Colunas

Os textos que você encontra neste cantinho do Potterish já têm lá a sua história. Alguns criaram asas e tocaram vidas que, a princípio, pareciam não ser capazes de alcançar.

Mas o leitor que temos no peito é você, que chegou aqui para ler aquela enxurrada de notícias do Potter-mundo e que precisa também de um respiro para entender melhor o que esta longa obra de ficção significa e pode significar para as pessoas.

Nosso corpo de colunistas está aqui para isto: para ler livros e filmes e o que mais vier –para chegar a algumas visões novas, pontos de ligação. Estamos aqui, na verdade, para oferecer momentos de leitura ativa de Harry Potter, seu papel no nosso mundo –e no mundo inteiro, por extensão.

Tipos de Texto

Os textos são aqui publicados em uma das 5 categorias abaixo:

Ensaios: Textos que utilizam a obra como catapulta para vôos filosóficos.
Caricaturas: Textos que exploram o “lado B” das personagens.
Resenhas: Conversas sobre as obras lidas pelos colunistas.
Análises: Textos que cruzam obras e/ou comparam partes do enredo.
Especulações: Textos relativos ao enredo da obra.

Corpo de colunistas

Amanda Guidorzi é estudante de Jornalismo e fã de Harry Potter há mais anos do que sua idade denuncia.
E-mail: [email protected]

Brunna Cassales é uma estudante, leitora voraz e “inventora de histórias” que foi cativada por Harry Potter aos 8 anos. Além de colunista, também é editora da seção de Resenhas, e é Lufa-Lufa de todo coração.
E-mail: [email protected]

Bruno Barros ainda está em dúvida entre Jornalismo e Estudo dos Trouxas. É difícil acreditar que ele fica quieto para ler e escrever, quando vemos seu temperamento agitado e chato, e realmente gosta disso.
E-mail: [email protected]

Bruno Contesini é Estudante de Engenharia Química, orientador de física e escritor.
E-mail: [email protected]

Débora Jacintho é estudante de História, aspirante a diplomata, e fã de Harry Potter desde os onze anos.
E-mail: [email protected]

Luiz Guilherme Boneto é campineiro – com muito orgulho -, estudante de Jornalismo, fã incondicional dos livros e editor da seção de Colunas desde 2012. Ah, e é também Corvinal de coração e carteirinha.
E-mail: [email protected]

Monique Calmon é carioca e estudante de Engenharia Elétrica. É fascinada por analisar os personagens e a simbologia em Harry Potter.
E-mail: [email protected]

Natallie Alcantara é paraense, amante de livros desde que se entende por gente. Passou os melhores dias de sua adolescência com um livro de Harry Potter debaixo do braço. Historiadora e Bibliotecária, bibliófila por vocação, Janeite por aptidão e Tolkeniana de coração.
E-mail: [email protected]

Nilsen Silva é jornalista, discípula de Remo Lupin e atualmente sonha em publicar um livro. Leitora voraz, ela fala sobre livros e algumas outras coisas no blog Mudando de Assunto.
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Orlando Louzada, corvino, jurou solenemente que não pretendia fazer nada de bom. Biólogo em formação, escreve colunas entre poliquetas e mandrágoras
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Nobres “aposentados”

Ana Paula Soares é estudante de Jornalismo. Viciada em Feijãozinhos de todos os sabores.
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Breno Alvarenga é itabirense e estudante.
E-mail: [email protected]

Bruna Moreno é jornalista e foi editora da seção de Colunas
E-mail: [email protected]

Camila Galvez é estudante de Jornalismo e chefiou as colunas até se tornar uma repórter verde super-requisitada. É fã de Harry Potter desde 2000 e aficcionada pelo número Sete.
E-mail: [email protected]

Daiane Dal Libero é estudante e estagia na Unifolha de Campo Grande-MS.
E-mail: [email protected]

Eduardo Andrade é estudante, mais conhecido como Duxx.
E-mail: [email protected]

Igor Ferreira é corvino desde o berço, cursa Direito e anseia por um escritório apertado no nível dois do Ministério. Enquanto sonha com o futuro, gosta de pescar dilátex, praticar Poções, jogar xadrez e escrever colunas.
E-mail: [email protected]

Igor Silva é (quase) jornalista, colaborador do Portal MTV, dono do
blog Lendo & Comentando e… ah, pottermaníaco desde criancinha.
E-mail: [email protected]

Isadora Cecatto é estudante e colunista do Potterish desde 2006. Foi editora da área de colunas do final de 2008 à metade de 2010 e pretende cursar Jornalismo na UFSC. E-mail: [email protected]

João Victor Bastos é publicitário, designer e ilustrador. Fã de Harry Potter desde 2001.
E-mail: [email protected]

Lucas Sasdelli é Fic-Writer. Especialista em Slashs.
E-mail: [email protected]

Luis Nakajo foi editor das Ish Colunas de março a setembro de 2008 e colunista desde maio de 2007. Seus textos são uma mistura esquisita de semiótica e desejo de ser entendido.
Twitter: @lgnakajo

Mariana Elesbão é analista de sistemas e ama Harry Potter desde que se entende por gente.
E-mail: [email protected]

Mariana Nascimento passou boa parte de sua infância e adolescência se
dedicando a doentias especulações sobre Harry Potter. Hoje é uma
leitora mais saudável e está prestes a se formar em Letras.
E-mail: [email protected]

Mariana Rezende é mais uma estudante de História (não satisfeita em só ser ”mais uma” Mariana) eternamente apaixonada por Remo Lupin.
E-mail: [email protected]

Rochely Droves é estudante. Fã de Harry Potter desde 2001 e apaixonada pelas personagens Belatriz Lestrange e Lilian Potter.

Rodrigo Bruno é formado em História, e atualmente cursa Artes Cênicas. Mora em Curitiba.
E-mail: [email protected]

Rodrigo Salvador é estudante de Direito. Fã desde o lançamento do primeiro livro, leitor assiduo de Fics e H/G de carterinha.
Email: [email protected]

Sheila Vieira é jornalista, e foi editora das seção de Resenhas e das Colunas também.
E-mail: [email protected]

Sonia Manzoni é professora e formada em Letras.
fã incondicional do Shipper R/Hr.
E-mail: [email protected]

Victor Martz é formado em Design Gráfico. Fã de Harry Potter desde 2002, e fã incondicional dos Gêmeos Weasley e prefere ser conhecido por Sr. Vickhart.
E-mail: [email protected]

Yuri Rigon é estudante e mora em São Gonçalo-RJ.
E-mail: [email protected]

Autor
 
Estilo
Amanda Guidorzi
Ana Freitas
Breno Alvarenga
Bruna Moreno
Brunna Cassales
Bruno Barros
Bruno Contesini
Camila Galvez
Carol Alvarenga
Débora Jacintho
Eduardo Andrade
Fernanda D’Elia
Igor Ferreira
Igor Silva
Isadora Cecatto
João Victor Bastos
Larissa Almeida
Luis Nakajo
Luiz Guilherme Boneto
Mariana Elesbão
Mariana Nascimento
Mariana Rezende
Marisa Rosalino Amante
Monique Calmon
Natallie Alcantara
Nilsen Silva
Orlando Louzada
Pâmela Lima
Rodrigo S. Bruno
Rodrigo Salvador
Sheila Vieira
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4 curiosidades sobre Cornélio Fudge

//Por Gabriel Alves - quinta-feira, 03 de agosto de 2017 às 19:19


Faleceu hoje, aos 91 anos, o ator Robert Hardy, responsável por interpretar Cornélio Fudge nos filmes da série Harry Potter. Em homenagem, separamos algumas curiosidades sobre seu personagem.

  • Cornélio Fudge foi ministro da magia por seis anos. Governou de 1990 até 1996, quando renunciou devido à volta de Voldemort;

 

  • Antes de se tornar ministro, Fudge foi Ministro Júnior no Departamento de Acidentes e Catástrofes Mágicas;

 

  • A primeira aparição do Ministro aconteceu somente no segundo livro em decorrência aos fatos ligados à reabertura da Câmara Secreta;

 

  • Robert Hardy, que deu vida a Fudge nos cinemas, já havia interpretado um político anteriormente. Diversas vezes o ator deu vida à Winston Churchill, primeiro ministro britânico durante a segunda guerra mundial.
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A memória é mais complexa do que um simples Obliviate

//Por Pedro Martins - sábado, 22 de julho de 2017 às 15:27


Por sorte os Potterheads temos hoje muito material sobre o qual especular, não é mesmo? Com o lançamento de Animais Fantásticos e Onde Habitam e os conteúdos inéditos do Pottermore, não nos faltam assuntos!

Na coluna de hoje, nossa colunista Débora Jacintho traça um paralelo bastante aprofundado entre substâncias e feitiços que alteram a memória no Mundo Bruxo. Vale a leitura!

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Cientistas batizam nova espécie de aranha em homenagem a Harry Potter

//Por Ana Carolina Aguiar - sexta-feira, 14 de julho de 2017 às 22:25


Uma aranha recém descoberta pelos pesquisadores da Universidade de Tehran no Irã, recebeu um nome que faz referência a Aragogue, a criatura do Universo de Harry Potter.

A espécie que foi batizada de ‘Lycosa aragogi’, possui uma polegada de comprimento (excluindo as pernas), listras pretas e brancas na parte superior do corpo e uma marca próxima a boca, dando ao animal uma aparência carismática.

A ‘Lycosa aragogi’ pertence ao mesmo gênero que serviu de inspiração para a criação do Aragogue dos filmes. A pesquisadora Alireza Zamani da Universidade de Tehram contou em entrevista à ‘Live Sience’ que foram as similaridades e o fato de a série estar completando 20 anos o que motivou a homenagem.

Essa não é a primeira vez que um aracnídeo recebe um nome em homenagem a Harry Potter. Uma espécie encontrada em 2016 na Índia, recebeu o nome de ‘Eriovixia gryffindori’ por causa de Godric Griffyndor. Essa ideia de aliar cultura pop e ciência, não é só uma prova de que há potterheads espalhados pelas mais diversas profissões, mas também um jeito de chamar a atenção e despertar o interesse dos jovens.

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J.K. Rowling escreveu um manuscrito secreto em um vestido de festa

//Por Ana Carolina Aguiar - segunda-feira, 10 de julho de 2017 às 15:36


Em entrevista à jornalista Christiane Amanpour, da CNN, J.K. Rowling revelou um manuscrito que pode nunca ser publicado. Surpreendentemente, a maior parte da história teria sido escrita em um vestido como parte de uma fantasia para sua festa de aniversário de 50 anos, em 31 de julho de 2015.

A revelação veio no fim da entrevista, quando Rowling foi questionada sobre os boatos de ter escrito um livro infantil com temas políticos:

“Era um conto de fadas. Eu terminei de escrevê-lo, mas não sei se vou publicá-lo. Vou te contar: o tema da minha festa de 50 anos, que foi comemorada no Halloween, apesar de não ser realmente meu aniversário, era se vestir como seu pior pesadelo. Eu fui de manuscrito perdido. Escrevi no vestido grande parte desse livro. É esse livro, que não sei se realmente será publicado, mas está pendurado no meu guarda-roupa.”

Ao longo da conversa, a autora falou principalmente sobre a Lumos, instituição de caridade fundada e presidida por ela que busca acabar com as institucionalizações de crianças e jovens. Em breve, publicaremos a entrevista legendada na íntegra.

Leia também:

Enquanto o tal vestido que representa o maior medo de Rowling permanece dentro de seu armário como um bicho-papão, resta-nos imaginar se um dia conseguiremos ler esse livro!

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E se…? Questões de escolha

//Por Pedro Martins - sexta-feira, 07 de julho de 2017 às 14:54


Para brindar o retorno das colunas do Potterish – desta vez, em definitivo! –, nossa colunista veterana Natallie Alcantara nos convida a pensar sobre detalhes da série que mudaram por completo o destino de personagens e de todo o Mundo Bruxo.

“Talvez pensar nos ‘E se’ em Harry Potter guiem os leitores a entender que escolhas são muito difíceis, mas têm de ser feitas. Afinal, de acordo com Dumbledore, o que nos definem são nossas escolhas, não nossas habilidades.”

Leia o texto na íntegra na extensão deste post e não se esqueça de acrescentar, nos comentários, seus próprios pensamentos.

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SEMPRE…

//Por Pedro Martins - segunda-feira, 26 de junho de 2017 às 15:24


Em comemoração aos 20 anos da publicação de Harry Potter e a Pedra Filosofal, Bruno Contesini dá voz aos sentimentos unânimes dos fãs da série.

“Eu gostaria de poder começar meu 26 de junho com palavras, mas acho que tê-lo começado com lágrimas foi realmente a forma mais apropriada.”

Para ler a coluna, acesse a extensão deste post.

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Os desafios da dublagem de “A Bela e a Fera”

//Por Kaio Rodrigues - quinta-feira, 13 de abril de 2017 às 15:47


O público brasileiro tem uma forte relação com as versões dubladas de filmes, principalmente aqueles ligados ao universo infantil. Com a chegada de A Bela e a Fera aos cinemas, estrelado por ninguém menos que Emma Watson, o Potterish conversou com a atriz e o diretor de dublagem do live-action da Disney, Giulia Nadruz e Rodrigo Andreatto, que estão muito orgulhosos do trabalho que fizeram.

Por Kaio Rodrigues

Rodrigo, que dubla há 24 anos, chegou até a emprestar sua voz ao nosso querido Rony Weasley em um dos jogos baseados no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. Ele reconhece que cada trabalho é diferente e desafiador, mas quando foi convidado a dirigir a dublagem de A Bela e a Fera, sabia que as dificuldades iriam além: “Para honrar a animação na qual o filme foi inspirado, tentamos manter ao máximo as referências. Qualquer mudança visível na tela foi proposital, feita depois de muito debate.”

Para Giulia, acostumada ao teatro musical, a missão ia além: substituir a dubladora anterior de Watson, que, por não cantar, sequer chegou a ser considerada para o papel de Bela. “A Disney tem se empenhado para buscar profissionais que façam tudo na dublagem, evitando uma disparidade entre os diálogos e os números musicais”, explica Giulia, que admira o trabalho de Luisa Palomanes. “Os fãs ficaram decepcionados por ela não ter dublado o filme, e eu super compreendo. Mas a gente tem que se adequar às mudanças.”

Coincidentemente, a atriz nasceu em 1991, ano em que o clássico francês do século XVIII chegou às telas pela primeira vez. “Quando fui convidada para fazer um teste de voz e descobri que era para A Bela e a Fera, quase tive um piripaque”, relembra.

Andreatto não precisou de teste. Desde 2012, ele é o responsável pela dublagem de (quase) todos os longa-metragens da Disney, e apesar da jornada árdua de trabalho, nada diminui sua empolgação pela profissão, que “dispensa qualquer vaidade”. Diferente dos atores, que só têm acesso às próprias falas e gravam trechos muitos pequenos por vez, o diretor de dublagem recebe uma cópia completa do filme. Ainda que em uma qualidade baixíssima e cheia de marcas d’água, é ela que norteia todo o trabalho. “A importância da direção é justamente conseguir passar para quem está dublando tudo o que o ator precisa saber para entrar no personagem”, explica Rodrigo. “Assisti ao filme 5 ou 6 vezes antes de gravar.”

Ao contrário dos demais live-actions da Disney, A Bela e a Fera não foi dublado no Rio de Janeiro. Para manter os vozeiros idênticos aos originais, no estúdio paulistano um aparato especial chegou a ser montado para a captação dos ruídos externos das cenas. Mas o maior cuidado mesmo era com o timbre da interpretação em diálogos e canções, gravados em momentos e espaços físicos diferentes:

“Precisávamos causar a sensação de que o personagem estava conversando e de repente saiu cantando, na mesma emoção. Era uma preocupação muito grande minha, porque estou cansado de ver musicais onde a voz do ator muda, assim como a entonação e a interpretação.”

Para evitar esse tipo de problema, Rodrigo manteve contato diário com o diretor musical da versão brasileira, Nandu Valverde.

E falando sobre dificuldades, qual teria sido o personagem mais difícil de dublar? Hm… A Fera? Não! Para Andreatto, o maior desafio foi adaptar Maurice, o pai da Bela, “porque a interpretação original de Kevin Kline é muito boa, cheia de nuances”. E surpreendentemente, talvez o trabalho mais fácil tenha sido com Giulia: “Ela é muito doce, mas muito firme, exatamente como a Bela. Com os outros personagens, precisei ficar de olho no modo de falar e nos sotaques.”

Essa atenção especial a trejeitos e formas de falar, assim como a preocupação com técnicas e inovações, representa um avanço significativo na dublagem brasileira. Para Giulia, o preciosismo da Disney tem sido fundamental: “Eu considero a dublagem brasileira uma das melhores do mundo, senão a melhor”. Segundo Rodrigo, as sementes para tudo isso começaram a ser plantadas nos anos 1990: “Eu comecei numa época em que os filmes eram gravados por adultos imitando vozes infantis. Fiz parte de uma das primeiras turmas de crianças que dublavam.”

Após mais de um mês em uma rotina intensa de gravações, Giulia já planeja novos trabalhos e sonha com o dia em que poderá encenar seu próprio filme. Já Rodrigo está a todo vapor! Com ares de mistério, fala sobre os próximos longas que dirigirá: “Um é a sequência de uma animação que já tem dois filmes anteriores. Até já gravamos. E outro é uma animação nova, um musical. São desafiadores, mas eu adoro. É o que escolhi para minha vida.”

Dirigido por Bill Condon, A Bela e a Fera chegou às telas em 16 de março e ainda está em cartaz! Se você ainda não assistiu à versão dublada, o que está esperando?!

Kaio Rodrigues é estudante de Letras da UERJ, colunista do Potterish e editor da Seção Granger.

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6 Livros para ler no Natal

//Por Kaio Rodrigues - sábado, 24 de dezembro de 2016 às 16:43


Natal é um momento a ser passado com quem amamos. Além disso, é a oportunidade perfeita para ler bons livros e mergulhar em boas histórias. Pensando nisso, Kaio Rodrigues pediu ajuda a Anna Constantino, e juntos, o editor da Seção Granger e sua colunista reuniram seis histórias que não tratam especialmente do Natal, mas que dialogam diretamente com os sentimentos da noite feliz.

Descubra mais sobre essas histórias na extensão do post.

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Seria ela uma Obscurial? Leia “A Misteriosa Vida e Morte de Ariana Dumbledore” e mate suas dúvidas

//Por Vinicius Bellemo - segunda-feira, 05 de dezembro de 2016 às 18:00


Após a estreia de Animais Fantásticos e Onde Habitam nos cinemas de todo mundo, diversas teorias ligadas ao universo de Harry Potter foram desenvolvidas pelos fãs, tendo como base as novas informações fornecidas pelo longa. Uma dessas informações deve-se a revelação dos termos “Obscurus” e “Obscurial”, ambos anunciados em Animais Fantásticos.

Designando todo “Obscurial” como “qualquer jovem bruxo ou bruxa que desenvolveu uma força das trevas parasita, conhecida como Obscurus“, que, segundo o Harry Potter Wikié resultado de ter seus poderes mágicos sendo oprimidos por abuso psicológico ou físico“, os fãs de Harry Potter logo conectaram os termos com a misteriosa doença da famosa irmã mais nova de Alvo Dumbledore: Ariana Dumbledore.

Coincidência ou não, poucos dias após a teoria que caracteriza Ariana Dumbledore como uma Obscurial se espalhar pela internet, o Pottermore divulgou em seu site oficial o seguinte texto: The Mysterious Life and Death of Ariana Dumbledore (A Misteriosa Vida e Morte de Ariana Dumbledore). O texto pode ser encarado quase como uma confirmação oficial de que a irmã do ex-diretor de Hogwarts era realmente uma Obscurial.

Clique aqui para ler “A MISTERIOSA VIDA E MORTE DE ARIANA DUMBLEDORE”, traduzida em primeira mão pela nossa equipe.

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Magicamente humanos

//Por Pedro Martins - sexta-feira, 02 de dezembro de 2016 às 22:48


Por Clarice Freire

Editado por Pedro Martins

Animais Fantásticos e Onde Habitam chega aos cinemas cerca de 15 anos depois da minha primeira ida ao cinema para ver algo sobre o Mundo Bruxo de J.K. Rowling, e lá vou eu assistir. Teria muito a dizer, mas preciso falar sobre o Credence. Prefiro me deter no quanto aquele personagem me chamou atenção.

Credence (Ezra Miller) é um jovem assustado, estranho, “esquisito”, praticamente mudo. Trêmulo, de olhar baixo, é completamente oprimido pela mãe adotiva que nutria um medo e ódio devastadores contra “bruxas” e queria exterminá-las “para a segurança de todos”. Credence, em segredo, queria apenas fazer parte daquele mundo mágico. Queria aprender, pois guardava dentro de si um “Obscurial”, uma enorme força parasitária concentrada. Ela veio de jovens bruxos que, ao longo dos séculos, foram forçados a esconder sua força, a rejeitá-la, implodi-la, e o seu poder devastador mata em poucos anos quem a estiver hospedando. Atenção para a profundidade desta metáfora que pode passar despercebida.

O personagem de Ezra Miller tenta ser aceito por todos os lados, mas quando não dá às pessoas ao seu redor o que esperam dele, não serve. Não tendo força para reagir, recua cada vez mais. Credence é obviamente uma criatura mágica, mas não sabe como sê-lo. Não sabe na verdade nem quem é, nem o que pode causar com sua força contida. Tão contida, tão tolhida, tão escondida, que fica obscura e o mata lentamente por dentro. Quando a situação chega ao limite, Credence se percebe usado e explode. O Obscurus dentro dele é revelado em toda a sua potência e sai matando, destruindo a cidade, iniciando uma guerra: uma devastação nele mesmo e em tudo o que está ao redor.

Saí do cinema pensando nas milhares de vezes que, em minha própria vida, implodi minha luz simplesmente porque o mundo não a entenderia, não a aceitaria. Eu queria fazer parte de um mundo inventado. E na inutilidade disso, porque ela sempre explode e isso é, de fato, devastador. Algumas vezes libertador, claro. Mas nunca é agradável.  Pensei nas tantas outras pessoas – conhecidas e estranhas – que passaram por isso de maneira muito mais drástica.

Pensei nas vítimas de perseguição, preconceito, opressão, por milhares de motivos, espalhadas pelo mundo. Infelizmente, a lista é interminável.  A “magia” que Rowling retrata é, para mim, claramente essa força contida dentro de cada um de nós. As vezes em que reprimimos nossa luz porque o mundo espera diferente. A ansiedade e a depressão são cada vez mais comuns: é preciso ser, é preciso ter, é preciso corresponder, é proibido fracassar, é terrível decepcionar e, claro, não esqueça de postar. Mostre. O mundo on-line é um prestador de contas constante, presente, como Grindewald encurralando o rapaz na parede: mostre-me, o que você fez? O que conseguiu? Mostre-me que você serve para alguma coisa.

A mensagem de Credence é séria, é triste, mas é um alerta.

Em uma frase, eu diria: somos todos magicamente humanos.

Somos extraordinários e isso não pode ser abafado. Nossa magia mora na unicidade: você é único e isso tem uma potência inimaginável. É perigosíssimo implodir uma força! Deixemos a magia explodir livremente, “para a – verdadeira – segurança de todos”.

Onde habitam os seres fantásticos? Dentro de mim, de você e daquele estranho ao seu lado.

Não deixe

a magia contida.

Que ela brilhe forte,

imensa, sem morte,

cheia de vida.

Clarice Freire é escritora e publicitária por formação. Fez sua primeira viagem à Lua em 2014 com Pó de Lua, sua poesia desenhada em forma de livro. Seguida por mais de um milhão e meio de pessoas nas redes sociais, com dois best-sellers publicados pela Editora Intrínseca, ama a magia das palavras de Rowling desde a infância, por achar que o melhor lugar do mundo é a imaginação.

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