O novo capítulo da saga de Robert Langdon

//Por Sheila Vieira - quinta-feira, 25 de março de 2010 às 05:23

Best-sellers sempre são controversos, pois costumam ser mal vistos pela crítica. J.K. Rowling sofreu com alguns detratores, assim como Dan Brown, o autor dos livros protagonizados por Robert Langdon. Obras que vendem muito “sofrem” um certo tipo de preconceito, mesmo sendo os que mantêm viva a indústria editorial. A resenha sobre o mais novo lançamento de Brown, “O Símbolo Perdido”, é o último texto postado numa quinta dessa seção. A partir de agora, as resenhas serão semanais. Continue mandando sua sugestão para a nossa equipe!

“O Símbolo Perdido”, de Dan Brown

Tempo: para ler de um tiro só no fim de semana
Finalidade: para ficar na ponta da cadeira
Restrição: para quem não gosta de coisas moderninhas
Princípios ativos: Washington, Capitólio, Maçonaria, Misticismo e Noética

Pouco antes de uma palestra sobre Simbologia Maçônica, no Capitólio, Robert Langdon não encontra ninguém ao chegar ao local marcado e liga para o assistente de Peter Solomom, um velho amigo e organizador do evento, para saber o que houve. Ele então descobriu que aquela reunião era uma farsa e, na verdade, Peter está sequestrado por um chantagista tatuado capaz de tudo. Logo após a descoberta de Langdon, uma mão com símbolos tatuados, que há séculos é conhecida como “A Mão dos Mistérios” aparece misteriosamente na Rotunda com um anel maçom do Grau 33 apontando para um determinado local no Capitólio.

O professor Langdon terá que descobrir segredos no subsolo do Capitólio, entender os mistérios da Noética, e desvendar alguns enigmas maçons, tudo isso por causa de um homem com o corpo todo tatuado com símbolos de todos os povos e eras, em busca do tão cobiçado segredo maçom, para ter a sua Apoteose.

Dan Brown nos trás a mais uma aventura com seu principal personagem, Robert Langdon. Autor de mais um best-seller, ele tenta nos mostrar, mais uma vez, os códigos e segredos escondidos por de trás de uma irmandade mundialmente conhecida, de um país e de uma cidade.

Em seu mais longo romance, demorando seis anos para ser escrito, Dan Brown nos leva às salas subterrâneas do Capitólio, ao seu topo, ao lado do afresco “A Apoteose de Washington”, com visão para o Obelisco Americano. Também nos leva à imensa Biblioteca Nacional, ao Centro de Apoio dos Museus Smithssonian (CAMS) e ao Instituto de Ciência Noética.

Apesar de ter sido publicado esse ano, “O Símbolo Perdido” já tem ano de lançamento nos cinemas. Daqui a dois anos, a adaptação da obra chegará aos cinemas. “O Código da Vinci” (2006) e “Anjos e Demônios” (2009) foram os outros livros de Dan Brown traduzidos para as grandes telas.

Resenhado por Léo Scarpa

512 páginas, Editora Sextante, publicado em 2009.
*Título original: “The Lost Symbol”. Publicado originalmente em 2009.

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