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A multiplicação de galeões
//Por Bruna Moreno - sábado, 06 de agosto de 2011 às 22:16

Entre cochichos e gritos histéricos, o alvoroço do último filme e do Pottermore (embora representem o maior motivo de alegria e ansiedade de muita gente nos últimos dias) pode parecer, aos olhos dos mais céticos ou críticos, somente mais uma estratégia de marketing da indústria do consumo de “Harry Potter”.

Nossa colunista Mariana Nascimento ouviu uma acusação desse tipo e resolveu não levar desaforo para casa. Tomou a liberdade não apenas para defender sua amada série, mas também para provar a validade e a importância da obra de J.K. Rowling na atualidade. De que lado você está? Confira o texto aqui e compartilhe sua opinião conosco.


Em uma conversa sobre “Harry Potter”, um não fã apresentou como argumento contra a série o suposto caráter “caça-níqueis” dela. Como uma acusação contra “Harry Potter” (e isso me pareceu uma séria acusação, como se tudo fosse fruto da ganância capitalista) é praticamente uma ofensa a mim (afinal, é o meu gosto que está em questão), tentei rebater a ideia do meu interlocutor pela diferenciação entre a obra original e seus derivados.

Para mim, é até verdade que “Harry Potter” foi transformado em um caça-níqueis, mas repare bem: foi transformado. É claro que, quando J.K. Rowling começou a escrever a história, ela tinha a intenção de publicá-la e ganhar dinheiro com isso, como acontece com a maioria das pessoas que escolhem a escrita ou qualquer outra manifestação artística como profissão. Uma vez que todos precisamos de dinheiro para sobreviver, isso não é nenhum problema, desde que a necessidade de ganhar dinheiro não se sobreponha à necessidade de criar uma obra bem elaborada.

E esse não parece ser o caso de “Harry Potter”, pois, embora não seja uma obra-prima em termos estéticos, a história é bem construída e não apela para elementos importantes para um caça-níqueis de nascença, como romance água com açúcar, altas doses de autoajuda e protagonistas idealizados (física, psicológica ou espiritualmente), por exemplo. Nessa discussão, aliás, há como prova a favor da série o fato de o primeiro livro ter sido rejeitado por várias editoras, o que sugere que seu lado comercial não chegava a saltar aos olhos.

Acontece que, superando as expectativas de qualquer escritor que não se inclua entre os que escreveram a Bíblia, “Harry Potter” começou a ser mais vendido que água, e eis que, muito esperta, aparece a Warner, como todos por aqui já sabem. E foi nesse momento que os elementos dos livros se converteram em máquina de fazer milhões.

Em outras palavras, é possível notar que os diversos componentes da série não foram direcionados para a enxurrada de vendas (pelo menos, não de forma óbvia). Foi só quando a Warner entrou na história, adaptando “A pedra filosofal” para o cinema como já haviam feito com inúmeros livros antes, é que tudo – personagens, acessórios, cenários – se transformou em meio de acumular dinheiro. Ou será que, se os filmes não tivessem sido produzidos, haveria parque de diversões de Harry Potter, álbum de figurinhas, bonecos, fantasias, jogos etc.? Alguém conhece algum livro, exceto a Bíblia, que tenha rendido tantos derivados sem ser adaptado para o cinema ou para a televisão primeiro? O fato é que, quando vemos todos esses produtos, olhamos não para uma passagem direta dos livros para as embalagens, e sim para um percurso comercial em que os filmes são o real ponto de partida.

É claro que isso só é possível porque os livros “Harry Potter” contêm descrições bem claras de elementos muito imaginativos e divertidos, que até parecem ser um defeito por servirem tão bem à função de entreter, mas isso não significa que a obra se limite a essa função que costuma pesar tanto contra qualquer produto cultural. A questão é que todos esses elementos foram criados para contar uma história e só depois usados para lucrar de todas as maneiras possíveis. Por isso, a qualidade dos livros, concebidos antes de todos os itens vendidos por aí, não deveria ser questionada com base em sua exploração comercial por uma empresa, assim como os personagens não devem ser confundidos com os atores que os interpretam ou os filmes não devem ser confundidos com os livros.

J.K. Rowling não é uma pessoa inocente manipulada pela Warner. Foi com o consentimento dela que o mundo da magia chegou a prateleiras que não são de livrarias. Também é inegável que seu texto, além de permitir que nos identifiquemos com várias situações e personagens, é muito acessível, diferentemente do que ocorre com uma considerável parte da literatura “bem vista” por especialistas. Contudo, dizer que a escrita dela foi planejada para ganhar rios de dinheiro requer não só a consulta a listas de best-sellers, mas também a análise detalhada de seu texto, algo que pouca gente faz, justamente porque a maioria dos que se dedicam a estudar literatura costuma ser guiada por preconceitos (seus ou dos outros) ao escolher a obra que pesquisará. Mas quando paramos para analisar “Harry Potter”, indo além da superfície, podemos refletir sobre diversos assuntos e encontrar verdadeiras expressões de criatividade em suas páginas.

Mariana Nascimento é (cuidado!) especialista em duelos (porque não aprendeu com Lockhart).

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Categorias: Colunas, Ensaios, Mariana Nascimento, Notícias em Destaque
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Comentários
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João Victor | sábado, 06 de agosto de 2011

Adorei! Muito bem escrito. :D


Rodrigo Arturo Black | domingo, 07 de agosto de 2011

obs: Até a Bíblia (pelo menos uma parte dela) foi adaptada para o cinema.

Harry Potter (livros), sem dúvida, é uma obra que encanta qualquer um que leia todos os livros com atenção.
É uma verdadeira “obra-prima”.

Acho que nem preciso dizer, mas o seu texto é muito bom (É leve, entende?), Bruna.


Pedro yvens | domingo, 07 de agosto de 2011

muito bem, adorei.


Bira | domingo, 07 de agosto de 2011

O Rodrigo Arturo Black já disse tudo… Estou sem palavras! :D :D :D :D :D


Cida Lima | domingo, 07 de agosto de 2011

:D Dizer que J.K. escreveu para ganhar rios de dinheiro é o mesmo que dizer que ela possuía uma bola de cristal para prever o que aconteceria. Inacreditável a capacidade que certas pessoas possem de distorcer os fatos. Para mim, isto não passa de pura inveja. Quem fala é porque não teve a capacidade de criar algo tão lindo, então, sem ter o que dizer, acaba falando bobagem. Felizmente, a grande maioria, entende que tanto os livros quanto os filmes foram feitos a partir de uma imaginação muito fértil e abençoada. 8)


Matheus Soares | domingo, 07 de agosto de 2011

Acho que Harry Potter foi uma das poucas adaptações de livros bem sucedida.
Vejamos Percy Jackson,que também sou grande apreciador,o livro é muito bom cheio de entusiasmo e detalhado, já o filme é muito ruim faltando muitos elementos e etc.
ta certo que Harry Potter no cinema não é tão detalhado quanto no livro mas é feito uma mescla muito boa que deixa a aventura com a mesma emoção dos livros.


Manuela Sampaio | domingo, 07 de agosto de 2011

Meu Deus, você escreve muito bem 8O
Concordo totalmente com esse texto, é óbvio que todo escritor sempre tem uma 2ª intenção de ganhar dinheiro (não deixando o desejo de ver milhões de pessoas lendo suas obras de lado é claro), mas quando adaptam para filmes, aí o sucesso estoura, posso dizer que boa parte de Harry Potter só é conhecida por causa dos filmes, pois a sociedade hoje em dia não gosta muito de ler (o que não é o meu caso), é tanto que alguns livros que não tiveram adaptação pro cinema quase ninguém conhece.


JacksonPOS | domingo, 07 de agosto de 2011

Adorei. Você argumentou algo que até eu não tinha a capacidade de pensar. Isto estava martelando na minha mente por um tempão atrás! Mas o pior é que eu não soube responder a uma outra pergunta: Harry Potter é apenas feito para lucrar milhões, sendo tão clichê?
Se agente chegar a pensar no quanto a estória tem personagens e elementos clichês, ou sendo mais “carinhoso com a Jo”, arquetipicos, vamos ter uma certa impressão de que tudo de bom foi pego de outras lendas(centauros, fênix, e um velho sábio) para ser colocado numa máquina de lucrar dinheiro.(E você não citou esse ponto por aqui).
Mas derrepente eu parei para pensar direito, e lembrando de outro texto que li no CDS que falava sobre HP ser clichê, acho que a J. K. Rowling vai além desse caso. Afinal, não podemos discutir o dom que essa autora tem para narrar de uma forma tão fácil e ao mesmo tempo tão convincente como ela; mas não estou dizendo que ela teve um jogo de cintura para fazer uma “máquina de dinheiro clichê”, se é que você me entende. Eu estou apenas argumentando que o talento de Joanne é um elemento que vai além dessas acusações, pois, afinal, estamos aqui discutindo sobre uma série que uma mulher pobre e com uma filha de seis meses pra criar com o dinheiro do governo escreveu durante anos em um certo café de Edimburgo(e não estou sendo dramático)! Ela trabalhou durante anos para que tudo fosse tão detalhado e tão atraente. O que eu estou querendo dizer é que J. K. Rowling é merecedora de todo esse trabalho, pois ela nos laçou, não apenas com bruxinho de Hogwarts, mas com seu modo de retratar isso.
E agora, antes que você pense que eu estou me perdendo nas palavra(como costumo fazer quando paro para discutir sobre HP), eu posso afirmar que ela simplesmente teve talento para escrever tudo isso, e como você mesma disse, os livros dela não devem ser comparados com os filmes e as jogadas de marketing da Warner, pois J. K. Rowling teve o dom para escrever um livro tão “mágico” – que, acredito eu, foi a real razão por HP fazer tanto sucesso.
Essa é a minha opnião. E estou aqui para discutir mais sobre isso, se alguém discordar:
MSN: [email protected]


Renata | domingo, 07 de agosto de 2011

Muito bem .quem quer que tenha dito isso deveria ler esse texto.Todos nós fas de HP temos uma opiniao sobre isso e mesmo que algumas criaturas dos livros já existissem antes,ninguem conseguem le-las em outro livro e imagina-las igualmente pois Rowling com sua genialidade torna algo tão simples como uma amizade tão especial!Mesmo com a Warner “roubando” os créditos de Joanne a ideia original dos livros não foi fabricar dinheiro, foi fazer algo com que milhoes de jovens sonhassem ao se deitar, foi explorar um mundo tão cheio de particularidades e magia escrevendo páginas e mais páginas de pura aventura!


Júlia | domingo, 07 de agosto de 2011

http://www.mercadolivre.com.br/jm/item?&site=MLB&id=196253193 RECOMENDO!!! CARTA DE HOGWARTS!!!


Wal | domingo, 07 de agosto de 2011

nossa claro que agente ama HP mais tambem e claro que ele foi criado em certo ponto para ganhar dinheiro.Todos os filmes e livros são e tambem se fossem susseso como e Harry Potter tiraram proveldo do filme ganhando dinheiro.Haaa Parabéns Mariana Nascimento muuuuito bem feito :D


Mauricio Abílio Wesley | domingo, 07 de agosto de 2011

Bom , primeiramente , meus parabéns a Mariana Nascimento que mostrou ser uma ótima colunista , e grande defensora da nossa querida série , e desse mundo que nos faz sair de foco , O mundo J.K Rowling , o mundo Potter .


[...] mais: A multiplicação de galeões : Potterish.com [Ano 9] :: Harry Potter … Esta entrada foi publicada em Sem categoria e marcada com a tag ano;, galeões, harry, [...]


Carol | segunda-feira, 08 de agosto de 2011

Excelente! Toda vez que um chato vier reclamar que a Rowling tem mais capital do que ele próprio, eu vou mandá-lo ler teu texto! >D

O problema é que aqui no Brasil foi desenvolvido a crença de que pessoas boas não têm muito dinheiro porque elas são satisfeitas com pouco e não alimentam a ambição, e pessoas ricas fizeram alguma trapaça para ficarem ricas, logo, ela não é de se admirar.

Mas lá em alguns países isso não é um “defeito” porque a pessoa que tem muito dinheiro é porque ela sacrificou horas de diversão e sossego para conseguir o que tem, e ela não pára depois de ver que a fórmula deu certo, porque ela sempre pode crescer e melhorar o seu serviço. Mas aqui no Brasil não, primeiro o barzinho, é claro.

Além do mais, pessoas que reclamam de “caça-níquéis” são as mais hipócritas do mundo, porque fingem acreditar que os outros indivíduos devessem trabalhar de graça, contudo reclamam absurdamente se ficou 3 minutos além do expediente.

Bom, o melhor é ignorar e não ser igual a elas. Eu amo a saga, amo a Rowling, me inspiro nela, quero ter a mesma força de vontade e ambição que ela, lucrar fazendo coisas boas, fazer dinheiro porque compartilhou seus pensamentos bons com os outros, o dinheiro foi conseqüência de um ato maravilhoso dela, que ainda bem que ela dividiu com o mundo.


ϟJaninejksϟ | terça-feira, 09 de agosto de 2011

“Livros infantis ñ dão dinheiro!”
Ela ouvia isso quando tentava publicar o 1º livro – mas como o destino é engraçado -, ela se tornou a primeira escritora bilionária.


Bianca | terça-feira, 09 de agosto de 2011

Falou tudooo!!!!!! Você escreve mto bem e seu texto chegou até a me emocionar! Afinal, se Harry Potter fosse só uma máquina de dinheiro, não emocionaria tantas pessoas no mundo inteiro… :o


agatha | quarta-feira, 10 de agosto de 2011

eu amo Harry Potter sei absolutamente TUDO daria tudo de mim para ver o Daniel de pertinho


Cris | quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Excelente!!!

Eu estava justamente pensando sobre isso outro dia: Harry NÃO É galã… ele não é o mais bonito, não é o mais inteligente e nem o mais esperto, também não é o mais popular, mesmo sendo famoso [bem diferente do pai dele, hahaha...]. Boa parte dos próprios fãs de HP não gostam do personagem Harry [não é meu caso!] E esse é o grande mérito da Jo: ela conseguiu fazer um estrondoso sucesso sem necessitar usar esse tipo de clichê babaca!!! [o que não se pode dizer de uma tal Meyer :roll:].

Outra franquia com sucesso igual e que igualmente não transformou seu personagem em um modelo falso de passarela, só consigo pensar em Star Wars.

Ridículo falar que HP é puro clichê. Tem gente que não sabe a diferença entre CLICHÊ e ELEMENTOS de mitologia. Quem diz isso devia estudar um pouco de mitologia, antes de sair falando besteira. No caso dos Centauros, por exemplo, eles eram descritos de uma maneira completamente diferente na Mitologia Grega.

Engraçado um fã de Percy Jackson [JacksonPOS] criticar a Jo, uma vez que a Annabeth é uma cópia loira da Hermione.
Eu gosto também de PJ… mas no quesito qualidade, não chega nem aos pés da Jo [seja na qualidade da narração e escrita, seja na forma de utilizar os mitos].

A própria Jo diz no prefácio do livro “Harry e seus Fãs” que se espantou com o sucesso uma vez que era uma autorA [existia preconceito contra mulheres escreverem fantasia], escrevendo livros enormes para crianças [quando eu tinha 11 anos os livros além de finissímos eram ridículos de tão simplórios e sem criatividade] e sobre um tema tão fora de moda e até considerado tabu [colégio interno].

Ela fez sucesso exatamente por ser minuciosa. Não existe personagem citado que não seja desenvolvido. Não existe cenário que não sejamos capazes de imaginar. Não existe situação que não seja – até certo ponto, claro – plausível ou possível e que não sejamos capazes de nos colocar no lugar dos personagens. Até o passado [História da Magia] foi minuciosamente planejado!

Ela devia ser um exemplo para autores “rasos”!!!
Se ela ganha dinheiro – antes ou depois dos filmes – por um trabalho tão primoroso, tão bem-feito é mais que merecido!!! Pois além de talento há muito suor e força de vontade em Harry Potter!!!

Caça-níquel são coisas com Crepúsculo e todas as suas cópias [Fallen, Sussurro, Firelight], que agora vem sendo colocados numa nova categoria – Livros para Jovens Adultos! – mas que só tem uma “qualidade”: ter galãs fofos, brilhantes e metidos a bad boys.
Desculpem, eu sou uma jovem adulta que não gosta de porcaria!

Por mais que Harry Potter nos cative e que tenha existido uma coisa bizarra [da qual fiz parte] chamada “guerra de shipper” :roll: nunca vimos fãs de Harry Potter se descabelando, fosse por causa do Harry, do Ron, do Draco ou até mesmo do Cedric.
No máximo comentávamos: “Hum… fulano é bonito…” Mas isso não distraía nossa atenção do assunto principal [a história do livro e do filme] e isso é muito simples de explicar: fã de Harry Potter pode ser louco(a), mas não é fútil!!!


Cris | quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Ah, esqueci de uma coisinha: quem reclama que HP é caça-níqueis deveria verificar para onde vai o dinheiro da venda dos livros “spin-off”, como: “Quadribol Através dos Séculos”, “Animais Fantásticos & Onde Habitam” e “Contos de Bledde, O Bardo”.

No final, concordo em gênero, número e grau com a Carol: quem reclama porque alguém enriqueceu TRABALHANDO é um tremendo hipócrita, porque também trabalha por dinheiro [afinal, se trabalhasse de graça seria escravidão] e no fundo também gostaria de ser rico fazendo o que gosta!!!

Criticar a Rowling – que passou fome, encarou uma depressão braba e mesmo assim não desistiu! – é inveja de gente menos capaz que ela!


JacksonPOS | sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Querida Cris, tive a infelicidade de ler o que você disse sobre mim algum tempo depois da coluna ser postada.
1 – Eu NÃO sou fã de Percy Jackson e em nenhum momento eu disse isso u.u
2 – O meu nome é Jackson Pereira de Oliveira Silva(nome feio, mas verdadeiro) – JacksonPOS
3 – Em nenhum momento critiquei J. K. Rowling, mas sou crescido o bastante para perceber os defeitos até nas coisas que mais amo(se é que existe algum defeito em Harry Potter).



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