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A Política em Harry Potter
//Por Fernando Nery - quarta-feira, 06 de dezembro de 2006 às 14:18

Nosso colunista, João Victor, continua nossa área de Crônicas, tratando agora a respeito de um tema que gera muita polêmica entre bruxos e trouxas: A Política

De uma forma clara e de fácil entendimento, ele trabalha a forma com que a política de Fudge influencia nos acontecimentos, e como ela pode ser parecida com a nossa, pois a influência de pessoas ricas e importantes também se faz presente no mundo Bruxo.

Você pode conferir a coluna completa aqui.

Deixe seu comentário e feedback, é importante para nós e para o autor. Se quiser, sinta-se livre para comentar a mesma em nosso Fórum.

A Política em Harry Potter
Por João Victor

Em primeiríssimo lugar, gostaria de agradecer a todos os comentários recebidos na coluna anterior. Este espaço é justamente pra todos nós debatermos e expressarmos nossas opiniões. O debate é saudável sempre que feito com muito respeito. Obrigado a todos!

Todos nós, freqüentadores e participantes de sites sobre Harry Potter, temos em comum a grande admiração por J.K. Rowling, que conseguiu criar um magnífico e complexo universo paralelo. Seja em relação a estrutura social, econômica, familiar, sistema educacional, relações internacionais, esportes e lazer, e até mesmo na estrutura política.

Se pararmos para analisar, tirando toda a parte de aventura que encontramos no livro 6, um dos aspectos que mais chama atenção foi a revelação de como o Ministro da Magia se relaciona com o Primeiro Ministro Britânico. Entendemos finalmente que existe sim, uma preocupação real e prática na relação bruxos-trouxas. Os bruxos não somente encantam lugares mágicos afim de espantar trouxas. Eles adotam uma política de relacionamento diplomático com o principal
representante trouxa e (mesmo com todo o choque que causam) buscam no diálogo as melhores soluções para um convívio secreto e harmonioso.

Além disso, que podemos chamar de política externa, temos uma estrutura política extremamente bem organizada, representada pelo Ministério da Magia. Inúmeros departamentos, com milhares de funcionários, que cuidam de todos os tipos de problemas encontrados pela população mágica: mau uso de artefatos trouxas, cooperação
internacional em magia, regulamentação e controle das criaturas mágicas, aurores, execução das leis da magia, etc, etc.

Assim como nós trouxas, os bruxos também têm que lidar com a falta de tranqüilidade de ter que conviver com os maus elementos da sociedade. E é nesse ponto que gostaria de fazer uma análise da política feita por Cornélio Fudge. Fazendo uma breve retrospectiva, antes de se tornar Ministro – pouco depois da queda de Voldemort, Fudge trabalhava no Departamento de Jogos e Esportes Mágicos. Mesmo assumindo o Ministério no lugar de Dumbledore, que era considerado o mais apto a assumir o cargo, Fudge inicia seu mandato sempre humildemente consultando a opinião do diretor. Presume-se que sua confiança crescente foi transformando a humildade em coadjuvante.

Em sua participação discreta em Câmara Secreta, já podemos perceber em Fudge um caráter suspeito. A manipulação de Lucio Malfoy diante dos acontecimentos sobre a Câmara Secreta, acaba influenciando o ministro, que leva Hagrid a Azkaban e afasta Dumbledore de Hogwarts. Já em Prisioneiro de Azkaban, era muito conveniente que Harry não fosse punido por usar magia fora da escola e transformar sua tia em um balão, afinal todos pensavam que o alvo de Sirius era justamente o garoto.

Mas as piores atitudes de Cornélio Fudge, aconteceram no final de Cálice de Fogo e durante todo A Ordem da Fênix. O então ministro tenta desesperadamente desacreditar Harry e Dumbledore diante do ressurgimento de Voldemort. Para isso utiliza os meios mais sujos que se possa imaginar. Atos dignos de um regime ditatorial. Logo no início luta com toda sua força para tentar punir Harry por usar magia fora de Hogwarts, totalmente diferente do que fez no terceiro ano. Passa a
controlar a imprensa (Profeta Diário) que passa a publicar uma série de difamações do garoto e do diretor. Controla o ensino através da Alta Inquisidora do ministério, sua comparsa Dolores
Umbridge. E não podemos esquecer que em duas passagens do livro vimos o quanto Fudge tem uma personalidade suspeita. Uma é a revelação de que ele tem um exército particular secreto formado por homens-fogo. E o outro é aquele encontro, dentro do Ministério, com Lúcio Malfoy. Uma relação um tanto desconfiável.

A força e a gravidade dos acontecimentos fazem Fudge aceitar o retorno de Voldemort e com a credibilidade de Dumbledore recuperada, acaba sendo subistituído por Rufus Scrimgeour. Para o diretor de Hogwarts, Scrimgeour é um bom nome para o cargo. Mas vemos, ao longo do sexto ano, que o então novo ministro também é um político e tem as suas estratégias duvidosas. Ele utiliza um certo ‘marketing’ pra elevar os ânimos da comunidade bruxa, e tem a audácia de pedir pra que Harry, que está enfrentando a cada momento problemas mais graves pra que comece a freqüentar o Ministério, para que todos valorizem o seu trabalho. Como se a mentira, a falsidade, fossem resolver os seríssimos problemas do mundo bruxo…

Nunca vou esquecer, vendo certo dia o Jornal Nacional, um deputado no Japão que apanhou de todos os seus companheiros por ter cometido corrupção. Mas isso certamente é uma excessão. Em todo mundo temos os políticos de má índole. Aqui no Brasil, eles costumam “caprichar” na arte da mamata. Sanguessugas, mensaleiros, e todo o tipo de roubalheira já foram vistos nesse país. Mas, em doses mais aceitáveis, Rowling não isentou seus políticos de certas fraquezas de caráter e personalidade.

E termino como comecei: exaltando mais uma vez o brilhantismo de J.K. Rowling que nos permite analisar o seu mundo mágico através do nosso próprio universo. Aspectos dos mais variados, incluindo a política. Afinal discutir política, tanto para trouxas quanto para bruxos, é uma questão de cidadania.

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Categorias: Colunas, João Victor Bastos, Livros 1-6, Outros
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