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O lado humano e mágico de Alvo Dumbledore
//Por Luiz Guilherme - domingo, 20 de janeiro de 2013 às 15:33

Todo ser humano precisa se sentir, de algum modo, acolhido. Com Harry Potter não era diferente, e sabemos bem que, ao longo da série, nosso herói muitas vezes deposita em Alvo Dumbledore a confiança de que estaria protegido e a salvo.

Apesar de vermos o diretor de Hogwarts como uma figura extremamente poderosa, não podemos nos esquecer de seu lado humano e frágil, que no final das contas, acaba evidente. Na coluna de hoje, trago uma reflexão acerca dessa outra face de Dumbledore. Leia e deixe seu comentário!

Por Luiz Guilherme Boneto

Reza a tradição que toda boa história de magia deve ter um velho sábio, de barbas longas e branquíssimas. Mesmo os contos mais antigos tinham tais personagens, como podem comprovar Gandalf – cujas barbas não eram assim tão alvas, mas vá lá – e Merlin. Em Harry Potter não poderia ser diferente; J.K. Rowling não só criou um grande personagem com essas mesmas características, mas o trouxe para perto da nossa realidade como somente ela é capaz de fazer.

Alvo Dumbledore é mencionado inúmeras vezes como o maior bruxo que a humanidade já produziu. Em seus mais de cem anos, teve grandes feitos, porém resumiu-se a dirigir e lecionar em Hogwarts, sem tentar obter um cargo de poder. Ainda assim, sua sabedoria e poderes impressionantes o destacavam entre os demais. Ao ler a série, somos o tempo todo impelidos a ter de Dumbledore uma imagem de extrema imponência e inteligência, de um homem cuja mera presença era sinônimo de conforto e segurança. E ele assim, de fato, o era,. Mas J.K. Rowling não deixaria isso barato: era preciso dissecar essa criatura fascinante, e ir além.

Ela dedica Harry Potter e as Relíquias da Morte a trazer Dumbledore, já morto, para um plano humano, não mais surreal, como críamos. Seu envolvimento com Grindewald, sua sede de poder e reconhecimento, seus erros, tudo desmontava a imagem do bruxo poderoso e onisciente. Quem um dia iria dizer que o grande Alvo Dumbledore cometeria um erro crasso? Pois ele o fez, quando feriu de modo letal a própria mão, quando “abandonou” a irmã problemática praticamente à própria sorte, quando juntou-se a Grindewald numa espécie de luta contra os trouxas. Os arrependimentos que Dumbledore trazia da juventude lhe constituíam um peso morto sobre os ombros envelhecidos.

Para J.K. Rowling, além dos erros, a idade talvez seja a característica que mais expõe a fragilidade humana. Por várias vezes, Harry nota os traços de velhice na expressão do diretor. Talvez a presença marcante de Dumbledore, como em tantas outras pessoas, fazia com que os que o rodeavam fossem simplesmente incapazes de enxergá-lo como um velho. Mas ele o era. Sua mente se mantinha jovem, e seu espírito possuía vitalidade, ainda que marcado pelas feridas do passado. Contudo, nem mesmo magia poderosa pode conter a cruel passagem do tempo – a não ser a incogitável pedra filosofal, que manteve o famoso alquimista Nicolau Flamel vivo por mais de seiscentos anos.

Despida de falsos pudores e da hipocrisia que imperam na sociedade em que vivemos, J.K. Rowling foi muito além das costumeiras exposições sobre o personagem. Em resposta a um fã, durante um evento nos Estados Unidos pouco depois do lançamento do último livro, ela foi categórica quanto à orientação sexual de Alvo Dumbledore: ele era gay. Era também apaixonado por Gerardo Grindewald, um velho amor da juventude – apaixonado pelo homem que se tornaria um dos mais poderosos bruxos das trevas de todos os tempos, e que perderia para ele, Dumbledore, uma batalha épica, mencionada já em Harry Potter e a Pedra Filosofal. O envolvimento dos dois fica implícito no último volume. Vejam vocês a grandeza de J.K. Rowling: ela criou em sua série um personagem fenomenal, grandioso, que acumula fãs nos quatro cantos do mundo. Aguardou o encerramento da história que escreveu com tanta minúcia para anunciar, assim como quem não quer nada, a homossexualidade do maior bruxo da história. Com isso, tia Jo tem um recado: ser homossexual não influencia em nada nas qualidades e nos defeitos de qualquer pessoa. Numa sociedade em que a homossexualidade é tratada por muitos como doença e intitulada por parte da imprensa como “opção”, a autora demonstra o quanto ela simplesmente não importa como característica fundamental de um ser humano. Em outras obras, personagens gays são descritos como promíscuos, fúteis, indignos. Em Harry Potter, a homossexualidade é corriqueira e posta como característica secundária, assim como é a cor dos cabelos ou dos olhos.

Pode ser presunção da minha parte afirmar que J.K. Rowling tinha em mente todo esse jogo de ideias ao anunciar o fato de que Dumbledore era gay. Contudo, acho muito provável que essa tenha sido sua pretensão. Sua obra demonstra o quanto ela é atenta ao que acontece no mundo, atenta ao ódio e ao preconceito que cercam a nossa sociedade. A sexualidade de Dumbledore formou um grande debate em 2007, quando Jo a anunciou ao mundo. O que me surpreendeu na discussão, já à época, foram dois fatores:

Em primeiro lugar, a negação. Muitos fãs negaram o fato, como se J.K. Rowling estivesse enganada, como se não tivesse dito o que disse. Mas ela o fez. Toda a grandeza de Dumbledore cabe na mente genial da autora. Ora, se ele nada mais é do que um produto da imaginação de tia Jo, a única que pode lhe determinar destinos é ela, e mais ninguém. Segundo, a homossexualidade não foi a única característica de Dumbledore exposta após o lançamento de Relíquias da Morte. Eu não vi, contudo, discussões acerca da inclinação do diretor a práticas pouco ortodoxas, quando planejava ações anti-trouxas unido a Grindewald. Isso foi, ao que parece, encarado como normal. A homossexualidade, contudo, foi alvo de longas discussões acaloradas. O conservadorismo estendeu-se à ficção e atingiu em cheio o maior bruxo do mundo; seu pecado, entretanto, não fora passível de escolha.

Recordando o primeiro parágrafo desta coluna, Alvo Dumbledore é o velhinho de barbas brancas de uma das maiores histórias de magia já vistas. E é tudo aquilo que cabe ao estereótipo: sábio, poderoso, justo, inteligentíssimo. Contudo, é também um ser humano, como J.K. Rowling fez questão de nos mostrar, dentro e fora da série. A humanização, no final das contas, foi bem-vinda: tornou Alvo Dumbledore um personagem ainda mais mágico, e evidenciou-o como um elemento que torna Harry Potter uma série ainda mais fascinante.

Luiz Guilherme Boneto – que sou eu! – ainda prefere a Hermione, mas Dumbledore vem logo em segundo lugar.

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Categorias: Caricaturas, Colunas, Luiz Guilherme Boneto, Notícias em Destaque
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Comentários
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Igor Ferreira | domingo, 20 de janeiro de 2013

Para mim, Dumbledore vem em primeiro lugar. Primeiramente, parabéns pela coluna, Gui! Mais uma vez brilhante. Mas eu não posso deixar de discordar de alguns pontos. Primeiro quando você diz que Dumbledore “abandonou” sua irmã “problemática” à própria sorte. Não entendo desta maneira. Muito pelo contrário. Ele teve seus erros,sim, e eu não o coloco de forma alguma em um pedestal, mas isso devemos admitir que ele não fez. Alvo, um adolescente promissor, abandonou outra coisa – uma carreira imediata e brilhante – para cuidar dos irmãos (sim, pois ao abandonar parte de seu futuro ele pensava também em Aberforth) e garantir-lhes a proteção e o amor que Kendra já não podia dar. E, bem, Ariana não era problemática – esse adjetivo cabe muito mais a Aberforth -, era doente. Quanto ao tema sobre o qual foi criado o maior reboliço na discussão da vida de Dumbledore, quando a Jo declarou que sempre vira o Dumbledore como homossexual, eu, particularmente, sem qualquer preconceito – pelo contrário – discordei. E a minha hipótese é: buscando se engajar no movimento de repúdio à homofobia – o que fez muito bem – ela coloca seu maior personagem como homossexual para provar justamente aquilo que você disse, que a grandiosidade independe da condição sexual. Enfim, sou julgado preconceituoso por isso às vezes, mas é uma teoria que jamais me deixará convicto, dado o fato de que ela só revela tudo isso após a conclusão da saga (e é óbvio que era totalmente indiferente fazê-lo nos sete volumes). Como você disse, o personagem saiu da mente da Jo, ela sabe que caminhos ele trilhou. Tendo ela “sabido” ou “inventado” isso, Dumbledore não deixará de ser meu personagem favorito nem o maior bruxo de todos os tempos! SALVE, ALVO!


Rodrigo Slytherin | domingo, 20 de janeiro de 2013

Eu simplesmente adorava (e ainda adoro, pois releio os livros sempre) quando o Dumbledore aparecia nos livros. A personalidade dele é… “grande” (?). A gente nunca sabe o que esperar. Guando ele está prestes a falar você pode se preparar para uma frase que você levará para o resto da vida, um bronca, uma confissão surpreendente ou simplesmente um comentário que vai te fazer chorar de tanto rir.

É isso o que eu mais admiro nesse personagem. Ele é aquele alguém com quem você pode contar para todos os momentos, desde te ajudar com algum conselho até te salvar de um monte de Comensais da Morte e de um psicopata sem nariz.


Camys | domingo, 20 de janeiro de 2013

HP tem vários herois, mas em minha opinião, Dumbledore é o cabeça por trás do livro todo. O bruxo mais inteligente e poderoso. Infelizmente, muitas vezes ele não é valorizado, as pessoas só lembram do bordão-modinha “always” (alguém vai me xingar :roll: ). Mas se não fosse Dumbledore para articular tudo, Harry já teria ido pras cucuias. Adoro o Dumbledore do livro, pois me passa a impressão de um avô (tipo aqueles que acoberta suas bagunças do seus pais). Gosto muito dele. Ele me traz uma serenidade incrível. Pra mim ele é o personagem mais incrível de HP, sem dúvidas está entre meus preferidos.


Fabiana | segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Parabéns pela coluna,ficou muito boa :)
Alvo Dumbledore é o dono das frases que eu sempre paro para refleti-las.
eu simplesmente não tenho mais oque comentar,essa coluna e os comentários acima,já disseram tudo ;-)
com certeza Alvo é mais um personagem incrível da Jo


Rodolfo Junio | segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Eu adoro o Dumbledore, meu personagem predileto. Eu, sem dúvidas, daria quase tudo pra ler “A Vida e as Mentiras de Alvo Dumbledore”, mesmo que tenha sido escrito pela Rita, acho que deve ser um relato verdadeiro da vida do grande mago. Parabéns pela coluna.


Samuel | segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Alvo Dumbledore… cara, que velhinho maneiro! Eu tbm acho ele o personagem mais incrível de HP e ele não tem seu valor reconhecido, infelizmente :cry:
As frases dele são ótimas. Gosto muito dele.
Parabéns pela coluna.


Rodrigo Slytherin | segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Luiz Guilherme Boneto, qual foi a sua última coluna antes dessa?


Luiz Guilherme Boneto | segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Rodrigo Slytherin, não me lembro exatamente, mas posso procurar o link se você quiser. Por quê?


Roberta Bouças | quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Olá, Luiz Guilherme, faço uma colocação a mais em tudo que você escreveu. Na vida as pessoas só se tornam mais sábias quando passam por seus erros, quando os reconhecem, aprendem com eles e igualmente com eles crescem, revendo opiniões, mudando hábitos e formas de pensar e atitudes. Quando Jo nos mostra esse passado de Dumbledore não encaro isso como uma forma de “fragilizá-lo” mas de mostrar exatamente isso, que podemos errar, mas devemos aprender com nossos erros, utilizá-los de forma que nos mostrem nossos limites (Dumbledore reconhece que sua capacidade de liderança tem tendências à ditadura, com seus planos da juventude junto a Grindewald e aprende com isso, se recusando várias vezes ao cargo de Ministro, mantendo-se em uma posição de mestre). É Jo nos mostrando a importância do “conhece-te e ti mesmo” e o quanto isso pode fazer uma pessoa mais sábia. O Dumbledore dos primeiros livros é simplesmente o resultado do Dumbledore que nos é revelado em Relíquias, que aprendeu com seus erros, cresceu e tornou-se realmente sábio. Pelo menos é assim que eu interpretei.


Nathalya | quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Fantastico!! Perfeita reflexao, das minhas ein! Kkkkkk


Marisley | quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Expor sabiamente a fragilidade de Dumbledore no ultimo livro foi uma maravilhosa forma de construir a narrativa… porém acho que faltou a coluna explorar o lada maniqueísta do sábio Diretor, que com sua mente brilhante em alguns momentos manipula e tenta persuadir as pessoas a seguirem o seu plano para o BEM MAIOR … sorte nossa que J.K. Rowling sabe que a vida ou o destino tem suas proprias regras e faz com que Harry se saia em alguns momentos “um homem melhor do que Dumbledore … sem nunca deixar de ser um homem de Dumblodore por inteiro” !!! parabéns pelo ótimo texto!!!


Luiz Guilherme Boneto | quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Olá Roberta! Obrigado pelo seu comentário, mas permita-me apenas uma observação: na minha coluna, eu não falei em “fragilizar”, mas sim em “humanizar”, o que é diferente. O que eu disse foi que J.K. Rowling trouxe Dumbledore de um plano sobre-humano para uma ótica mais realista e próxima de nós e do mundo bruxo. Eu concordo com você quando diz que a exposição da autora inclui aprender com os próprios erros, e não contradigo isso no meu texto. :D


Heloísa Garcia Sanders | quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Parabéns pela coluna, ficou excelente!Você falou realmente muito bem sobre o Dumbledore!Ele é meu personagem favorito, e no inicio eu me encantei com o jeito mágico e sábio dele e com a segurança que ele passava. Com o passar dos livros, eu fui descobrindo mais dos seus aspectos humanos e não me espantei, pelo contrário, passei a gostar mais ainda dele, e pelo que eu li isso foi muito bem escrito por você!Bom trabalho!!!


Roberta Bouças | sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Obrigada pelo esclarecimento, Luiz Guilherme, eu não tinha atentado para o detalhe. E obrigada pelo texto também. Espero que possamos analisar juntos o maravilhoso universo de Jk muitas vezes ainda.
Grande Abraço.


Gabriel | sábado, 26 de janeiro de 2013

Ótima matéria! Adorei o modo como voce falou sobre a humanidade de dumbledore! E com todo o respeito pelos filmes, o que me decepciona foi o quanto eles esconderam esse lado humano dele. Em todos os filmes, Dumbledore é bom. Jamais é dito nada sobre as açoes que praticou no passado! Nunca revelaram nada de ruim sobre ele! Uma vergonha, na minha opnião, só mostra o quanto os roteiristas e diretores são maníqueistas! Ao mesmo tempo, negavam a humanidade de Voldemort. Nos filmes nunca é mostrado nada sobre sua família, sobre suas origens, e isso é CRUCIAL para podermos compreende-lo! Mesmo assim, todos os 8 filmes são ótimos,só caindo no clichê maniqueísta. Nos livros, a autora expõe ambos os lados dos personagens, seus acertos e seus erros. Os personagens são esféricos, complexos, e possuem os mesmos medos que qualquer ser humano.


Virgínia | sábado, 26 de janeiro de 2013

Também senti falta de discussões sobre o que era realmente importante e novo sobre o Dumbledore à época do livro 7. Além de tudo, ele ainda é um exemplo maravilhoso de redenção (embora, admito, quando eu li fiquei bem decepcionada – acreditava num Dumbledore perfeito). Hoje ue vejo o quão magnífica é toda a história dele.
Simplesmente ADOREI a coluna, tá de parabéns.
Dumbledore ser gay, aliás, não faz amenor diferença pra mim. Só lamento o quanto ele deve ter sofrido por toda a história com o Grindelwald D:


Neuzimar de Faria | quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Acho que é justamente a humanidade de Dumbledore que o torna tão grande. Cometeu erros (como todo mundo), arrependeu-se (como nem todos) e buscou compensar estes erros pelo resto da vida (como bem poucos).
Ser gay, acho que só o engrandece, pois, em se tratando de um personagem tão idoso, imagina-se os problemas que teve que enfrentar e vencer na sua juventude (quando a homossexualidade enfrentava preconceitos ainda maiores que nos tempos atuais), não só buscando o respeito alheio, mas, principalmente, precisando, ele mesmo aceitar-se .
Então, para mim, se Dumbledore foi o maior mago de todos os tempos, ele conseguiu ser ainda maior como ser humano. Um dos personagens mais respeitáveis, talvez o mais respeitável, da saga HP.


Bruno | quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Boa noite Luiz Guilherme!

Gostaria de lembrar aqui de uma colocação da própria J. K. Rowling, que disse, em data anterior ao lançamento do último de seus livros da série, ser Dumbledore o personagem que mais lhe tirava o sono!

Ele é humanizado pela autora sim, e isso é feito propositalmente depois de seis livros que o consagram como alguém “quase” perfeito! Aí então somos surpreendidos com uma coisa que a mitologia e a história já tentavam nos ensinar: “A melhor forma de estar vulnerável é julgar-se inculnerável”! Aquiles talvez tenha um pouco de Voldemort, ambos eram demasiado confiantes de sua invulnerabilidade, e jamais se deram conta de que isso é exatamente o que lhes conferia grande fragilidade.

Em suma, isso nos revela grandes ensinamentos, entre os quais eu destacaria a humildade, que, do latim, significa “filhos da terra”, terra que nos confere sustentação e gera a vida, sempre com proteção e amor! Este último substantivo abstrato, não por acaso, é tratado por Alvo como a mais valiosa das qualidades humanas!



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