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Onde cabem três, cabem…?
//Por Isadora Cecatto - sábado, 15 de novembro de 2008 às 19:38
O que, afinal de contas, é amizade? Analisando o conceito a partir da amizade do leitor com Ron, Hermione e Harry, Breno Alvarenga fala de como se sente a respeito do tema enquanto lembra a todos, de forma suave e talvez nostálgica, bons e maus momentos do nosso trio de ouro.
Ou seria quarteto? Leia a coluna completa aqui e descubra! Não deixe de comentar e deixar sua opinião! É de grande importância para nós e para o autor.

Segundo o dicionário priberam, amizade significa: “boa relação; laço cordial entre duas ou mais entidades”. Pessoalmente, acho que um sentimento tão nobre e tão antigo quanto a história humana mereça um significado mais sentimentalista e não tão rígido. No entanto, confesso que dar significado a algo que não vemos, não ouvimos, não respiramos ou cheiramos é uma tarefa difícil. O sentimento da amizade talvez seja tão forte e belo que não queira se dar ao luxo de ser entendido e explicado. Mas então vocês devem se perguntar: “ele está dizendo que o significado de amizade está errado?”. De jeito nenhum. Apenas incompleto. Será que Hermione, Rony e Harry estiveram lado a lado durante todos esses anos porque possuíam uma boa relação? Ou porque havia entre eles apenas um laço cordial? Os fãs de Harry Potter hão de concordar que não.

Lembro-me ainda hoje de como a insegurança de Harry levou-o à descoberta da amizade de Rony, e de como a solidariedade de Hermione levou à amizade dela com os dois. A partir dali os três, juntos, enfrentaram trasgos, professores tiranos, artes das trevas, bruxos perigosos, dragões, torneios, chacotas, piadas, criaturas sombrias, lobisomens, cachorros, leis e regras, Voldemort, a morte e a solidão. Foram os frutos desta amizade que nos prenderam nessa maravilhosa literatura durante 10 anos e que prenderão muitos ainda por tempo indeterminado. É ainda bom ressaltar que todas estas aventuras vividas pelo trio foram, em sua maioria, conseqüências do passado de Harry e seria prudente que nos perguntássemos: por que Hermione e Rony estiveram todo esse tempo ao lado de Harry sacrificando suas vidas? Talvez seja aí onde os dicionários procurem o significado de amizade e que, desiludidos, reduzem-na a palavras frias. Talvez seja aí que esteja a resposta do que é amizade. A resposta que está no coração de todos nós, mas nunca em nossas línguas.

Acredito que finalmente compreendi este conceito quando parei de encarar o trio como um trio, mas como um quarteto. A partir do segundo livro passei a me colocar no livro e a, consequentemente, amar meus novos amigos. Lembro-me como chorei quando li que Hermione havia sido petrificada em “A Câmara Secreta”. Imaginá-la deitada, desesperada e ainda totalmente imóvel, quando tentava apenas ajudar seus amigos, era desolador. Era criança e o medo que senti de perder tão cedo uma amiga assim me assustou. Lembro-me ainda da raiva que senti de Sirius ao saber que ele havia entregado os pais de Harry à Voldemort e depois, a raiva por Rabicho. O desespero que vivenciei quando o trio se aventurou no Ministério ou ainda o medo, a inquietação e a insegurança que me acompanharam durante toda a leitura de “As Relíquias da Morte”. Era tanto a ser descoberto e tanto a ser enfrentado que meu coração pulava a cada instante que pensava que meus amigos estavam perto da morte, e eu, deitado, não podia fazer nada para ajudá-los, apenas continuar lendo e torcer para que nada tivesse acontecido.

Confesso: sentia inveja. Via-me como um deles, mas no fundo sabia que eles nem me conheciam, e muitos menos sabiam de tanto sofrimento e alegria que já havia passado por conta deles. Desejava profundamente que tivesse amigos assim, e talvez meu fascínio pelos livros não me deixasse ver que, na verdade, eu tinha sim amigos tão leais quanto eles. Hoje reconheço melhor estes amigos, mas ainda tenho guardada, como em uma caixa trancada à chave, a amizade pelo trio. Às vezes, sozinho, vou correndo abrir esta caixa e imaginar o que eles estão fazendo: “Será o que que a Hermione preparou de almoço hoje? Ou será que ela não cozinha?”. Ou ainda: “O que eles pensariam sobre o aquecimento global? Ou sobre a miséria na África”. “O que eles achariam deste acelerador de partículas? Seriam eles capazes de fazer algo contra ou a favor disso?”. “Que férias chatas… Será que Hermione, Rony e Harry viajaram?”. Assim, evito ao máximo imaginar que eles são apenas personagens de livros, e às vezes… Não! Não posso pensar nisso!

Afinal, quem sabe a amizade seja enfrentar criaturas e seres do mal simplesmente porque amamos e queremos ajudar alguém, mandar cartas nas férias de verão, quanto tudo parece perder o sentido, seja chorar porque uma pessoa abandonou a jornada, consertar o óculos de alguém, sentir ciúmes, dizer “não” aos pais? Quem sabe amizade seja enfrentar filas para comprar um livro ou ver um filme, pular na carteira do cinema quando começa “Edwiges’s Theme”, chorar porque um filme foi adiado por oito meses? Quem sabe amizade seja ser leal e companheiro? Ou talvez seja simplesmente ser amigo? Quem sabe amizade seja amizade e pronto, acabou? Não saberemos dizer.

O mundo se tornou cheio de informação e meios de entretenimento. Às vezes me perco por entre estes elementos e deixo um pouco de lado tudo o que o trio me ensinou. Isso sim não é amizade. Não posso deixar de lado pessoas que me ensinaram como ser maduro, corajoso e leal. Pessoas que, diferentemente dos dicionários, me ensinaram de forma prática o que é ser amigo. E a você, o que a amizade do trio ensinou? Breno Alvarenga é estudante e faz parte da equipe de colunistas do Potterish.

Breno Alvarenga é estudante e colunista do Potterish.

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Categorias: Breno Alvarenga, Colunas, Ensaios, Notícias em Destaque, Personagens
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Comentários
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William | sábado, 15 de novembro de 2008

Parabéns Breno…
Gostei muito doque vc escreveu, dá msm forma que tambem me endentifiquei…
É que eu passei por uma fase muito ruim na minha vida, é achava que ninhum dos meus amigos poderiam me ajudar…
+ Tava enganado, pq Harry, Rony e Mione poderam me ajudar muito, quando eu vibrava quando a grifinoria ganhava uma partida de Quadribol, quando tinha medo do que poderia vir na Proxiam página, no proximo paragráfo, ou até msm na proxima linha…
É eu me sinto exatamento com vc, fazendo parte dessa historia, que eu já li, to lendo, e ainda vou reler milhares de vezes quando eu precisar ver meus amigos.


Arthur | sábado, 15 de novembro de 2008

Breno com essa parte eu me indentifiquei muito!!!!
adorei a coluna!!
“Acredito que finalmente compreendi este conceito quando parei de encarar o trio como um trio, mas como um quarteto. A partir do segundo livro passei a me colocar no livro e a, consequentemente, amar meus novos amigos. Lembro-me como chorei quando li que Hermione havia sido petrificada em “A Câmara Secreta”. Imaginá-la deitada, desesperada e ainda totalmente imóvel, quando tentava apenas ajudar seus amigos, era desolador. Era criança e o medo que senti de perder tão cedo uma amiga assim me assustou. Lembro-me ainda da raiva que senti de Sirius ao saber que ele havia entregado os pais de Harry à Voldemort e depois, a raiva por Rabicho. O desespero que vivenciei quando o trio se aventurou no Ministério ou ainda o medo, a inquietação e a insegurança que me acompanharam durante toda a leitura de “As Relíquias da Morte”. “


Paty M. | sábado, 15 de novembro de 2008

”Será que Hermione, Rony e Harry estiveram lado a lado durante todos esses anos porque possuíam uma boa relação? Ou porque havia entre eles apenas um laço cordial? Os fãs de Harry Potter hão de concordar que não…”

Sem duvida concordo,mas eles nunca conseguem expressar sentimentos em dicionários,é muito sistemático mesmo… :?

Quanto a coluna… UAU!!! 8O
Muito linda,passa sentimento demais!
*chorando aqui*…rsrs.

Parabéns pela coluna Breno! :D


Mjuice | sábado, 15 de novembro de 2008

Lindo texto ! Tem toda razão Breno, é impossivel o trio não virar um quarteto, mas nunca havia pensado nas coisas dessa maneira…


Sara | sábado, 15 de novembro de 2008

Perfeito o seu texto!!!
Muito bem construído, um dos melhores que já li sobre o assunto.
Continue escrevendo, você tem talento. :D


Sex Mionee | sábado, 15 de novembro de 2008

Que porra… fala sério ¬¬’


Cáàhh | sábado, 15 de novembro de 2008

Realmente vc escreveu oq eu sempre senti…

Penso em Rony, Hermione e Harry como verdadeiros amigos!

Nem consigo escrever oq kero!!

Foi muito tocante…

E eu confesso q tbm já senti inveja, por não poder participar dos livros…

Me apeguei d+ a eles durante esse tempo q acompanhei a serie…

Aprendi muito com os livros, e até hoje me pego perguntando oq será q está acontecendo em Hogwarts… Ou oq iria acontecer se eles tivessem regressado para fazer o 7° ano na escola…

Afinal de contas oq eu escrevi é muito confuso e idiota, mas realmente era oq eu keria dizer sobre o texto…


Anônimo | sábado, 15 de novembro de 2008

Muuuuuito boa a sua coluna, Breno! Simplesmente espelhou o que todos nós fans sentimos ao ler as histórias do nosso trio camarada… e devo admitir que sempre que sinto falta daqueles momentos entre amigos que os livros me proporcionaram releio os trechos mais emocionantes dessa aventura sem fim pela qual nossos amigos passaram… Ou melhor: continuam passando :D


Jéssica | sábado, 15 de novembro de 2008

Muito legal Breno!

Acho q o trio nos ensina a deixar d lado determinadas atitudes em prol d um bem maior! q no final ajuda a nós mesmos…

sua coluna despertou sentimentos bem profundos

Avaliar o trio é refletir sobre nós mesmos, pois é muito + q um quarteto, é uma grande famíla, a nossa família, e o sentimento d satisfação em ter isso, ninguém pode nos tirar!

Amo o Potterish, Grimmauld e a Grifinória!!! :D


Pedro Henrique Freitas | sábado, 15 de novembro de 2008

Muito bem, Breno!
Seu texto descreve de forma leal todos os nossos sentimentos sobre o trio e as emoções que nos acompanharam durante todo esse tempo (no meu caso, cinco anos).
A amizade do trio significou muito pra mim, foi essencial pra formação do meu caráter e da minha personalidade.


Larissa | sábado, 15 de novembro de 2008

Parabéns pela coluna, Breno!
Sinto que o trio nunca foi um trio pra mim, e sim, um quarteto. Sempre me imaginei nas histórias, enfrentando trasgos e professores junto com eles.
Sofria quando eles sofriam, e me divertia quando eles se divertiam.
A intensa amizade do trio, foi essencial para mim, principalmente na formação da minha personalidade.
E por mais que a gente queira que esses nossos melhores amigos sejam reais, eles não são, mas a amizade que cultivamos através dos anos, elas sim, são a mais pura realidade que será levada para o resto de nossas vidas.


sheyla | sábado, 15 de novembro de 2008

As minhas palavras são as mesmas q do Willian..lá no topo..
;)


Bia Cachoeira. | sábado, 15 de novembro de 2008

Faço e sempre irei fazer as suas palavras das minhas. É tudo tão real, é mágico, é uma coisa que nos transporta pra um mundo melhor, é uma coisa indescritível. Beijos ;*


Fairy | domingo, 16 de novembro de 2008

Nunca tinha analisado o trio como um quarteto e eu me vendo nele, você falando agora faz mais sentido o que eu senti quando tudo aconteceu, era como se eu estivesse lá. Breno você escreve incrivelmente bem, ótima coluna. ;)


Artur A. G. | domingo, 16 de novembro de 2008

Você simplesmente disse tudo.
Seu texto está impecável, realmente muito bom.
Parabéns Breno.


Sara | domingo, 16 de novembro de 2008

Muito legal sua coluna.
Posso dizer que tbm sou eternamente grata ao trio, eles sao como um refugio sabe, nao sei o que seria hj, tipo quais seriam os meus ideais se nao tivesse lido os ivros e conhecido eles….
Agora com o fim da serie estou meio desligada…..mas posso dizer que acabei de ter uma sensacao muito boa, a cachoeira de adrenalina que houve em mim qndo vi o trailer do enigma do principe, eh a sensacao de ouvir a musica q vc disse….eu nunca mais tinha sentido isso, e o mais incrivel eh q poucas coisas me dao essa sensacao…..sensacao de felicidade…. :roll:


Raul R. | domingo, 16 de novembro de 2008

Eu também os considero meus amigos. Eu ando negligenciando-os ultimamentes mas pretendo revê-los nos livros em breve :)


Melina | domingo, 16 de novembro de 2008

Muito legal a coluna, Bruno! Parabéns!
De fato, acho que todos os fãs que acompanharam o trio tempo suficiente pra crescer junto com ele, se viram dentro dos livros, não só como meros espectadores. Basicamente, tudo que eu sinto pelo trio foi descrito na coluna, e outras coisas só quando lemos podemos sentir, porque colocar em palavras é meio complicado… mas, enfim, coluna nota 10! :)


Viviane | domingo, 16 de novembro de 2008

Que coluna! Emocionei!
Realmente o que mais gosto nos livros é a verdadeira amizade que há entre o trio.
Amei!


Daniel | domingo, 16 de novembro de 2008

Breno,

No campo técnico, a coluna tá muitíssimo bem escrita e coerente, as palavras e os argumentos são apresentados no texto com uma fluidez adorável!

Sobre o conteúdo, você conseguiu até criar um certo nózinho na minha garganta. Ler isso foi como finalmente conseguir uma descrição e explicação detalhada de tudo que senti ao ler os livros. Após 10 anos acompanhando o trio, nós de fato nos preocupávamos com eles como se fizéssemos um quarteto.

É definitivamente um sentimento único que, levando em consideração a população mundial, poucos devem sentir – afinal, não existem tantas séries da literatura capazes de fazer o leitor acompanhar as personagens por 10 anos.

Enfim Breno, meus parabéns pela coluna! É uma honra divulgar textos assim aqui Ish. :D


Jorge Cardoso | domingo, 16 de novembro de 2008

Muito dez! Eu comecei ler os livros também quando era criança. Era um mundo de imaginação e sonhos. COm o tempo, os personagens foram crescendo bem como eu também, e os problemas foram sendo inevitáveis. A identificação da vida dos personagens com a nossa, era algo muito real. Em Reliquias então, parece que veio como um livro de auto-ajuda: decisões importantes para todos, bem como para a minha vida também. Simplesmente, é maravilhoso. Foi um divisor de águas: antes HP – pós HP. Sinceramente? Foi muito bom conviver com a imaginação próxima á minha realidade. Nada como você encontrar algo para você mesmo. Um estímulo interno. Até hoje ainda é legal recorrer às leituras dos livros, voltar à nostalgia. E, parece que sempre tem alguma novidade que passou despercebida. Isso é legal, isso é algo para nossas vidas e para nos ajudar a crescer e encarar a vida e a sonhar. Ah Jorge, mas isso é ilusão; é só um livro. Sim, é só um livro, mas, para mim, todo seu conteúdo me fez refletir muitas coisas. “Na vida temos que decidir entre o que é certo e o que é fácil” (Dumbledore) e sim, eu decidi que o fácil, é encarar o s livros como literatura apenas, mas o certo, foi saber que, eles trouxeram algo à mais em nossas vidas. Desculpe-me pelo desabafo.
Abraços!


Gleice | domingo, 16 de novembro de 2008

Parabéns Breno :!: :!: :!: :!: :!: :!:

As partes com as quais mais me identifiquei foram que eu também me sentia parte da história…como se fosse amigo deles…e também a parte da qual você diz que eles me ensinaram o que é amizade…com a ajuda do trio…consegui ver quem eram meus verdadeiros amigos e identificar os falsos também….e a ser uma maiga bem melhor…

Repito….Parabéns Breno :!: :!: :!:


Cátia | domingo, 16 de novembro de 2008

:!: :!: :!: :!: :!: :!: :!: :!: :evil: :evil: :evil: :evil: :!: :!: :!: :!: :!: :!: 8) 8) 8) 8) ;) ;) ;) ;) :D :D :D :| :| 8O 8O 8O :oops: :oops: :oops: :roll: :roll: :roll: :roll: :) :) :o :o :o


Alvo | domingo, 16 de novembro de 2008

Cara, que coluna!
Você conseguiu tocar exatamente nessa relação tão profunda entre nós leitores e os personagens. Impressionante como nós fãns nos sentimos com relação a esses três!
Dá até nostalgia me lembrar do que eu passei com Harry, Rony e Mione! E sim, eu senti inveja deles! Hahahaha, é até constrangedor lembrar, mas eu chegava a ficar deprimido ao ver que não tinha amigos como aqueles, e o desejo de ser incluído entre eles era quase doloroso.
Foram tantos momentos com esse trio… já senti medo por eles, raiva deles (Ron no Cálice! como eu quiz socar!), pena e solidariedade (Hermione flagrando Ron em Enigma!) e, mais que tudo isso, o puro sentimento de amizade, que nada mais é do que amor (como diria Dumbie).
No meu caso, eu não tentava me incluir (talvez por achar que não poderia) mas tentava me imaginar como um deles, Harry obviamente. Acho que criei uma relação especial com esse personagem durante esses nove anos, e apesar da minha identificação com Hermione, eu sempre tentava me ver nele.

Essa coluna me fez me sentir culpado! Tenho sido negligente com meus amigos! Vou ler um dos primeiros livros de novo!


Nani Tonks | domingo, 16 de novembro de 2008

sem palavras *-* por cinco anos, o trio me fez compania. e entre esses cinco anos e hoje, eu aprendi muito, eu ri, eu chorei, eu me desesperei e fiz grandes amigos.

eu não sei e prefiro não imaginar o que eu seria sem Harry, Ron e Hermione.


ludy lovegood | domingo, 16 de novembro de 2008

Ninguem consegue descrever isso de forma melhor, nunca me esquecerei de Harry Potter , não porque foi o primeiro livro que li ou o primeiro livro que eu me apaixonei, mas sim porque foi ele que me deu três grandes amigos para toda a vida :cry: , porque até mais do que meus propios pais ela me ensinou principios que nunca devem ser esquecidos: lealdade, coragem, amor, sofrimento, perda entre outros.
Artigo lindo ;)


jenny potter | domingo, 16 de novembro de 2008

bom é dificiu imaginar oke o tri me ensinou por ke as vezes quando harry era grosso com hermione e rony eu pensava :sera ke sou assim com meus amigos “vareas vezes me coloquei no lugar deles a dor de harry quando brigou com rony no calice de fogo imaginar ke seu melhor amigo nao estava acreditando no ke estava dizendo ou ate mesmo quando harry e rony viam sua melhor amiga hermione deitada em uma cama e acreditar ke ela havia sido pretrificava para ajudar descobrir o mistério da camara ou ate mesmo eu ali deitada kerendo faze ke nem o harry e imaginar ke o diaro de tom riddle era meu livro e entrar dentro dele mas poder ajudar eles a combater lord voldemort bom eu prefiro imaginar ke harry ron e hermione nao acabaram e simplesmente imaginar ke nessas horas jk esta imaginando novas histórias para o bruxo mais querido do mundo e se eu pudesse falar pra jk implorar para ke ela continuasse a escrever os livro e talves quando eu tiver um filho imaginar ele ele lendo no sofa lendo o numero 77 do livros de harry potter por ke eu kero ke ele veja como eu ke o trio ou até quarteto salvando o mundo! :!:


Mik | domingo, 16 de novembro de 2008

Belíssima coluna mesmo, e o Harry é um personagem que, por incrível que pareça, é muito fácil de ser invejado! Porque apesar de tudo que ele sofre, das coisas horríveis que ele vivencia, da dor pela qual ele passa tantas vezes, antes disso ele era apenas um menino abandonado, sem amigos, sem perspectiva de futuro, solitário, triste, e eu reparo que hoje, cada vez mais, existem jovens bem nessa faixa etária de 11, 12 anos que já se sentem assim! :cry: Então ver o Harry chegando a Hogwarts e fazendo aqueles amigos todos é uma coisa que com certeza ao mesmo tempo que emociona quem lê, também pode entristecer!

Eu não consigo negar que uma das passagens dos 7 livros que mais me deixam tocado é aquela passagem tão simplesinha do Harry e do Rony no vagão do Expresso, pela primeira vez, no primeiro livro! Porque já sabendo tudo que viria depois eu fico até meio arrepiado quando chego nesse capítulo! Outra parte que eu também adoro é quando o Arthur, alguns livros depois, diz ao Harry ‘o que seria dos Weasley se o Rony nunca tivesse sentado naquele vagão’! Isso representa muito a importância que o Harry sempre terá praqueles personagens, uma família inteira que ele conquistou! E é engraçado que não se pode dizer que o Harry seja um personagem muito simpático, né, já que ele tá sempre às voltas com tantos problemas que ele não consegue ter uma vida 100% normal como os amigos! E mesmo assim… :D

Enfim, ótima coluna com um tema bem interessante abordado! ;)


sonia | segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Belíssima coluna. Eu também, como todos os outros, senti esta mistura de sentimentos que é a amizade. Quem um dia já não teve uma discussão com um amigo (a) e depois quando fazem as pazes é tão bom! Esta amizade só é comparável ao do Sam pelo Frodo em O Senhor dos Anéis. Taí exemplos que podemos e temos amigos, basta olhar em volta!


Waleska | segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Breno, parabéns pela sensibilidade como trataste o assunto. Acredito que a amizade é a mais bela e sincera forma de amor…Num mundo com tão pouca demonstração de sentimentos acho que aprendemos o verdadeiro sentido de ter um amigo com Harry, Hermione e Rony. Parabéns, mais uma vez pela coluna. Excelente.


Lidi | segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Lindo! Quase chorei! Parabéns, pela coluna. Eu pensei que era a única a rir e chorar com os acontecimentos do livro. E também pensei que era doida demais por muitas vezes ter inveja por não está junto deles. :D :D :D


Camila | segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Breno……..
Mensagem, linda, tocante e acima de tudo VERDADEIRA!!!!!
Vc descreveu o que vai em meu coração com um belo texto, achei até injusto pq vc me fez chorar………rsrsrs………….chorar por amor à essa amizade inexplicável!

Parabéns!


Ta | segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Nossa Breno vc escreveu muito bem, aquilo que eu senti enquanto lia a série. Parabéns pela coluna. :D


Anônimo | segunda-feira, 17 de novembro de 2008

:?


tayne | segunda-feira, 17 de novembro de 2008

uau …
Breno , tu falou tudo , cara .
Sei exatamente o que quer dizer … tbm me sinto parte desse trio ..
E devo confessar à vcs que não acreditei quando , em Relíquias da Morte ,o Ron deixa a barraca …
Falo sériu … senti uma dor … tive que pular as páginas e me certificar lá na frente de que ele voltaria … porque sinceramente não haveria mais sentido para mim continuar lendo o livro sem o meu trio perfeito …
Adoro HARRY
RONY
HERMIONE
de paixão …

Parabéns Breno
bjão


Patricia | segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Lindo cara, vc manda bem pra caramba!!


manoela | segunda-feira, 17 de novembro de 2008

:D Parabéns, ótimo texto. vc traduziu em palavras o que é que a gente sente quando le hp e sobre a amizade com nossos amigos.


Praty | terça-feira, 18 de novembro de 2008

Parabéns Breno… realmente lindo o texto…

A amizade do trio sempre foi a coisa mais deliciosa de acompanhar na série… e durante os 8 anos e meio que acompanho a série, com certeza eu formava um quarteto com o trio… mas o engraçado é que eununca senti inveja deles, sentia realmente como se fosse recíproco.

Além disso, como o Alvo, eu também me via neles… estava sempre presente nos livros através de Hermione… me identifico MUITO com ela desde PF, e quase todas as ações dela teriam sido as minhas atitudes ao longo dos livros…

Me lembro que eu tinha 13 anos qdo li CdF pela primeira vez, e na mesma época eu tive o meu primeiro namoradinho, tal como ela teve o Krum… mas eu era apaixonada por outro menino, que por acaso era um grande amigo meu… :D

Enfim… os livros de HP me ajudaram em muitas coisas e, assim como o William, eu passei por momentos muito difíceis, e apenas Harry, Rony e Hermione podiam me ajudar!!

Isso sem contar, como disse alguém, que HP me provoca um puro, genuíno e completo sentimento de felicidade. :D


Allana*(")* | terça-feira, 18 de novembro de 2008

Lindo texto!!!
:D


Aline "Tonks" Campos | terça-feira, 18 de novembro de 2008

Olá, potterish e olá Breno!
Eu sou estudante de jornalismo, e apesar de frequentar sempre o site, é primeira vez que comento uma coluna!
Gostei muito de tudo o que escreveu, durante toda a leitura dos livros me senti exatamante como você, eu fui uma quarta amiga durante todas as histórias vividas por eles!
Seu texto é realmente brilante, deveria estar ilustrando a palavra Amizade em todos os dicionários e enciclopédias do mundo!
Parabéns.


Lari :) | quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Amei, parabéns Breno!
E sim, nós temos o privilégio de fazer parte deste ‘quarteto’ porque ficamos com Harry, Ron e Hermione até o fim.


Marina Granger | quinta-feira, 20 de novembro de 2008

muito show o que você escreveu!!!
parabéns, o assunto foi muito legal e você escreveu de uma forma muito boa
aliás, esses três sem nós seria menos do que nós sem eles ;)
na verdade n ^^’
n imagino minha vida sem Harry Potter, Hermione ou Ron, é incrivel… nós somos realmente amigos deles :o
parabéns!!!!
só cuidado pra n fazer do texto algo repetitivo, não ficou de forma alguma!!! 8O
mas preste atenção nisso nos próximos… que eu quero ler :!:


Sheila | sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Lindo texto!!!!!!


Lu Potter | domingo, 23 de novembro de 2008

eu nem vou falar nada.

simplesmente perfeita.
incrível.

LIIIIIIIIIINDAAAA!!!!!

disse que não vou falar nada, porque senão eu ficaria aqui a noite inteira falando de amizade, então… mas saiba que seu texto conseguiu me tocar de verdade, viu?
Parabéns!


Breno | domingo, 23 de novembro de 2008

Pessoal, muitíssimo obrigado por tudo que falaram. É realmente muito gratificante ler tudo isso e é, ainda mais interessante, saber que todos(quase todos) compartilhamos o mesmo sentimento. Obrigado a todos, de coração.


tashi | domingo, 23 de novembro de 2008

preciso de mais tempo com os meus amigos.
sete livros não foram o bastante. :/


Luan | domingo, 23 de novembro de 2008

No word. :cry:
(I’m weeping right now)


Luan | domingo, 23 de novembro de 2008

When I calm down I’m gonna write something about what I’m feeling …


viih | quarta-feira, 26 de novembro de 2008

caraa muito boa a sua colunaa!! :D

vc conseguiu nos mostrar o sentimento q passamos lendo harry potter!! algo q nem eu nem nenhum amigo meu ja tinha conseguido realmente explicaar!
parabéns mesmoo
gde abraço


Deh | quarta-feira, 03 de dezembro de 2008

nossaaaaaaa *-*
ficou mto linda sua coluna ^^
traduziu em palavras tds os sentimentos d amizade ….
sem palavras…
^^


Anônimo | sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

:D :| :x :roll: :) :cry: :? :!: :o 8O :oops: :?: 8) ;) :evil: :!:


Cecília | sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

adorei a coluna! é verdade, a partir do momento que criamos um laço com aqueles personagens, passamos a viver nossa grande amizade platônica, aquela que sempre nos deixa mais felizes quando pegamos um livro e mergulhamos na aventura junto deles! começamos a rir com eles, ficar triste, alegre, se sentir tranquilo quando eles estão seguros e com medo e ansiosidade quando estão em perigo! é fantástico. Se existisse outro livro pela J.K de Harry Potter, mas com outros personagens, tipo, o filho dele, não seria a mesma coisa nunca. Eu poderia até gostar, mas não do mesmo jeito, porque já foi criada uma relação com aqueles personagens, que vai fazer de Harry Potter, pra sempre, o melhor livro pra mim!


Praty | sábado, 13 de dezembro de 2008

preciso de mais tempo com os meus amigos.
sete livros não foram o bastante. [2]


Márcio | terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Parabéns Breno! Magnífico!


D Chan | terça-feira, 03 de fevereiro de 2009

Breno, você escreve muitíssimo bem, parabéns! Quanto ao texto, fiquei sem palavras… conseguiu descrever exatamente como muitos de nós nos sentimos… nem sei o que dizer, o pessoal aí em cima já falou tudo ;D

Mais uma vez: Parabéns! Continue escrevendo textos ótimos como esse, você tem talento (:


Mih Black | sábado, 14 de fevereiro de 2009

aii q liindo. eu ameii a coluna *–*


Igor Silva | quinta-feira, 23 de abril de 2009

:D



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