segundo um dos organizadores do vídeo, uns dias antes de a curta-metragem ser exposta ao mundo um dos colaboradores da autora entregou-lhe o vídeo feito com carinho pelos fãs. Ela ficou surpreendida e eternamente grata:

Oh my God, Rowling Day! Amazing

Poderá ter acesso ao vídeo aqui.

Como podemos ver a nossa querida Jo está sempre acompanhando todos os acontecimentos relativos aos fãs. Quem sabe ela não viu a nossa homenagem?!  

Hoje (23) é aniversário do nosso querido Daniel Radcliffe, o ator que deu vida ao nosso amado Harry Potter.
Daniel nasceu em 1989 em Londres e daí em diante teve uma vida extraordinária. Estrelou não apenas os filmes da franquia Harry Potter, como também musicais na Brodway e ganhou inúmeros prêmios como “Melhor Ator” do BroadwayWorld’s Theatre Fans’ Choice Awards por “Equus” em 2009.
Hoje, Daniel Jacob Radcliffe completa 25 anos de vida e nós do Ish desejamos muitos anos de vida e muitas felicidades. E para fechar, um vídeo de “Como ser: Daniel Radcliffe” feito pelo canal do Youtube Bad Teeth, confira abaixo.

E para maiores informações sobre a vida de Dan, clique aqui.

E, se? Quantas vezes você não surpreendeu a si mesmo imaginando o que teria acontecido se algum fator tivesse precedido determinada situação? E quantos detalhes, tão corriqueiros e tão irrelevantes aparentemente, não alteram totalmente a trajetória de vida de uma pessoa?

Bruno Barros especula hoje sobre algumas mudanças de curso na vida da Tia Petúnia. Você concorda com o nosso colunista? Não se esqueça de mostrar ao Potterish as suas próprias reflexões na seção de comentários!

Por Bruno Barros

Acho que é mal de todo leitor ficar encaixando muitos “E se” a respeito de um enredo original, impulsionando a imaginação criar uma realidade alternativa. Faz tempo desde que eu li pela primeira vez que “o Sr. e a Sra. Dursley se orgulhavam de dizer que eram uma família perfeitamente normal, muito bem, obrigado”, mas até hoje eu me pergunto: E se a Tia Petúnia não fosse trouxa?

Acabei por listar algumas possíveis mudanças que apresento agora.

- A rivalidade e o ciúme entre ela e Lilian, talvez, não existiria. Penso que elas teriam se tornado melhores amigas, a propósito. Pelo que lemos do passado das irmãs Evans, percebemos que Lilian queria ter um bom relacionamento com sua irmã, porém esta não conseguia superar o grande orgulho que seus pais tinham de Lilian, uma vez que ela desenvolveu a magia. Se Petúnia tivesse passado por cima disso, elas seriam grandes irmãs.

- Talvez ela não tivesse se casado com o Tio Valter e sim com um bruxo. Presumindo que seu repúdio à magia tenha desaparecido, ela provavelmente teria arranjado um marido bruxo, ou mesmo trouxa, mas que diferente do tio Valter, não tivesse tanto ódio pela magia. Duda daria lugar a uma penca de crianças fofinhas, sem cara de cachorro e com o coração mais puro;

- Harry teria crescido em um lar bruxo. Petúnia sendo bruxa não muda muito a perseguição de Harry por Voldemort, ao contrário, ele foi jogado em um lar onde seus tios o odiavam, simplesmente, por seus pais ou por sua magia. Harry teria encontrado uma família amável (ainda mais se Lilian e Petúnia fossem muito próximas). Provavelmente não teria sofrido tanto bullying por seus primos e encontrado em Petúnia uma figura materna mais amável e compreensível (principalmente quando ele fazia as coisas “simplesmente acontecerem”), sem contar que poderia se livrar da casa com cheiro de repolho e todos os gatos da Sra. Figg;

- Harry cresceria orgulhoso e esnobe. Sem saber quem ele era, de onde veio ou mesmo quem foram seus pais, em seus primeiros 11 anos de vida, Harry criou uma personalidade humilde. Nem arrogante ou mesquinho, pois ele sabia como era ser tratado daquela maneira. E isso influenciou a maneira que ele tratava os outros, como por exemplo, recusando-se ser amigo de Malfoy. Talvez se ele fosse criado, sabendo desde pequeno o quão especial ele era, teria inflado um ego tão grande que não caberia em si. (Vide Córmaco McLaggen)

- Harry teria suporte nas “coisas com magia” em seus primeiros anos em Hogwarts. Coitado do jovem Harry. Até seu terceiro ano na escola não teve ninguém quem o ajudasse. Enfim encontra Sirius, Remo, os Weasley e logo mais os outros integrantes da Ordem, que olham por ele. Se Petúnia pudesse usar magia, ela compreenderia as “anormalidades” que aconteceram com Harry e até mesmo evitaria muitos. A Sra. Mason poderia nunca ter provado bolo voador, acidentes com a tia Guida-balão no terceiro livro, poderiam não existir.

- Petúnia poderia ter se tornado um “alvo”. Voldemort procurava atacar as pessoas que suas vítimas amavam. Se Petúnia e Lilian fossem tão ligadas, e Petúnia se importasse com Harry, entramos em uma questão tão extraordinária que mal consigo organizar meus pensamentos. O feitiço mais forte de Lilian, o amor que salvou seu filho, seria reforçado por sua irmã, devido ao laço afetivo dela com o sobrinho.

Basicamente acho que se Petúnia fosse bruxa teríamos uma grande reviravolta em todo o enredo. Uma pequenina mudança poderia mudar o personagem de Harry por inteiro, reformular toda sua infância, sem nem mencionar os pequenos eventos maus, que aconteceram durante todos os anos que ele passou na casa dos tios. É claro que apresentei apenas uma simples especulação caso tia Petúnia fosse bruxa. Não levei em conta o fato de que ela poderia ser uma solteirona, ou mesmo que ela teria sim se casado com o tio Valter, pois não resistiu aos seus charmes. Apesar de tudo, em uma particularidade eu acredito com força: o Chapéu Seletor, provavelmente, enviaria Petúnia para a Sonserina e isso influenciaria bastante na construção de sua personalidade.

Que outras possibilidades vocês imaginam para a tia Petúnia e as consequências que elas trariam?

E se Bruno Barros não fosse colunista do Potterish? Sobre essa possibilidade eu me recuso a especular.

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Seção destinada a Arte das Trevas será inaugurada no Warner Bros. Studio Tour London
//Por Anna Luisa Constantino - sábado, 13 de setembro de 2014 às 13:56

Desde sua inauguração em 2012, o Warner Bros. Studio Tour London – The Making of Harry Potter anunciou que ainda haveria mais seções destinadas a vários aspectos do mundo de Harry Potter. E nessa semana foi anunciada a inauguração de uma seção totalmente destinada às Artes das Trevas.

O salão principal da sala da mansão Malfoy será a entrada da seção. Ali, os visitantes poderão ver de perto o local onde Lord Voldemort e comensais da morte se reuniram no início de Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 1. O manequim da professora de Estudos dos Trouxas, Charity Burbage, estará suspenso sobre a mesa assim como no filme e sobre a mesa haverá uma estátua de Nagini. Nesse mesmo ambiente, veremos também, sentados à mesa, todos os comensais da morte presentes na cena do filme.

A seção será aberta ao público em 14 de outubro desse ano e nela haverá, também, uma grande variedade de artefatos da Borgin and Burkes. Veremos a sala de Dolores Umbrigde no Ministério da Magia, bem como seus milhares de quadros de gatos. E para finalizar, os vistantes terão acesso ao figurino e outros acessórios do professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, Remus Lupin.

“A seção sobre as Artes das Trevas, será nossa primeira nova seção permanente desde nossa inauguração em março de 2012. E nós estamos muito animados para esse lançamento que acontecerá em tempo para o Halloween. Teremos espaços que mostram partes sombrias dos filmes e incluirão alguns itens e parte do figurino que nunca foram colocados a exposição antes.” Disse Sarah Roots, vice presidente do Warner Bros. Studio Tour London.

E então?! Animados para ver detalhes da nova seção do Warner Bros. Studio Tour London?! Fiquem ligados no Ish para mais informações e deixem-nos saber o que vocês pensam sobre essa maravilhosa notícia!

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Notícias quentinhas
//Por Luiz Guilherme - domingo, 07 de setembro de 2014 às 16:52

No feriado (feriado?) de Independência, uma grande notícia para o Potterish: nossa colunista Carol Alvarenga, que esteve conosco há alguns anos, está de volta! E já vem logo tratando de um tema muito interessante!

O que diria, hoje, um fã de Harry Potter que passou os últimos dez anos dormindo? Como encararia as modificações que a série sofreu ao longo desse tempo, e como processaria as intensas mudanças que mesmo o mundo da internet sofreu? Na coluna de hoje, Carol trata de tudo isso de uma maneira diferente. Leia e comente!

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Harry Potter e a Jornada do Herói
//Por Luiz Guilherme - domingo, 31 de agosto de 2014 às 16:58

É sempre interessante refletir Harry Potter sob outros pontos de vista, especialmente sob teorias criadas por outros autores distantes do mundo de J.K. Rowling.

É o caso de Joseph Campbell e a sua jornada do herói, sob a qual a nossa nova colunista Juane Vaillant repensa uma série de aspectos da série. Não deixe de ler a coluna de estreia, e registrar seu comentário.

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Dan fala um pouco sobre suas relações amorosas
//Por Anna Luisa Constantino - segunda-feira, 25 de agosto de 2014 às 21:44

No final da última semana, Daniel Radcliffe, revelou que já namorou algumas de suas amigas.

“Eu tenho tido novas amigas e as vezes, gradativamente, a amizade se torna uma relação, e fui amigo de pessoas ao qual acabamos por viver certos momentos até que entramos no dilema ‘oh, isso será terrível se continuarmos” Daniel diz,”Eu vivi essa situação estando em ambos os lados e vejo que é bem comum”

Atualmente, Dan namora com a atriz Erin Darke que contracenou com ele em Kill Your Darlings(em português: Versos de um Crime). Mas apesar da insistência da mídia, ele persevera em manter esse aspecto de sua vida da forma mais particular possível.

Ele afirma que a razão disso é de preservar a namora e sua carreira. Diz que as pessoas julgam tudo de forma muito corriqueira e que podem chegar ao ponto de dizer que ela só está na posição em que está por causa de seu namoro e não por seu esforço e empenho. Afirma ainda que não se arrepende de nenhum de seus relacionamentos.

Nós esperamos que ele possa ser o mais feliz possível e apoiamos sua decisão de manter privada sua vida pessoal. E vocês?

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Feliz aniversário, Rupert Grint
//Por Anna Luisa Constantino - domingo, 24 de agosto de 2014 às 17:55

Hoje o nosso querido Rupert Grint completa 26 anos.

Rupert Alexander Grint nasceu no dia 24 de agosto de 1988, em Hertfordshire, Inglaterra, Reino Unido e durante sua infância teve vontade, até, de ser sorveteiro. Antes de Harry Potter, o ator tinha apenas participado de peças escolares, mas depois de sua atuação na franquia provou ser um dos melhores atores de sua geração. Participou de vários filmes e peças de teatro, chegando até a cantar na trilha sonora do filme Postman Pat: The Movie – You Know You’re the One. E como noticiamos ontem, Rupert estreia essa semana na Broadway na comédia It’s only a play.

Nós do ISH desejamos muitos anos de vida e muitas felicidade ao nosso ruivo especial. Por você, Rupert, nós seguiríamos todas as borboletas desse mundo.

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Rupert Grint estreia em comédia na Broadway
//Por Anna Luisa Constantino - sábado, 23 de agosto de 2014 às 20:35

Rupert Grint fará sua estreia na Broadway no dia 28 desse mês, na comédia “It’s only a play”.

It’s only a play estreia oficialmente para o público em outubro desse ano, porém no dia 28 de Agosto fará sua preview. A peça conta com a participação de atores como Nathan Lane (“The Producers”), Matthew Broderick (“How to Succeed in Business Without Really Trying”) e Stockard Channing (“A Day in the Life of Joe Egg”).

“É dificil não se sentir sobrecarregado quando se está ensaiando. É bem exaustivo tentar acompanhar o ritmo deles” disse Grint.

Estamos estremamente animados com essa nova etapa da carreira de Rupert e você?!

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[RUMOR] David Yates pode ser diretor de “Animais Fantásticos e onde habitam”
//Por Anna Luisa Constantino - sábado, 23 de agosto de 2014 às 15:07

No inicio dessa semana surgiram por toda a internet rumores que David Yates, diretor dos últimos 4 filmes da franquia Harry Potter, também seria diretor de Animais Fantásticos e onde habitam.

Esses rumores surgiram logo após a confirmação de que Alfonso Cuarón não participaria da direção dos filmes. Até então temos apenas certeza de que o produtor David Heyman participará, também, da produção de Animais Fantásticos por pedido da própria J.K. Lembrando que nem a Warner e nem Yates se pronunciaram sobre o assunto.

O filme está, até então, com estreia marcada para 2016 e infelizmente não temos confirmações acerca do elenco e da equipe técnica do mesmo. Mas fiquem ligados para mais noticias aqui no Ish.

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O lado rosa-chiclete da vida
//Por Débora Jacintho - domingo, 17 de agosto de 2014 às 23:16

Em várias histórias do universo fantasioso é comum encontrarmos divisões de grupos. Por exemplo, na trilogia Divergente existem as facções, na trilogia de Jogos Vorazes existem os distritos, em Game of Thrones encontramos as casas…e por aí vai. Em Harry Potter, nos deparamos com casas que representarão, influenciarão e serão influenciadas por seus alunos em Hogwarts. Sendo assim, da mesma forma que nas outras fantasias (e até mesmo no mundo real) sempre há um grupo taxado de “fraco”, “pobre”, “careta”, em Harry Potter essa função é um tanto ocupada pela Lufa-lufa, quando a maioria da escola os definem como “panacas”.

Na coluna de hoje, convido todos a refletir e desmitificar esse  conceito a respeito dos lufanos, através de uma de suas grandes alunas. Aproveite a leitura e permita-se a um novo olhar!

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Tintas da pele e da alma
//Por Débora Jacintho - domingo, 10 de agosto de 2014 às 21:20

Marcar a própria pele com o símbolo de algo que amamos e que representa uma coisa especial em nossas vidas é uma decisão que, obviamente, precisa ser pensada várias vezes para evitar arrependimentos. Uma tatuagem é muito desejável quando representa algo intrínseco e profundo da alma; fora disso, pode representar uma dor de cabeça mais tarde.

Na coluna de hoje, Nilsen Silva demonstra sua paixão e admiração pelos desenhos na pele, algo que tem, afinal de contas, tudo a ver com a nossa série preferida. Quer saber como? Basta ler o texto que nossa colunista preparou, sem esquecer, é claro, de deixar seu comentário.

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Beco diagonal por detrás das câmeras.
//Por Anna Luisa Constantino - domingo, 10 de agosto de 2014 às 19:16

Nessa semana o escultor Bryn Court disponibilizou em seu portifolio online imagens das obras que compõem o cenário do Beco Diagonal no The Wizarding World of Harry Potter em Orlando.

Bryn, fez parte da equipe técnica de todos os filmes da franquia Harry Potter e seu trabalho era justamente esculpir e produzir peças para os cenários do filme. Após o final da série, o escultor foi convidado a trabalhar também na elaboração e criação do cenário do Parque. Veja abaixo algumas das imagens de estatuas e outros itens que já estão tanto no Beco Diagonal como no restante do The Wizarding World of Harry Potter. E para conferir na íntegra todas as imagens criadas por esse incrível artista, clique aqui.

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E então?! Incrível não é mesmo?!

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Crianças que lêem Harry Potter podem se tornar adultos menos preconceituosos
//Por Anna Luisa Constantino - domingo, 03 de agosto de 2014 às 20:59

Recentemente foi publicado um estudo em que se comprova que crianças que leram Harry Potter tem menor tendência a comportamentos racistas e podem acabar por respeitar mais a diversidade.

A pesquisa, realizada por Loris Vezzalli e sua equipe da University of Modena and Reggio Emilia – Itália, fez pesquisa em momentos diferentes com um grupo de crianças. O objetivo era constatar, positiva ou negativamente, a influência que a leitura de Harry Potter teria sobre determinadas opiniões sociais que as crianças formam durante sua vida.

Na primeira parte da pesquisa, 34 crianças italianas responderam um questionário sobre suas atitudes perante a situação dos imigrantes e seis semanas depois se encontraram semanalmente, em grupo de cinco crianças, para discutir partes especificas dos livros.

Ao final das seis semanas, as crianças responderam novamente ao mesmo questionários. O resultado é que aqueles que participaram dos encontros mudaram suas resposta em muitas das perguntas, principalmente naquelas em que conseguiram encontrar uma conexão com uma atitude tomada por Harry em um momento semelhante ao da situação proposta na pergunta.

Na segunda parte do estudo, perguntaram a 117 crianças quantos livros da serie eles leram e se eles se sentiam mais parecidos com Harry ou com Voldemort em determinadas situações. Ao final foi comprovado que as crianças que leram mais livros foram mais positivas e respeitosas, mas novamente apenas em situações em que encontraram conexão com o personagem principal.

A última parte do estudo lidou com estudantes universitários de outro país (Reino Unido) e foi constado que Harry não era, para eles, um modelo efetivo nessas questões. Porém, ao observar mais a fundo, viram que os livros ajudam os leitores a observar determinadas situações pelo ponto de vista da minoria ou dos mais desfavorecidos.

Para maiores informações sobre esse estudo, clique aqui.

E então? O que vocês acharam? É realmente animador saber que uma serie que mudou nossas vidas, também é capaz de ajudar a diminuir o racismo no mundo, não é mesmo?!

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O dementador no nosso mundo
//Por Luiz Guilherme - domingo, 03 de agosto de 2014 às 18:35

Que J.K. Rowling é uma mulher genial, restam poucas dúvidas. De que determinados pontos da sua obra e que, ainda que ficcional, determinadas atitudes e ações dos personagens em Harry Potter podem (e devem) ser transportados para a vida do leitor, também ninguém questiona.

Você sabia, porém, que a criação dos dementadores teve uma razão especial na série? E que esse motivo saiu diretamente de um dos piores momentos já vividos na vida de tia Jo? Bruno Contesini veio hoje nos contar um pouco mais sobre isso e dissertar sobre a influência que os momentos depressivos têm na vida de cada um de nós. Sempre há um bom modo de superá-los, e é fundamental não esquecer disso.

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Aniversário da Jo comemorado com vídeo criativo dos fãs
//Por Ricardo Pereira - sexta-feira, 01 de agosto de 2014 às 12:32

Ontem foi o aniversário da nossa adorada rainha. A mulher que mudou as nossas vidas. Para agradecer à autora por tudo que nos proporcionou um grupo de fãs que ainda é bastante fiel à saga criaram um vídeo que incluía depoimentos de 1300 fãs a desejar-lhe um feliz aniversário. O vídeo foi lançado um pouco antes da data, a 25 de Julho, com o nome “Rowling Day 2014”.

Segundo um dos organizadores do vídeo, uns dias antes de a curta-metragem ser exposta ao mundo um dos colaboradores da autora entregou-lhe o vídeo feito com carinho pelos fãs. Ela ficou surpreendida e eternamente grata:

Oh my God, Rowling Day! Amazing

Poderá ter acesso ao vídeo aqui.

Como podemos ver a nossa querida Jo está sempre acompanhando todos os acontecimentos relativos aos fãs. Quem sabe ela não viu a nossa homenagem?!  

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Feliz aniversário, Dan!
//Por Anna Luisa Constantino - quarta-feira, 23 de julho de 2014 às 21:44

Hoje (23) é aniversário do nosso querido Daniel Radcliffe, o ator que deu vida ao nosso amado Harry Potter.
Daniel nasceu em 1989 em Londres e daí em diante teve uma vida extraordinária. Estrelou não apenas os filmes da franquia Harry Potter, como também musicais na Brodway e ganhou inúmeros prêmios como “Melhor Ator” do BroadwayWorld’s Theatre Fans’ Choice Awards por “Equus” em 2009.
Hoje, Daniel Jacob Radcliffe completa 25 anos de vida e nós do Ish desejamos muitos anos de vida e muitas felicidades. E para fechar, um vídeo de “Como ser: Daniel Radcliffe” feito pelo canal do Youtube Bad Teeth, confira abaixo.

E para maiores informações sobre a vida de Dan, clique aqui.

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E, se?
//Por Luiz Guilherme - domingo, 20 de julho de 2014 às 20:05

E, se? Quantas vezes você não surpreendeu a si mesmo imaginando o que teria acontecido se algum fator tivesse precedido determinada situação? E quantos detalhes, tão corriqueiros e tão irrelevantes aparentemente, não alteram totalmente a trajetória de vida de uma pessoa?

Bruno Barros especula hoje sobre algumas mudanças de curso na vida da Tia Petúnia. Você concorda com o nosso colunista? Não se esqueça de mostrar ao Potterish as suas próprias reflexões na seção de comentários!

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