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Literatura entre dois mundos
//Por Bruna Moreno - sexta-feira, 26 de agosto de 2011 às 23:44

A maioria dos fãs de “Harry Potter” reivindica à série e à própria Jo Rowling o mérito por ter despertado em si a verdadeira paixão pela leitura. Há quem diga, aliás, que sua escrita também seja movida pelas mesmas origens.

Talvez nossa colunista Brunna Cassales seja uma das pessoas que pertence a este último grupo. Em seu texto de hoje, ela procura recordar o papel importante que a figura do livro ocupa dentro do próprio enredo da saga, do mesmo modo que ocorre no nosso mundo dos trouxas. Leia a íntegra aqui e compartilhe conosco suas ideias a respeito.


Um livro é a prova de que os homens são capazes de fazer magia.
Carl Sagan

Para todos os potterianos, independente de a qual das Casas pertença, com qual personagem se identifique mais ou qual dos sete livros prefira, pelo menos uma coisa é unânime: o reconhecimento de que a experiência de ter lido “Harry Potter” é uma coisa mágica. Fascinamo-nos não só pelo fato de ser uma história épica, mas também por termos submergido em um mundo à parte do que conhecemos e que, mesmo sendo diferente do nosso, apresenta semelhanças e faz com que nos sintamos integrados a ele. Dentre as inúmeras características que permeiam essa conclusão, a forte presença de livros e obras literárias se destaca, porque mostra que essa inesgotável fonte de conhecimento está tão próxima de nós e dos autores que admiramos quanto de um aluno de Hogwarts e de um escritor prestigiado com seus títulos na vitrine da Floreios e Borrões.

Depois de tudo que acompanhamos, é possível imaginar uma ponte literária entre o Mundo dos Bruxos e o Mundo dos Trouxas. Como sabemos, os bruxos tem seus próprios contos passados de geração em geração, seus livros didáticos, suas biografias, seus romances… Assim como nós! E, se pararmos para analisar, por exemplo, os “Contos de Beedle”, perceberemos que “Babbity, a Coelha” e “O Coração Peludo do Mago” são tão fantasiosos para eles como “Branca de Neve” e “Cinderela” são para nós. Não há diferença quanto ao acesso a determinado gênero. Os bruxos não têm classificações literárias a mais. É preciso ser muito trouxa mesmo para não se dar conta de que as maravilhas que um livro pode oferecer para eles estão ao nosso alcance.

A sensação de folhear as páginas e ir descobrindo aos poucos os pontos-chave de um bom livro é tão prazerosa para quem acabou de ser cativado pela leitura como para os leitores inveterados, não importa sua origem ou capacidade. O que se sente é algo singular, difícil de descrever. O fascínio que os livros exercem sobre nós traz consigo nosso próprio pedacinho de mundo mágico. E não é só ler que desencadeia todas essas reações. O processo de escrever pode ser árduo; entretanto, seja lá de qual dos mundos se faça parte, com certeza é bastante recompensador. Poder criar é uma dádiva. Não é fácil obter inspiração e colocar tudo o que idealizamos no papel, seja com o auxílio de uma varinha ou não. O motivo que nos coloca no mesmo patamar dos personagens fictícios dotados de magia que admiramos é um tanto óbvio… Frutos da imaginação de Jo ou fãs dela, nós possuímos sentimentos genuinamente humanos. Enquanto tais, somos tomados por dúvidas, receios, ímpetos, bloqueios. Somos falhos. O medo nos ajuda quando na medida certa, não permitindo excessos descabidos, assim como em todos os parâmetros da vida. E quando erros são cometidos, lições são assimiladas naturalmente para que não se repitam. Já quando reconhecemos a autoria de algo realmente bom, ficamos em estado de êxtase. Quem escreve passa por um turbilhão de emoções, repleto de rompantes e calmarias, da mesma forma que os personagens que têm suas tramas desenvolvidas através da história que seu criador resolveu contar.

Partindo da premissa de que uma criação literária pode causar um verdadeiro enlevo — seja em quem a criou ou em quem a descobriu, na vida real ou na ficção —, sigo agora por três vertentes que se compõem na formação de três personalidades elaboradas com tinta e papel que, embora diferentes, se encontram quando o assunto é amor aos livros e à amplitude de significados que trazem consigo. Essas três personalidades pertencem a personagens bruxos, mas é claro que, se não citasse nomes, poderia estar me referindo a de trouxas para os quais não se poderia dizer que a magia nunca apareceu.

A primeira pertence a um homem que dedicou sua vida a estudar não só os livros, mas também o que há por trás deles; enxergou com clareza desde a mais simples constatação até as entrelinhas mais contundentes; usou o tempo ao seu favor, extraindo valiosos ensinamentos para, com sabedoria, encontrar as respostas certas. Alvo Dumbledore, talvez impulsionado pela veracidade de que “a esperança brota eternamente”, não desistiu e deixou em legado não só ferramentas, mas instruções que a vida lhe ensinara.

A segunda personalidade surge então, pertencente à incumbida de salvaguardar o que consiste na forma tangível das verdades que Dumbledore descobriu. Irma Pince, a bibliotecária de Hogwarts, sempre demonstrou seu amor para com os livros de forma possessiva e abertamente. Seu cuidado constante e esforço desmedido para defender o patrimônio literário da escola, protegendo-o de quaisquer danos físicos, me faz ousar apontá-la como uma bibliófila incorruptível, pois, embora não colecionasse os livros que estavam ao seu poder, tinha por eles, por cada exemplar, uma enorme devoção. Isso se explica através do fato de que antes de bibliotecária dedicada era uma leitora tão apaixonada e ciente da relevância que as informações de cada livro continha — para o bem ou para o mal — que considerava um livro algo único, digno de zelo e atenção.

A terceira personalidade pertence a alguém privilegiado, um exemplo daqueles que recebem o resultado final da adição de informações descobertas e bem protegidas na forma de livro para, a partir dele, adquirir conhecimento e tirar suas próprias conclusões. Hermione Granger sempre soube que o que havia nos livros era algo essencial para sua formação, e sentia um incomensurável prazer em se enveredar pelas vielas da leitura, empenhando-se ao máximo em estudar cada detalhe e não deixar nada passar despercebido. Ela compreendia o sentido pleno das palavras, embora sempre muito racional. Não foi à toa que se tornou uma aluna brilhante: a sede de aprender percorria suas veias. O valor que jamais deixou de dar à importância dos livros a tornou mais madura e competente, e concedeu a ela uma visão mais ampla sobre o mundo — inteiro, sem segregações — ao seu redor.

Esta coluna é dedicada a minha irmã — e bibliotecária —, Dani, que foi quem me apresentou a Harry e a todo o universo literário, possibilitando que eu me tornasse essa irremediável amante dos livros que sou hoje.

Brunna Cassales, mais do que ler, ama escrever.

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Categorias: Brunna Cassales, Colunas, Ensaios, Notícias em Destaque
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Comentários
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Evandro Lira | sábado, 27 de agosto de 2011

Muito boa a coluna. Parabéns. Concordo com cada palavra, adoro ler, escrever e tudo isso por causa de JK, Harry Potter e todos os personagens. Cara, chega até a emocionar. HAHA


Phê Brito | sábado, 27 de agosto de 2011

Irma Pince
Hufflepuff

:D


André | sábado, 27 de agosto de 2011

Parabéns pela coluna. Também concordo com cada palavra. Harry Potter despertou em mim a vontade de ler, mas ler por prazer, não por obrigação e me sinto muitíssimo feliz por ter conhecido os livros e desde então não largar mais.
Apesar de eu ter lido os primeiros HP faz muitos anos, só ano passado que passei a ler livros um atrás do outro, sem intervalos. É fascinante, não dá pra parar. Cada livro, cada história fazem partes de realidades totalmente diferentes, mas que você pode entrar de cabeça e se sentir parte daquilo. E é uma sensação única.

Por fim, posso dizer com todas as palavras que Harry Potter me influenciou tanto no gosto pela leitura como pela escrita e me sinto orgulhoso em dizer que depois de muito tempo inventando histórias que nunca tinham um final, estou, finalmente, terminando de escrever meu primeiro livro.

HP 4Ever *.*


Daniela | sábado, 27 de agosto de 2011

Adorei a coluna, Bruna! Tenho certeza que muita gente acordou para a leitura ao ler HarrY Potter. Mas tenho que advertir sobre o português usado na chamada para o referido texto. Há quem diga e não “A quem diga”.
Um beijo grande


Dani Cassales | sábado, 27 de agosto de 2011

:cry:
Toda vez que leio o que você escreveu desato a chorar…
No fundo não sei se sou responsável por algo maravilhoso ou um certo tipo de maldição inebriante, essa sua loucura pelo mundo HP (Vão me xingar por isso), mas fico muito orgulhosa pela paixão e lealdade com que vc escreve sobre o tema.

E não querendo me gabar, essa minha irmã escreve MUITOOO!!!

Minha pirralhinha amada escritora!!
Amei essa coluna e não somente pela sua homenagem a minha pessoa, principalmente pela seu sentimento de satisfação ao terminá-la e sentir tamanha felicidade ao constatar o quanto ela ficou incrível!!

Por enquanto essa é a sua melhor coluna. Por enquanto eu ainda não estou rica por sua causa desse seu enorme talento para escrita. Por enquanto…
E essa bibliotecária que vos escreve segue dizendo… te amo, te amo, te amo
Ninguém me faz acreditar tanto em mim mesma quanto vc. E de pensar que eu que te ensinei quase tudo que sabes…

Brunna – “bibliófila ainda principiante, mas já dando indícios de que guardará sempre muito espaço em suas estantes e em seu coração para seus queridos livros.”


JacksonPOS | sábado, 27 de agosto de 2011

Dá para aumentar o tamanho da fonte desse site? Está muito pequena e eu preciso copiar e colar o texto no word para conseguir ler… aff
O template é lindo, layout maravilhoso! Mas a fonte é muito pequena! ;)


Mi granger | sábado, 27 de agosto de 2011

Concordo plenamente. A sensação de folhear as páginas, de viver um mundo novo, de descobrir que podemos ser algo mais do que realmente somos, trouxas é mágico.

Lembro da primeira vez que li Harry Potter e a única coisa que vinha à minha mente era: isso é mágico e o que é melhor: é apenas o início.

Pensar agora que o final chegou é um tanto entristecedor, mas ao mesmo tempo uma experiência nova. Na verdade, Harry Potter não acabou. Está encrostrado e enraigado em nós, jovens, que seremos daqui a alguns anos os adultos de uma nova geração. Seremos uma geração que cresceu e amadureceu com a ajuda dos livros, dos filmes, do enredo, dos sentimentos de tudo o que Harry Potter quis e não quis nos ensinar. Um dia, chegarei aos meus filhos e entregarei Harry Potter e a pedra filosofal, dizendo “filho, leia esse livro. Ele faz parte da minha infância, adolescência e agora fará parte da sua vida também. É o melhor livro de todos os tempos”. Depois mostrarei á eles os filmes, os livros seguintes, meus colecionáveis… A geração seguinte poderá experimentar como foi viver a magia, mas nunca saberá o quão bom foi esperar por mais um livro, ansiar por mais um filme, procurar por novidades, chorar ao assistir às premiéres… Isso, guardarei no coração em um lugar especial, porque sei o quanto foi importante para minha vida, para meu crescimento como pessoa.

Para sempre declararei:

Agradeço:

por Jo Rowling ter criado Harry Potter, que me ensinou a ter determinação e lutar corajosamente;

Por ter criado Ronald Weasley, que me ensinou quão importante é sermos amáveis e fiéis aos amigos, quão é importante sermos nós mesmos;

Por ter criado Hermione Granger, em especial, porque me ensinou a me aceitar assim, nerd como sou, amante dos livros como sou, e que ensinou aos que estavam ao meu redor a me aceitar por ser nerd. Por tirar excelentes notas, por me dedicar nos estudos… Graças á Mione, não me zuaram nunca mais….

Obrigada, J.K Rowling por todas as dicas, todos os mistérios dos livros, por todas as novidades, por toda a criatividade, por todos os momentos felizes, por todos os ensinamentos, por toda a sabedoria, por todos os 7 livros, por todo o sucesso, por todo o amor que dedicou a nós, fãs trouxas… Obrigada por ter nascido e ter nos mostrado um mundo especial e novo o qual não conhecíamos. Você foi a primeira bruxa que recebeu a carta de admissão para Hogwarts e nos apresentou esse mundo mágico enviando as nossas cartas em seguida, levadas por corujas aladas até nossas casas….

Obrigada por tudo!


Victoria R.O | sábado, 27 de agosto de 2011

Texto lindo!Realmente muito bem escrito!

Realmente, a minha paixão por leitura se iniciou com Harry Potter,lembro do dia em que li a Pedra Filosofal, e imagino o dia em que ele (o livro) vai estar super bem guardado, como uma relíquea, e que eu terei orgulho de falar: ´´é meu´´.
Com essa série nós aprendemos muito, com Harry, aprendemos que ser humilde, bom, e não desistir, sempre vai ser o jeito certo de ser;com Rony aprendemos que, mesmo errando, as pessoas perdoam quem pede desculpas;e, com Mione, minha favorita e querida Mione, aprendemos a ser leais, amigos, respeitar todos, e ter orgulho de ser inteligente, pois, graças a ela, eu tenho orgulho de ser nerd, só de pensar que tenho algo em comum com ela, eu me sinto mais próxima da série Harry Potter.
Harry Potter é uma grande série literária, que ficará nos corações dos fãs.
Viva Harry Potter!
Victoria R.O
-aparatei-


Victoria R.O | sábado, 27 de agosto de 2011

Parabéns a todos os comentários lindos que todos devem ter escrito com muita emoção


clk | domingo, 28 de agosto de 2011

Depois desse texto/comentários fico sem palavras… Acho que tenho que ler alguma coisa para pensar direito no que comentar…


Kessya Lima | domingo, 28 de agosto de 2011

uhu. Adorei, adorei, adorei, … Parabens!!!


Rodrigo Arturo Black | domingo, 28 de agosto de 2011

Dá para perceber que você ama escrever, Bruna. É, como sempre, uma ótima coluna.

Minha paixão por livros veio através de HP. Depois que percebi o que estava perdendo (os vários mundos que estão dentro dos livros), não parei mais de ler.


Rodrigo Arturo Black | domingo, 28 de agosto de 2011

Galera, vou fazer uma pergunta que não tem nada a ver com a coluna:
O Rabicho morreu em HP7.2?
Já assisti duas vezes no cinema, mas agora que isso me veio à cabeça. Sinseramente não lembro dele ter morrido no filme.


G.P. Silva | domingo, 28 de agosto de 2011

Ótimo texto.

[off]Rabicho ñ morre em no filme 7.2[/off]


Renan Postato | domingo, 28 de agosto de 2011

Esta coluna possui uma temática muito propícia com o momento que nós, cariocas, iremos adentrar esta semana, a Bienal do livro.

Adoradores da palavra escrita esperam ansiosamente por esta época e a colunista transmitiu com toda veracidade sua verdadeira paixão não somento pelo universo Potteriano criado pela querida JK, como também sua veia Bibliófila mais que presente em seus traçados.

Uma corujinha veio me contar que essa escritora do qual vos falo possui algumas manias bem pertinentes a merecedores da alcunha de ser um bibliófilo. E são elas:

1. Todos os livros abertos por ela são logo carinhados e cheirados;
2. NUNCA empresta um livro sem a companhia de uma saquinho para protegê-lo das agruras da vida;
3. Ela sabe o tipo de papel ao folhear cada livro;
4. Procura informações da vida do autor e toda sua obra;

Dentre muitas outras coisas…
Eu como mero Bibliômano lhe dou meus sinceros parabéns!!!


[…] mais: Literatura entre dois mundos : Potterish.com [Ano 9] :: Harry Potter … Esta entrada foi publicada em Sem categoria e marcada com a tag ano;, dois, entre, harry, mundos, […]


Ivana R | segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Legal seu texto. Poderia usar uma linguagem um pouco menos rebuscada, ficaria mais gracioso e se aproximaria mais de sua (nossa) Jo.
Rodrigo, o Rabicho morre assim que permite a fuga de Harry e Ron do porão dos Malfoy. Assassinado pela mão metálica que ganhara do Voldemort. Isso teria ocorrido no HP7-I, porém não aparece no filme, pelo que me lembro. Os livros são muuuuuuuuuuuuito mais fascinantes.


Pedro Rocha | quinta-feira, 01 de setembro de 2011

Querida Brunna, tenho a imensa convicção de que esse seu dom de escrever tão bem irá lhe tornar uma escritora espetacular. Você fez uma coluna excelente. Estou realmente muito orgulhoso de ter você ao meu lado, para me dar grandes conselhos, com a sabedoria de Dumbledore, através de palavras muito bem escolhidas.
Certamente, quem ler a sua coluna e não souber a sua idade, vai achar que você é uma pessoa com uma grande experiência de vida, que vive há bastante tempo no mundo material e que, é claro, possui um talento lapidado pela leitura. Então, essa pessoa, ao descobrir por algum meio a sua idade, irá se surpreender duas vezes, pois saberá que você vive há dezoito anos no mundo material e que possui, desse modo, uma média experiência de vida. Por outro lado, seu talento vai ser confirmado. Essa pessoa pode também achar que a pena com a qual você produz seus textos seja mágica, de ouro. Mas não, quem é mágica e muito valiosa é você.
Pelo menos era isso que eu acharia se não te conhecesse.
Ao contar sobre a sede de conhecimento e o amor aos livros dos três personagens citados, fiquei impressionado com a maneira que você os descreve, simplesmente incrível: “a segunda personalidade surge então, pertencente à incumbida de salvaguardar o que consiste na forma tangível das verdades que Dumbledore descobriu”, para descrever a Madame Pince, e “um exemplo daqueles que recebem o resultado final da adição de informações descobertas e bem protegidas na forma de livro para, a partir dele, adquirir conhecimento e tirar suas próprias conclusões”, para falar da Hermione. Para escrever desse modo como você o fez, Brunna, é preciso “se enveredar pelas vielas da leitura” com muita paixão, reflexão e atenção.
Brunna, aproveite esse seu elevado nível de escrita e crie. Se preciso, enfrentarei uma fila imensa para comprar um livro seu e, em seguida, desfrutar de seus ensinamentos. Ao final da vida, a minha idade não vai permitir que eu limpe o seu livro, mas, mesmo empoeirado, ele estará sempre guardado em minha memória, assim como essa sua fantástica coluna.


Yuulla | sábado, 03 de setembro de 2011

/\ Pedro aqui disse o que eu pensei.
‘quem é mágica e muito valiosa é você.
Pelo menos era isso que eu acharia se não te conhecesse.’
Voce é brilhante, garota, e não conheço você.
Te daria mais de 25 anos FÁCIL e olha só… 18…
Dificil encontrar alguém com tanto talento para a escrita. AMEI sua resenha, ficou perfeita. Sua irmã deve mesmo ter muito orgulho de você. Eu teria se tivesse uma irmã e ela fosse como você.


Yuulla | sábado, 03 de setembro de 2011

e nem preciso dizer que minha paixão pela leitura começou com HP, certo? Dez anos com os livros nas mãos, ler por ler e não por obrigação -como citaram também aqui nos comentários- não tem preço.


bianca | terça-feira, 06 de setembro de 2011

Concordo plenamenteeeee
sempre digo q se não fosse pela JK eu não seria nem metade da leitora que sou hoje…


Luis Ribeiro | quinta-feira, 08 de setembro de 2011

Parabéns pela belíssima coluna!
Confesso que li e fiquei surpreso com tanto talento, idéias e palavras bonitas.
Continue sempre assim, vc tem um grande futuro pela frente. =]



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