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O menino que “sobreviveu”
//Por Editor de resenhas - domingo, 22 de junho de 2008 às 17:52
Sobreviver tem vários significados. Yuri Rigon nos mostra em seu texto um deles presente na célebre expressão “O garoto que sobreviveu”.
O texto completo e os comentários a ele, você lê na extensão.


por Yuri Rigon

”Harry Potter, o menino que sobreviveu”. Esta frase tem dois sentidos pra mim, e pra você?

Por trás de qualquer história, há uma reflexão. Partindo desse princípio, ignoremos o primeiro sentido da frase que todos abordam como principal: o fato de Harry Potter ter sobrevivido ao ataque de Voldemort. Vamos ao segundo que creio que poucos já tenham observado: o fato de Harry Potter ser um menino que não tinha nenhuma chance de prosperar na vida devido ao que deveria enfrentar.

Desde criança, o filho de James e Lílian Potter foi tratado sem amor e carinho pelos tios e, órfão, se viu sozinho no mundo durante toda infância. Uma vez descoberta sua verdadeira origem, nasce uma esperança de que possa ter uma vida melhor ao lado dos bruxos. Tal esperança é arrancada de seus braços quando percebe que só ele pode derrotar o bruxo que matou seus pais e decretou terror durante muito tempo. Pense em todos os problemas citados acima e coloque-se no lugar do menino Potter e, sem dúvida, você verá que ele não tinha nenhuma chance de ser bem sucedido, ou ainda, feliz.

Mas se Potter não tinha essa chance, como conseguiu vencer o mau e derrotar Voldemort? Nessa resposta está o que acredito que Rowling queria nos mostrar: nós podemos superar nossos obstáculos sem depender de magia, mesmo quando tudo está contra nós. Um argumento plausível que me faz acreditar que a autora queria relatar isso, é o fato de criar um mundo de magia em que existem problemas a serem resolvidos, mas que os feitiços, sozinhos, não podem resolvê-los. O que quero dizer é que a superação é aplicável tanto ao mundo dos bruxos quanto ao dos trouxas, devido ao fato de até no mundo da bruxaria existirem problemas que não podem ser resolvidos apenas com um erguer de varinha.

Esse argumento explica também o fato do final da série ser, na minha opinião, relativamente real, pois se a autora defende a superação de nossos obstáculos, era o que tinha que acontecer ao menino que sobreviveu: vencer Voldemort (superar-se) mesmo quando tudo parecia estar contra ele (o fato de ser órfão, de não receber amor de sua família e entre tantas outras adversidades que aparecem em seu caminho durante os livros).

Conclusão: o segundo sentido para o “menino que sobreviveu” é que esse “sobreviveu” não diz respeito ao ataque de Voldemort, mas sim às lutas que enfrentou até chegar a um patamar da vida em que poderia ter o mínimo de paz.

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Categorias: Análises, Colunas, Livro 7, Livros 1-6, Personagens, Yuri Rigon
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Comentários
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Anônimo | domingo, 22 de junho de 2008

;)Adorei a analize…concerteza é um exemplo ele ter passado por todos esses obstaculos…!!!


Danie | domingo, 22 de junho de 2008

Bem interessante, Yuri! :D

Eu nunca tinha vista nesta perspectiva.
Mas eu sempre achei que o fato do Harry ser criado daquela forma o fortaleceu e o ajudou a formar o cárater dele, em vez de transgredir e virar um adolescente rebelde. Ele soube canalizar a energia para algo bom. \õ/


Danie | domingo, 22 de junho de 2008

*visto


Alvo | domingo, 22 de junho de 2008

Hum… achei muito curto e sem sentido a análise. Existem tantas coisas a serem analisadas em HP, vc deveria ter escolhido uma melhor.


Yuri | domingo, 22 de junho de 2008

Concordo plenamente.Mas acho também que só o fortaleceu, pois ele tinha uma boa índole. E talvez, esteja aí o segredo para o personagem “Harry Potter” ser tão admirado, Danie!


Mjuice | domingo, 22 de junho de 2008

Adorei a reflexão.

E para falar a verdade estava sentindo falta de uma coluna que abordasse algum aspecto do universo de HP sem fazer um paralelo com alguma coisa real.
Parabéns pelo texto!


Sheila | domingo, 22 de junho de 2008

Boa Yuri!


Gabriel | domingo, 22 de junho de 2008

Mas o termo menino que sobreviveu é usado com o primeiro sentido,como você fala(sobreviveu a Voldemort),no livro.Mas refletindo,esse segundo sentido é bem coerente,e a J.K. pode até ter pensado nisso também.Gostei ^^


Drago P. | domingo, 22 de junho de 2008

Eu também concordo, já tinha pensado nisso…. até mesmo quando nos livros, quando se fala que não se pode trazer ninguém de volta a vida com feitiço, mostra que tem coisas que a vida é encarragada por si só…. tudo é inevitável…


Nandaa | domingo, 22 de junho de 2008

Sim.. sim..
Bm verdadeiro isso..
Como diz no Enigma do Príncipe.. qnd o Primeiro Ministro dos trouxas fl q eles são bruxos e podem resolver as coisas.. Fudge diz q o “outro lado” [Voldemrt] tbm sabe magia.. Issu mostra q naum só a magia q vai resolver a situação..
Mt bm pensado!


caes | domingo, 22 de junho de 2008

A-D-O-R-E-I

nunca tinha pensado nisso!
parabens!


Camila | domingo, 22 de junho de 2008

Analise interessante!
Realmente foi uma vida cheia de problemas!

=]


Vinicius | domingo, 22 de junho de 2008

Sua analise esta muito boa.

Interessantíssimo seu ponto de vista, concordo plenamente com você


Bru | domingo, 22 de junho de 2008

legal a coluna!


marília | domingo, 22 de junho de 2008

nossa, adorei a análise, eu também nunca tinha visto por essa perspectiva, e faz todo o sentido… =D


rodrigo | segunda-feira, 23 de junho de 2008

você concluiu isso sozinho? ¬¬


Marcelo L. | segunda-feira, 23 de junho de 2008

A JK ja tinha falado mesmo que o fato dela ter deixado Harry sobreviver no ultimo livro foi porque ela achava mais dificil ele conseguir ter uma vida normal depois de tudo o que passou…

Ou seja, a critica e reflexao foram boas, mas da a impressao de qe voce apenas pensou sobre o que a JK disse, nao que voce criou um ovo ponto de vista.


Marcelo L. | segunda-feira, 23 de junho de 2008

ovo ponto de vista… ¬¬
*novo


Natallie | segunda-feira, 23 de junho de 2008

Interessante visão, de uma perspectiva diferente.


red | segunda-feira, 23 de junho de 2008

não vai ter nenhuma novidade hoje?


bruuh | segunda-feira, 23 de junho de 2008

achei bem interessante, apesar de crer que quase todos saibamos dessa segunda análise da célebre frase “o menino que sobreviveu”… o tema não foi muito legal, mas mesmo assim foi bem escrita, leve e agradável! parabéns!


Lily WP | segunda-feira, 23 de junho de 2008

Parabéns Yuri. Ótim texto! Sobreviver as fases da vida é difícil…


Lari | segunda-feira, 23 de junho de 2008

Legal… eu tbm penso assim:
“Um argumento plausível que me faz acreditar que a autora queria relatar isso, é o fato de criar um mundo de magia em que existem problemas a serem resolvidos, mas que os feitiços, sozinhos, não podem resolvê-los.”


Alan | segunda-feira, 23 de junho de 2008

Sem fotos, dai o Potterish coloca essas notícias.. :?

Eh o cúmulo mesmo..


HenriqueM | segunda-feira, 23 de junho de 2008

É… Esse eu não gostei.


Natália | segunda-feira, 23 de junho de 2008

Mto boa! É sempre bom lermos colunas críticas, q geram diversas opiniões, mas às vezes é bom que tenhamos o prazer de uma leitura leve!

Eu já tinha pensado por esse lado, tbm, mas vagamente… uahsuahs

“O Menino que Sobreviveu” sobreviveu às críticas, às dificuldades, ao pessimismo. Todos nós podemos ser sobreviventes desse modo tbm! ^^


Fefa | segunda-feira, 23 de junho de 2008

Yuri, parabéns pelo texto, foi bem escrito. Só acho que o tema foi um pouco ingrato, o texto acabou ficando curto, não por falta de desenvolvimento, mas por falta de ter o que falar. Você levantou uma questão interessante, esse segundo sentido para ‘o menino que sobreviveu’, mas de qualquer forma não é um tema que possa ser muito explorado por ter uma conclusão meio óbvia ‘Sim claro! Harry é o menino que sobreviveu também porque, apesar de todas as adversidades e perigos que enfrentou, ele não morreu’.
O texto foi bem escrito, mas o tema não ajudou.

Pelo menos é isso que eu acho!! ;)


Alessandra | segunda-feira, 23 de junho de 2008

Gostei, mas o segundo significado trabalhado não é tãaaao implícito assim… Afinal, quem já leu sobre a vida de J.K. verá que ELA é o menino que sobreviveu…

Ela sobreviveu a um casamento fracassado, passando fome, num país estranho… Entrou em depressão profunda (eis, segundo a própria, a “inspiração” para os dementadores…)

Apesar de óbvia e, perdoe-me a franqueza, meio “auto-ajuda demais”, está bem escrita… ;)


Ju | segunda-feira, 23 de junho de 2008

achei fraquinha! 8)


Lennon | segunda-feira, 23 de junho de 2008

Aceito as opiniões acima, mas o que faz de um texto ser bom não é o tamanho, e sim como é abordado pelo autor. Senso crítico perfeito, não caiu em contradição e soube muito bem exprimir sua opinião! Parabéns! :)


Lennon | segunda-feira, 23 de junho de 2008

Além disso, tudo se torna óbvio depois que é abordado. Também… Com um texto desses, muito be redijido, como não entender?! ;DD


tati | segunda-feira, 23 de junho de 2008

mto bom!!
quebra aquele paradigma q analise tem q ser longa….
mto pelo contrario tem q ser inteligente e facil de ser entendida
parabens Yuri!!!


Paty | segunda-feira, 23 de junho de 2008

Simples e objetiva.Acho q a JK não escreve somente o óbvio, temos varias brechar e dai varias reflexões, parabéns pela análise , mto bem escrita.


Pedro Henrique Freitas | segunda-feira, 23 de junho de 2008

[Simples e objetiva] 2X
E muito esclarecedora.
É isso mesmo! Análise muito boa, uma perspectiva diferente, argumentos muito bem defendidos!
Parabéns!


MARCIANO POTTER | terça-feira, 24 de junho de 2008

ELE É MESMO UM EXEMPLO PARA MIM!!!!!!!


DeeVoldie | terça-feira, 24 de junho de 2008

Poxa, adorei seu texto ;) pequeno, mas muito bem redigido! E um assunto muuuito interessante, pois tem gente que só consegue ler o que está explícito. Parabéns!


luliii | terça-feira, 24 de junho de 2008

amei 8)


Jota | terça-feira, 24 de junho de 2008

Sinceramente, detestei.
Você escolheu um tema insulso, nada inovador e usou uma interpretação pouco profunda ao simular a descoberta de uma nova “moral” na história sendo que ela já está bastante nítida em HP, aliás, em quase toda obra infanto-juvenil. Mesmo para um texto curto, você não soube enxugar as repetições de argumentos, voltando à mesma idéia em algumas situações (por exemplo no terceiro parágrafo).

Bem, passa-me a impressão de que você apenas redigiu o texto como uma forma de passatempo. Se eu pudesse sintetizar minha opinião com uma única nota, com certeza seria uma péssima nota. :?


Vanessa | terça-feira, 24 de junho de 2008

Boa Jota!
Muito fraco!


Mr. Luan | terça-feira, 24 de junho de 2008

Concordo e confesso que sempre notei essa ambigüidade na expressão “O menino que sobreviveu”… (achava que ela era “captada” por todos) :D


Victourie W. | terça-feira, 24 de junho de 2008

VERDADE!
O Harry viveu o Ó e mais um pouco! Mas, é claro, sobreviveu e passou o resto de sua vida com seus amados Weasleys (e uma Granger)!

“sem amor e carinho pelos tios”
Sei que não posso discordar de ti, mas eu AMO os Dursleys!!!!!
Sei lá, eu gosto muito do jeito meio besta deles. Fazer o que? Gosto é gosto e loucura não se discute ;)


Anônimo | quarta-feira, 25 de junho de 2008

isso eh umas das coisas mais irreais no livro – alguem me explica pq um menino q foi odiado por sua propria familia, q apanhava demais etc… e na infancia eh bem pior, isso eh q forma o carater da pessoa, podia virar alguem tao especial??? tipo ele eh uma pessoa muito boa, de otimno carater (do tipo q so 20% da populaçao mundial) a n ser q os pais sejao otimos… e ele so soube sobre os pais depois de 11 anos…
mas sobre o comentario, realmente faz sentido


Lu Potter | quarta-feira, 25 de junho de 2008

“Esse argumento explica também o fato do final da série ser, na minha opinião, relativamente real, pois se a autora defende a superação de nossos obstáculos(…)”
Esse é um ponto importantíssimo! É isto que torna a série verossímil: o fato de que, mesmo em um mundo mágico, onde (teoricamente) tudo é possível, há problemas que um simples “abracadabra” não resolve. E é daí que a gente tira nossa “lição”: a verdadeira mágica para ser feliz, resolver os problemas e tal, enfim, está dentro de nós mesmos e não é preciso uma varinha para que sejamos vitoriosos. Tem uma parte no livro 6 que o Primeiro Ministro diz: “ah, pelo amor de Deus! Vocês são bruxos!”, como se fosse só estalar os dedos que o inimigo estaria morto! E nem é assim, porque, como rebate Fudge, “o outro lado também faz bruxarias!” A JK é incrível, mesmo! Fazer um mundo “fantástico”, mas vulnerável e com tantos problemas como o nosso mundo, de modo que conseguimos nos enxergar nele de forma tão natural, é trabalho pra poucos!!

Parabéns pela coluna! Eu adorei!!! ;)


Lilian t. | quinta-feira, 26 de junho de 2008

Adorei a coluna! Realmente ótima.
Parabéns!


Biia | sábado, 28 de junho de 2008

Tudêboum*
queremos mais textos assim! ;)


Paula | domingo, 29 de junho de 2008

Um texto muito bom. Muito legal você ter pensado no lado em que JK quis colocar criando esse mundo mágico. Adorei.


Dauer | terça-feira, 12 de agosto de 2008

Interessante :!: Não tinha pensado no segundo significado de “o menino que sobreviveu”


tarinha | quinta-feira, 04 de junho de 2009

e serio?


tarinha | quinta-feira, 04 de junho de 2009

bom dia!



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