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A Hogwarts brasileira
//Por Sheila Vieira - sábado, 18 de agosto de 2012 às 20:43

Imagine se, durante algum livro de ‘Harry Potter’, um personagem de Hogwarts decidisse visitar uma escola de bruxaria brasileira. Como ela seria? Quais costumes seriam mantidos ou diferentes? A carioca Renata Ventura não só criou esse mundo, como o apresentou no romance chamado ‘A Arma Escarlate’.

Seguindo a jornada de Hugo, um rapaz que cresceu testemunhando o tráfico no Rio de Janeiro, o leitor vai entender que, apesar da magia ser a mesma, o ambiente brasileiro tem seus próprios medos, configurações e ameaças. Leia a a resenha e conheça o mundo mágico ‘traduzido’ para o Brasil.


“A Arma Escarlate”, de Renata Ventura

Tempo: para ler pouco a pouco em intervalos durante a semana
Finalidade: para ficar na ponta da cadeira
Restrição: para quem não gosta de coisas moderninhas
Princípios ativos: Rio, bruxaria, tráfico, escola, amizade.

Na nota da autora, que antecede “A Arma Escarlate”, Renata Ventura explica e justifica sua missão. Segundo ela, J.K. Rowling respondeu a alguém que perguntou se ela escreveria um romance sobre uma escola de bruxaria nos Estados Unidos dessa maneira: “Não, mas fique à vontade para escrever o seu”.

Ventura ‘abrasileirou’ Hogwarts, Harry Potter e todo o universo bruxo em seu romance. Não se trata de uma cópia, mas sim de uma ‘tradução’ de costumes, hábitos e conflitos. As referências ao trabalho de Rowling aparecem em cada página, mas a autora teve sucesso na difícil missão de interpretar as duas culturas.

Vamos começar pelo protagonista. Hugo Escarlate se chama, na verdade, Idá. Ao entrar na escola Nossa Senhora do Korkovado (que se localiza ‘dentro’ do Corcovado), o rapaz espontaneamente assume uma outra identidade. Com isso, já se percebe a primeira grande diferença entre ele e Harry Potter: Hugo não tem um nome no mundo bruxo para honrar.

Harry chegou a Hogwarts como uma estrela: o menino que sobreviveu, odiado por alguns e superprotegido por outros. O bruxinho britânico é um herói autêntico porque, a cada decisão que tomava, lembrava do legado de seus pais. Hugo não tem esse exemplo: seu pai fugiu quando ele era pequeno, sua mãe é uma boa pessoa, mas irresponsável. Quem ele admira realmente é sua avó, que tem um papel importante na narrativa.

Hugo é um anti-herói e isso tem a ver com o ambiente em que foi criado: num barraco no morro Dona Marta, sem dinheiro ou perspectiva, convivendo com a rotina perigosa do tráfico e testemunhando diversas injustiças. Enquanto Harry sofria ‘bullying’ de Duda, Hugo/Idá via pessoas queridas sendo ameaçadas, torturadas e mortas. É um mundo infinitamente menos cor-de-rosa do que a Rua dos Alfeneiros.

De qualquer maneira, tanto para Hugo quanto para Harry, a escola de bruxaria é um escape da vida horrível que levavam até então. Korkovado não tem separação de casas (“divisão é coisa da Europa”), mas segue um estilo de aulas e submissão às autoridades parecido com o de Hogwarts.

Hugo não tem um Rony, mas contra com os Pixies. Esse é o nome de um grupo que lembra um grêmio ou centro acadêmico universitário. Seus integrantes querem revolucionar o método de ensino, questionam a direção e os professores, protestam, são descolados e têm um respeito e influência sobre os outros alunos. Ao se juntar a esse grupo, Hugo se identifica rapidamente com Capí, que se torna seu melhor amigo. Sereno, íntegro e corajoso, Capí é uma espécie de irmão mais velho que faz Hugo olhar a vida com menos impulsividade e mais clareza.

A ‘Hermione’ é Gislene. Sabe-tudo, teimosa, intrometida, mas com plena consciência do que é certo, capaz de ter compaixão e de se sacrificar pelo bem dos outros. A amizade entre ela e Hugo é bem menos intensa e fraternal do que a de Harry e Hermione, mas a garota tem um papel fundamental no desfecho da trama.

Já o professor Atlas é o personagem que mais se aproxima de uma figura paterna para Hugo. Ele reúne a irresponsabilidade e instinto protetor de Hagrid com a sabedoria e o mistério de Dumbledore. Um Voldemort? Não há. O vilão de ‘Arma Escarlate’ é Caiçara, um dos traficantes do Dona Marta que tem uma ‘pendência’ especial com Hugo.

Sem querer revelar muitos detalhes da história, explico que Caiçara transmite todo o terror de uma pessoa normal com o poder de uma arma nas mãos. Ele chantageia, machuca, mata, sequestra e obriga Hugo a entrar em um caminho sem saída, no qual o protagonista acaba prejudicando muitas outras pessoas. Nesse momento, Hugo deve buscar sua bondade e decidir se ela significa colocar o bem geral acima do que é melhor para ele e seus amados.

O estilo de Ventura é direto, descritivo e empolgante como o de Rowling. Mas o maior mérito da autora foi saber usar as particularidades do Brasil para enriquecer sua trama, como a busca pelo ‘jeitinho’, o acordo fora das regras, a ‘queima de arquivo’. Questões que Hugo e todos os brasileiros enfrentam seja no mundo bruxo ou no real.

Resenhado por Sheila Vieira

549 páginas, Editora Novos Talentos, publicado em 2011.

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Categorias: Aventura, Notícias em Destaque, Resenhas, Sheila Vieira




Comentários
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Guilherme Alcântara | domingo, 19 de agosto de 2012

Eu particularmente não gostei.


Rodrigo Arturo Black | domingo, 19 de agosto de 2012

Não posso dizer que o livro é bom, nem que é ruim, tampouco, pois ainda não o li (nem sei se vou ler). Mas digo que achei a ideia interessante (não-original, mas tudo bem) e curiosa. Acho que seria muito bom se a autora escrevesse outro livro, mas desta vez criando um mundo totalmente dela (pelo menos se quiser continuar com o tema fantasia).


Harry James Potter | domingo, 19 de agosto de 2012

Não gostei também.
N.O.M.’s – T de Trasgo.


Samuel Lukas | domingo, 19 de agosto de 2012

Engraçado como cada um tem sua opinião hehe eu particularmente gostei muito :D E naum ainda naum li e tampouco crio espectativas, eu sou(acho q um dos poucos) daqueles que quer saber da realidade em outros lugares, sim é laro q Rowling faz menção de alguns mas eu gostaria mesmo de saber como funciona uma escola de magia em outro lugar, e só pq a maioria dos conterrâneos brasileiro aparentemente naum gostam do Brasil, cria-se uma especie de Rixa contra o mesmo :? Tenho muito interesse em ler esse livro.


Bella | domingo, 19 de agosto de 2012

Eu sei que isso não é uma fan fic – mas o que acho chato nas fan fics é que ao invés de criar seus próprias estórias e personagens originais reciclam criando toneladas de shipper, nunca mantendo um nivel. É só mais um critica mesmo pros autores puxarem mais a criatividade. :)


Marina | domingo, 19 de agosto de 2012

Eu e ela nos seguíamos no twitter quando eu vi que ela tinha escrito um livro. Sabe, eu achei a história ótima! Eu não achei o livro ainda, mas quero comprar o mais cedo possível :) Parece uma boa ideia ler… parabéns pra Renata por ter tido essa ótima ideia. Ansiosa pra ler!


Marina | domingo, 19 de agosto de 2012

… Mesmo assim não posso dizer se é bom ou ruim, mas também não posso julgar nada, já que nunca li!


Bianca | domingo, 19 de agosto de 2012

Acho que as pessoas não deviam aplicar críticas tão duras logo de cara. Eu como escritora reconheço que não é nada legal ver seu trabalho criticado na maior falta de educação, por mais que não esteja legal…
O trabalho dessa garota não é uma obra original como a de Rowling, mas também não chega nem perto de ser plágio. O modo como ela incorporou a realidade das comunidades do Rio de Janeiro parece ser envolvente. Eu gostei da iniciativa, parabéns!


Flá | domingo, 19 de agosto de 2012

Ok! A história parece ser legal, qualquer coisa que nos lembre Harry Potter é legal… mas só tenho uma coisa a reclamar:

“É um mundo infinitamente menos cor-de-rosa do que a Rua dos Alfeneiros.”

Quando a Rua dos Alfeneiros foi cor-de-rosa? Pq eu acho que não li esse livro…


Lizzie | domingo, 19 de agosto de 2012

Eu li esse livro não faz mais de um ano, mas já estou considerando uma releitura. É um livro fantástico, gente! Não é uma cópia de Harry Potter, e sim uma certa expansão do mundo de Rowling. Não foi a própria tia Jô que disse a um fã americano que escrevesse a sua história numa escola de magia nos EUA? Então, ela só aproveitou a deixa! XD

Enfim, eu admiro profundamente a maneira que a Renata adaptou o mundo bruxo ao nosso país, enaltecendo as qualidades do Brasil ao mesmo tempo em que faz um monte de duras críticas, especialmente à nossa educação. E eu achei hilário como ela zoou pela história o pessoal que enaltece tanto os gringos sem sequer olhar direito para sua casa.

Vale muito a pena ler A arma escarlate. Estou doidinha pela continuação! \o/


Igor Ferreira | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

O Hugo aprende magia para utilizá-la contra o traficante, que é trouxa? Estatuto Internacional de Sigilo, onde estás???


Carlos_33 | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

KORKOVADO? Que merda é essa?
Ao que me parece, mataram a magia nesse livro. Continuem ignorando esse livro e deixem o mundo mágico de Jo em suas mentes como sempre foi.


Daniel | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Eu li o livro, comprei ele na bienal, e devorei cada página.
recomendadíssimo, muito bom.


Paty Algayer | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Puxa gente, não crucifiquem o livro sem nem conhecer a história antes… eu já li A Arma escarlate e achei excelente! Apesar de se “basear” em alguns aspectos da obra da Rowling, o jeito como a autora desenvolveu a história é bem original… sou fã de Harry Potter a tempos, e posso dizer que é uma contribuição bem válida pra quem gosta de livros de magia!
Bjus!

P.S.: Adorei sua resenha, Sheila, e concordo com praticamente tudo o que você disse sobre o livro! ;)


Fernandous Blickdo | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Melhor livro brasileiro que já li. Renata pega uma idéia que deu certo e melhora, especialmente para nos brasileiros. É basicamente trazer o incrivel mundo de fantasia que Harry Potter tinha, alem de melhorar muito, e trazer para um Brasil que esteva logo ali. Espero que a Renata ganhe o reconhecimento que merece.


Milene | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Que isso gente, deem uma chance ao livro! Eu li e AMEI! Super indico! :D


Milene | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A quem quer saber mais: reparem nas opiniões dos que leram, não dos que supõe que isso ou aquilo. O livro é demais, bom mesmo, em certas partes a história cruza com HP e isso só torna tudo melhor. Não é cópia e nem fanfic, é original e muito boa! Já sou fã!


rafael | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

:D eu ameeeiii o livro, não copia particularmente em nada harry potter, e merce sim uma chance de todos!!!!!!


Vagnero Tero | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Só não comecei a ler o livro porque o mesmo já havia sido esgotado no 1º dia da Bienal do Livro… uma coisa eu sei… ele não esgotaria assim se não fosse ótimo!!! :D


Harry James Potter | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Eu ja li o livro, então posso criticar, tinha esquecido deste detalhe… mas…. não gostei.


leonardo | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

AINDA NÃO LI MAS AMEI A IDEIA, ACHEI SUPER ORIGINAL, SEMELHANÇAS COM HP SÃO BÁSICAS. TIVE A OPORTUNIDADE DE CONHECER A AUTORA PESSOALMENTE E ELA E UM AMOR!


bruno fontes | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

acho que quem não leu deveriam calar a boca antes de julgar uma pessoa, procurem conhecer a autora renata ventura que é uma pessoa super simpática, inteligente e educada, diferente de vocês que julgam um livro pela capa apenas por se passar no Brasil ou o personagem vir de uma favela, tem uma trama super inteligente e complexa, vai cair o queixo de muita gente ai isso tenho ceteza.


Carla Luz | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Olha… eu já li o livro e posso dizer que é muito bom. No início, eu achei que seria estilo fan fic, pensei até que autora poderia não ter criatividade, mas resolvi passar por cima do meu pré-conceito e ler até o final. E garanto (como uma pottermaníaca) que o livro é realmente bom. Ela criou personagens totalmente diferentes do mundo do HP, com cenários diferentes e que me deixaram apaixonada (por um personagem então… nem se fala, né Renata? Fica sonhando com o Capi não vai dar certo… ai ai).
Eu mesma já expus meus pensamentos para a autora e disse à ela que no final das contas, ela me surpreendeu. Achei que eu veria uma cópia boboca de Hogwarts, mas não. Tem semelhanças? Sim, tem sim. Até por que a ideia é fazer com que o mundo mágico de lá e de cá coexistam… então há semelhanças. Mas ela consegue passar por cima das semelhanças e criar.
Sou fã de Harry Potter e sou fã da Arma Escarlate. Não digo que sou fã do Hugo, o personagem principal da história, porque ele não é meu personagem favorito (Ah! Capi! Por que vc não é real de carne e osso? E aqui em Bangu?).
E como escritora que também sou, reconheço que ela foi além da cópia mal feita. Ela pegou algo, se baseou e foi além, deu asas a imaginação e criou muito bem (personagens, cenas e paisagens).
Vamos fazer o que nós sempre pedimos aos que não gostam de Harry Potter: Leiam antes de fazer uma crítica destrutiva, ok?

Fica aí a minha dica pra todo mundo que não leu: LEIAM!
E se depois da leitura, você ainda não gostar… vá conversar com a autora! Ela é show! Não conheço pessoalmente (ainda não! Mas na bienal do ano que vem do RJ… Ah! Aí não tem escapatória!), mas ela é muito acessível tanto pelo facebook quanto pelo skoob.

Vamos, amigos! Leiam o livro dela! (e olha que não tô ganhando cachê pra fazer propaganda não!)

Leiam! Leiam!

Claro que os Pottermaníacos nunca vão colocar outro personagem no lugar dos personagens do mundo Harry Potter… mas não há problema algum em conhecer novas histórias, não é?

Se deliciem… mas não esqueçam: O CAPÍ É TODO MEU!


Gabriel Moreira | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

haha, eu já li e ADOREI MALUCAMENTE!!!
Alguns pontos que eu curti:
- A forma e ritmo como a autora escreve e desenvolve a história são muito bons, é empolgante!
- O livro explora o mundo mágico no Brasil misturando vários fatos reais de História e Geografia.
- O folclore brasileiro (criaturas e lendas) é explorado de jeitos diferentes e sofisticados que surpreendem.
- Várias questões sociais são discutidas no livro, mas cada uma a seu tempo e quase sempre transformadas e inseridas no próprio mundo mágico. Foi uma forma bem divertida pra eu desenvolver visão crítica sobre alguns assuntos sérios.
- Tem cenas lindamente imagináveis, personagens marcantes (amáveis e odiáveis) e belos cenários.

Pessoalmente, acho que não só todos os fãs de HP deviam ler, como também todos os brasileiros (fãs ou não). É um livro beeem abrangente.


Renatto | segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Fiquei Curioso para ler esse livro desde o lançamento porque quando vc ler o livro do Hp vc viaja na história, então encomendei na Saraiva São Bento no Centro de Sp, comecei ler no começo achei muito estranho pq conta toda realidade de algumas pessoas que vivem nas favelas, e o livro ficou cada vez mais interessanto tem horas que você quer entrar dentro da história e ajudar o Hugo e as vezes dá uns murros nele, enfim amei este livro não vejo a hora de ser lançado o proximo livro.


João Paulo Ribeiro | terça-feira, 21 de agosto de 2012

É fácil vc chegar sem conhecer absolutamente nada sobre uma obra dizendo que ela é ruim. Difícil é vc engolir o “orgulho”, ler e admitir que estava errado! E acreditem, se vcs acham que o livro é ruim, só pq o intitularam como Harry Potter Brasileiro, vcs vaum estar errados. Os protagonistas são totalmente diferentes, o enredo é diferente e se vc parar para analisar os universos são diferentes também… Afinal de contas se o mundo “real” brasileiro é diferente do mundo real da Europa pq o mundo mágico teria que ser igual, ou parecido? Leiam primeiro, julgue depois. Amo Harry Potter e a Arma Escarlate de formas diferentes…


Raíssa Nascimento | terça-feira, 21 de agosto de 2012

Eu estou lendo o livro agora e simplesmente estou amando. O jeito que a Renata coloca a cultura brasileira dentro da escola é magnífica, eu mesmo nunca pensei em certas coisas que tem no livro. Eu acho que quem não leu o livro mas fica criticando deve dar uma chance pra ele, porque é um mundo totalmente diferente do de Harry Potter. Eu conheço a Renata e ela é uma fofa procurem ela depois no facebook ou no skoob como a Carla Luz disse e vão conversar com ela, preguntem sobre o livro e tals tenho certeza que ela gostará muito de conversar com vocês. ^^

#TodoMundoQuerOCapí HAHHAHAHHAHA


Beagle do Parque. | quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Rio de Janeiro? Corcovado? Macumba? “Harry” macumbeiro? o cristianismo apresentado como algo ruim e carolice? Nada bom. A escrita é mediana e a autora deixa muito escancarada a si mesmo. To lendo e gostando cada vez menos. Comparar Harry a essa história é um esculacho.


Valgleison Ferreira | segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Não gostei! Essa coisas de colocar culturas de Harry Potter e transformar nas dos Brasil não funciona! Até parece que Potter é macumbeiro!


lucas harry potter | quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Esse livro parece interessante, vou procurar ele depois para tirar minhas próprias conclusões.


Gabriel | sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Odieoiiii,parece uma bosta


Renata Ventura | domingo, 16 de setembro de 2012

Oi, gente!

Adorei os comentários positivos e respeito os negativos das pessoas que já leram o livro. :-)

Fiquei um pouco preocupada com o comentário do Beagle do Parque. Em nenhum momento eu falo mal do cristianismo no livro, muito pelo contrário. Vários personagens meus são cristãos, como o Índio e o Capí, e a Maria é uma das personagens que os leitores mais gostam – e ela é super católica. Então não entendi.

E eu nem falo de macumba no livro 1, então não entendi o comentário “Harry macumbeiro” :-(


Renata Ventura | domingo, 16 de setembro de 2012

ah! Não sei exatamente como enviar uma mensagem diretamente para o Beagle do Parque, então vou perguntar aqui mesmo. :-)

Eu fiquei curiosa em saber o que você quis dizer com “a autora deixa muito escancarada a si mesmo”. Você se refere às opiniões do narrador? O narrador é solidário ao Hugo – ele acredita no que Hugo acredita. Não é minha opinião, de maneira nenhuma! Eu não concordo nem um pouco com as opiniões do narrador. :-)

Só pra esclarecer, hehehe

Por exemplo: se o narrador acha algo “carola”, não sou eu que acho isso. Muito pelo contrário. O livro abre com uma citação do Santo Agostinho! Eu definitivamente não sou contra o cristianismo. De jeito nenhum! Afinal, eu sou cristã.

bjs!!
Renata


Virgínia | segunda-feira, 17 de setembro de 2012

A sinopse é duvidosa. Em alguns pontos, dá a entender que é uma “cópia criativa”, mas sei lá. Não sei, não li. Mas deu vontade, porque tá, eu lembro do livro 4 quando um dos gêmeos diz que já se correspondeu com uma menina do Brasil e eu fiquei louca imaginando uma escola de magia aqui. Coisas tipo “Korkovado” e o vilão ser um traficante (o mundo tá cansado de achar que os dramas do Brasil se restringem ao terror bandidos/polícia nas favelas do RJ) parecem forçação de barra, mas vamos ver.


Mateus | domingo, 21 de outubro de 2012

Não gostei muito de primeira vista, acho que os nomes podiam ser um pouco mais bonitos, não gosto de Gislene… e também me parece muito estereotipado, assim: Brasil= favela+tráfico+pobreza+Rio de Janeiro. Mas vou ler antes, acho uma boa iniciativa. Mas antes disso, me pergunto se combater um “vilão” trouxa com magia não seria uma violação do Estatuto Internacional de Sigilo… onde está o Ministério da Magia no Brasil? Ele existe? Onde está? Uma escola bruxa no meio de uma metrópole(em uma zona insegura para nós trouxas)? E isso passa despercebido? Enfim, é esperar para ver.


Lucas | terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Eu tive um sonho curioso! Sonhei que havia entrado em uma faculdade de magia, porem, a faculdade nao era nada mágica como em hogwarts, parecia mais um edificio modernista mal cuidado, semelhante a UNB em brasilia. =3 C R E D O 8O


Lígia Negrisoli | quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Confesso que a história não me apetece muito, não faz meu estilo. Tenho de fazer uma pequena crítica construtiva: Renata, achei que tu talvez tenhas estereotipado ligeiramente a realidade brasileira. Creio que ficou meio reduzido à tráfico + pobreza + rio de janeiro + favela, poderia ter sido um pouco mais mais amplo. ;)


| quinta-feira, 14 de março de 2013

“Zô! Zô! Zô! Zô! ZÔ! ZÔ! ZÔ!”


I.M Oliveira | quarta-feira, 24 de abril de 2013

concordo com a maioria dos comentários ruins mesmo que a maioria nao tenha lido o livro. Eu aprendi uma coisa com esses comentarios, que ranata ventura deveria ter inventado um mundo de fantasia só dela e nao ter inventado e misturado coisas que já existe na vida real como esse papo chato de favela seguida de pobreza e traficante. E como eu já li esse livro de forma relutante fiquei decepcionado com o climax e o desfecho, naquela parte que o caiçara morre pisoteado pela mula sem cabeça que era a tal maria, e o fim quando hugo se livra de ser acusado pela venda de cocaína, mas o tal abelardo ameaça dizer para os CUCAs e hugo entao apaga a memória dele e assim acaba.
Lamento ter contado spoilers, mas isso é para quem não leu e já acha que é chato ou bom. Há Renata conta outra pô. Tomara que teu livro nao chegue nem perto de um milhao de vendas por exemplo.
Galera, eu sei sei que estão todos sentindo falta do nosso famoso harry potter e sonham que ele fosse brasileiro por exemplo, por isso logo chegará um vingador que vai acabar com essa palhaçada, e o novo HP que competirá com esse macaco do hugo será o livro “Israel e o Portal Dimensional” que conta a história de um menino de 12 anos chamado israel que ganha poderes de um bruxo quando nasceu após uma guerra, e quando é convidado a ir para a escola de magia de Valiós que ficaem uma dimensão oculta do Brasil ele porem recusa e é levado a força pra escola onde tentará fazer o possível para poder fugir de lá!
Se voces já gostaram do título e da sinopse, obrigado, mas lamento dizer que está longe demais chegar o dia de ser escrito e publicado e pelo menos já fiz resumos dele para alguns amigos e todos adoraram. até lá entao amigos, a hora de renata um dia vai chegar!!!!



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